Barulho d'Água Música

Veículo de divulgação de cantores, duplas, grupos, compositores, projetos, produtores culturais e apresentadores de música independente e de qualidade dos gêneros popular e de raiz. Colabore com nossas atividades: leia, compartilhe e anuncie!


Deixe um comentário

808 – Chico César (PB) promove em Sampa duas apresentações de “Estado de Poesia”, disco que une ritmos brasileiros à sonoridades universais

O cantor e compositor Chico César (Catolé da Rocha/PB) apresentará na unidade Bom Retiro do Sesc da cidade de São Paulo nos dias 13 e 14 de fevereiro as músicas de Estado de Poesia, lançado em junho de 2015 e com o qual encerrou hiato de oito anos longe do estúdio. Neste período, Chico César atuou como gestor cultural e também, entre 2010 e 2014, como secretário estadual de Cultura da Paraíba, berço natal que em seu retorno à estrada resolveu homenagear dedicando ao estado que também concebeu Socorro Lira, Zé Ramalho e Ariano Suassuna o novo álbum cujas faixas unem a riqueza dos ritmos brasileiros à sonoridade universal mesclando samba, forró, frevo, toada e reggae. A turnê já passou por João Pessoa (PB), Salvador (BA), Porto Alegre (RS), Rio de Janeiro (RJ), Recife (PE) e também no Uruguai.

Estado de Poesia, contemplado pelo projeto Natura Musical tem produção do próprio artista, em parceria com Michi Ruzitscha, e envolve ainda os músicos Xisto Medeiros (baixo), Helinho Medeiros (piano, teclados e sanfona) e Gledson Meira (bateria), sem contar as participações especiais de conterrâneos tais quais Escurinho, Luizinho Calixto e Seu Pereira. “Ter passado os últimos seis anos de minha vida como gestor público de cultura na Paraíba, lugar onde nasci e vivi os meus primeiros 20 anos, aguçou minha percepção das contradições tão presentes entre a pujança criativa e a relativa pobreza de meios de produção”, afirma Chico César. “Mas também aguçou os meus sentidos do afeto e da criação. Reencontrei-me aí com o meu lugar de nascença, inclusive com as minhas representações amorosas dele, as mesmas de sempre e outras transformadas.”

A carreira artística de Chico César, conforme ele ressalta em sua página virtual, tem repercussão internacional, apoiada e admirada por canções poéticas de alto poder de encanto linguístico. Ainda naquele portal, o cantor relembra um fato divisor de águas que ocorreu em 1991: já residente em São Paulo, recebeu convite para fazer uma turnê pela Alemanha, onde fez sucesso e amadureceu a decisão de abandonar as redações nas quais atuava como jornalista e é a profissão na qual se formou para dedicar-se aos palcos. Como um dos mentores da  banda Cuscuz Clã (que seria o nome de seu segundo álbum), passou, então, a se apresentar em uma badalada casa noturna paulistana.  Até que, em 1995 lançou Aos Vivos, álbum acústico que tem as participações de Lenine e Lany Gordin (guitarrista e compositor que nasceu em Xangai, na China, é filho de poloneses, mas que adotou o Brasil como pátria). Entre o primogênito  disco e Estado de Poesia, os admiradores e amigos ganharam Cuscuz Clã (1996), Beleza Mano (1997), Mama Mundi (2006), Respeitem Meus Cabelos, Brancos  (de 2002 e assim mesmo, com vírgula!), De uns tempos pra cá (2005) e Francisco Forró y Frevo (2008). Em dezembro de 2007, no Auditório do Ibirapuera, gravou o DVD Cantos e Encontros. A discografia ainda inclui dois trabalhos para o público infantil para os quais assinou as trilhas sonoras: Amidalas (2000) e Marias do Brasil – A nossa história transformada em fábulas (2003).

capas chico césar arte

O ingresso para conferir os espetáculos com Chico César no Sesc Bom Retiro custam entre R$ 9 e R$ 30,00, já estão esgotados pelo sistema de compra on-line e serão limitados a 4 por pessoa. Em ambas as datas começarão às 18 horas. O Sesc Bom Retiro fica na Alameda Nothmann, 185, nas imediações da estação Júlio Prestes da CPTM e para mais informações disponibiliza o telefone 11 3332-3600.

 

 

paulo netho arte

Anúncios


1 comentário

755 – 2º Prêmio Grão de Música é entregue, com quatro atrações no palco, a 15 contemplados na Galeria Olido (SP)

Socorro Lira PGM1

Socorro Lira (Foto: Daniel Kersys)

Quinze expoentes com trabalhos de qualidade indubitável ligados à produção e à divulgação da música independente receberam na noite de sábado, 5 de dezembro, o 2º Prêmio Grão de Música, iniciativa da cantora, compositora e poetisa Socorro Lira (PB) com apoio de parceiros e de entidades culturais, em cerimônia que transcorreu na Galeria Olido, em São Paulo. Os contemplados representam diversas vertentes musicais e vieram de vários estados do Brasil e até de Portugal para receber o troféu: uma estatueta, em bronze, idealizada por Elifas Andreato, artista plástico consagrado e que prestigiou a festa complementada por apresentações de Thamires Tannous (MS); Luiz Felipe Gama e Ana Luiza (SP); Cláudio Lacerda (SP); e Luanda Cozetti e Norton Daiello (duo do Distrito Federal que reside em Lisboa e forma o Couple Coffee), todos premiados.

Continuar lendo


2 Comentários

747 – Grupo Moxuara, do Espírito Santo, vem a São Paulo receber estatueta do 2º Prêmio Grão de Música

moxuaran

O Moxuara protagoniza uma musicalidade que extrapola exigências de mercado e encanta públicos de quaisquer idade ou origem, mostrando uma visão artística que se funde com mensagens alusivas à preservação da vida (Foto: Divulgação)

O grupo capixaba Moxuara estará entre os 15 contemplados que neste sábado, 5, receberão na Galeria Olido, em São Paulo, a estatueta do 2º Prêmio Grão de Música, idealizado pela cantora, compositora e poetisa Socorro Lira (PB). A cerimônia que ainda prevê um show, ambos sem cobrança de ingressos, começará às 19 horas. Ao subirem ao palco os integrantes do Moxuara receberão reconhecimento por um sólido trabalho nascido em 1991 com o propósito de produzir música capaz de transpassar o tempo, as gerações e as fronteiras. Para sustentar este compromisso sem concessões e torná-lo fértil, vem empreendendo esforços permanentes que têm sido mantido ao cantar a história de sua gente com suas tradições, sentimentos, hábitos e valores. O lema permanente desde os primeiros dias de atividades do Grupo Moxuara é a tentativa de prover elos entre a tradição e a modernidade para valorizar, divulgar e popularizar uma música que retrate a alma do povo brasileiro e reproduza todo o encantamento das cidades do interior.

Continuar lendo


Deixe um comentário

743 – Anchieta Dali (PE), músico com “sotaque refinado de poética social apurada”, receberá 2º Prêmio Grão de Música

anchietadali1

Anchieta Dali, cantor e compositor pernambucano, é um dos contemplados deste ano entre os artistas que receberão na Galeria Olido, em São Paulo, em 5 de dezembro, a estatueta do 2º Prêmio Grão de Música, iniciativa da cantora e compositora Socorro Lira (PB) com o intuito de promover a valorização da música brasileira de todas as regiões do país e, especialmente, dos artistas que a representam, referendando trajetórias e obras artísticas. Anchieta Dali, de acordo com texto que ele mesmo assina e que poderá ser lido no blogue Quadrada dos Canturis, do qual poderá ser baixada parte de sua discografia, é um cantador nordestino que aborda o ser humano e a natureza num vasto cordel de emoções musicais. “Lírico, rústico, com sotaque refinado de poética social apurada, navega entre suor e chuva aguando leirões de rimas e audácia numa fina sertania forrozeira”, observa.

A obra de Anchieta Dali soma mais de uma centena de músicas, muitas gravadas por vozes como as de Elba Ramalho, Flávio José, Jorge de Altinho, Maciel Melo, Santanna, Alcymar Monteiro, Amelinha, Xangai, Cristina Amaral, Geraldinho Lins, Irah Caldeira, Flávio Leandro, Nádia Maia, Paulinho Leite, Josildo Sá, Bia Marinho, Paulo Matricó, Chico Balla, Carlos Villela, Edigar Mão Branca, entre muitos e importantes nomes do nosso nobre cancioneiro. As composições se enveredam por variedades rítmicas que incluem xote, xaxado e baião, além de tantos outros “fuleios”; o poeta Dali alinha-se ao senso crítico do romance tropical nordestino, mas criou seu próprio estilo: alternando-se pelos gêneros Forró e Cantoria, realiza shows por todo Brasil, dando ênfase à região Nordeste.

Como herança do pai, Mestre Conrado, seresteiro aboiador e de tantos outros vates, Anchieta Dali conta que carrega em sua verve musical “um semblante de doces melodias e originalidade no verso, decantando suas raízes culturais num formato filosófico e charmoso”.  A influência arguida em seu trabalho é a derivação inspiradora de gênios como Luiz Gonzaga, Jackson do Pandeiro, Elomar, Xangai, Vital Farias, Alceu Valença, Geraldo Azevedo, entre outros “iluminados que habitam nosso planeta”.

Além da estatueta do 2º PGM, um belo troféu desenhado pelo artista plástico Elifas Andreato, todos os contemplados participarão da terceira coletânea Grão de Música, cujo álbum também ficará disponibilizado no site do PGM para audição e download gratuitos. As duas primeiras edições em disco saíram em 2009 e 2014, respectivamente. A escolha dos artistas, feita por convite da comissão organizadora, passou por critérios delineados por esta comissão que, embora de caráter subjetivo, buscaram garantir que se cumprissem os objetivos principais desta iniciativa, obedecendo ao regulamento básico disponível no  sítio www.premiograodemusica.com.br .  A lista inclui junto com Anchieta Dali: Gonzaga Leal; Thamires Tannous; Luís Felipe Gama e Ana Luiza; Antônio Madureira; Giovanna Farias; Mariana Baltar; Anchieta Dali; Vates e Violas; Susie Mathias; Couple Coffee; Makely Ka; Escurinho, Moxuara; Cláudio Lacerda e Ninah Jo. Quatro deles protagonizarão o show que complementará a cerimônia, para a qual não será cobrado ingresso. As atrações serão Thamires Tannous; Luís Felipe Gama e Ana Luiza; Cláudio Lacerda; e Couple Coffee.

Baixe do blogue Quadrada dos Canturis os álbuns abaixo de Anchieta Dali (Cativante, de 2000, e Segundos e Eras, de 2015, não está disponível). O músico pernambucano receberá o 2º PGM a partir das 19 horas na Galeria Olido, cujo endereço é Avenida São João, 473 – Centro, São Paulo – SP

[1996] Terras do Amor
[1998] Frugal – Ao Vivo
[2003] Estradar
[2005] Forró na Cor do Chão
[2008] Canturis da Cor do Chão
[2010] Na Dança da Vida

12279155_497705110390203_5813129908068246198_n


Deixe um comentário

742 – Quinze contemplados recebem estatueta do 2º Prêmio Grão de Música na Galeria Olido (SP); show terá quatro atrações

socorro lira pgm

Socorro Lira, idealizadora do Prêmio Grão de Música, além de cantora e compositora é poetisa. Quatro dias antes da cerimônia na Galeria Olido, ela lançará livro, com direito a show de bolso, na Casa das Rosas (Foto: Marcelino Lima/Arquivo Barulho d’água Música)

Está programada para a noite de 5 de dezembro e transcorrerá na Galeria Olido, em São Paulo, a partir das 18 horas, a cerimônia de entrega do 2º Prêmio Grão de Música (PGM), idealizado pela cantora e compositora Socorro Lira (PB) com o intuito de promover a valorização da música brasileira de todas as regiões do país e, especialmente, dos artistas que a representam, referendando trajetórias e obras artísticas. O PGM teve em novembro de 2014 a primeira edição em Salvador (BA) e será realizado anualmente como celebração à diversidade musical do Brasil, distinguindo os ganhadores com um troféu, fundido em bronze, criado pelo artista plástico Elifas Andreato. Além da estatueta, todos participarão da terceira coletânea Grão de Música, cujo álbum também ficará disponibilizado no site do PGM para audição e download gratuitos. As duas primeiras edições em disco saíram em 2009 e 2014, respectivamente.

Continuar lendo


Deixe um comentário

Inezita Barroso ganha emocionante tributo em histórica noite na Sala São Paulo (SP)

DSC06198

A homenagem a Inezita Barroso, assim retratada no painel principal que decorava a Sala São Paulo, reuniu mais de 50 artistas, além de autoridades e familiares da eterna rainha da música caipira, nascida em um domingo de Carnaval e que se tornou imortal em outro, Dia Internacional da Mulher (Fotos Marcelino Lima)

A Sala São Paulo, um dos mais clássicos espaços da música em Sampa, acolheu na noite de segunda-feira, 8 de junho,  homenagem comovente preparada pela TV Cultura, amigos e familiares a Inezita Barroso, folclorista que encantou o país como cantora, atriz de cinema e apresentadora por 34 anos do programa Viola, Minha Viola. A eterna rainha da música caipira, entre outros merecidos títulos que a eternizam, morreu exatos três meses antes, no Dia Internacional da Mulher, quatro dias depois de chegar aos 90 anos. A emissora já pretendia na ocasião promover o tributo, mas Inezita já se encontrava internada no Hospital Sírio Libanês, conforme lembrou Marcos Mendonça,  presidente da Fundação Cultura, detentora dos direitos da emissora.

O especial Inezita – Quanta Saudade Você Me Traz foi apresentado por Adriana Couto, do programa Metrópolis, e reuniu mais de 50 artistas. A intenção era contemplar as diversas facetas do legado de Inezita Barroso, que nasceu Ignez Magdalena Aranha de Lima em um domingo de Carnaval, na rua Lopes Chaves, logradouro do bairro paulistano Barra Funda no qual morou também o modernista Mário de Andrade. Filha de família tradicional paulistana, passou a infância cercada por influências musicais diversas ao crescer em fazendas, nas quais teve contato com o universo caipira em várias rodas de viola.  

Para assumir a paixão pela viola e pelo violão, entretanto, teve de bater de frente com as tradições que impediam mulheres de tocar outro instrumento que não fosse o recatado piano — restrito ao ambiente familiar ou de grandes salas, a salvo do universo profano e boêmio evocado por ambos. Inezita ainda remou contra a maré escolhendo ser porta-bandeira da e valorizar a música caipira quando o Brasil vivia os anos desenvolvimentistas e dava as costas para o secular modelo agrário, em detrimento da industrialização que modificou o perfil da sociedade nacional de rural para urbana.

 
DSC06232a

Bia Góes, acompanhada por Léa Freire (flauta) e Arismar do Espírito Santo (violão) abriu o tributo com Azulão

DSC06266a

Neymar Dias, Ivan Lins e Rafael Altério relembraram A Bandeira do Divino

DSC06294a

Renato Borgetthi

DSC06297a

Roberto Corrêa, Pereira da Viola, Neymar Dias

 
Inezita, além da carreira musical, formou-se em Biblioteconomia pela Universidade de São Paulo e fez cinema. Como pesquisadora do gênero musical, por conta própria, sua maior identidade, percorreu o Brasil resgatando histórias e canções. Uma destas etapas a fez musa da música folclórica, na década de 1950 e 1960, período no qual ainda precisou atuar como professora de canto e de violão para fazer frente ao ostracismo que a música caipira começou a amargar com a ascensão da bossa nova e da Tropicália. Inezita, entretanto, era daquelas que, antes de tudo,  tem o DNA dos fortes: bancou sua  persistência em gravar a música raiz de todas as regiões brasileiras, sobretudo a do caipira paulista, mas com dedicado olhar, ainda, para os ritmos da dança gaúcha, influenciada pelo amigo Barbosa Lessa, entre outras.

Plateia participativa

Na lista de artistas que a homenagearam na Sala São Paulo (onde a animada plateia parecia se sentir no auditório do Sesc do Bom Retiro, um dos palcos local onde Inezita esteve à frente do Viola, Minha Viola) estiveram Ivan Lins, Renato Teixeira, Renato Borghetti, Rick Sollo, Mococa e Paraíso, Lourenço e Lourival, Irmãs Barbosa, Divino e Donizeti, João Mulato e Douradinho, Léo, Pereira da Viola, Roberto Corrêa, Braz da Viola, Paulo Freire, Neymar Dias, Toninho Ferragutti, Bia Goes, Arismar Espírito Santo, Léa Freire e o CoralUSP, além do regional Viola, Minha Viola, integrado por Joãozinho (violão), Arnaldo Freitas (viola caipira), Leandro Madeira (baixo), Escurinho (percussão). O CoralUSP tinha entre seus membros a cantora Sarah Abreu.

DSC06310a

Paulo Freire, autor da vinheta “eta programa que eu gosto”, que é uma das marcas do Viola, Minha Viola

DSC06318a

Regional Viola, Minha Viola

DSC06345a

Mococa e Paraíso interpretaram O ipê e o prisioneiro

DSC06338aa

O tributo, inteiramente gravado pela emissora, irá ao ar em breve, mas a data ainda não foi divulgada. O repertório reflete a vasta obra de Inezita Barroso, canções que ela considerava prediletas ou clássicos do cancioneiro. Ivan Lins, por exemplo,  interpretou com o parceiro Rafael Altério Bandeira do Divino (Ivan Lins/Vitor Martins), usada como referência por Inezita em suas aulas de violão e canto. Renato Teixeira relembrou De Papo Pro Ar (Joubert de Carvalho/Olegário Mariano), enquanto o cantor Rick  João de Barro (Teddy Vieira/Muybo Cury), um clássico gravado pela musa.  A dupla Mococa e Paraíso fizeram emocionada interpretação de O ipê e o prisioneiro (Liu e Léo) e Roberto Corrêa de Luar do Sertão (Catulo da Paixão Cearense). 

As pesquisas para a produção do espetáculo junto ao acervo de Inezita Barroso permitiram recuperar e digitalizar documentos manuscritos por ela mesma para ajuda a contar sua história. O material, animado com recursos de computação gráfica, foi projetado no telão da Sala São Paulo com a narração da voz da neta de Inezita, Paula Maia, ajudando a dar ainda mais brilho à celebração que enfocou um conteúdo que deverá (assim esperamos) tornar-se indispensável, imperecível e sempre acessível para a compreensão da cultura popular do país, uma das espinhas dorsais da música brasileira, folclórica, de raiz e regional. A estrela de Inezita Barroso está mais cintilante do que nunca.

DSC06380a

Neymar Dias e Toninho Ferraguti

DSC06401a

Léo, da dupla com o irmão Liu


Deixe um comentário

Inezita Barroso recebe homenagens de mais de 50 artistas na Sala São Paulo, e de filha de Mario Zan em São Carlos (SP)

Inezita Fotor

A folclorista Inezita Barroso esteve 34 anos à frente do programa Viola, Minha Viola e por sua contribuição à cultura popular, como rainha da música caipira, vai receber homenagem de mais de 50 artistas em São Paulo (Foto: Cleones Ribeiro-Arquivo-Portal SESCSP-Fotos Públicas)

 

O Barulho d’água Música vai acompanhar nesta segunda-feira, 8, na Sala São Paulo, situada no bairro dos Campos Elíseos, em São Paulo, o tributo a rainha da música caipira e folclorista Inezita Barroso, que morreu em 8 de março, apenas quatro dias após completar 90 anos.  Ivan Lins, Renato Teixeira, Renato Borghetti e o CoralUSP estão entre as mais de 50 atrações confirmadas para o especial Inezita – Quanta Saudade Você Me Traz,  com gravação da TV Cultura, emissora na qual Inezita se destacou como apresentadora do programa Viola Minha Viola, um dos mais admirados do gênero,  do qual esteve à frente por 34 anos, o que faz dele o mais antigo programa de música da TV brasileira. 

Continuar lendo