Barulho d'Água Música

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991 – Atração do Projeto Dandô Dércio Marques, Sol Bueno (MG) canta no IJC, com abertura de Mari Ananias

A cantora e compositora Sol Bueno protagonizará em São Paulo neste domingo, 13 de agosto, mais uma rodada do premiado Dandô Circuito de Música Dércio Marques, prevista para começar às 17 horas, no Instituto Juca de Cultura (IJC). Mari Ananias abrirá a apresentação durante a qual a mineira de Pitangui cantará músicas integrantes de Poeira Dançante, seu disco de estreia, lançado no final de maio em Belo Horizonte (MG) e no qual, de forma apurada, ela revela sutilezas e memórias do universo da cultura popular, vivências, sentimentos e um olhar acurado para a terra. À medida que ouve as 13 faixas, a plateia embarca em poético passeio ao Cerrado — passando pela bacia do rio São Francisco e por cenários mágicos do sertão Roseano — e conhece parte das sonoridades que ocorrem naquelas paisagens.  Egressa de família de músicos e cantadores, Sol Bueno resgata com voz suave e timbre marcante a força dos ancestrais, ilustrando a cada nova canção os múltiplos retratos interiores dos Brasis que Minas Gerais carrega.

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872 – Sob o manto da delicadeza, Consuelo de Paula abre terceira temporada do Imagens do Brasil Profundo, em São Paulo

Consuelo de Paula vestiu-se do seus melhores sorrisos e cobriu com sonhos, arrepios e músicas o público que a prestigiou na noite de quarta-feira, 4 de abril, quando a convite do professor Jair Marcatti abriu em São Paulo a terceira temporada do projeto Imagens do Brasil Profundo. Do centro do acolhedor palco Rubens Borba de Moraes da Biblioteca Mário de Andrade, a cantora, compositora e poetisa conduziu ao violão e sob o manto da delicadeza, após a chegança ao toque de tambor, uma inesquecível navegação acústica pela Mantiqueira, passeio que cruzou também lilases, azuis, verdes, vermelhos, rios e oceanos para nos religar às nossas origens tanto em Portugal, quanto em África e onde o coração alcançou. Em meio a homenagens aos pais e a alguns dos seus mais amados mestres e parceiros (citou João Arruda, João Bá, os irmãos Dércio e Doroty Marques e Rubens Nogueira), quem a ouviu e também a acompanhou marcando a viagem com palmas ancorou ainda em cais que se abriram para feiras, quermesses e congadas vivenciadas desde menina em cidades do Sul de Minas vizinhas à terra natal, Pratápolis.

Em uma delas, Itamogi, contou ter avistado um certo capitão Donizete e que estabeleceu de imediato com ele, sem jamais ambos terem se visto antes, um afinado reconhecimento mútuo que se deu pela troca do primeiro olhar. Salve Maria: em sua sapiência e sensibilidade, o congadeiro intuía que em suas retinas pousava a imagem de uma nova rainha daqueles costumes e tradições, a qual, gentilmente, cedeu o cajado, bastão simbólico de majestade que em sua simplicidade com certeza deveria ser mais nobre que um cetro cravejado de diamantes. “A cidade inteira saia no congado, eu nunca tinha visto, que lindo! E todos comiam juntos no mesmo lugar, era uma delícia”.

“Fiquei pensando o dia todo que este Imagens do Brasil Profundo de hoje seria do começo ao fim para mim a relação que a gente tem com o nosso lugar, nossas terras, rezas e estranhezas, mas sobretudo de um imenso coração que une nós todos, nossos rios, nossas lutas, nossos sonhos”.

Do outro lado do Atlântico
Alguém ainda chora a dor da África sem América
Mãe roubada, barriga roubada
Do lado de cá respondo com o toque do meu tambor
No encontro do meu coração reúno as duas partes
Lado esquerdo e direito,
Artéria e veia:
Dou à luz um índio
Filho do negro que já fui!

Consuelo de Paula é assim, multiétnica; pluralista e universal,  palestina, judia, americana de todas as latinidades. Trilha de uma Folia de Reis, de tonalidades suaves, não perde a essência e o perfume, como um manacá. Jair Marcatti apresentou a porção brasileira dela como síntese entre Cecília Meirelles, Guimarães Rosa e Manoel de Barros: de fato, ela sabe como ninguém tanto do tratado das coisas e dos sentimentos, quanto da poesia dos cuidados diários, como encontrar rimas que soam como curativos ou flores que saram  descuidos e dores ocasionais e saudades ancestrais; Consuelo de Paula transforma o ínfimo em grandeza. A imensidão que existe em seu mar e que em seu íntimo também se configura sertão pede velejar sem pressa… uma, duas, três, quantas vezes soprar um vento de bonança ou um cavalo passar arriado, pois, embora intensa, em sua correnteza jamais se mareia e naufragam barcos, em seu solo jamais vingam estiagens: mesmo os que têm cascos frágeis como papel, mesmo as mais perdidas asas brancas, por fim ancoram e encontram o amor que ela nos dá! Entre uma batida ritmada no tambor e um ponteio do violão, não há negror que resista no horizonte. Mesmo que a gente tenha que seguir remando contra a maré, com Consuelo de Paula na proa, seja no palco ou entre nós, a viagem sempre será profunda e abençoada!

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Consuelo de Paula, mineira de Pratápolis, cantou sucessos de sua discografia, composta por seis álbuns, entre os quais parcerias com mestres como Rubens Nogueira e Mário Gil

Jair Marcatti afirmou que o Imagens do Brasil Profundo está sendo retomado em um momento no qual o país enfrenta polarizações que têm gerado várias formas de agressões e aguda desesperança — contexto que reafirma os propósitos do projeto como ele o pensou, há três anos, seguindo princípios e ideais de três dos nossos maiores expoentes culturais que são o patrono Mário de Andrade, Darcy Ribeiro e Ariano Suassuna, apoiado, ainda, em pensamentos de Machado de Assis. Conforme o entendimento do curador, estes propunham  “um reencontro do Brasil com ele mesmo”, mas não com o Brasil institucional, caricato e burlesco, e sim o mestiço, aquele que nos permite afirmar perante o mundo a originalidade da civilização tropical, revelador de nossos melhores instintos e mais arraigadas tradições.

Em 2016 a temporada se estenderá até 14 de dezembro. A próxima rodada, 22 de maio, um domingo, contemplará a partir das 11 horas o público infantil. O convidado é o grupo inserido no circuito mundial de contação de histórias Boca do Céu, cuja participação será finalizada pelo violeiro Paulo Freire (Campinas/SP). Depois, na quarta-feira, 25 de maio, Marcatti receberá para o primeiro bate-papo  deste ano o acordeonista Thadeu Romano (São Paulo/SP) com o mote “A geografia afetiva dos caminhos da sanfona no brasil”    

“Vá meu cavalo alado, vá cumprir sua sina,
Leve este recado, esta carta pendurada em seu dorso
Corra porque a paz tem pressa!”

Do livro A Poesia dos Descuidos, de Consuelo de Paula e Lúcia Arrais Morales. Consuelo o declamou motivada pela imagem que Marcatti escolheu para ilustrar o projeto, um viajante à cavalo, extraída dos Cadernos de Viagem de Guimarães Rosa.

Prestigiaram a apresentação de Consuelo vários expoentes da música de qualidade e da imprensa, alguns de primeira grandeza como ela: Katya Teixeira, Paulo César Nunes, Antônio João Galba, Sidnei de Oliveira, Amauri Falabella, Jean Garfunkel, Joana Garfunkel, Fábio Jorge, Betto Ponciano, Vitor Nuzzi, Mercedes Cumaru, Marco Aurélio Olímpio e Joel Emídio, do blogue Ser-tão Paulistano. O Barulho d’água Música também destaca o primoroso trabalho dos técnicos de som e de iluminação do teatro e a presença na plateia da supervisora de ações culturais da Biblioteca Mário de Andrade Tarsila Lucena.

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O violeiro e o sanfoneiro Paulo Freire e Thadeu Romano: o projeto Imagens do Brasil Profundo, ainda em maio, terá mais duas atrações imperdíveis (Foto: Arquivo Barulho d’água Música/Marcelino Lima)


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853 – Katya Teixeira (SP) recebe amigos e fãs em teatro lotado e lança Cantariar comemorando 21 anos de trajetória

A cantora, instrumentista e compositora Katya Teixeira (SP) recepcionou no palco e na plateia do teatro do Sesc Belenzinho, em São Pailo, na noite de sábado, 9 de abril, familiares, amigos, fãs e parceiros de estrada para festejar o lançamento de Cantariar, álbum com o qual marca 21 anos de carreira. O espetáculo merece adjetivos como deslumbrante e memorável, mas ambos, além de correr o risco de parecerem reducionistas, soariam com pouca fidelidade ao que foi visto e ouvido. Acompanhada por Cássia Maria (percussão), Ney Couteiro (violão) e Thomas Rohrer (rabeca), Katya Teixeira apresentou o repertório ao seu melhor estilo, costurando a apresentação com histórias sobre sua trajetória artística pelo Brasil afora e alguns países latino-americanas, narradas com bom humor mais acentuado do que o de costume, e interpretando com propriedade e deleite as canções que no disco, cuja distribuição agora cabe a Tratore, teve remasterização de Júlio Santin (SP).

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839 – Três mestres e um pupilo inquieto promovem roda de cantoria em Barão Geraldo, distrito de Campinas (SP)

Mais do que um show, um descontraído encontro entre três mestres cantadores e um jovem artista e pesquisador que, juntos, no palco e no dia a dia, sempre celebram a união entre a sabedoria do mais velho e a inquietude do mais novo. Assim está sendo apresentada a 1ª Roda de Mestres entre poetas e brincantes populares que reunirá nesta sexta-feira, 1º de abril, Sinhá Rosária (80 anos, Campinas/SP), João Bá (82 anos, Crisópolis/Bahia), Tião Mineiro (72 anos, Boa Esperança/Minas Gerais) e João Arruda (29 anos, Campinas/ SP), prevista para começar às 20 horas, no Espaço Cultural Casarão do Barão, situado em Barão Geraldo, e que não terá cobranças de ingresso. 

A cantoria deriva dos trabalhos de direção musical que João Arruda empreendeu para produção dos álbuns autorais Acordar com os Passarinhos, de Tião Mineiro (2012), Cavaleiro Macunaíma, de João Bá (2013) e Eu sou Sinhá, de Sinhá Rosária (2015). Por meio de suas músicas e de suas histórias cada artista da roda nos levará a uma paisagem diferente, revelando universos culturais e existenciais particulares. Sinhá Rosária embalará a plateia por meio do samba de bumbo e do samba de lenço paulista, Tião Mineiro resgatará giros presentes em Folias de Reis e os temas das modas de viola caipira, enquanto João Bá oferecerá a poética encantada dos sertões nordestinos e do Norte de Minas Gerais. Assim, por meio da arte de cada um, os três partilharão sabedorias e conhecimentos ao mesmo tempo que espalham a mais leve alegria anciã.

João Arruda entra em cena munido de violas, violão e instrumentos de percussão. Com sua peculiar  descontração, o jovem músico deixa irrecusável o convite ao embarque para um passeio pelas águas que formam estes três grandes rios, ao passo que  costura o repertório que concentra e revisita várias das mais ricas tradições da cultura popular do Brasil. 

sinhá rosaria medalhaSabedoria que serena, alegria libertadora

Sinhá Rosária é cantora e compositora popular de Campinas, cofundadora do grupo Urucungos, Puítas e Quijengues, criado por Raquel Trindade, filha do poeta Solano Trindade, na Universidade de Campinas. Sinhá preserva e divulga cantos, ritmos e danças do samba de bumbo campineiro, samba de lenço rural paulista, jongo, coco, maracatu, samba de roda, bumba meu boi, baião, lundu entre outros. Celebrando 80 anos de vida, em 2015 lançou Eu sou Sinhá (FICC 2014), sob direção musical do violeiro João Arruda. Os gestos e palavras de Sinhá trazem a humildade rara daqueles que muito sabem. Seu canto convida a serenar, a ouvir o chamado das boas madrugadas, a vestir camisa de folha e calça de cipó, a sambar no terreiro, a pegar na enxada e abrir as portas de qualquer tipo de cativeiro com a força da alegria e da amizade.

 

 

sinha rosariaMestre-griô de sorriso maroto

Tião Mineiro é violeiro, cantor, compositor e mestre-embaixador de Folia de Reis da Companhia de Reis Azes do Brasil, formada há mais de 20 anos em Campinas. Nascido em Boa Esperança (MG), aprendeu com o pai as mais variadas tradições da cultura caipira e, em 2009, foi escolhido pelo Ministério da Cultura como Mestre-griô de Campinas, tornando-se guardião das tradições. Lançou em 2013 Acordar com os passarinhos (FICC 2012), gravado e dirigido por João Arruda, álbum que oferece uma viagem no tempo e no espaço da alegria, do encantamento e do sagrado com músicas que nos fazem silenciar. E é justamente isso que Tião Mineiro, com sorriso maroto e discurso firme, ensina: a força da fé, da amizade, da solidariedade e da alegria.

 

 

Dejoão bá medalhasde pequeno, forte e poeta

João Bá é poeta, ator, compositor e cantador. Tem oito álbuns gravados, todos eles de composições autorais, sendo o  mais recente Cavalheiro Macunaíma (PROAC 2012) sob direção musical de João Arruda e Levi Ramiro. Muitas de suas mais de duzentas músicas mereceram elogios e gravações por cantores que são referências no cenário musical brasileiro tais como Hermeto Paschoal, Almir Sater, Diana Pequeno, Dércio Marques, Doroty Marques, Rubinho do Vale e Marlui Miranda. “Quando caiu o meu primeiro dente, o pai disse assim: você já pode trabalhar, menino!”. E foi trabalhando no sertão da Bahia que João Bá aprendeu a observar a natureza e, ainda guri, começou a escrever e compor. Mais tarde, saiu do sertão e percorreu outros cantos do país, sempre de olhos e ouvidos atentos à diversidade cultural e à exuberância da natureza. Pesquisador da cultura popular brasileira, João Bá traz nas suas poesias e nas suas melodias um canto de resistência e de reverência às causas ambientais, um jeito simples de louvar a terra, a vida, o respeito à história e à memória de nossa cultura.

 

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Comprometimento e diversidade

Músico, cantor, percussionista, violeiro e produtor fonográfico,  mesmo já tendo legado importantes contribuições artísticas para o país, João Arruda também é rio dos mais caudalosos e pelo qual muita água boa ainda correrá devido ao seu comprometido com a valorização e a recriação de temas e canções da cultura popular brasileira, bem como de outros países. Sua diversificada obra enriquece mais de 15 álbuns nos quais atuou como artista convidado e produtor. Participou de mostras, festivais e programas de rádio e TV além de compor diversas trilhas sonoras para espetáculos, documentários, mostras e filmes. Sua trajetória inclui turnês pelo Brasil e exterior. Com o grupo de Pífanos Flautins Matuá Integrou o projeto Samarro´s Brazil realizando shows na França e Itália. Em trabalho solo, percorreu Argentina, Bélgica, França, Inglaterra e País Basco promovendo o show Entre violas e couros.  É idealizador e curador do projeto musical Arreuní, que promove encontros mensais com diversos artistas brasileiros e convidados estrangeiros. Em 2007  gravou o Celebrasonhos e seu mais novo trabalho solo é Venta Moinho, lançado em 2014.

O Centro Cultural Casarão do Barão fica na rua Maria Ribeiro Sampaio Reginato, s/nº, defronte ao bairro Vila Holândia, em Barão Geraldo, com entrada na altura do Km 15 da Estrada da Rodhia. Para mais informações há o telefone (19) 3287-6800

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837 – Cantariar, novo álbum de Kátya Teixeira, consagra 21 anos de carreira e parcerias em andanças pelo Brasil profundo

A cantora, instrumentista e compositora paulistana Katya Teixeira ocupará o palco da unidade Belenzinho do Sesc da cidade de São Paulo no sábado, 9 de abril, para lançamento a partir das 21 horas de Cantariar, álbum com o qual comemora a chegada aos 21 anos de carreira. Idealizadora do premiado e já na terceira temporada projeto Dandô –Circuito de Música Dércio Marques, o perfil de Katya Teixeira é o de pesquisadora e artista que percorre vários estados garimpando saberes e sonoridades que constituem a cultura popular, dedicação que entre os parceiros e amigos renderam a ela o carinhoso apelido de “Katya Trecheira”. Entre uma parada e outra nestas viagens pelo Brasil profundo, ela incorpora à obra manifestações culturais autênticas do nosso país, sempre guardando reverência aos mestres que a estimulam e a influenciam, além de formar profícuas parcerias musicais que ao mesmo tempo a consagram, consolidam seu nome como referência no meio e revelam novos valores no rico âmbito da música  regional.

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805- Trio Gato com Fome (SP) grava álbum que reafirma o papel de Raul Torres na história do samba paulista

Trio Gato com Fome

Gregory Andreas, Renato Enoki e Cadu Ribeiro formam o Trio Gato com Fome, que mergulhou no aquário, ou melhor, o baú de Raul Torres e trouxe à tona dez sambas do percussor ao lado de Cornélio Pires da música caipira (Foto: Divulgação)

Quem  gosta de música caipira sabe da importância de Raul Torres para a aceitação e o progresso dela como uma das mais autênticas manifestações da cultura popular e das nossas tradições. Mas, como bom brasileiro, Raul Torres também era partidário do samba e o paulistano Trio Gato com Fome mergulhou em uma pesquisa que incluiu viagens a Botucatu, no Interior paulista, terra natal do “Bico Doce”, e desta tarefa resgatou dez obras deste gênero do autor, incluindo a famosa Mineirinha, sucesso gravado entre outros por Doroty Marques, que tantas gerações vêm cantando e que o Trio Gato com Fome resgatou com flauta, cavaquinho e pandeiro, numa levada que mescla choro e marchinha de Carnaval que ficou deliciosa de ouvir!

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748 – João Arruda e Nádia Campos, recebidos pelo Sankara Duo, levam ao Chile o Dandô Circuito de Música Dércio Marques

joão e nádia

O Dandô Circuito de Música Dércio Marques, premiado projeto idealizado pela cantora e compositora paulistana Katya Teixeira, completando o segundo ano, atravessou fronteiras e está chegando ao Chile, país sul-americano no qual estará representado no dia 9 de dezembro pelos músicos João Arruda e Nádia Campos. Os brasileiros serão recebidos por Felipe Ignacio Valdez Carraha e Fernanda Mosquera Castro, que formam o Duo Sankara, anfitriões do show marcado para começar às 20 horas no teatro da La Casona Nemésio Antúnez, cujo endereço é avenida Alcalde Fernando Castillo Velasco, 8.580, a ex-avenida Larran, situada em La Reina, Santiago. O ingresso custará $ 3.000.

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