Susana Travassos, cantora de Lisboa, comemora aniversário hoje

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Susana Travassos, nascida em Faro, Portugal, já gravou no Brasil com Chico Saraiva, Fagner, Katya Teixeira e Luiz Salgado, e canta em um dos seus álbuns músicas de Elis Regina

 

O Barulho d’água Música envia para além mar um abraço dos mais especiais, destinado à cantora e interprete Susana Travassos (Faro/Portugal), aniversariante de hoje. Susana Travassos reside em Lisboa e costumeiramente visita o Brasil para brindar amigos e fãs com shows nos quais apresenta músicas que vão do canto lírico ao jazz, além da popular brasileira, portuguesa e latino-americana. Em 2008, Susana Travassos gravou álbum com sucessos de Elis Regina, no qual fez questão de manter o sotaque nativo. Depois, em parceria com o compositor Chico Saraiva, colocou no mercado Tejo-Tietê, que intercala composições com clássicos de Portugal e Brasil e com poesias de Mário de Andrade e Fernando Pessoa. Susana Travassos também participa de 2 Mares, álbum de Katya Teixeira e Luiz Salgado indicado ao 25º Prêmio da Música Brasileira, e de Palavras Acesas, no qual canta com Fagner Noturno nº 2, disco que divulga a poesia do maranhense José Chagas.

Parabéns, Susana Travassos! Muita luz e sucesso para toda a vida!

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Nome de ponta da MPP, Jean Garfunkel lança 13 Pares e um Fado Solitário em São Paulo

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Joana Garfunkel, Jean Garfunkel, Natan Marques, Pichu Borreli, Sergio Bello e Pratinha Saraiva durante a apresentação em São Paulo

Poeta, publicitário, ator, cantor e compositor. Jean Garfunkel é um nome não apenas para o qual amantes da boa música e seguidores deste Barulho d’Água Música devem ficar sempre atentos, mas guardar com carinho, sem deixar, é claro, de procurar conhecer e curtir sua obra de diversificada trajetória. Paulistano da gema, boêmio inspirado que até de suas voltas por praças e parques tira maravilhas, Jean Garfunkel é craque de um timaço de músicos de Sampa em cuja escalação consta, entre outros, Paulo Vanzolini, Adoniran Lula Barbosa, Júlio Medaglia, Eduardo Gudin, o mano Paul Garfunkel, Natan Marques, Pratinha Saraiva, Cláudio Lacerda, Léa Freire, Renato Braz; Elis Regina, embora fosse gaúcha de berço, também não ficaria sem uma camisa no escrete da MPP (Música Popular Paulista).

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Vai-Vai fatura mais uma taça do carnaval de São Paulo com samba em homenagem à gaúcha Elis Regina

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Carro alegórico da Vai-Vai apresenta um boneco que representa Elis Regina, a homenageada pelo samba-enredo que levou a escola do Bixiga a mais um título no ano do 85º aniversário (Foto: Robson Fernandjes/LIGASP/Fotos Públicas)

 

A Escola de Samba Vai-Vai voltou a ser campeã do Carnaval paulistano hoje, 17 de fevereiro, quatro anos após ter levado para o bairro do Bixiga a última taça que conquistara. A Vai-Vai conseguiu o título na edição em que completará 85 anos e manteve a hegemonia de maior vencedora da festa em São Paulo, com 15 troféus, apresentando no Anhembi o enredo Simplesmente Elis – A Fábula de Uma Voz na Transversal do Tempo, homenagem à cantora gaúcha Elis Regina, que morreu em 1982.  A cantora Maria Rita, Pedro Mariano e João Marcelo Bôscoli, filhos da interprete de sucessos como Romaria e Fascinação, participaram do desfile na madrugada de domingo, 15. 

 

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A cantora Maria Rita, filha de Elis Regina, participou do desfile que recordou a importância da mãe para a cultura nacional (Foto: Paulo Pinto/LIGASP/Fotos Públicas)

 

Elis Regina estava representada em todas as 25 alas da Vai-Vai; o samba-enredo contem o refrão “Aê! Aêaháê!” da música Maria, Maria, de Milton Nascimento, que ela também cantou, e a letra várias referências a sucessos que eternizou. Em 2011, a Vai-Vai esteve próxima do rebaixamento com o 9º lugar obtido. Em 2011, fora campeã com um enredo sobre o ex-pianista João Carlos Martins.

O Barulho d’água Música parabeniza os foliões da Vai-Vai por mais esta conquista! Viva Elis!

O mestre-sala e a porta-bandeira da Vai-Vai, escola que voltou a ser campeã do Carnaval em São Paulo após quatro anos (Foto: Oswaldo Corneti/LIGASP/Fotos Públicas)

 

Simplesmente Elis – A Fábula de Uma Voz na Transversal do Tempo

Reluziu, seu canto ecoou no meu Brasil
Cantora igual jamais se ouviu
Saracura a cantar, bem mais feliz
Simplesmente Elis

Carnaval a Bela Vista está em festa
Qua qua ra qua qua
Vem viajar, a hora é esta
Mergulhando na emoção
Encontrei inspiração
Que linda voz, salve a rainha
Fiz Louvação em aquarela
Na passarela hoje tem arrastão

Upa neguinho na estrada é demais
Vou a romaria como nossos pais
De um falso brilhante eu fiz fantasia
Maria Maria

Águas de março a rolar
Trem azul vai passar, um sonho mais lindo
Na batucada da vida, um samba no Bexiga
Vai amanhecer
A cantar a dor o amor o bêbado e a equilibrista
A voz do povo diz que o show de todo artista
Tem que continuar
Glória fino da bossa com Jair só alegria
Hoje retrato em preto e branco na folia
A grande estrela deste meu país

Brasil-Unido-Contra-Dengue

Cantor e poeta, Jean Garfunkel lança no SESC Belenzinho (SP) álbum em homenagem a treze parceiros

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Jean Garfunkel é paulista e em trinta anos de carreira já gravou quatro vezes com o irmão Paul, além de celebrar parcerias com nomes que incluem Elis Regina, Margareth Menezes Renato Braz, Maria Rita, Lula Barbosa e Pena Branca Xavantinho. Poeta, é autor do livro Poemia (Foto: Divulgação/SergioCaddah)

 

O cantor, compositor e poeta paulistano Jean Garfunkel  fará show nesta sexta-feira, 20 de fevereiro, a partir das 21 horas, no Sesc Belenzinho, bairro da zona Leste de São Paulo. Jean Garfunkel, que também é ator e publicitário, lançará 13 Pares e Um fado Solitário, novo disco da carreira que já soma trinta anos e inclui também quatro gravações em dupla com o irmão Paulo Garfunkel.

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Consuelo de Paula lança O Tempo e o Branco com homenagens a Adoniran, Dércio Marques e Rubens Nogueira em Sampa

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Consuelo de Paula durante o show no Ibirapuera: linda, feliz, carinhosa, grata, levando nossas dores, lavando nossos horizontes (Fotos: Marcelino Lima)

 Ontem, 1 de fevereiro de 2015,  fez exatamente um ano que conheci, pessoalmente, a cantora, compositora e poetisa Consuelo de Paula. Fomos apresentados por Katya Teixeira durante um café no Centro Cultural Vergueiro, em São Paulo, momentos antes de Katya Teixeira se apresentar como convidada, ao lado de Noel Andrade, em um show na Sala Adoniran Barbosa de Luís Perequê no qual o cantor e compositor de Paraty (RJ) ainda recebeu e Guarabyra.

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Barbara Rodrix e ex-parceiro do pai em “Casa no Campo” se encontram no Sarau do Tavito

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Barbara Rodrix é atração do Vermont Itaim, ao lado de Tavito, no Sarau que o ex-parceiro e amigo do pai protagonizará (Reprodução TV Gazeta)

 

Barbara Rodrix e Tavito vão se encontrar nesta quinta-feira, 8, no Vermont Itaim, bar e restaurante localizado na rua Pedroso de Alvarenga, 1192, no Itaim Bibi, bairro da zona Oeste paulistana. Na ocasião ocorrerá mais uma edição do Sarau do Tavito, com início previsto para às 21h30. Os telefones para contatos e reservas são 11 3307-1320 e 11 3707-7721.

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Susana Travassos e Gabriel Godoi cantam na Casa do Núcleo em homenagem a Mercedes Sosa

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Gabriel Godoi e Susana Travassos vêm de Lisboa para apresentar show em tributo a Mercedes Sosa em SP

 A Casa do Núcleo, espaço cultural paulistano, tem aberto suas portas para oferecer ao público shows e oficinas, entre outras atividades cujas atrações são artistas nacionais e internacionais, alguns já com carreiras consagradas, outros ainda trilhando os primeiros passos na estrada. Nesta terça-feira, 4/11, por exemplo, será a vez dos portugueses Susana Travassos e Gabriel Godoi, que a partir das 21 horas farão homenagem a Mercedes Sosa, um dos ícones da cultura latino-americana e ibérica e com admiradores pelo mundo afora. O percussionista Felipe Roseno vai acompanhar os lisboetas.

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Fagner, mais um aniversariante de 13/10, passa por São Paulo antes de show marcado para Goiânia

Quando ainda tinha apenas seis anos incompletos, Fagner ganhou o primeiro dos muitos prêmios de uma carreira consagrada no Brasil e no exterior e que reúne mais de 70 álbuns, além de atuação em minissérie de televisão (Fotos de Elisa Espíndola)
Quando ainda tinha apenas seis anos incompletos, Fagner ganhou o primeiro dos muitos prêmios de uma carreira consagrada no Brasil e no exterior e que reúne mais de 70 álbuns, além de atuação em minissérie de televisão (Fotos de Elisa Espíndola)

O cantor e compositor Fagner vai se apresentar em Goiânia (GO) neste sábado, 18, em espetáculo marcado para o Atlantic Hall, a partir das 21h30. Cearense de Orós, ele está completando mais um aniversário hoje, 13/10, data especial pela qual ouviu o tradicional canto “Parabéns a você” dos fãs que o assistiram em 10 e 11 de outubro no Bradesco Hall, casa na qual fez mais um show em São Paulo. Representado pela fotógrafa Elisa Espíndola, amiga dele, o Barulho d’água Música estava entre os presentes e cumprimentou Fagner nos camarins.

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Violeta Parra é homenageada em concorrido concerto no Museu da Casa Brasileira, em São Paulo

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Sarah Abreu, Tita Parra, Carlinhos Antunes, Rui Barrosi e Beto Angerosa, alguns dos integrantes do concerto “Violeta Terna e Eterna”, no MCB (Foto: Elisa Espíndola)

O Museu da Casa Brasileira (MCB), sede de espetáculos e de exposições situada no bairro paulistano de Pinheiros, quase ficou pequeno para acomodar a plateia que na manhã de domingo, 17, acompanhou o concerto “Violeta Terna e Eterna”. Pessoas de todas as idades ocuparam as cadeiras disponíveis, sentaram-se no chão, postaram-se junto às muretas laterais ao salão, nos bancos e assentos do gramado do belo parque onde famílias inteiras também curtiam a gostosa manhã de sol. A visão do palco desta área nem era tão boa, já que, dependendo do ângulo e da posição, quem estava do lado de fora via a sua frente apenas um paredão humano.

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Sarah Abreu e Tita Parra cantam “Volvier a los 17”, um dos clássicos mais conhecidos de Violeta Parra (Foto: Marcelino Lima)

Para ouvir, entretanto, bastam os ouvidos. E assim, mesmo sem enxergar quem cantava e tocava lá dentro, como o público interno também fazia, muitos acompanhavam do começo ao fim as canções que Sarah Abreu, Carlinhos Antunes e Tita Parra, acompanhados pelos integrantes do Sexteto Mundano, apresentaram em homenagem à cantora, artista plástica e folclorista chilena Violeta Parra, com um passeio também por raridades de outros autores latino-americanos entre as quais  “Sonora Garoa”, do paulistano Passoca.

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Tita Parra cantou também músicas do seu disco “El Camino Del Médio”, entre os quais “Tierra”, e a inédita da avó “El Palomo” (Foto: Marcelino Lima)

Violeta morreu precocemente aos 49 anos, em 1967, e, portanto, não enfrentou a feroz ditadura de Augusto Pinochet que se instalou no país sul-americano em 11 de setembro de 1973. Se estivesse viva quando Salvador Allende foi derrubado, seria com certeza uma das mais árduas combatentes do violento regime imposto a ferro e a fogo pelo general, seus homens e seus órgãos repressores que contavam com apoio e organização do governo estadunidense. O ideal da integração latino-americana e a luta contra o imperialismo sempre estiveram presentes em toda a obra de Violeta Parra. Ela vivia pelos seus valores e crenças, e, por meio de suas canções, mostrava as coincidências dos processos históricos dos países da América Latina e, por conseguinte, as semelhanças dos seus processos de lutas populares, sempre estimulando o enfrentamento à dominação externa, louvando a vida e o trabalho, enaltecendo a luta dos camponeses pobres, povos indígenas e estudantes. 

Entre tantos títulos que caberiam a Violeta Parra, o de mãe da canção comprometida e aliada dos oprimidos e explorados é um dos mais acertados. Suas músicas e pinturas formaram a base para o desenvolvimento do movimento estético-musical-político chamado de La Nueva Canción Chilena, do qual fizeram parte também , Rolando Alarcón, e Patricio Manns, além dos grupos Inti-Ilimani e Quilapayún. Os versos de Violeta Parra legaram composições magistrais em força, beleza e engajamento,como “Volver a los 17”,que mereceu antológica gravação de Milton Nascimento e Mercedes Sosa.  Em “La Carta”, que retrata arbitrária prisão de seu irmão Roberto, cantada em momentos de comoção revolucionária, nas barricadas e nas ocupações, Violeta denunciava que “Os famintos pedem pão; chumbo lhes dá a polícia”. 

As canções, contudo, não apenas são libelos contra toda a forma de injustiça social. O lirismo presente em “Gracias a la vida” (gravada por Elis Regina) embalou como um hino que transcedeu o continente o ânimo de gerações de revolucionários em momentos em que a vida era questionada nos seus limites mais básicos, assim como a letra comovedora de “Rin de Angelito”, por meio do qual a chilena descreveu a morte de um bebê pobre: “No seu bercinho de terra um sino vai te embalar, enquanto a chuva te limpará a carinha na manhã”.

 Na apresentação do MCB, os músicos interpretaram “Volver a los 17”, “La Carta” e, ao final, “Gracias a la vida” entre outras joias de Violeta Parra. A neta Tita Parra apresentou aos ouvintes duas músicas que a avó cantava, ¿Adónde vas, jilguerillo?Violeta a aprendeu com a mãe, Clarisa Sandoval, e foi recolhida mais tarde por Alarcón, alusiva a um pequeno pássaro –, e “El Palomo”, cujos registros estavam em poder da gravadora multinacional que por 50 anos deteve os direitos sobre a obra de Violeta e não constam na discografia da avó. Tita cantou de sua autoria “La Tierra”, presente no álbum “El camino del medio”. O repertório, aberto com a instrumental “Ayacucho”, que Carlinhos Antunes recolheu no Peru, incluía ainda “Maria Rosa”, cantada na língua indígena parenpechua, do México, “Casamiento de Negros”, “Miguel y La estrela”, “Guillatún” e “Oracion del Remanso”, entre outras.

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Violeta Parra compôs canções que transmitiam a alegria dos povos chileno e latino americano pela vida e em seus versos também pregava a resistência a todas as formas de dominação

Sarah Abreu, Carlinhos Antunes e o Sexteto Mundano voltarão a se juntar no sábado, 23, para nova apresentação na Casa de Francisca, desta vez com o projeto “Violeta e Caymmi- Entre o Céu e o Mar”, a partir das 22h30. Já entre 6 e 7 de setembro eles e o grupo entrarão em estúdio para gravar o álbum do concerto “Violeta Terna e Eterna”, para o qual obtiveram apoio de amigos e admiradores, por meio de contribuições recolhidas pela plataforma de financiamento coletivo (crowfunding). De acordo com Carlinhos Ferreira, o disco estará pronto e será enviado aos colaboradores no máximo em dois meses. Para saber mais informações a respeito há o endereço virtual https://www.facebook.com/violetaternaeterna?fref=ts e sarah.abreu@gmail.com.

Cantores e músicos do concerto “Violeta Terna e Eterna”

Sarah Abreu (Foto de Marcelino Lima)/ Beto AngeroSa, percussão (Foto de Marcelino Lima)/ Carlinhos Antunes, cordas (Foto de Elisa Espíndola)/ Maria Beraldo Bastos, clarinete (Foto de Elisa Espíndola)/ Danilo Penteado, piano e acordeon (Foto de Elisa Espíndola)/ Rui Barrosi, contrabaixo (Foto de Elisa Espíndola)

Colabore com o projeto “Violeta – Terna e Eterna”!

Sarah Abreu integra o "Nhambuzim" e canta em projeto de tributo a Cascatinha e Inhana, ao lado de Wilson Teixeira
Sarah Abreu integra o “Nhambuzim” e canta em projeto de tributo a Cascatinha e Inhana, ao lado de Wilson Teixeira

Até 27 de junho ainda será possível colaborar com o projeto de gravação do álbum “Violeta – Terna e Eterna, por meio do qual a cantora e professora de canto Sarah Abreu pretende homenagear Violeta Parra, artista chilena e uma das maiores referências da cultura latino-americana em todos os tempos. A captação dos recursos necessários está sendo feita pela plataforma de financiamentos coletivos Catarse, e, até o momento, já recebeu 51 adesões.

Compositora, pesquisadora, instrumentista, tecelã, ceramista, figura comprometida com as causas sociais de seu tempo, incansável batalhadora, Violeta Parra ficou conhecida no Brasil pelo Tarancón, pelas vozes de Milton Nascimento, Mercedes Sosa e Elis Regina, profundos representantes da música de nosso continente. Músicas como ”Volver a los 17”, “Gracias a la Vida” e “Casamiento de Negros” fazem parte do universo de toda uma geração dos anos da década de 1970 e merecem ser conhecidas pelas novas gerações pela sua beleza estética e importância histórica.

Sarah Abreu é integrante do Nhambuzim e tem participações em vários outros álbuns. Em maio, ao lado de Wilson Teixeira, gravou participação no programa Sr. Brasil, de Rolando Boldrin, ainda não levado ao ar. Naquela ocasião, os convidados cantaram três sucessos consagrados pela dupla Cascatinha e Inhana.