Barulho d'Água Música

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1031 – Visite o blogue Eu Ovo, baixe grátis cem discos e conheça os dois ótimos trabalhos do Sertanília (BA)

Grupo de Salvador fundado há oito anos é um dos destaques do Barulho d’água entre os álbuns disponibilizados para downloads no site que traz expoentes da música nacional e muita gente boa “fora da caixinha” 

Marcelino Lima

O blogue Eu Ovo publicou em fevereiro uma retrospectiva de 100 álbuns disponibilizados para serem baixados “no vasco” por cantores, duplas e bandas, a maioria situada fora do quadradinho e se criando pelas próprias pernas, longe dos palcos que formam o circuito considerado top — o que poderíamos aqui tratar por jet set, aquele meiozinho calhorda e sacana no qual distribuir e receber jabá é mais antigo que a Ave Maria. A sexta lista anual do veículo que resiste na blogosfera desde 2006, traz, também, entre tantas e ótimas opções, nomes que já começam a merecer mais atenção e estão saindo do ostracismo como Juçara Marçal, que contribui com Sambas do Absurdo, coproduzido com o compositor Rodrigo Campos e o produtor Gui Amabis. Com canções de Campos a partir de letras de Nuno Ramos, o coordenador do Eu Ovo destaca que Sambas do Absurdo “já pode ser considerado como novo clássico da música brasileira”. Alberto Salgado, vencedor no ano passado do 28º Prêmio da Música Brasileira com Cabaça d’água (melhor disco da categoria Regional) também está presente, ao lado de outros candangos da hora como Túlio Borges (Cutuca Meu Peito Incutucável) e Nathália Lima (Flor do Tempo). Continuar lendo

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882 – DVD gravado em Ribeirão Preto (SP) revela a excelência do repertório da Orquestra Paulistana de Viola Caipira

O Barulho d’água Música recebeu um exemplar de Viola in Concert Ao vivo, DVD gravado em 2009 pela Orquestra Paulistana de Viola Caipira (OPVC) no Teatro Pedro II, situado em Ribeirão Preto (SP), produzido pela Associação São Gonçalo de Estudos Caipiras e com direção musical e arranjos de Rui Torneze. Mais do que um mergulho no universo caipira, resgatando e reinterpretando no presente álbum clássicos tais quais Cabocla (Tonico e Tinoco), Natureza (Dino Franco), Saudades de Matão (Jorge Gallati, Raul Torres e Atenógenes Silva), e Índia (J. Assuncíon Flores/M. Ortiz Guerrero, consagrada por Cascatinha e Inhana em versão de José Fortuna), a OPVC apresenta um trabalho que demonstra o esmero em buscar permanente aprimoramento técnico desde quando foi fundada, mergulhando em outras culturas nacionais e estrangeiras com o intuito de divulgar peças de vários ritmos e épocas e permitir (conforme uma palavra dita por Torneze em certa altura da gravação) “plasmar” pelo emprego da viola outras sonoridades, algumas até antes de serem alcançadas supostamente bem mais complexas e distantes dos recursos possíveis de se extrair do pontear das dez cordas do pinho.

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