1330 – Chico Lobo lança Alma e Coração, disco criado na pandemia, pela Kuarup

#ViolaCaipira #MinasGerais # CulturaPopular #MúsicaInpendente

O 26º álbum do violeiro mais atuante da cena brasileira chega às plataformas digitais nesta sexta-feira, 13 de novembro, com as participações especiais de Roberta Campos, Luiz Carlos Sá, Drigo Ribeiro e Tatá Sympa

Alma e Coração é o título do 26º disco de Chico Lobo, violeiro natural de São João Del Rei, em Minas Gerais. Com mais de 35 anos dedicados à viola caipira, o artista estreou no mercado fonográfico em 1996, com No Braço Dessa Viola. De lá para, Chico Lobo lançou inúmeros trabalhos, criados a partir de sua inconfundível regionalidade musical, entre os quais há álbuns premiados e elogiados pela crítica. Nesse novo projeto, ele parte de suas raízes, suas convicções, para um encontro com o folk, a balada e o rock rural, mas sem perder a sua essência. Em 13 faixas, ele flerta mais com a modernidade e une a sua viola à instrumentos da cultura pop, como bateria, baixo, violões de aço e teclado.

Com o início do isolamento social em função da pandemia da Covid-19, Chico Lobo sentiu necessidade de compor, de rever conceitos, de se entender mais, reconhecer-se e, sobretudo, reinventar-se, por estar privado de sua lida estradeira de cantoria. Por força do isolamento social, ao ficar privado das viagens e dos palcos, expressou o desejo de uma postura positiva diante das dificuldades que a quarentena impôs a todos; de cantar a esperança de novos tempos. Daí veio a vontade de levar às pessoas, por meio da música, os próprios alma e coração, sentimentos de esperança.

A inquietação e o desejo de Chico Lobo de construir suas pontes, a partir de sua raiz fincada no solo da tradição musical de um Brasil profundo, para dialogar com a contemporaneidade e os grandes centros urbanos, fez surgirem várias canções e assim nascer o projeto do álbum abraçado pela gravadora e produtora Kuarup e  que poderá ser ouvido nas plataformas digitais já nesta sexta-feira, 13, preparando a chegada do álbum físico. O novo disco deste artista sempre inquieto e sempre adepto de parcerias e experimentações conta com as participações especiais de Roberta Campos, Luiz Carlos Sá, Drigo Ribeiro e Tatá Sympa em projeto produzido em cooperativa com os músicos: eles gravaram em seus estúdios, sem precisarem sair de casa, inclusive as vozes nas participações especiais.

A produção de Alma e Coração é do músico mineiro Ricardo Gomes, profissional primordial na concepção do trabalho, que toca também os baixos, os teclados e o violão de nylon. O disco recebeu, ainda, a participação dos músicos de base Léo Pires na bateria, Marcello Sylva nos violões de aço e vocais de Ruly Ballmant, além dos convidados Sérgio Saraiva e Joaollama Miranda.

Chico Lobo canta aquilo em que acredita, o que vive, o que é “sagrado em seu olhar”, os sertões de Guimarães Rosa, os sentimentos de amizade, esperança, e sobretudo canta mais o amor neste trabalho do que em álbuns passados — afinal ele completou 25 anos de casamento com Angela Lopes, que há 26 é sua produtora cultural e manager. Sertão e amor juntos, nesse novo trabalho do artista que também reafirma seu lado compositor. Sua viola, que é pontual na relação com os outros instrumentos, sem a pretensão de ser virtuose, mas necessária para o instrumentista, tece diálogos lindos com os outros músicos. Um sertão que está dentro dele é metáfora de seus valores de vida e outro sertão é espaço físico que se torna recorrente e necessário em suas letras.

Faixa a faixa do novo álbum

1- Sertão: “A mão que se estende ao outro, fortalece nosso viver” abre o álbum com uma sonoridade fortemente rural na qual se destacam os violões de Marcello Sylva e a bela viola de Chico Lobo.

2- Sagrado Em Meu Olhar: apresenta a participação do paulista de Jundiaí, Drigo Ribeiro, que empresta nesta faixa sua musicalidade folk regional. Além de um grande dueto nas vozes, a viola caipira de Chico Lobo se junta à modernidade do instrumento weissenborn executado pelo próprio Drigo Ribeiro.

 3- Caminhos de João: parceria de Chico Lobo com o poeta do norte do Brasil Joãozinho Gomes.  Uma toada emocionante, que faz um caminho pelo grande sertão veredas, por onde andou Guimarães Rosa, referência muito presente na obra musical do artista.

4- Povos da América: Música composta quando Lobo, ao ver a imagem do Papa Francisco na TV, percebeu um “olhar luz de cristal” no pontífice. Tendo já se apresentado em países como Argentina, Chile, Colômbia, o violeiro sempre considerou aa música latina uma forte influência, assim como um espirito de união e esperança nasce a melodia. Destaque para a participação do músico Joaollama Miranda nas quenilla, zampoñas e charango.

5- Sim: música que nasce em pleno isolamento social, em seu terreiro, numa madrugada de insônia, em cuja letra Chico Lobo lembra o início de seu relacionamento com a esposa, o sim dito há 25 anos. Tem uma pegada folk, ponte para a modernidade de sua obra.

6Nós: balada belíssima de Chico Lobo, que se reinventa a cada trabalho lançado. Conta com a presença emocionante de Roberta Campos, num encontro mágico dos dois.

7Desafio: é quase um baião. O violeiro flerta com a música nordestina, que tanto ouviu na juventude. A letra relembra os cordéis, trazendo uma dualidade.

8- Na Toada Dessa Prece: parceria com os poetas Carlos de Jaguarão e Lysias Ênio, a composição traz uma dramaticidade existencial, mística, em tom menor. E destaca o belo acordeom do músico convidado Sérgio Saraiva. O resultado é uma sonoridade única.

9- Alma e Coração: a melodia ressalta o valor do sagrado movimento da alma e do coração e revela mais uma incursão de Chico Lobo pela musicalidade folk, com caprichada levada de viola.

10- Sonhos: Desde sua juventude Chico Lobo curte rock rural, o rock mineiro e aqui ele faz uma junção da sua viola, sua raiz, com esse gênero de rock para cantar o que sempre acreditou. A música tem participação mais do que especial de Luiz Carlos Sá, da dupla Sá & Guarabyra, referência musical para Chico Lobo. Um emocionante encontro musical que destaca a bateria pulsante de Leo Pires.

11- Roda da Vida: vigorosa parceria de Chico Lobo com o pernambucano Tavinho Limma revela a força da tradição de um Brasil profundo, que Chico Lobo canta há tantos anos. É o reafirmar de suas raízes. Como se diz o caminho de casa, “meu pai me ensinou a coragem, vencer as pedras do chão”.

12- Própria História: parceria do violeiro com o poeta e educador mineiro Jorge Nelson. A força e o timbre de arame da viola dinâmica nordestina, nas mãos do violeiro Chico Lobo, remete-nos ao movimento armorial e o canto exuberante de Tata Sympa, parceiro de 30 anos de amizade, dá força a essa faixa. Lobo assume aqui o “ser violeiro”.

13- Quadras: a bela toada fecha o disco, uma parceria de Chico Lobo com Simone Guimarães. A viola dolente de Chico Lobo num dueto com o acordeom brejeiro de Sérgio Saraiva e as bases dos violões de Marcello Sylva entregam uma atmosfera acústica e vintage, quase uma seresta. Parece que Chico Lobo volta no tempo e está a acompanhar o pai seresteiro Aldo Lobo e a mãe Nieta, já falecidos, pelos becos e ruelas de São João Del Rei.

Natural de São João Del Rei, o violeiro Chico Lobo tem mais de 30 anos de carreira e é considerado pela crítica como um dos artistas mais atuantes no cenário nacional na divulgação e valorização da cultura de raiz brasileira. Com mais de 20 discos lançados, dois DVDs, livro e apresentações por todo o Brasil e diversos países como Portugal, Itália, China, Canadá, Argentina, Chile, Colômbia, o músico canta suas raízes e as conecta com nossa contemporaneidade. Folias, catiras, modas, batuques, causos e toques de viola, desfilam com alegria em seus concertos. Venceu por três vezes consecutivas (2015, 2016 e 2017) o Prêmio Profissionais da Música como Melhor Artista Regional, em Brasília (DF). O artista mantém em sua cidade natal o projeto Ensino de Viola nas Escolas Rurais parceria do seu Instituto Chico Lobo, com a administração pública da cidade mineira de São João Del Rei. Em 2015 a cantora Maria Bethânia escolheu sua cantiga Criação, para compor o repertório de seu show e DVD Abraçar e Agradecer, comemorando os 50 anos de carreira. Depois Bethânia, gravou participação no álbum Viola de Mutirão, cantando a moda de viola Maria, que Chico Lobo fez em sua homenagem. Apresentador de TV, de rádio, produtor musical, escritor, cantor, o violeiro inquieto faz com que sua obra torne a aldeia global mais caipira.

Especializada em música brasileira de alta qualidade, o acervo da produtora e gravadora Kuarup concentra a maior coleção de Villa-Lobos em catálogo no país, além dos principais e mais importantes trabalhos de choro, música nordestina, caipira e sertaneja, MPB, samba e música instrumental em geral, com artistas como Baden Powell, Renato Teixeira, Ney Matogrosso, Wagner Tiso, Rolando Boldrin, Paulo Moura, Raphael Rabello, Geraldo Azevedo, Vital Farias, Elomar, Pena Branca & Xavantinho e Arthur Moreira Lima, entre outros.

Além desta eclética galeria de cantores e duplas cujos trabalhos já lançados formam o acervo de álbuns, também é possível ao internauta que visita o portal da Kuarup, entre outras atividades no campo da produção cultural, saber pela guia Notícias as novidades que estão chegando para reforçar este precioso catálogo e, ainda, ouvir seleções de músicas disponíveis na plataforma Spotify (playlists) apresentadas por temas e recortes dos mais diversificados, revelando a riqueza de sonoridades e de gêneros que a empresa guarda. Uma das preferidas aqui na redação do Barulho d’água é a Pé No Sertão Kuarup (clique no nome da lista para ouvi-la). O endereço eletrônico que leva ao botão que abre as playlists é http://www.kuarup.com.br/spotify/  

 

Kuarup Música/Rádio e TV www.kuarup.com.br:

Telefones: (11) 2389-8920 e (11) 99136-0577    

Rodolfo Zanke rodolfo@kuarup.com.br

1225 – Instituto CPFL e produtora Kuarup lançam selo dedicado à música contemporânea brasileira 

Catálogo conversa com obra e conceitos do modernista Mário de Andrade e reúne gravações com André Mehmari, Renato Braz, Marília Vargas, Thibault Delor e Quarteto Camargo Guarnieri, entre outros expoentes da moderna música que o país e músicos estrangeiros vêm produzindo

O Instituto CPFL, ligado ao grupo CPFL Energia (Companhia Paulista de Força e Luz), em parceria com a Kuarup — premiada produtora cultural independente que tem em seu acervo obras de, entre outros, Villa-Lobos, Baden Powell, Renato Teixeira, Paulo Moura e Xangai está lançando um novo selo, dedicado à música contemporânea brasileira. Disponível nas plataformas digitais, o catálogo do selo Instituto CPFL & Kuarup possui, ao todo, 12 álbuns de concertos realizados no programa Música Contemporânea, única série brasileira regular de concertos que contemplam a música do nosso tempo, sempre aos sábados, na Sala Umuarama do Instituto CPFL, em Campinas, disponibilizados no sítio eletrônico e transmitidos aos domingos pela Rádio Cultura FM de São Paulo (FM 103,3 MHz).

Os álbuns reúnem apresentações de grandes intérpretes da música brasileira e mundial tais como os pianistas Paulo Henrique Almeida e André Mehmari, a soprano Marília Vargas, o contrabaixista Thibault Delor, o cantor Renato Braz e grupos como o Quinta Essentia Quarteto, o Quarteto Camargo Guarnieri, o Quaternaglia e a Camerata Latino-Americana. As gravações são de 2015.

Em mais de 16 anos de atividades, o Instituto CPFL, através de seu programa Música Contemporânea, promoveu diversos concertos e estreias mundiais de alguns dos maiores intérpretes da música de nosso tempo“, disse Mário Mazzilli, diretor-superintendente do Instituto CPFL. “Surgiu assim um dos raros e mais longevos programas regulares de música contemporânea, um espaço de experimentação e ampliação da experiência sensorial que só a canção é capaz de produzir”, emendou Mazzilli . Nada mais justo que o resultado de parte desses encontros, sempre gratuitos em nossa sede em Campinas, seja agora disponibilizado a todos nas plataformas de streaming.” 

Sobre os Álbuns:

Engenho Novo – Marília Vargas e André Mehmari

Gravado em 09/05/2015 na Sala Umuarama, Instituto CPFL. 

Marília Vargas: soprano, André Mehmari: piano. 

Em sua busca incessante pela essência da música brasileira, Mário de Andrade pesquisou os sons do país de Norte a Sul, construiu um arcabouço teórico justificando a opção nacionalista em arte e, em seu caso, sobretudo na música de invenção. Passados 70 anos da morte de Andrade, esta apresentação se debruçou sobre a realidade musical brasileira atual a partir de suas reflexões, mostrando a produção dos compositores que seguiram a cartilha do autor de Macunaíma. André Mehmari recria o texto musical dos acompanhamentos de canções muito conhecidas. O primado é da voz meta perseguida por Mário de Andrade, determinado a estabelecer as bases do canto em português.

Solista da Camerata Latino-Americana – Thibault Delor

Gravado em 12/09/2015 na Sala Umuarama, Instituto CPFL

Thibault Delor: contrabaixo 

Um concerto solo de piano ou mesmo de violino, seria usual. Entretanto, a proposta de um concerto solo para contrabaixo é inusitada. Neste contexto, Thibault Delor, um francês apaixonado pela música brasileira, conduz os ouvintes pelas praias nacionalistas por onde caminham Francisco Mignone e Claudio Santoro até chegar em John Contrate. Villa-Lobos e Fernando Pessoa são os anfitriões desta programação.

Canela: as Músicas da América Latina – Renato Braz e Quarteto de Violões Maogani

Gravado em 10/10/2015 na Sala Umuarama, Instituto CPFL 

Renato Braz: voz, violões: Carlos Chaves, Marcos Alves, Paulo Aragão e Sergio Valdeos 

A música popular da América Latina foi construída com ingredientes de diversas procedências, que misturados às cores e ao jeito de cada povo fizeram surgir uma infinidade de ritmos e gêneros. Um roteiro musical que sai do Brasil e passa pela Argentina, Chile, Paraguai, Peru, Colômbia, Venezuela e Cuba muitas destas canções e melodias constituem produtos das matrizes que encantaram Mário de Andrade, em seu ideário de construção de uma música nacional brasileira a partir da realidade latino-americano, distanciando-se das matrizes europeias.

Música Para Sopros de Nielsen – Quinteto de Sopros de São Paulo

Gravado em 14/03/2015 na Sala Umuarama, Instituto CPFL

Alexandre Silvério: fagote, Joel Gisiger: oboé, José Ananias Souza Lopes: flauta, Nikolay Alipiev: trompa, Sergio Burgani: clarinete.

Um concerto construído em torno da obra camerística mais famosa, e ainda assim raramente tocada, de Carl Nielsen: o seu quinteto de sopros, criação da sua plena maturidade. As demais obras gravitam no universo da música da primeira metade do século 20. Como as variações Sérias do carioca Ronaldo Miranda sobre uma melodia de Anacleto de Medeiros, o divertido Scherzo do francês Eugene Bozza, especialista na escrita para sopros ou as igualmente bem-humorada Three shanties do britânico Malcolm Arnold. Uma pequena gema do italiano Nino Rota, mundialmente conhecido pelas trilhas de cinema para Federico Fellini, antecede as duas peças finais assinadas por Nielsen: primeiro a encantadora Children are playing para flauta solo; e em seguida o quinteto, obra-prima da música para sopros no século 20.

Falando Brasileiro – Quinta Essentia Quarteto

Gravado em 24/10/2015 na Sala Umuarama, Instituto CPFL 

Flauta doce: Felipe Araújo, Fernanda de Castro, Gustavo de Francisco e Renata Pereira

Fazer música de câmara com flautas doces é transitar no velho e no novo mundo das expressões musicais. No Brasil, a relação com o antigo nos fascina pelo risco criativo que corremos em nossas interpretações de um texto musical: esta é a profissão de fé artística do Quinta Essentia. Em Falando Brasileiro há muitas criações originais para flautas doces e arranjos de melodias consagradas que fazem parte do imaginário popular brasileiro. Esta mistura entre a matriz europeia e as cores dos sons nacionais espalhados pelo país reflete-se nas suítes e quartetos do argentino Eduardo Escalante, que veio para São Paulo aos 12 anos, em 1949 e naturalizou-se brasileiro, sendo aqui aluno de Camargo Guarnieri; do gaúcho Bruno Kiefer; e do petropolitano César Guerra-Peixe, que transitou pela vanguarda experimental e também pelo nacionalismo preconizado por Mário de Andrade. 

Músicas do Brasil Para Quarteto de Sopros – Ensemble Brasileiro de Música Moderna

Gravado em 14/11/2015 na Sala Umuarama, Instituto CPFL 

Filipe de Castro: flautas, Eduardo Freitas: clarinetes, Douglas Braga: saxofones, Osvanilson Castro: fagote. 

Flauta, clarinete, saxofone e fagote são instrumentos que integram a orquestra sinfônica à europeia, mas também as bandinhas espalhadas pelos coretos dos quatro cantos do Brasil. É este Brasil multicolorido, filtrado pela criação de grandes compositores, de ontem e de hoje, que compõe o programa deste concerto. Entre os do passado, Heitor Villa-Lobos, o criador que mais personificou o ideal artístico perseguido por Mário de Andrade. A seu lado, César Guerra-Peixe, que num gesto corajoso mergulhou nas músicas populares do Recife (PE) e de lá saiu com uma nova agenda estética, a do nacionalismo tal como pregado por Mário de Andrade. Entre os criadores atuais, o saxofonista Douglas Braga, integrante do Ensemble Brasileiro de Música Moderna, assina duas composições de sabor bem brasileiro.

O Quaternaglia: solos de violão para o orixá da justiça, do trovão, dos raios e do fogo.  Foto: Gal Opido

Xangô – Quaternaglia

Gravado em 28/11/2015 na Sala Umuarama, Instituto CPFL 

Chrystian Dozza: (violão Sérgio Abreu, 2012, nº 621), Fábio Ramazzini: (violão Sérgio Abreu, 2002, nº 474), Thiago Abdalla: (violão Sérgio Abreu, 2002, nº 463), Sidney Molina: (violão 7 cordas Sérgio Abreu, 1997, nº 359). 

Um grande arco histórico da criação brasileira em sentido amplo, em arranjos especiais para quarteto de violões. O concerto Brasileira, em arranjo de João Luiz, e as Bachianas Brasileiras nº 9, arranjadas por Thiago Tavares e o Quaternaglia. A suíte de Ronaldo Miranda, Canção sem fim, de Sérgio, irmão de Sidney Molina, uma peça de um dos integrantes do quarteto, Chrystian Dozza (Sobre um tema de Egberto Gismonti), três criações de João Luiz dedicadas ao grupo e Maracatu da Pipa, de Paulo Bellinati, completam a apresentação de um dos mais destacados quartetos de violões brasileiros, com intensa atuação no exterior. Xangô remete a uma obra de Almeida Prado, um dos artistas mais interessantes da música clássica brasileira na segunda metade do século 20. Almeida Prado compôs Xangô para piano e utiliza o Canto de Xangô, breve tema transcrito por Mário de Andrade no Ensaio sobre a música brasileira. Na tradição iorubá, xangô é o orixá da justiça, do trovão, dos raios e do fogo. 

A Música Para Violino e Piano de Nielsen e Sibelius – Maria Fernanda Krug e Karin Fernandes

Gravado em 28/03/2015 na Sala Umuarama, Instituto CPFL

Maria Fernanda Krug: violino, Karin Fernandes: piano.

Sibelius, Nielsen e Richard Strauss são conhecidos por suas obras  sinfônicas. São raras as chances de se ouvir suas obras camerísticas. Sibelius gostaria de ter sido violinista; não se firmou como instrumentista, mas transformou o violino numa de suas preferências. Além de um belo concerto, ele compôs obras como esta densa sonatina. Já Nielsen era violista de profissão, conhecia profundamente as cordas. E sua escrita revela essa intimidade com o instrumento. Já a sonata de Richard Strauss, de 1888, foi uma espécie de adeus à música de câmara. Uma sonata de ambições orquestrais.

As Vozes Íntimas de Jean Sibelius – Quarteto Camargo Guarnieri

Gravado em 25/04/2015 na Sala Umuarama, Instituto CPFL 

Violinos: Elisa Fukuda e Ricardo Takahashi, Silvio Catto: viola, Joel de Souza: violoncelo. 

O quarteto Vozes Íntimas é a única obra de música de câmara de grandes ambições da maturidade de Sibelius. O Adagio di molto é seu centro de gravidade. Ele escreveu, sobre três acordes pianíssimo em mi menor, a expressão latina voces intimae, daí o título, confirmado em carta: “Estas vozes íntimas transportam para o além”. Seu biógrafo Tawaststjerna fala em longínquos murmúrios de um mundo remoto. De fato, Sibelius parece fazer um corpo-a-corpo no limite do silêncio.  O adagio também é o tempo escolhido por Anton Webern para o movimento de quarteto escrito em 1905, quando ele era aluno de Schoenberg. O quarteto número 2 de Guarnieri é um exemplo de sua maestria no gênero. 

O Piano de Carl Nielsen – Paulo Henrique Almeida

Gravado em 11/04/2015 na Sala Umuarama, Instituto CPFL

Paulo Henrique Almeida: piano

O dinamarquês Carl Nielsen era pianista amador. Fez sua fama como sinfonista, mestre das grandes formas. Mas, embora pequena, sua produção para piano é bastante significativa. A Chacona, o Tema e variações e a Suíte foram compostos entre 1916 e 1919; e as três peças, nove anos depois. São, portanto, peças da maturidade. O pesquisador francês Guy Sacre qualificou as três primeiras como “obras-primas da música para piano do século 20”. Até onde se sabe, não há notícia de que tenham sido publicamente tocadas no Brasil antes desta noite.

Câmara da Camerata Latino-Americana Convida Duo Palheta ao Piano – Jairo Wilkens e Clenice Ortigara

Gravado em 27/06/2015 na Sala Umuarama, Instituto CPFL 

Jairo Wilkens: clarinete, Clenice Ortigara: piano. 

O clarinete é um instrumento que está no ponto de fusão entre a música popular e erudita no Brasil. Desde a época dos chorões a figura do clarinetista impactou como instrumentista e liderança musical a produção da música erudita brasileiro, tornando-se um dos grandes divulgadores de novos compositores. Recentemente o pesquisador brasileiro Ricardo Dourado Freire publicou uma tese onde apontou o desenvolvimento da identidade do clarinetista brasileiro a partir da visão de Mário de Andrade. Na visão de Mário de Andrade, a música de uma sociedade é desenvolvida passando por três estágios: música universal (música religiosa), música internacional (música de concerto) e música nacional (música de influência popular e folclórica). Ricardo Dourado Freire aponta o papel fundamental que o clarinetista, como instrumentista e como liderança musical teve na etapa brasileira da formação da música nacional. O presente concerto aborda obras de compositores brasileiros que escrevem para clarinete dialogando sob esta influência da fusão popular e erudita.

Camerata Latino-Americana (Suite Contemporânea Brasileira) – Camerata Latino-Americana

Gravado em 13/06/2015 na Sala Umuarama, Instituto CPFL 

Simone Menezes: direção artística e regência. Violinos: Pablo de Léon, Ana de Oliveira, Maria Fernanda Krug e Pedro Della Rolle. Violas: Gabriel Marin e Wallas Pena. Violoncelos: Raïff Dantas Barreto e Moisés Ferreira. Thibault Delor: contrabaixo. Sarah Hornsby: flauta. Jairo Wilkens: clarinete. Peter Apps: oboé. Matthew Taylor: fagote. Rogério Zaghi: piano.

Mário de Andrade, embora um vanguardista, cunhava suas pesquisas não na erudição como um fim em si, mas tratava a vanguarda como uma forma necessária de expor suas novas descobertas, que estavam ligadas a pesquisas folclóricas e conexões com o povo. Assim, embora um vanguardista, ele não era um erudito desconectado em sua comunicação com o homem leigo. O concerto tem como obra central as Danças Características Africanas de Heitor Villa-Lobos, obra que prenuncia as ideias vanguardistas de Mário de Andrade e da Semana de Arte Moderna de 1922. A partir daí orbitam em torno deste centro estético obras de Pitombeira, Piccolotto, uma obra de juventude de Flô Menezes e uma estreia do compositor pernambucano Beetholven Cunha.

 Sobre o Instituto CPFL

Com 16 anos de atividades, o Instituto CPFL é a plataforma de investimento social privado do Grupo CPFL Energia, que tem sede em Campinas. A missão do Instituto CPFL é integrar os programas culturais, sociais e esportivos da companhia em uma única rede, transformando por meio do conhecimento as comunidades onde atua. Por meio do Circuito CPFL, o Instituto CPFL promove gratuitamente em diversas cidades sessões de cinema, concertos, corridas e passeios ciclísticos, além de ações sociais voltadas ao fortalecimento da cidadania. Em 2019, estão previstas iniciativas em cerca de 100 localidades, alcançando um público presencial estimado de milhares pessoas. O Instituto CPFL é responsável também pela difusão do conhecimento por meio das transmissões e do acervo online dos encontros do Café Filosófico CPFL, tradicional programa de debates que pode ser acompanhado pelo público no Youtube, no sítio eletrônico, no app institutocpflplay, no Facebook e na TV aberta. O programa editado é exibido aos domingos, às 21h, na TV Cultura.

Sobre o Grupo CPFL

O Grupo CPFL, ​​​​​​​​​​​​​​​com mais de 100 anos de história e atuação, tornou-se uma empresa de energia completa, com negócios em distribuição, geração, comercialização de energia elétrica e serviços, hoje considerado uma das maiores empresas do setor elétrico brasileiro. Leva energia a 9,6 milhões de clientes por meio de quatro distribuidoras¹ que abrangem cerca de 700 municípios dos estados de São PauloMinas Gerais, Rio Grande do Sul, e Paraná  e ao longo dos anos firmou-se entre as líderes no segmento de energias renováveis no Brasil com uma matriz diversificada: com atuação em fontes hidrelétricas, solar, eólica e biomassa. 

Mas não é apenas manter esta posição de liderança que estimula o grupo. “Nós sabemos, por exemplo, do papel. crucial que o setor energético desempenhará em relação ao futuro do planeta”, informa a CPFL em nota no portal da empresa. “Por isso, enquanto todos esperam que uma empresa de energia cumpra o seu papel, nós buscamos fazer mais do que isso: desenvolvemos programas de conservação e conscientização sobre o uso eficiente da energia elétrica, investimos em redes inteligentes, mobilidade urbana elétrica e muito mais. No ramo de geração, possui capacidade instalada no setor de 3.297 MW, sendo 95,6% de fontes renováveis

Sobre a Kuarup

Especializada em música brasileira de alta qualidade, o seu acervo concentra a maior coleção de Villa-Lobos em catálogo no país, além dos principais e mais importantes trabalhos de choro, música nordestina, caipira e sertaneja, MPB, samba e música instrumental em geral, com artistas como Baden Powell, Renato Teixeira, Ney Matogrosso, Wagner Tiso, Rolando Boldrin, Paulo Moura, Raphael Rabello, Geraldo Azevedo, Vital Farias, Elomar, Pena Branca & Xavantinho e Arthur Moreira Lima, entre outros.

Kuarup Música/Rádio, Imprensa e TV/www.kuarup.com.br

Telefones: (11) 2389-8920 e (11) 99136-0577 Rodolfo Zanke rodolfo@kuarup.com.br

¹ CPFL Paulista, CPFL Piratininga, CPFL Santa Cruz e RGE

1180 – Ana Costa, Dorina e Lu Oliveira lançam álbum em homenagem a Socorro Lira (PB)

Show único de Na Lira da Canção-Entre Versos de Socorro Lira será seguido de sessão de autógrafos na Sala Paulo Moura do Centro da Música Carioca Artur da Távola, na Tijuca 

A audição aos sábados aqui no boteco do Barulho d’água Música, na cidade de São Roque, Interior de São Paulo, começou neste dia 27/4 com Na Lira da Canção-Entre Versos de Socorro Lira, gentilmente nos cedido pelo produtor cultural da Ritmiza Produções Maury Cattermol, ao qual agradecemos. O disco já se encontra disponível em várias plataformas digitais, mas para quem é ou estará na cidade do Rio de Janeiro e arredores na noite de 4 de maio, sábado que vem, fica a dica: o Centro da Música Carioca Artur da Távola, na Tijuca, promoverá na Sala Paulo Moura, a partir das 20 horas, um show de lançamento do álbum, protagonizado pelas cantoras cariocas Ana Costa, Dorina e Lu Oliveira.

Após a apresentação musical, as três cantoras destacadas para o projeto participarão de sessões de autógrafos. O espetáculo idealizado por Cattermol terá direção musical do violonista e arranjador Luiz Flavio Tournillon Alcofra e direção artística da cantora Mariana Baltar.

Continue Lendo “1180 – Ana Costa, Dorina e Lu Oliveira lançam álbum em homenagem a Socorro Lira (PB)”

1149 – Yamandu Costa e Thadeu Romano aliviam saudades do mestre Dominguinhos em show único no Sesc Pinheiros (SP)*

Repertório  vai passear por músicas dos discos que o violonista gaúcho gravou com o sanfoneiro de Pernambuco, mesclado a sucessos de Tom Jobim, Sivuca, Abel Ferreira, Chico Buarque, Luiz Gonzaga…
*Com Lu Lopes (Rubra Rosa Projetos Culturais)

Yamandu Costa e Thadeu Romano vão apresentar Salve Dominguinhos, trazendo de volta aos palcos composições de Yamandu + Dominguinhos e Lado B (discos que ambos gravaram juntos, em 2007 e em 2010) com uma única apresentação marcada para a noite de sexta-feira, 1º de fevereiro, na unidade Pinheiros do Sesc da cidade de São Paulo (ver guia Serviços). Em 2018 completamos cinco anos sem o sanfoneiro pernambucano que nos deixou em 23/7/2013. Mais do que as saudades, ele nos deixou um legado imenso de obras para música. Seu Domingos, apesar de ter partido aos 72 anos, encantou jovens músicos de várias gerações e, por essa razão, sempre viveu cercado pela novidade da juventude.

Continue Lendo “1149 – Yamandu Costa e Thadeu Romano aliviam saudades do mestre Dominguinhos em show único no Sesc Pinheiros (SP)*”

1142 – “Dois por Dois Ao Vivo” apresenta composições de Luiz Millan e Moacyr Zwarg

Álbum e DVD distribuído pela Tratore reúne o pianista Michel Freidenson, o saxofonista e flautista Teco Cardoso e a cantora Anna Setton interpretando 17 composições da dupla em apresentação na Sala São Luiz, em São Paulo

Um  luxuoso estojo, distribuído pela Tratore, e gentilmente enviado ao Barulho d’água Música pelos jornalistas Moisés Santana e Beto Priviero  (Tambores Comunicações), guarda o álbum e o DVD Dois por Dois Ao Vivo, lançados em novembro pelos compositores Luiz Millan e Moacyr Zwarg , com músicas de ambos interpretadas pelo pianista Michel Freidenson e pelo saxofonista e flautista Teco Cardoso, mais a participação especial da cantora Anna Setton. Dirigido por Thales Menezes e gravado a partir do show promovido na Sala São Luiz, no Espaço Promon, em São Paulo, em agosto de 2016, Dois por Dois Ao Vivo  traz um repertório que explora pela linguagem jazzística ritmos brasileiros como samba, baião e frevo.

Continue Lendo “1142 – “Dois por Dois Ao Vivo” apresenta composições de Luiz Millan e Moacyr Zwarg”

1130 – Ednardo (CE) rememora “Romance do Pavão Mysterioso” em duas rodadas, no Sesc Belenzinho (SP)*

Cantor e compositor que já conta com 45 anos de trajetória volta à São Paulo para apresentar com sua banda repertório do seu mais famoso disco, cuja faixa-título é inspirada em um clássico folhetim da literatura de cordel
* Com Eliene Verbena, Verbena Comunicações

A unidade Belenzinho do Sesc da cidade de São Paulo reservou o palco de seu teatro para as apresentações de Ednardo, um dos mais aclamados cantores e compositores do país. Natural de Fortaleza (CE), Ednardo e a banda de sete músicos que o acompanham – entre os quais o violeiro Manassés de Sousa, que participou da gravação do disco e assina trabalhos importantes da música brasileira desde a década dos anos 1970 — serão atração nos dias 1º e 2 de dezembro para relembrarem, na íntegra, as músicas do primeiro e mais famoso disco dele, Romance do Pavão Mysteriozo (veja detalhes na guia Serviços). Os shows integram o projeto Álbum da unidade, pelo qual o Sesc visa a remontar a memória da música brasileira por meio de registros fonográficos.

Continue Lendo “1130 – Ednardo (CE) rememora “Romance do Pavão Mysterioso” em duas rodadas, no Sesc Belenzinho (SP)*”

1120 – Dani Lasalvia, João Omar e Cao Alves lançam álbum em tributo a Dércio Marques

Disco lançado em São Paulo traz 12 composições do mineiro que ajudou a projetar o cantor e compositor  Elomar — que o define como “o último menestrel” –,  é seguido por vozes marcantes da música regional e tem destacada importância para a cultura popular latino-americana 

A cantora Dani Lasalvia e os violonistas Cao Alves e João Omar lançaram na noite de sábado, 20 de outubro, Recantos – ao Apanhador de Cantigas, com o qual reverenciam a memória e a obra do mineiro de Uberaba Dércio Marques, violeiro, cantor, compositor e pesquisador dos mais emblemáticos e representativos da música brasileira. O trio recebeu amigos e admiradores no palco da galeria Itaú Cultural, em São Paulo, para o tributo a Marques, falecido em 2012, em Salvador (BA).

Continue Lendo “1120 – Dani Lasalvia, João Omar e Cao Alves lançam álbum em tributo a Dércio Marques”

1106 – Ocupação Dandô, na Unibes (SP), marca cinco anos de premiado projeto itinerante

Vários eventos em torno da música independente que vem motivando a promoção do circuito cultural em homenagem a Dércio Marques serão oferecidos entre quarta-feira e domingo, na estação Sumaré do Metrô SP

Para celebrar cinco anos de estrada do Circuito Dandô de Música Dércio Marques, a União Brasileiro-Israelita de Bem Estar Social (Unibes) Cultural acolherá entre 12 e 16 de setembro a Ocupação Dandô. O evento, entre a quarta-feira, dia da abertura, e o domingo, oferecerá palestras, rodas de conversa, sarau, a exposição fotográfica Olhar da Utopia, oficinas de música e de dança latino-americanas, contações de histórias, mostras regionais e shows já confirmados com João Bá e João Arruda (12/9), Ceumar (13/9), Zé Geraldo (14/9), Alzira E. (15/9), José Delgado, Cecilia Concha Laborde e Analia Garcetti (16/9), além do lançamento da segunda coletânea do projeto, produzida em parceria com a Tratore, e que tem repertório apresentando 27 artistas do Brasil, do Chile, da Argentina e da Venezuela.  Paralelamente à Ocupação, será realizado o 2º Encontro Latino-americano do Dandô com representantes de circuitos parceiros do Chile, da Venezuela e da Argentina, que terá abertura na terça-feira, 11. 

Para ingressos e mais informações visite www.facebook.com/circuitodando e veja abaixo a guia Serviços.

Continue Lendo “1106 – Ocupação Dandô, na Unibes (SP), marca cinco anos de premiado projeto itinerante”

1105 – Tempo de Paz, show do novo disco de Chico Lobo e Zé Alexandre, será atração do teatro Rival (RJ)

Álbum de  onze faixas começa com o clássico Bandolins e  aborda valores que enfatizam a necessidade de transformarmos, por meio de ações que promovam o bem estar geral, nosso cotidiano hoje tão avassalador e cada vez mais violento

Os cantores e compositores Chico Lobo e Zé Alexandre e a banda que os acompanha vão protagonizar na quinta-feira, 13 de setembro, cantoria de apresentação e de lançamento de Tempo de Paz , álbum que acabaram de produzir e que tem o selo da gravadora Kuarup. O show deverá começar às 19h30, no palco do Teatro Rival (veja detalhes na guia Serviços).

Continue Lendo “1105 – Tempo de Paz, show do novo disco de Chico Lobo e Zé Alexandre, será atração do teatro Rival (RJ)”

1098 – Conheça Rodrigo Procknov (SP), violonista elogiado por Baden Powell e arranjador de Renato Teixeira e Sérgio Reis

Com dois álbuns já gravados e mais dois a caminho, músico paulistano surpreende por composições que ecoam sua formação erudita, estudos de jazz e a paixão pela música latino-americana

 

O Barulho d’água Música apresenta aos amigos e seguidores Rodrigo Procknov, paulistano bacharel em violão, compositor e intérprete atualmente radicado em Belo Horizonte (MG), autor dos álbuns instrumentais Serra Pontiada (solo) e Ostinato Nordestino, este em parceria com Gerson Silva Júnior (saxofone alto), com o qual forma o Batuta DuoCom uma produção própria e uma trajetória como arranjador — que tem no currículo a assinatura de trabalhos que incluem arranjos do show de Sérgio Reis e Renato Teixeira, 50 anos de amizade –, Procknov atua como múltiplo artista, desempenhando trabalhos nos campos da orquestração, arranjo, acompanhamento e interpretação como violonista.

Continue Lendo “1098 – Conheça Rodrigo Procknov (SP), violonista elogiado por Baden Powell e arranjador de Renato Teixeira e Sérgio Reis”