1320 – Negro, destemido e forte, Nelson Sargento, autor de sambas clássicos e até conto erótico, chega aos 96 anos

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A vida do músico carioca, ex-operário de uma fábrica de vidros, confunde-se com a própria história da Estação Primeira da Mangueira

Do original publicado no portal Brasil de Fato, em 2 de agosto, por Luiz Ricardo Leitão

Ilustração: MAM

Quando o menino Nelson Mattos nasceu, na Santa Casa do Rio de Janeiro, em 25 de julho de 1924, os negros já estavam “livres do açoite da senzala”, mas viviam presos “na miséria da favela”, como advertiram os versos [para o samba-enredo da Mangueira] de Hélio Turco, Jurandir e Alvinho no desfile carioca de 1988 (Cem Anos de Liberdade, Realidade ou Ilusão?). Àquela época, lutando contra o preconceito das elites e a repressão do regime oligárquico da Primeira República, o samba, sem renegar seu passado rural, buscava se afirmar como expressão musical dos negros humildes que habitavam os morros e cortiços da cidade.

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