1068 – Duo Jobiniando e Paulo Serau homenageiam Gonzagão e Dominguinhos no MCB (SP)

Mês que será marcado por festas juninas pelo país inteiro começa em São Paulo com homenagem a dois expoentes dos ritmos nordestinos e ases da sanfona, de graça, em agradável espaço de entretenimento e convívio familiar

Marcelino Lima, com assessoria de imprensa do MCB

Em homenagem a Luiz Gonzaga (1912-1989) e Dominguinhos (1941-2013), dois ícones da cultura nacional, neste mês em que pipocarão festas juninas em várias cidades do país, o Museu da Casa Brasileira (MCB), instituição da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, convidou o  Duo Jobiniando e Paulo Serau para uma apresentação programada para domingo, 3 de junho, com entrada gratuita, a partir das 11 horas.  Sucessos como Asa branca, Baião, Lamento Sertanejo e Eu só quero um xodó estão no repertório da dupla, formada por Hilda Maria (cantora e compositora) e por Luciano Ruas (pianista), e do convidado Paulo Serau (violonista, arranjador e produtor musical). Luiz Gonzaga foi um dos mais importantes músicos brasileiros e ficou conhecido mundo afora como Rei do Baião. Pernambucano nascido em Exu ganhou o apelido por espalhar o baião, o xote e o xaxado ao quatro cantos do globo. Em 1948, o Velho Lua Gonzaga descobriu o talento do cantor, sanfoneiro e compositor, também pernambucano, de Garanhuns, Dominguinhos (1941-2013), que logo apadrinhou.

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1019 – Com mais de 40 anos, A Tábua de Esmeralda ainda é a joia da coroa de Jorge Ben (Jor) e um dos melhores discos do país*

*Com Matheus Pimentel, do blogue Sala 33, e Vinícius Castro, do blogue Fita Bruta

O Barulho d’água Música retoma a série Clássico do Mês que, nesta edição, a terceira desde dezembro do ano passado, será dedicada à A Tabua de Esmeralda, considerado até hoje a joia da coroa do carioquíssimo à época do lançamento ainda Jorge Ben, passados mais de quatro décadas da gravação, em 1974. A Tábua de Esmeralda, de acordo com Matheus Pimentel, do blogue Sala 33, é um dos discos mais impressionantes e originais de que a música brasileira já teve notícia. Pimentel destaca em artigo publicado em novembro de 2014 que a estranheza e o encanto começavam logo no título [do álbum] e crava, que, para muitos, o cantor e compositor atingiu seu ápice com esse vinil, classificado como o sexto melhor na famosa lista da revista Rolling Stones Brasil Os 100 maiores discos da música brasileira.

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783 – Maria Alcina transforma Sesc do Campo Limpo (SP) em arraial durante show Asa Branca, em homenagem a Gonzagão

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O Barulho d’água Música acompanhou no começo da noite de domingo, 3, a memorável apresentação que Maria Alcina (MG) protagonizou na unidade Campo Limpo do Sesc de São Paulo em tributo a Luiz Gonzaga.

Ícone da música nacional e conhecida tanto pelo timbre de voz, quanto pela irreverência, Maria Alcina botou a plateia para dançar do começo ao fim do show durante o qual interpretou de forma brilhante mais de 20 sucessos do Rei do Baião.

Maria Alcina surgiu do camarim apresentando Asa Branca e a caminho do palco a cantou como se orasse, parando para saudar o público e receber o carinho de vários admiradores. Ao encontrar uma senhora que estava no auditório, oriunda de Exu (PE), terra natal do homenageado, Maria Alcina “quebrou o protocolo” e deu um longo e fraterno abraço na conterrânea dele. Naqueles instantes, o hino de Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira que batiza o espetáculo era acompanhamento apenas  pelo acordeonista Olívio Filho — um maestro estudioso da obra gonzaguiana e que também já tocou com Antônio Nóbrega e fez parte da banda de forró Bicho de Pé. Foi de arrepiar!

Além de Olívio Filho, ajudaram a transformar o Sesc em um inflamado arraial de forró e de outros ritmos presentes no repertório de Luiz Gonzaga os músicos Wander Prata (bateria), e Leandro Brenner (violão). Ao final, depois de cantar Bacurinha, atendendo pedidos do público, ela recordou Fio Maravilha (Jorge Ben Jor) com a qual começou a se projetar nacionalmente e conquistou Menção Honrosa do Júri Popular, mais o troféu Galo de Ouro em a interpretando na última edição do Festival Internacional da Canção, promovido em 1972, no ginásio Maracanãzinho, na cidade do Rio de Janeiro (RJ)

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Deo Miranda, Mauri Noronha e Fernando Guimarães dividem palco em Suzano em evento do Festival do Alto Tietê (SP)

Os músicos Déo Miranda (SE), Mauri Noronha (PE) e Fernando Guimarães (MG) foram atrações do projeto Cantoria de Todos os Cantos, atividade do 3º Festival de Arte Popular do Alto Tietê, e fizeram marcantes apresentações na noite de sábado, 2 de maio, no Teatro Contadores de Mentira, situado em Suzano (SP). Deo Miranda, sergipano residente em Mogi das Cruzes e produtor do Festival, fez a abertura dos shows cantando ao violão músicas de sua autoria, como Navio Negreiro, e homenageou Elomar Figueira de Melo com Puluxia das Sete Portas.

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