1455- Heraldo do Monte (PE) ganha publicação com sua história, obras em partituras e coletânea em disco

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O músico pernambucano Heraldo do Monte tem uma carreira tão extensa quanto importante para a história da música popular brasileira instrumental.  Aos 85 anos, o músico ganha agora uma publicação dedicada à sua obra: As cordas livres de Heraldo do Monte. O livro traz a sua história e a maneira como ela se confunde com a própria história da guitarra elétrica no Brasil. Traz também o conjunto completo de sua obra em partituras, além de um álbum coletânea que esboça sua trajetória musical. A publicação é a primeira da série Brasil de Dentro, criada pelo Instituto Çarê para sistematizar, editar e difundir obras de compositores brasileiros, e conta com a parceria da editora Contraponto. 

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1332 – Novo álbum da Kuarup celebra seis décadas da carreira de Caçulinha

João Alberto Silveira Freitas, presente!

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O garoto que aos oito anos despontou tocando “uma sanfoninha”, hoje aos 80 um dos mais reconhecidos  e queridos músicos populares do país,  é celebrado em disco que registra apresentação dele e vários dos seus inúmeros amigos no Teatro Itália, em São Paulo

O músico Caçulinha, aos 80 anos, está lançando novo disco, pela produtora e gravadora Kuarup. O álbum, em comemoração aos seus 60 anos de carreira, está disponível em todas as plataformas digitais e em edição física. Caçulinha é o carinhoso nome artístico de Rubens Antonio da Silva, compositor, multi-instrumentista nascido em 15 de março de 1940, em São Paulo. Filho do violeiro Mariano e sobrinho do também violeiro Caçula, com quem o pai formou urna das primeiras duplas caipiras a gravar discos, ganhou o apelido de Caçulinha como homenagem do pai ao tio. No ano de 1959, lançou pela primeira vez um disco 78 rpm solo, pela gravadora Todamérica. O primeiro elepê seria gravado em 1963 pela Chantecler com o título Música Dentro da Noite – Caçulinha e seu Conjunto, Ainda na década de 1960, lançou mais cinco álbuns.

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1154 – Sutileza e contundência, sem firulas, marcam novo disco de Ayrton Montarroyos (PE)

Pernambucano que vem recebendo diversos elogios da crítica pelo trabalho de pesquisa e interpretação da canção popular brasileira lança seu segundo disco, em parceria com o violonista do Sr. Brasil Edmilson Capelupi

A gravadora Kuarup está lançando Um mergulho no nada, segundo álbum do cantor de Recife (PE) Ayrton Montarroyos (Ayrton José Montarroyos de Oliveira Pires), no qual acompanhado pelo violonista Edmilson Capelupi interpreta por meio de um bem elaborado repertório clássicos da MPB e de contemporâneos como Ylana e Yuru Queiroga. E que ninguém se perca pelo nome escolhido por Ayrtinho — como é chamado por familiares como a avó Célia o jovem pernambucano nascido em 1995 – para batizar o álbum gravado em uma única apresentação no glamouroso Teatro Itália em 1º de abril de 2018, na cidade de São Paulo: pare o mundo por meros 35 minutos, menos que um dos dois tempos de pelada, e faça o julgamento apenas após terminar a última das 10 faixas — se é que pelo meio da audição o amigo ou seguidor já não estiver tomado por um “magnetismo inescapável”, como escreveu o crítico e jornalista Lucas Nobilo, que ouviu Um mergulho no nada “quatro vezes de enfiada” e também estamos fazendo desde que o disco chegou à redação, gentilmente cedido ao Barulho d’água Música por Rodolfo Zanke, a quem mais uma vez somos gratos.

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1085 – Canção do Amor Distante, de Ana Salvagni e Eduardo Lobo, celebra os sentimentos presentes na saudade

Disco gravado em 2016 rememora canções clássicas de autores como Tom Jobim, Dominguinhos & Anastácia, Paulo César Pinheiro, Adoniran e Elomar
Marcelino Lima

A redação do Barulho d’água Música, caso fosse o estúdio de uma emissora de rádio, só tocaria boa música, pois, diariamente, baixam em nosso boteco, enviados de várias partes do Brasil, álbuns excelentes. O mais recente e que estamos tocando agora é Canção do Amor Distante, que Ana Salvagni e Eduardo Lobo lançaram em 2016. O amor ausente deixa saudade e melancolia e é tema universal e atemporal encontrado em todas as formas de criação artística. A nostalgia, o amor e a tristeza presentes na “saudade” são elementos propulsores para o artista que, por meio de sua criação, pode dar forma e vazão a estes sentimentos que o atormentam, ainda que, muitas vezes, a canção gerada não seja, necessariamente, triste. Na canção popular brasileira o amor distante é cantado desde sempre, vestido de roupagem diversa, tantas vezes com leveza, despojamento, lirismo e refinamento. Além disso, o tema é valorizado pela grande riqueza melódica, rítmica e harmônica das composições, ao longo de todo esse tempo.

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682- Invista no projeto “Canção do amor Distante”, de Ana Salvagni (SP) em parceria com o violonista Eduardo Lobo

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A cantora Ana Salvagni (Campinas/SP) está convidando amigos e admiradores por meio de uma campanha virtual a ajudá-la a registrar em um álbum o projeto Canção do Amor Distante, que se consumado será o quarto da carreira, desta vez em parceria com o violonista e guitarrista Eduardo Lobo. Em 13 faixas com arranjos basicamente para voz e violão, Ana Salvagni pretende dar vazão à vontade de interpretar canções com maior densidade, tanto no texto, quanto na música. A Canção I, de Hilda Hilst e Zeca Baleiro,  a inspirou e ela observa que à medida em que outros ritmos, sonoridades e culturas foram incorporados ao repertório, muitas vezes a densidade deu lugar à leveza, favorecendo a condução musical mais ligada ao texto poético.

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669 – Chorinho, big band, quinteto de metais, recital e violonista italiano: curta o Musica MCB em outubro. De graça!

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O Museu da Casa Brasileira (MCB), situado em agradável imóvel situado na avenida Brigadeiro Faria Lima, 2705, no bairro paulistano de Pinheiros, oferece todos os domingos, às 11 horas, o projeto Música no MCB, por meio do qual o público pode curtir sem pagar ingresso apresentações de variados estilos musicais — do caipira ao erudito, passando pelo jazz contemporâneo e pelo samba, por exemplo. Para a primeira atração de outubro, o palco estará reservado neste dia 4 ao grupo Panorama do Choro Paulistano Contemporâneo, criado pelos percussionistas Yves Finzetto e Roberta Valente com o objetivo de registrar e divulgar a expressão atual do choro produzido em Sampa.

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625 – Ema Klabin recebe grupo de choro da Emesp para mais uma rodada de Tardes Musicais 

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Pixinguinha, Sivuca, Jacob do Bandolin e Waldir Azevedo estão no repertório do Grupo de Choro da Emesp, atração deste sábado, 29, na Ema Hertz (Foto: Heloisa Bortz)

O programa Tardes Musicais deste sábado, 29 de agosto, da Fundação Ema Klabin,  apresentará o Grupo de Choro Escola de Música Estado de São Paulo, que tocará a partir das 16h30. Os chorões atuam sob a batuta do músico, arranjador e compositor Edmílson Capelupi e divulgam  repertório de autores consagrados como Pixinguinha, Sivuca, Jacob do Bandolin e Waldir Azevedo. A formação reúne Bruno Bertolino (pandeiro), Camila Inocêncio (cavaquinho), Junior Alves (violão 7 Cordas), Guilherme Kafé (violão 6 Cordas), Ivan Melillo (flauta), Thiago Branduliz (sax tenor) e  Gabriel Duarte da Silva (clarinete).

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617 – Sesc Campo Limpo (SP) apresenta Loyola Brandão e Rita Gullo, com entrada franca, em Solidão no Fundo da Agulha

Rita Gullo e Inácio de Loyola Brandão -foto der Leticia Gullo -b

Rita Gullo e o pai Loyola Brandão apresentam crônicas e músicas que inspiraram o escritor araraquarense a escrever Solidão no Fundo da Agulha (Foto: Letícia Gullo)

O projeto Em Canto e Prosa do Sesc Campo Limpo, bairro da zona Sul paulistana,  apresentará como atrações a partir ds 19h30 desta sexta-feira, 21 de agosto, o escritor Ignácio de Loyola Brandão e a cantora Rita Gullo  protagonizando Solidão no Fundo da Agulha, trilha musical e poética durante a qual ambos, pai e filha, encontram reverberação na emoção e na fantasia do espectador.

Loyola Brandão (Araraquara/SP) apresenta ao público algumas crônicas e alguns contos de livro que batiza o espetáculo, publicado, em 2013, acompanhado pelas canções que o inspiraram. O repertório ganhou novas versões na voz de Rita Gullo para ser parte integrante do livro, ilustrado com fotos de Paulo Melo Júnior. As crônicas remetem a lembranças ligadas a musicas e lugares que marcaram a vida do autor de Não verás país nenhum e constituem uma viagem pelas memórias do escritor. Durante o show que tem direção de Marcelo Lazzaratto, a cantora recorda composições de Chico Buarque, Dolores Duran, Charles Trenet e Osvaldo Farrés. O álbum tem produção musical de Mário Gil e arranjos de Edson José Alves, que toca violão e baixo. Bré Rosário (percussão), Edmilson Capelupi (violão de 7 cordas) e Daniel Alain (flautas) também sobem ao palco.

O projeto Em Canto e Prosa busca apresentar o trabalho de artistas em que a narrativa de textos literários é atravessada por canções em consonância com a temática abordada. A música e a narração de textos, entrelaçados em um roteiro, possibilitam que o livro saia da estante, fazendo da leitura uma experiência viva, emocionante e interativa. Veja abaixo as próximas apresentações.

Dia 11 de setembro. Sexta, às 19h30

Trovadores do miocárdio – músicas de amor diluídas em crônicas

Xico Sá, Fausto Fawcett, Rodrigo Carneiro e Carolina Fauquemont destacam personagens saídas do submundo de paixões suicidas, fugas melodramáticas, convergências platônicas, colapsos passionais e outros amores “líquidos” numa época de questões tão conflitantes, angustiantes e opressoras para o homem contemporâneo nas grandes cidades, com Eduardo Beu assinando a direção artística e musical.

Dia 9 de outubro. Sexta, às 19h30

Família Trindade: Um legado de cultura

Três gerações da família Trindade – Raquel, Vitor e Zinho Trindade – farão encontro pautado na literatura e apresentação musical. O evento contará também com um bate-papo durante o qual mostram e contam sobre a vida de Solano Trindade e como seu legado continua vivo na família e nas práticas culturais que vivenciam.

O Sesc Campo Limpo fica na Rua Nossa Senhora do Bom Conselho, 120,  menos de 1.000 metros da linha Lilás do Metrô. Para mais informações há o número de telefone (11) 5510-2700

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Homenagem ao Sr. Brasil pelos 10 anos na TV Cultura deixa lotada a Sala São Paulo

O Barulho d’Água Música acompanhou, ontem, 20 de julho, a gravação do programa especial que marca os 10 anos do Sr. Brasil, com Rolando Boldrin, na TV Cultura. O apresentador recebeu no palco da Sala São Paulo Mônica Salmaso e o grupo Pau Brasil, Vital Farias, Saulo Laranjeira, Luís Carlos Borges, Arismar do Espírito Santo e Jane Duboc, Casuarina, Luca Bulgarini e o Quinteto Violado, entre outros músicos. E também cantou e declamou, além de contar pitorescos e curiosos causos, uma das marcas do programa. Na plateia que ocupou praticamente todas as cadeiras, Boldrin contou com o prestígio dos músicos que formam o Projeto 4 Cantos Cláudio Lacerda, Luiz Salgado, Rodrigo Zanc, Wilson Teixeira, mais Zé Geraldo, Fábio PorteConsuelo de Paula, Osni Ribeiro, Jaime Alem e esposa Nair Cândia, Daniela Lasalvia, Lucas Ventania, Danilo Gonzaga Moura, do Trio José, e Socorro Lira e vários outros cantadores e artistas de diversos segmentos.

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Baixe vários títulos da obra de Heraldo do Monte (PE) do blog Quadrada dos Canturis!

heraldo do monte

Algumas das capas dos álbuns de Heraldo do Monte que podem ser baixados, entre elas a de ConSertão, que gravou ao lado de Arthur Moreira Lima, Paulo Moura e Elomar, em 1982.

O blog Quadrada dos Canturis  disponibilizou para ser baixada em formato MP.3 a discografia de Heraldo do Monte, músico nascido em Recife (PE) que tem um papel histórico na música instrumental brasileira. Heraldo do Monte, de acordo com o biógrafo Fernando Jardim no texto de apresentação do Quadrada dos Canturis que servirá de base para este que o amigo e seguidor lerá começou na música tocando clarineta no colégio por ser o único instrumento disponível e com o qual andou por uma semana, para cima e para baixo, sem conseguir soltar sequer uma nota. Seu professor, ligeiramente irritado, então, empunhou o instrumento para mostrar como é tocado, mas percebeu que havia algo errado. Um aluno, pregando uma peça em Heraldo, colocara uma flanela no tubo de ar da clarineta! 

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