Barulho d'Água Música

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998 – Roberto Seresteiro é a próxima atração do Projeto Retratos do Brasil-Prosa e Música, na BMA (SP)

Serestas e Serenatas Brasileiras será o tema da edição de setembro do Projeto Retratos do Brasil – Prosa e Música, marcada para a quinta-feira, 21, quando o curador Jair Marcatti receberá o músico e pesquisador Roberto Seresteiro para um bate-papo com entrada franca, à partir das 19 horas, no palco da Biblioteca Mário de Andrade (BMA). Roberto Saglietti Mahn, nome de batismo do convidado de Marcatti, é jornalista, cantor, professor e ministra palestras sobre a História da Música Popular Brasileira, trabalhando desde 2010 em cursos da Pontifícia Universidade Católica (PUC), Unisant’anna, Anhembi Morumbi e em algumas unidades do Sesc. Seresteiro estará acompanhado do violonista Júnior Pitta.

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883- Se sanfoneiro ou acordeonista, quem se importa? Thadeu Romano é o cara que toca vários sotaques do Brasil Profundo

O acordeonista Thadeu Romano (SP) foi a atração do primeiro bate-papo da temporada do projeto Imagens do Brasil Profundo, mediado pelo curador e professor de Sociologia Jair Marcatti na noite de quarta-feira, 25 de março, na Biblioteca Mário de Andrade, situada no Centro da cidade de São Paulo. Durante cerca de 90 minutos, Thadeu Romano revelou-se um músico inquieto, influenciado por costumes interioranos do distrito no qual nasceu, em Campinas, e a convivência com familiares italianos alguns, como os nonos, responsáveis pela escolha afetiva que o levou a se tornar uma das referências atuais no país, ao ponto de ter se tornado um dos mais elogiados por Dominguinhos (que o considerava “um diamante bruto”) e Sivuca (que dizia dele ser “um músico que toca com o coração!”).

Durante a entrevista com Marcatti, Thadeu Romano explicou que há diferenças não apenas técnicas, mas também de forma e tamanho, por exemplo, entre acordeon, sanfona e consertina, embora seja comum e já consagrado tratá-los como sinônimo um do outro. Ao comentar sobre as peculiaridades do bandoneon, que ele também toca, valorizado por conta dos tangos de Astor Piazzolla depois de incerta inserção na cultura platina (“era um instrumento desprezado e que marinheiros usavam como moeda para pagar contas em mercearias”) , soltou uma frase bem espirituosa: “Parece um pacote de pães Pullman!” .

Thadeu Romano também frequentou bancos de conservatórios de ponta, acrescentando ao seu dom formação e saberes clássicos, e, por isso, pode ainda discorrer com propriedade sobre a adaptação e a popularização do acordeon e seus similares nos estados do Brasil nos quais ocorrem com mais força. Nesta altura da entrevista, didático, apontou diferenças e similaridades que permitem ao instrumento não apenas figurar em apresentações, mas ganhar status de solista, afirmando-se no contexto nacional por meio de ritmos como Vanerão, Bugiu e Xote, no Rio Grande do Sul; outra variação de Xote, Baião, e Forró em manifestações comuns em Pernambuco e centros vizinhos; Chamamé e Valsa, no Centro-Oeste e no Interior de São Paulo, divulgando valores e tradições das culturas pampeira, caipira e nordestina que contribuem para moldar uma identidade brasileira. “O acordeon é uma orquestra, sozinho faz um baile, e por ter estes muito sotaques é que ganhou o coração do brasileiro!”

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Entre um tema e outro da conversa com Marcatti, Thadeu Romano arrancou calorosos aplausos da plateia presente ao teatro Rubens Borba de Moraes ao interpretar joias tais quais Asa Branca, da Cor do Pecado, Perigoso, Saudades de Matão, Corta Jaca, Tico-Tico no Fubá, Feira de Mangaio e Lamento Sertanejo, sempre mencionando dados biográficos e curiosidades sobre os autores destes clássicos, entre os quais Luiz Gonzaga, Chiquinha Gonzaga e Zequinha de Abreu — o que permite mostrar que o acordeon também sempre se aclimatou e se sentiu bem-vindo a rodas de choro ou mesmo a temas românticos.

A entrevista de Thadeu Romano foi pontuada por várias pitadas de bom humor e, em especial, uma declaração de pura devoção, temperada por uma genuína e profunda saudade. Foi quando mencionou a convivência com Dominguinhos e com  Sivuca. Embora tenha acentuado “me considero ‘sivuquiano’ pelo jeito que ele tocava e pelo que almejo para a minha carreira”, o convidado desta rodada do Imagens do Brasil Profundo embargou a voz ao recordar a amizade com o parceiro pernambucano. “Dominguinhos era uma alma extremamente bondosa, tinha paciência com tudo, dava até dó, pois a turma abusava dele!”, contou Romano. “Ele morreu na data do meu aniversário [23 de julho, em 2013] e foi um presente que  me deu, pois a gente não gosta de ver uma pessoa que ama sofrendo”, emendou. “Sinto falta de conversar com ele!”

Os dois mestres do acordeon não são os únicos com quem Thadeu Romano já tocou e com os quais conviveu. A lista de artistas é extensa e de qualidade inquestionável e apresenta nomes como Renato Teixeira, Nailor Proveta, Zizi Possi, Guelo, Heraldo do Monte, Luciana Rabello, Fernanda Porto, Fátima Guedes, Peri Ribeiro, Eduardo Gudin, Mafalda Minozzi, Ary Holland, Giba Favery, Fábio Canela, Rodrigo Sater, Naná Vasconcelos, Dona Inah, João Borba, Celia e Celma, Cláudio Lacerda e Rodrigo Zanc. Além de acordeonista, o campineiro hoje radicado em São Paulo ele é arranjador, dirige um festival de choro com 10 horas de duração, todos os meses de dezembro, em São Carlos; integra grupos de tango e de gafieira; uma pequena orquestra que no segundo semestre  estará em ação para reinterpretar temas de trilhas sonoras do cinema, rearranjadas para um festival do gênero; e está aprendendo a tocar sanfonas de várias partes do mundo, disponibilizando os vídeos destas experiências (“eu arranjei sarna para me coçar”) em redes sociais.

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Todas estas atividades já somam 20 anos de pesquisas, de viagens, de shows, de gravações e de eventos correlatos por fim ganharam sua marca autoral e darão vida e alma ao primeiro disco solo da carreira que até a cidades minúsculas de Angola, além de países europeus, já o levou. Da Reza à Festa, uma ode à religiosidade e à amizade será lançado em São Paulo em 29 de julho, no teatro da Unibes, situado no bairro Sumaré. Reúne 10 faixas e uma vinheta dedicada por Thadeu Romano ao avô paterno, Albino; durante o bate-bapo na Biblioteca Mário de Andrade ele apresentou a música que abrirá o disco, Baião pro Malta, com participação do amigo homenageado, o saxofonista carioca Carlos Malta. Sobre este primeiro álbum, comentou: “Eu sempre estive atrás de artistas, de forma que, para  mim, este disco está sendo, mais do que uma grande novidade, uma responsabilidade de tremer na base. Mas tomará que seja o primeiro de muitos!”

A próxima atração do Imagens do Brasil Profundo já foi anunciada por Jair Marcatti, para 15 de junho, a partir das 20 horas: Jean e Joana Garfunkel, pai e filha, interpretando e adaptação exclusiva para o projeto poemas do patrono Mário de Andrade, com destaque para “Eu sou 300”.

A primeira temporada do Imagens do Brasil Profundo, em 2014, buscou imprimir um Olhar sobre a Cultura Caipira em quatro bate-papos com expoentes desta vertente das nossas tradições populares. Depois, em 2015, ampliada, a programação passou a abarcar outros aspectos das diversas culturas regionais, agora desvendados por meio de shows, bate-papos musicais, debates e palestras. Nestas ações, ao invés de promover abordagens tradicionais, Jair Marcatti interage com músicos, documentaristas, diretores de cinema, ativistas culturais e pesquisadores da cultura popular que em comum nutrem um modo peculiar de retratar o país e promovem trabalhos de pesquisa e de resgate das nossas mais entranhadas tradições.

Com cada um dos participantes, o sociólogo joga luz “sobre aspectos do universo cultural brasileiro, de nossas trajetórias, continuidades e rupturas,daquilo que sem nenhuma pretensão definidora poderíamos chamar de identidades brasileiras, no plural, com a vantagem dos exemplos serem pontuados no calor da prosa, ao vivo, pelo som dos instrumentos, muitos artesanais, e pela apresentação de outras formas de expressão cultural”, observa. Seguindo princípios e ideais de três dos nossos maiores expoentes culturais que são o patrono Mário de Andrade, Darcy Ribeiro e Ariano Suassuna, apoiado, ainda, em pensamentos de Machado de Assis, o projeto propõe “um reencontro do Brasil com ele mesmo”, mas não com o Brasil institucional, caricato e burlesco, e sim o mestiço, aquele que nos permite afirmar perante o mundo a originalidade da civilização tropical, revelador de nossos melhores instintos e mais arraigadas tradições.

 

 

 

 


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841- Thadeu Romano (SP) finaliza gravações e marca lançamento de “Da Reza à Festa” para 20 de maio, em Sampa

O Barulho d’água Música acompanhou na terça-feira, 29 de março, a gravação da participação do carioca Carlos Malta em Baião pro Malta, música que abrirá o álbum Da Reza à Festa, do acordeonista Thadeu Romano (Campinas/SP). Carlos Malta tocou flauta em sol, pífano e sax soprano durante sua presença no estúdio 185, situado na Vila Romana, bairro da zona Oeste paulistana, acrescentando a cereja que faltava para deixar completo o saboroso repertório de 10 faixas instrumentais e uma vinheta, todas cinzeladas por Thadeu Romano. Com todas as faixas prontas, a produtora cultural Lu Lopes enviou a obra, já no dia seguinte, às etapas de mixagem e prensagem que antecedem o lançamento, marcado para 20 de maio como atração do teatro da Unibes (União Brasileiro-Israelita do Bem-Estar Social), situado na rua Oscar Freire, 2.500, em São Paulo, colado à estação Sumaré da linha 2 Verde do Metrô.

Da Reza à Festa remete tanto às manifestações religiosas coletivas, presentes em tradições brasileiras como Folias de Reis e em rituais afros, quanto à fé e às vivências espirituais de Thadeu Romano. A sabedoria de uma das avós, rezadeira, bem como a inquietude de um dos nonos, Albino, somadas à reverência e à saudade aos e dos entes queridos que já se foram, entre outros sentimentos e temperos, motivaram-no a começar a alinhavar o projeto do disco, há oito anos, com a permanente e cúmplice colaboração de Lu Lopes. Neste tempo, ele elaborou os arranjos para ritmos que mesclam chamamé, choro, valsa, baião, tango e até funk que ora se juntaram, ora substituíram escolhas anteriormente definidas, assim maturando e renovando a eclética sonoridade que constitui, por fim, a alma deste disco formidável: a obra casará, em profunda comunhão, a sanfona e o bandoneon de Thadeu Romano com instrumentos como piano, trombone, violão de aço, pandeiro, clarinete, zabumba, entre outros.

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O bandoneon, diga-se de passagem, já tem por si só um encantamento que confere ainda mais magia ao disco: fabricado em 1929, antes de ser adquirido por Romano, pertenceu a Astor Piazzolla, conforme comprovam os registros da fabricante Doble A.

O time que Thadeu Romano e Lu Lopes convidaram, além de Carlos Malta, topou a empreitada em nome da amizade, um dos valores sedimentadores do conceito de “festa” que o sanfoneiro e a produtora pretendem imprimir e valorizar no disco. Abriram mão do vil metal e entraram na roda pelo puro deleite expoentes como Laércio de Freitas, François de Lima, Toninhos Ferragutti e Porto, Rodrigo Sater, Guelo e Zé Pitoco, galera com quem ambos trocam figurinhas corriqueiramente.

E não pára por ai: Da Reza à Festa, embora seja predominantemente instrumental, terá ainda um coral feminino dos mais marcantes em Nié (apelido de Daniel Carizzato, padrinho de Flora, filha de Thadeu e de Lu Lopes) estrelado por Lilian Estela, Gabi Milino, Anaí Rosa, Bárbara Rodrix e Renata Pizi.

Flora, aliás, inspirou Florata, composição reservada ao bandoneon que guarda a aura de Piazzolla. O avo, Albino, incorporará, serelepe, em Araritanga do nono Albino.

Outra faixa que merecerá atenção, a valsa Rosa de Sal, juntará Garrincha e Vavá, também conhecidos por Romano e Ferragutti. O acordeon do anfitrião soara em musete, que ele alerta, é, na verdade, uma desafinação, e não uma afinação, francesa.

Em uma obra na qual o clássico e o popular se misturaram sem conflitos de ego e não exigiu malabarismos dos músicos nas rodadas nas quais se encontraram  para botar música na conversa no 185, será possível ao fã de Thadeu Romano distinguir, ainda, notas de melancolia em Sentimento — que ele dedica “a todas as pessoas que eu perdi”, num dos momentos mais introspectivos do álbum. Já alguns certamente sentirão um frêmito próprio de certos transes quando Na Zona do Zé Pilintra baixar no terreiro, enquanto outros, ainda, estranharão batidas mais conhecidas por animar lajes e não forrós. Mas com certeza ninguém ficará esquentando cadeira, seja em casa, seja durante o concerto.

O projeto foi premiado pelo ProAc, da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo com verbas previstas em leis para gravação do disco e circulação em cinco shows, que Lu Lopes pretende ampliar na primeira turnê para ao menos seis. Depois da apresentação na Unibes, serão contempladas cidades do Interior paulista. Mas Lu Lopes sabe o tesouro que tem em mãos e planeja, inclusive, giros fora do país.

É para pensar alto, mesmo. Thadeu Romano, atualmente, integra a banda do projeto Amizade Sincera, capitaneado por Renato Teixeira e Sérgio Reis, além de acompanhar revelações do meio regional como Cláudio Lacerda (São Paulo) e Rodrigo Zanc (São Carlos/SP).Por quase dez anos, fez parte do staff de Roberta Miranda, inclusive a jornadas que o levaram a encantar, não duvidem, até elefantes em Angola. Além de muito querido pela simpatia que de cara vira empatia, a competência de sanfoneiro (sem destoar de Luiz Gonzaga, Dominguinhos, Lulinha Alencar, Waldonys, Ferragutti e Oswaldinho do Acordeon, entre outros) com formação clássica que começou a trajetória tocando em missas na capela do bucólico distrito de Joaquim Egídio (Campinas) completa-se pela tarimba de arranjador multi-instrumentista.

Esta intimidade com a música favorece rápida adaptação a repertórios dos mais ecléticos e abrangentes, permite transitar facilmente entre o ambiente de uma feira livre, um festival ou um concerto clássico.  Não é à toa, portanto, que Thadeu Romano  já tocou, ainda, com Zizi Possi, Nailor Proveta, André Rass, Guelo, Heraldo do Monte, Luciana Rabello, Fernanda Porto, Fátima Guedes, Peri Ribeiro, Eduardo Gudin, Mafalda Minozzi, Ary Holland, Giba Favery, Fábio Canela, Rodrigo Sater, Naná Vasconcelos, Dona Inah, João Borba, Celia e Celma.

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Thadeu Romano tocando com Rodrigo Zanc, com Ricieri Nascimento ao fundo, em recente apresentação de “Violas para Dominguinhos”, em São Carlos (Foto: Elisa Espíndola)

Para quem acha que esta lista é pouca bala na agulha, a de violeiros, de caipiras e de congêneres que Romano acompanhou também dá uma ideia de sua versatilidade e tem nomes como Levi Ramiro, Júlio Santin, Milton Araújo, Zeca Collares, Miltinho Edilberto, Arnaldo da Viola,  Yassir Chediak, Vidal França, Dominguinhos, e os grupos musicais Meia Dúzia de 3 ou 4, Trio Nordestino, Trio Virgulino, Trio Forrozão, Jorge e José, Trio Juazeiro, Choro de Ouro, Choro In Jazz e Tangata Quarteto. Thadeu Romano tem admiradores no Uruguai, e além de Angola, nos africanos Moçambique e São Tomé e Príncipe. Pela Europa, desembarcou na Itália, onde inclusive conheceu Camerano, cidade na qual se fabricam várias sanfonas, ofício que envolve várias famílias que são parentes, como a Scandalli e a Otavianelli.  Foi, portanto, beber na fonte, e, assim, em uma frase, amigos e seguidores… não estamos diante de um bule pequeno de café requentado!

O Barulho d’água Música divulgará a agenda de todas as apresentações, mas antes da estreia de Da Reza à Festa, quem ainda não conhece Thadeu Romano poderá conferir suas qualidades na sexta-feira, 15 de abril, quando a partir das 21 horas, ele estará no palco do Sesc Pompeia para participar do lançamento do álbum de Cláudio Lacerda Trilha Boiadeira. Também estão confirmados para a ocasião Neymar Dias (violas), Igor Pimenta (contrabaixo) e Kabé Pinheiro (percussão).

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802 – Maria Alcina e Roberto Seresteiro são atrações da folia no Sesc de São Caetano do Sul (SP)

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Maria Alcina: em mais de quarenta anos de carreira a irreverência sempre foi a marca principal da cantora que interpreta gênios como Luiz Gonzaga e Pixinguinha e que no Sesc cantará Carmem Miranda (Foto: Marcelino Lima/Arquivo Barulho d’água Música)

Para quem mora em Sampa e região metropolitana e está a fim de folia, mas não gasta paciência incrustado em uma poltrona assistindo aos desfiles de escolas de samba, nem alimenta disposição para encarar a muvuca do Anhembi ou de um bloco de rua, o Barulho d’água Música tem duas dicas relacionadas a conteúdos de Carnaval, ambas a serem promovidas pelo Sesc São Caetano, situado em São Caetano do Sul. A primeira, já na sexta-feira, 5, é curtir Maria Alcina interpretando sucessos consagrados por Carmem Miranda, a partir das 20 horas, na área de convivência, com entrada entre R$ 5 e R$ 17. No mesmo espaço, mas no dia seguinte, e mais cedo, a partir das 15 horas, estará Roberto Seresteiro relembrando marchinhas e músicas tradicionais que marcaram época na festa mais popular do Brasil. De graça!

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Thadeu Romano (SP), um dos melhores acordeonistas do país, faz aniversário hoje

 

Hoje, 23, o Barulho d’água Música envia abraços e votos de sucesso ao acordeonista Thadeu Romano, campineiro aniversariante do dia cujas referências são, entre outras, Sivuca e Astor Piazzola.  Iniciou seus estudos em música aos 15 anos e em pouco tempo já se apresentava em concertos para acordeom. Thadeu Romano é um músico inquieto e ávido por novas experiências musicais, da nova safra de músicos talentosos, que transitam pelas mais diferentes formas de gêneros, abrindo uma nova possibilidade para a sanfona. Além de ter feito parte até pouco tempo da banda de Roberta Miranda, costuma acompanhar músicos de calibre como Rodrigo Zanc (Araraquara/SP) e Cláudio Lacerda (São Paulo/SP), e, por apresentar um repertório dos mais ecléticos e abrangentes, que permite que transite facilmente entre o popular e o erudito, já tocou, ainda, com Zizi Possi, Nailor Proveta, André Rass, Guelo, Heraldo do Monte, Luciana Rabello, Fernanda Porto, Fátima Guedes, Peri Ribeiro, Eduardo Gudin, Mafalda Minozzi, Ary Holland, Giba Favery, Fábio Canela, Rodrigo Satter, Naná Vasconcelos, Dona Inah, João Borba, Celia e Celma.

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