1449 – Sebastião Tapajós (PA) desencarna em Santarém; violonista deixa carreira consagrada no Brasil e no Exterior

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O Brasil perdeu na noite de sábado, 2 de outubro, um dos seus mais notórios violonistas de todos os tempos, vítima de um infarto agudo do miocárdio, na cidade paraense de Santarém: Sebastião Pena Marcião, nome artístico de Sebastião Tapajós. Tião, como os mais íntimos o chamavam, estava com 78 anos e veio a óbito segundo os médicos Musa Martins e Everaldo Otoni, que tentaram por 40 minutos reanimá-lo, depois de sintomas típicos do ataque do coração. Os médicos atestaram a morte às 19h30.

Formado pelo Conservatório Nacional de Música de Lisboa, Tapajós gravou mais de 60 discos durante a longa e consagrada carreira iniciada aos 10 anos no conjunto de baile Os Mocorongos. O corpo do violonista foi velado no auditório da Casa de Cultura de Santarém e na segunda-feira, 4, deveria, seguir para a Catedral para uma missa de corpo presente antes do sepultamento

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1445- Conheça Felipe Radicetti (RJ), premiado cantor e compositor autor de declaração de amor aos latinos e homenagem a Eduardo Galeano em America

MPB #MúsicaLatinoAmericana #AméricaDoSul #Uruguai #Peru  #CulturaPopular

Neste trabalho, a canção cumpre um papel ora teatral, emprestando dinâmica a diálogos, construindo imagens, ora atuando como crônica do cotidiano; letras e músicas evocam o processo civilizatório sofrido pela colonização e as lutas por libertação; a história recente desses países ainda convalescentes de cruéis ditaduras militares

As tradicionais audições matinais que promovemos aos sábados aqui em São Roque, Interior de São Paulo, onde fica o Solar do Barulho e a redação do Barulho d’água Música, começaram neste dia 25 de setembro com America (assim mesmo, grafado sem o acento), do cantor e compositor carioca Felipe Radicetti, atualmente residente em Francisco Beltrão (PR). Lançado em 2015, America, 13º álbum autoral de Radicetti, é dedicado ao escritor e jornalista uruguaio Eduardo Galeano e uma declaração de amor à América do Sul e ao seu povo. O ciclo de 13 canções, das quais 11 inéditas no ato da gravação, busca traduzir em poesia e música os laços identitários que nos unem como latino-americanos, num processo de reconhecimento mútuo entre assemelhados na luta e na construção da cidadania sempre em curso na América Latina.

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1423 -San Oliver (AM) lança Minha Pequena, single que inaugura a Anonimato Records

Com Eliane Verbena, Verbena Assessoria

O manaura San Oliver cresceu curtindo John Mayer, Ed Sheeran, Jack Johnson, Maroon 5,  James Taylor, Eric Clapton e The Beatles e após perder o pai, aos 15 anos de idade, passou a se dedicar à música. Apresentando-se com o modo clássico violão e voz, cantou em igrejas e em bares. Hoje, aos 28 anos e residindo na cidade de São Paulo, Oliver comemorará nesta sexta-feira, 13, o lançamento digital pelo selo Anonimato da canção autoral Minha Pequena, produzida por Rafael Prego e a primeira das seis faixas que estarão em Mais um Pouco, em fase de preparação.

A Anonimato Records, responsável pelo single de Oliver, atuará já a partir do lançamento de Minha Pequena como  braço comercial do Estúdio Anonimato, que soma mais de 30 anos de história na indústria fonográfica brasileira.  Atualmente, além de Freddy Zular, diretor artístico e um dos fundadores do Estúdio Anonimato, a equipe de comando conta com Daniel Dhemes (diretor geral) e Adriano Costa (gerente de projetos). O selo chegará afinado com o momento atual da indústria da música e oferecerá ampla proposta de serviço para atender a todos os estilos para conseguir se projetar além dos lançamentos musicais.  

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1408 –  Em oito apresentações virtuais, Festival Malungo homenageia cultura negra*

#FestivalMalungo #MPB # #Samba #Jongo #Capoeira #SambaDeRoda #SambaRock #Choro #Afro #BatuqueDeUmbigada #SambaDeBumbo #PartidoAlto #CulturaAfro #CulturaNegra

*Com Eliane Verbena

Entre 5 e 12 de julho será transmitido pelo canal da Pôr do Som/pordosomcultural o inédito Festival Malungo, sempre a partir das 21 horas, com acesso gratuito. O festival oferecerá uma mostra com oito apresentações de até 60 minutos de artistas com força e representatividade para reverenciarem a diversidade da música popular brasileira, todos autores de trabalhos que ressaltam nossa matriz africana em estilos como samba, jongo, capoeira, samba de roda, samba-rock, choro, afro, batuque de umbigada, samba de bumbo e partido-alto. As atrações porão em cena espetáculos gravados em vídeo no Estúdio 185 Apodi, situado na cidade de São Paulo.

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1403 – Carlinhos Ferreira (MG) lança Fragmentos e Trilhas, álbum concebido em retiro espiritual no Caparaó capixaba

#MúsicaInstrumental #MúsicaBrasileira #CulturaPopular #Caparaó #ParqueNacionaldoCaparaó 

Disco que sai pela Quae Música é o quarto da carreira do compositor e percussionista e foi produzido durante seu recolhimento em uma das regiões mais marcantes do Brasil, entre o ES e MG 

O percussionista e compositor mineiro Carlinhos Ferreira acaba de disponibilizar neste domingo, 20, em todas as plataformas digitais, Fragmentos e Trilhas, seu quarto álbum de carreira e o segundo solo, pela Quae Música. As nove faixas, todas instrumentais, foram geradas aproveitando os rigores da pandemia da Covid-19 durante retiro espiritual e artístico de cinco meses do músico na porção capixaba da Serra do Caparaó — uma extensão da Mata Atlântica cercada por belezas naturais e que abriga o Parque Nacional do Caparaó, área que se tornou famosa no final da década dos anos 1960 por concentrar atividades de um dos primeiros grupos guerrilheiros de enfrentamento ao nefasto regime militar que se manteve no país até 1985. A utilização nos arranjos de diversos instrumentos musicais presentes no Brasil e em outros países (de cordas, de sopro e de percussão, alguns artesanais, por exemplo) que buscaram captar esta atmosfera mágica, de resistência e de transcendência resultou em um álbum definido pela cantora, escritora e compositora Consuelo Maryákoré de Paula como um “grito de vida”, um trabalho em tempos de isolamento e de pandemia “pra se ouvir com urgência”.

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1399 – João Paulo Amaral (SP) comemora 20 anos de carreira com álbum que une sonoridade contemporânea às raízes*

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Aço da Terra já está disponível nas principais plataformas digitais com faixas que unem sonoridade contemporânea e inventiva sem abrir mão das raízes tradicionais

*Com Rafael Bittencourt, Tempo D Comunicação e Cultura

Como forma de celebrar seus 20 anos de carreira dedicados à viola caipira e na busca por ampliar seus horizontes sonoros, o músico e compositor João Paulo Amaral, que mora em Campinas (SP), lança hoje, 4 de junho, nas principais plataformas digitais, Aço da Terra. O álbum sintetiza a proposta de buscar uma sonoridade contemporânea e inventiva (Aço), mas sem abrir mão das raízes tradicionais (Terra). O projeto foi financiado com recursos do ProAC Edital (SP) e conta com participação de Alberto Luccas (contrabaixo), Ana Luiza (voz), Cleber Almeida (bateria), Ricardo Herz (violino) e Valdo Amaral, pai de João Paulo, que tem 82 anos. Aço da Terra traz em seu repertório composições instrumentais do violeiro e seus arranjos para canções como Clube da Esquina no 2 (Milton Nascimento, Lô e Márcio Borges) e Cuitelinho (Domínio Público).

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1394 – Pedro Rhuas (CE/RN) lança Desastre, nova música da trilha sonora do seu primeiro livro

Letra mergulha em jornada pelo amor próprio e é uma das que embalarão o romance “Enquanto eu não te encontro”

O cantor e escritor Pedro Rhuas disponibilizou a partir da sexta-feira, 14, com apoio da Frika Records seu novo trabalho musical, a canção Desastre, single promocional da trilha sonora do livro Enquanto eu não te encontro, romance do autor que será nacionalmente publicado em 5 de julho pela Editora Seguinte. A faixa já está nas plataformas digitais, acessível pelo linque ao final desta atualização. Desastre é a música tema do protagonista do livro, Lucas, e sintetiza a jornada dele em busca do amor-próprio, um processo que leitores podem acompanhar ao longo das páginas. De acordo com Rhuas, esse é um dos seus favoritos singles já lançados “porque traz todas as referências que me acompanharam ao longo da adolescência“.

A produção musical é de DogMan e a executiva do próprio cantor. Flertando com o pop dos anos 2010 e o rock-pop, Desastre apresenta um som divertido e otimista sobre autoconhecimento e a necessidade de alimentar a autoestima e o amar a si próprio. O universo musical do livro Enquanto eu não te encontro, ambientado em Natal, cidade capital do Rio Grande do Norte, tem sido um dos motes de divulgação da obra de Rhuas e configura um movimento pioneiro no mercado editorial do Brasil. O romance chegou aos 20 mais vendidos na lista geral de um portal gigante em vendas e esgotou a pré-venda com brindes em menos de cinco dias, consagrando-se já como um dos maiores sucessos da literatura jovem em 2021. 

A iniciativa inédita de produção de uma trilha sonora original para divulgar um trabalho literário parte de uma mentalidade engajada com conteúdos multimídia. “Um dos objetivos do projeto é que os grandes filmes sempre fizeram bem: criar uma soundtrack que acompanhe o leitor e expanda o produto base através da música. Todas as faixas foram escritas unicamente por mim e mostram um trabalho cuidadoso na junção de referências e experiências de vida, explicou Rhuas.  

O álbum da trilha sonora, previsto para setembro, começará a ser aquecido a partir de 14 de maio com o lançamento de Desastre. Com muitas influências do pop produzido por Katy Perry e Taylor Swift no início dos anos 2010, a faixa é uma das três canções que chegarão ao público durante a pré-venda de Enquanto eu não te encontro. A primeira, divulgada a partir de março de 2020, foi tema da atualização 1290 deste blogue e poderá ser visitada pelo linque https://barulhodeagua.com/2020/03/20/1290-pedro-rhuas-ce-rn-lanca-musica-para-divulgar-com-lancamento-conjunto-do-seu-primeiro-livro/

Trabalho voluntário

Sobre Pedro Rhuas há um perfil disponível na plataforma canal de streaming Palco, no qual há clipes e que traz a informação de que ele é filho de palhaço poeta e bailarina professora. Nascido em Icapuí, pequena cidade no litoral do Ceará, cresceu envolto em arte e mar e morou em mais de 12 cidades, conheceu o Nordeste com o teatro de rua, apaixonou-se por literatura, escrita e, mais tarde, composição.

Sempre em metamorfose, assinou como blogueiro literário, atuou como e DJ e até drag queen. Em 2018, cursando Jornalismo na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), ganhou uma bolsa de estudos que o levou a morar por um ano em Portugal. Depois da experiência, decidiu fazer trabalhos voluntários em Marrocos e em Espanha. Foi na terra das 1.001 noites onde pôde dar os primeiros passos rumo ao sonho da música. No alto de uma montanha na cidade azul de Chefchaouen, conheceu, ao acaso, o produtor do que viria a ser seu primeiro experimento musical, a canção Cilada, em colaboração com três rappers marroquinos! De volta ao Brasil, prepara o seu primeiro álbum de estúdio.

Os livros sempre foram o meu refúgio. E me sonhar escritor, desde que me lembro meu maior sonho”, escreveu recentemente  Pedro Rhuas no perfil que mantém no Facebook. “É a minha estreia na literatura e o faço com uma obra que muito diz sobre mim e sobre o que eu luto enquanto sujeito-políticoEnquanto eu não te encontro é um romance LGBTQIA+ ambientado em Natal; uma narrativa engraçada, cheia de representatividade e nordestina em essência, que conta as aventuras de um seridoense gay que vai estudar na capital e se descobre buscando entender a complexidade de sua identidade”, prosseguiu. “Eu nem sei explicar quão emocionado estou e só posso pedir o apoio de vocês pra divulgar essa história, de modo a fazê-la voar como merece!”

Clique no linque abaixo para ouvir Desastre

https://youtu.be/sVGc53DS0Ck

Leia mais sobre músicos do Rio Grande do Norte ou conteúdos a eles relacionados visitando o linque abaixo.

Música no RN 

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1389 – Picuá Produções reúne em Violas de Minas três dos mais importantes violeiros do Brasil

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Neste domingo, 9 de maio, a Picuá Produções promoverá por meio do canal cujo linque estará ao final desta atualização Violas de Minas, uma produção realizada com recursos do Fundo Estadual de Cultura do Estado de MG (projeto nº 2019.1904.0067) que celebrará o encontro de Chico Lobo, Pereira da Viola e Wilson Dias e revelará mais uma vez a amigos do trio e público em geral a riqueza e a diversidade da viola caipira do estado de Minas Gerais. Os protagonistas, juntos, desfilarão a partir das 11 horas cantigas, todas de seus repertórios, que nos fazem viajar pelas folias, batuques, modas, cateretês, catiras e toadas.

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1387 – Já está disponível nas plataformas virtuais o álbum Viola Paulista II, com as 20 canções

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As tradicionais audições matinais aos sábados aqui no Solar do Barulho, onde fica o boteco do Barulho d’água em São Roque, Interior de São Paulo, começaram neste dia 1 de maio com Viola Paulista II, agora disponibilizado na integra desde meados de março nas plataformas virtuais do selo Sesc Digital com os cinco epês que formam a coletânea, totalizando 20 canções. O mapeamento do instrumento no estado bandeirante, portanto, agora está completo e mereceu, inclusive, o programa levado ar em 15 de abril no Revoredo, da USF FM, com apresentação do maestro José Gustavo Julião Camargo e cujo linque para ser ouvido e baixado estará ao final desta atualização.

O projeto Viola Paulista tem a curadoria do violeiro, compositor, professor universitário e pesquisador Ivan Vilela, que convidou inclusive violeiras tais quais Adriana Farias e Juliana Andrade, representantes de um crescente protagonismo feminino no mundo da viola.  

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1378 – Single “Clube da Esquina nº 2” abre alas para a chegada de novo álbum de João Paulo Amaral

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Aço da Terra está em produção e trará 11 faixas com músicas inéditas do cantor e compositor que dirige uma orquestra filarmônica, levou a viola caipira para a universidade e é unanimidade no meio, mas se destaca, também, pela capacidade de levar o instrumento para além das porteiras da roça  

jornaslistas antifascistasO cantor e compositor paulista João Paulo Amaral, um dos integrantes do trio Conversa Ribeira, diretor da conceituada Orquestra Filarmônica de Violas, de Campinas (SP), e um dos mais respeitados violeiros do país na atualidade, interrompeu um hiato de dez anos sem gravar álbuns autorais e está anunciando para amigos e fãs Aço da Terra, seu novo álbum de carreiro solo, já em preparação para ser lançado. Quando se fala em João Paulo Amaral no universo caipira, um dos primeiros a levar para a universidade o estudo do gênero em âmbito acadêmico, desenvolvendo para a Universidade de Campinas (Unicamp) pesquisa de Mestrado sobre o ícone Tião Carreiro, todos tiram o chapéu. Os aplausos costumam ser longos, e veremos a seguir, merecidos.

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