1362 – Cibele Codonho e Silvia Goes apresentarão Música é Feminino em 8 de março*

#MPB #CulturaPopular #DiaInternacionaldaMulher

Cantora e a pianista paulistanas homenageiam as mulheres em apresentação virtual, no Dia Internacional da Mulher

*Com Lúcia  Rodrigues (Lúcia Produções)

As tradicionais audições aos sábados pela manhã aqui no cafofo do Barulho d’água Música, no Solar do Barulho (São Roque/SP) começaram com Afinidade, álbum que a cantora paulistana Cibele Codonho lançou em 2016. Cibele vem pilotando, às segundas-feiras, a série de apresentações virtuais ao vivo (lives) Música é Feminino, nas quais conversa com amigas da estrada. Ela já recebeu, por exemplo, Léa Freire, Bárbara Barcellos, Wanessa Dourado, Débora Gurgel, Roberta Valente e Alana Alberg e, agora, para celebrar o Dia Internacional da Mulher, dividirá a tela com a pianista Silvia Goes, com direção e produção musical de Felipe Senna, da produtora Ninho do Corvo. Embora já tenham trabalhado em parceria, esta será a primeira vez que ambas se juntarão para um concerto de voz e piano, marcado para começar às 20 horas e que poderá ser acompanhado pelo canal Youtube da anfitriã.

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1360 – Cantador e compositor Cláudio Lacerda (SP) apresenta projeto virtual Canções para acordar o Sol*

#MPB #MúsicaCaipira #CulturaPopular #ViolaCaipira

Dono de uma das vozes mais marcantes dessa geração da nova música caipira, cantador e compositor se une a parceiros de estrada consagrados em projeto virtual inédito

* Com Luciana Gandelini e Carretel Music

As tradicionais audições aos sábados pela manhã aqui na redação do Barulho d’água Música, no Solar do Barulho, em São Roque (SP), começaram ontem, 27/2, com Canções para acordar o Sol, o mais recente álbum do cantador, compositor, instrumentista e pesquisador paulistano Cláudio Lacerda. Quinto da discografia de Lacerda, o álbum, que tem  participações de Mônica Salmaso e Rolando Boldrin, dá nome à série de apresentações virtuais (“lives”) que ele protagonizará às quintas-feiras entre 4 de março e 8 de abril, sempre a partir das 20 horas, pelos canais digitais Youtube e Facebook. O projeto, inédito, produzido pelo próprio artista, será coadjuvado por parceiros de estrada como Neymar Dias, Toninho Ferragutti, Rodrigo Zanc, Sérgio Turcão e Thadeu Romano. As apresentações fazem parte do projeto contemplado no edital ProAC Expresso Lei Aldir Blanc 39/2020.

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1348 – Burro Morto, Zabé da Loca, Jackson Envenenado, Flávio José: conheça, ouça e curta conterrâneos de Genival Lacerda no blogue Música da Paraíba

Álbuns de ritmos e gêneros tradicionalmente nordestinos ou resultantes de fusões aparentemente incongruentes  compõem o  eclético cardápio de músicos e  de grupos conterrâneos de Zé Ramalho, Chico César e Socorro Lira disponíveis para serem baixados na faixa

“Nós somos irmãos por afinidade/já que a humanidade ergueu-se do pó/a mãe Natureza não tem preconceito/nem separa o peito para um filho só…” Otacílio Batista

A Covid-19 levou, recentemente, Genival Lacerda, um dos ícones da nossa cultura popular, que deixou como legado uma copiosa obra de valorização de ritmos nordestinos como o forró, o xote e o coco.

O Rei da Munganga conquistou várias gerações e sua majestade de quase sete décadas se espraiou para além do Nordeste a partir de sua cidade natal, Campina Grande (PB), contagiando o Brasil inteiro. Seu legado, certamente, ainda terá força e representatividade por muitos mais anos; o mercado comercial da música pode, logo menos, até começar a interferir e se mexer para que seja imposto ao gosto popular um novo ídolo, à feição do mainstream, contudo, assim como as contribuições de Luiz Gonzaga e outros nordestinos, será muito difícil, mesmo que a indústria do entretenimento force a barra, desidratar a marca do criador de Severina Xique Xique e todo o conteúdo cultural que seu nome carrega!

Mas, por outro lado, a internet tem amantes e críticos e tanto pode entrar na roda para promover, quanto para denegrir e esvaziar talentos, ajustando seus holofotes para incensar A ou B segundo conveniências de emissoras, mídias e empresas do mercado fonográfico. Vendo pelo lado bom, trata-se uma ferramenta capaz de integrar e ampliar boas ofertas de entretenimento e trabalhos culturais dos mais interessantes, reduzindo por meio do compartilhamento as distâncias e tornando mais democrático o contato entre o artista e os fãs, ajudando a formar novos públicos; fazendo aquilo que o Sr.Brasil, Rolando Brasil, chama de “tirar o Brasil da gaveta”. E os blogues cumprem bem este papel à medida a qual seus idealizadores e mantenedores (geralmente idealistas e um pouco desparafusados) se esforçam para garimpar e trazer à luz obras escondidas ou esquecidas pelo Brasil profundo à dentro.

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1345 – Genival Lacerda deixa contribuição indelével à cultura popular do país, com irreverência e deboche

#MúsicaNordestina #MPB “ForróPédeSerra #Forró #CampinaGrande #CulturaPopular #GenivalLacerda

Paraibano que percorreu o Brasil e se tornou um ícone do forró sobe para o panteão que já reúne Gonzagão, Patativa do Assaré, Belchior, Dominguinhos, Zé Limeira, Chico Anysio e Cego Aderaldo, entre outros artistas nordestinos amados há várias gerações

A pandemia da Covid-19, em nova escalada mundo afora depois de uma leve, mas animadora queda na curva dos gráficos dos infectados pelo novo coronavírus e dos que perderam a vida para o agressivo nano-organismo, segue assustando muitos, embora outros em elevada monta não tenham compreendido, ainda, o poder de destruição da doença que em sua mais gravosa forma de manifestação ceifa preciosas vidasjá há um ano, pelo menos. Quando começamos a redigir esta atualização, apenas no Brasil contavam-se 7.961.673 casos confirmados, dos quais 7.096.631 recuperados, mas os mortos já eram 200.498, um contingente assustador de dimensões trágicas. Um dos que não resistiram, desencarnado na manhã de quinta-feira, 7, Genival Lacerda, o paraibano ícone da cultura nordestina, estava internado na Unidade de Terapia Intensiva de um hospital de Recife (PE) desde 30 de novembro.

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1339-Chico Teixeira lança álbum gravado ao vivo na turnê de Ciranda de Destinos

#MPB #MúsicaCaipira #CulturaPopular

Disco produzido pela Kuarup ganha edição exclusiva nas plataformas digitais, extraída de registros de espetáculo do mais recente trabalho do cantor filho de Renato Teixeira 

O cantor, compositor, violonista e pesquisador de cultura popular Chico Teixeira está lançando versão ao vivo do álbum Ciranda de Destinos, o sexto e mais recente da carreira, trabalho da gravadora e produtora Kuarup de 2019 e que atingiu mais de 1 milhão de acessos em aplicativos de música. No projeto atual, que tem distribuição exclusiva em plataformas digitais, Chico Teixeira reúne regravações de clássicos nacionais de diversos sotaques e épocas captadas durante uma apresentação ao vivo, bem como canções de domínio público resgatadas por grupos folclóricos das regiões Sul, Sudeste e Nordeste. Desta forma, ele conta mais uma vez em disco histórias de um povo unido por diferentes costumes e lutas.

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1336 – Graziela Medori e Alexandre Vianna lançam disco dedicado à obra do Clube da Esquina

#MPB #ClubeDaEsquina

Nossas Esquinas, que a Kuarup já disponibiliza nas plataformas virtuais e também sairá no formato físico, revisita composições dos dois antológicos álbuns do grupo musical mineiro, um dos mais famosos de todos os tempos no país

O Clube da Esquina nasceu de um encontro de artistas que agitava a confluência das ruas Divinópolis com Paraisópolis, no bairro de Santa Tereza, em Belo Horizonte.(MG), promovendo forte junção entre músicos e compositores mineiros, mas acima de tudo, da amizade entre eles, que foi o maior dessa geração de artistas que descobria a música uma forma de se expressar. Milton Nascimento, Lô e Márcio Borges, Fernando Brant, Nelson Ângelo, Ronaldo Bastos, Beto Guedes, Toninho Horta e Wagner Tiso, dentre outros, contribuíram para a criação de uma sonoridade única que reúne influências forte da banda britânica The Beatles, da música latino-americana, dos negros e dos índios com o canto das igrejas, com letras cujos temas abordam a importância da amizade genuína e revelam momentos políticos vividos na década dos anos de 1970, fincadas em raízes ancestrais e no sentimento coletivo de amor e perseverança.

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1333 – Ana Lee mergulha no melhor da MPB com “Labirinto Azul”, terceiro álbum da carreira*

#MPB #MusicaIndependente #CulturaPopular

#UseMáscara

#ForaBolsonaro

Disco pode ser comparado a um colar cujas perolas são refinadas canções de consagrados e novos autores e cujos temas que tecem o fio abordam a passagem do tempo, o amor e a desorientação dos dias atuais, em delicada, mas vigorosa interpretação 

*Com Sergio Fogaça

A cantora paulistana Ana Lee está de volta trazendo para seu público o álbum Labirinto Azul, o terceiro da carreira, já disponível nas plataformas digitais e também em mídia física, com distribuição confiada à Tratore. Labirinto Azul chega com as bênçãos de músicos como Zeca Baleiro, Swami Jr., Paulo Bira, Lincoln Antonio, Mané Silveira, além de André Magalhães e Itamar Vidal, que participam do disco e coproduziram o trabalho com Ana Lee, entre outros; mescla canções inéditas com outras de autores tradicionais do nosso cancioneiro, trazendo temas diversos, como a passagem do tempo, o amor e a desorientação neste momento histórico que atravessamos em 2020. Cada canção foi escolhida com o acuro que se dedica a extrair do eclético mar da música brasileira pérolas verdadeiras, figurando novos e consagrados autores com refinada poesia, jongo, ciranda, samba, interpretação e arranjos sensíveis e particulares para resultar em um colar de inigualável e de quilate valioso. A beleza da voz e a força interpretativa de Ana Lee conduzem o fio, cuja raridade também resulta da capacidade da intérprete de pensar e de sentir a música na complexa dinâmica da contemporaneidade.

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1332 – Novo álbum da Kuarup celebra seis décadas da carreira de Caçulinha

João Alberto Silveira Freitas, presente!

#VidasNegrasImportam #TodasAsVidasImportam #UseMáscara #EviteAglomerações

#MúsicaBrasileira #MPB #CulturaPopular

#ForaBolsonaro

O garoto que aos oito anos despontou tocando “uma sanfoninha”, hoje aos 80 um dos mais reconhecidos  e queridos músicos populares do país,  é celebrado em disco que registra apresentação dele e vários dos seus inúmeros amigos no Teatro Itália, em São Paulo

O músico Caçulinha, aos 80 anos, está lançando novo disco, pela produtora e gravadora Kuarup. O álbum, em comemoração aos seus 60 anos de carreira, está disponível em todas as plataformas digitais e em edição física. Caçulinha é o carinhoso nome artístico de Rubens Antonio da Silva, compositor, multi-instrumentista nascido em 15 de março de 1940, em São Paulo. Filho do violeiro Mariano e sobrinho do também violeiro Caçula, com quem o pai formou urna das primeiras duplas caipiras a gravar discos, ganhou o apelido de Caçulinha como homenagem do pai ao tio. No ano de 1959, lançou pela primeira vez um disco 78 rpm solo, pela gravadora Todamérica. O primeiro elepê seria gravado em 1963 pela Chantecler com o título Música Dentro da Noite – Caçulinha e seu Conjunto, Ainda na década de 1960, lançou mais cinco álbuns.

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1303 – Produtora cultural paulistana promove apresentações virtuais para comemorar 90 anos de Sivuca (PB)

Autor de composições e trabalhos que incluem, dentre outros ritmos, choros, frevos, forrós, jazz, baião, música clássica e até blues, ele ganhará homenagens das mais especiais pelo aniversário durante uma semana inteira, a partir da terça-feira, 19, ancoradas por Thadeu Romano e Marcelo Caldi

#luluculturalinfluencer #redecolaborativalulu #luciapro

#FiqueemCasa

#ForaBolsonaro

Um dos mais queridos multi-instrumentista, maestro, arranjador, compositor, orquestrador e cantor brasileiro, o paraibano Sivuca passou ao Mundo Maior em dezembro de 2006, mas ao lado de outros “bambas” como Luiz Gonzaga e Dominguinhos continua presente no nosso dia a dia, influenciando novos artistas e reverenciado em todos os setores da cultura popular. Natural de Itabaiana (PB), Sivuca era Severino Dias de Oliveira, nascido em 26 de maio de 1930, data que dentro de alguns dias completará 90 anos. Autor de composições e trabalhos que incluem, dentre outros ritmos, choros, frevos, forrós, jazz, baião, música clássica e até blues, ele ganhará homenagens das mais especiais pelo aniversário durante uma semana inteira, a partir da terça-feira, 19, promovidas pela paulistana Rede Colaborativa LuLu. Com rodas de conversas, debates, vídeos, indicações de música e apresentações ao vivo (lives), o projeto terá como âncoras os acordeonistas, pianistas, compositores e arranjadores Thadeu Romano e Marcelo Caldi, que são artistas que têm muita intimidade e interpretam com propriedade o repertório do mestre.

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