1302 – Festival Nova Viola Instrumental, totalmente virtual, reúne expoentes que executam o instrumento com abordagens que vão além do universo caipira

Fernando Sodré e Letícia Leal, organizadores do evento, pretendem congregar esforços teórico-metodológicos e experiências dos profissionais que trabalham com a viola instrumental da atualidade., reunindo uma geração  que têm trabalhos inovadores e conceituais; conteúdo ficará disponível  um ano para assinantes que se inscreverem 

#FiqueemCasa #MáscaraSalva #ForaBolsonaro

Em tempos de pandemia do coronavírus nos quais a quarentena para tentar conter a expansão da Covid-19 impõe o isolamento domiciliar e o distanciamento social em todo o mundo, as apresentações virtuais de cantores e músicos para seus públicos se tornaram frequente e, nesta onda, também resolveram surfar os violeiros mineiros Fernando Sodré e Letícia Leal. Entre os dias 15 e 17 de maio, eles estarão à frente do Festival A Nova Viola Brasileira Instrumental, que oferecerá em transmissões pela internet onze workshops, palestras, nove concertos e uma mesa redonda de debate com nomes renomados, entre os quais a francesa Fabienne Magnant, além da participação de um consagrado luthier e um técnico de áudio, ambos especialistas na atuação deste instrumento. Para ter acesso aos conteúdos pelo telefone celular, pelo computador ou pela televisão será necessário fazer inscrição prévia que liberará os sinais para a tela, cuja taxa está cotada em R$ 200, valor que poderá ser dividido em até doze vezes. Quem assinar poderá rever as atrações por até um ano visitando a plataforma que hospedará o evento. O endereço eletrônico para mais informações e providenciar a inscrição é https://www.novaviolabrasileira.com.br/

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1265 – Chico Almeida (MG) lança álbum na Galeria Olido, em Sampa, com entrada na faixa!

Trazendo influências da música sertaneja raiz, MPB, rock, folk e jazz em arranjos para viola, o Chico Almeida divulga seu primeiro álbum, que tem participação de Fernando Sodré, Chico Lobo, Pedro Lucca, Esdras Neném e Gabriel Grossi

O cantor e compositor Chico Almeida estará na cidade de São Paulo nesta quarta-feira, 4, como atração do Teatro do Centro Cultural Olido para lançamento do álbum que leva seu nome, Chico Almeida, a partir das 20 horas, com entrada franca. Almeida é natural de Andrelândia, encravada no Sul de Minas Gerais, e nasceu em uma família de tradição musical. Ainda criança, conheceu os encantos da viola caipira com a Folia de Reis e se apaixonou pela sua sonoridade. Já na adolescência, surgiu a influência do rock, mas o encanto com as dez cordas o levou à graduação em Música pela Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop) a partir de 2009, curso no qual se dedicou a estudar a linguagem do instrumento, fazendo releituras de outros ritmos e gêneros da música popular. Em 2010 e em 2011, foi premiado no Festival de Viola de Piacatuba (MG) e também já recebeu os Prêmios BMDG Jovem Instrumentista(2012) e Prêmio Música Independente (2013).

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1227 – Grazi Nervegna recebe convidados para lançamento do disco de estreia, na Unibes Cultural (SP)

Anambé’, nome do álbum, é palavra de origem tupi-guarani que significa “aqueles que caminham em parceria e permanecem unidos” e será apresentado com as presenças de Consuelo de Paula, Katya Teixeira, João Arruda, Carlinhos Ferreira, Francisco Prandi e Grupo EntreLatinos

Em 31 de agosto, sábado, a cantora e compositora Grazi Nervegna realizará no palco da Unibes Cultural concerto de lançamento de seu primeiro disco, intitulado Anambé, em cantoria que deverá transcorrer entres 20 e 22 horas e que contará com as participações de Consuelo de Paula, Katya Teixeira, do grupo EntreLatinos e dos músicos João Arruda, Francisco Prandi e Carlinhos Ferreira. Um marco na carreira de Nervegna, Anambé é palavra de origem tupi-guarani que significa “aqueles que caminham em parceria e permanecem unidos” e foi gravado após campanha de financiamento coletivo. “É um voo que a voz de Grazi Nervegna faz ao som da viola e das flautas feitas com tubos rústicos. Um voo ora rasante e rascante, ora amplo e lírico”, afirmou Consuelo de Paula, que também é diretora artística do disco gravado no estúdio VentaMoinho, de João Arruda, em Campinas.

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1086 – Brasil dá adeus a Amaraí, eternizado por “Saudade de Minha Terra”

Voz que gravou uma das joias do nosso cancioneiro foi parceiro de Belmonte, com quem legou à cultura caipira mais de 20 sucessos de todos os tempos
Marcelino Lima

O corpo de Domingos Sabino da Cunha, o Amaraí, foi sepultado no domingo, 22, em Alfenas, cidade mineira na qual também descansa Índio Cachoeira, que morreu em abril. Amaraí não resistiu a um infarto sofrido na véspera e deixou quatro filhos, entre os quais Francis Júnior, cantor que aparece no vídeo abaixo, compositor, músico, produtor e intérprete atual do antigo parceiro mais afamado do pai, Belmonte — que se chamava Pascoal Zanetti Todarelli e partiu tragicamente bem antes do combinado em 1972, vítima de um acidente automobilístico no interior paulista, prestes a completar 35 anos. Ao lado de Belmonte, Amaraí ganhou fama como um dos intérpretes da canção Saudade da Minha Terra, considerada o hino do meio caipira.

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1033 – Em Beagá (MG), segunda rodada do projeto Viola de Feira terá Bilora e Letícia Leal

Picuá Produções Artísticas, estabelecida em Belo Horizonte (MG), promoverá em 25 de março a segunda rodada do projeto Viola de Feira, por meio do qual pretende fomentar e difundir a música de viola caipira oferecendo concertos mensais que transcorrerão no Centro Cultural Padre Eustáquio, abertos por Chico Lobo e Jéssica Soares em 25 de fevereiro. Durante as apresentações, ponteado por dois ases do estado, o instrumento de dez cordas será a maior atração. Em 25 de março, a partir das 11 horas, a honra de tocá-lo caberá a Bilora Violeiro e Letícia Leal. O local escolhido é estratégico, pois atende a toda a região Noroeste da Capital mineira; anexa ao Centro Cultural é promovida a Feira Coberta — tradicional evento e ponto de encontro de belo-horizontinos que, portanto, constituem ótima oportunidade para feirenses e público em compras entrar em contato com a verdadeira cultura de raiz.

O Viola de Feira contará com recursos da Lei de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte, por meio da Fundação Municipal de Cultura (projeto 288/2015), com patrocínio do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG) e Impacto Conservação e Limpeza Limitada, conforme os termos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura. Sempre no último domingo de cada mês, um violeiro receberá um convidado, de forma que se possa estabelecer entre ambos e a plateia vínculos culturais, estabelecendo, ainda, diálogos com a música brasileira. 

Para que a arte de pintar também faça parte do Viola de Feira, o cenário dos espetáculos será pintado pela artista plástica Marina Jardim durante a primeira edição do projeto. No local haverá mostra de produtos orgânicos do Armazém do Campo, espaço de comercialização permanente de produtos da Reforma Agrária, vinculado ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST),  fruto da arte de se trabalhar a terra. O projeto, portanto, possibilita um leque de opções, de encontros e trocas culturais, jogando um facho de luz sobre a cultura brasileira.

Campeão de festivais

Bilora nasceu em Santa Helena de Minas, cidade situada no Vale do Mucuri, pertinho da divisa com o Sul da Bahia e do Vale do Jequitinhonha. Naquela região teve estreito contato com manifestações da  cultura popular como folias, batuques, cantigas de roda, contradanças, festas juninas e cordéis, experiências que ajudaram a moldar seu perfil artístico. Atualmente, Bilora reside em Contagem, uma das mais importantes cidades das Minas Gerais                                                 

Formado em Letras, atuou por uma década como professor de Língua Portuguesa e de Literatura Brasileira. Por outros três anos, foi instrutor de Oficina de Música no interior  do Estado. É um dos compositores mais premiados em festivais da canção promovidos em municípios de Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Bahia, Goiás, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e Goiás: em sua estante de troféus conta-se mais de 140 peças. Entre os mais destacados, aponta o Canta Minas/95, no qual faturou com três prêmios oferecidos pela Rede Globo Minas, organizadora do certame. Bilora também venceu as duas edições do festival Canto das Águas de Três Marias/MG — em 2008 e em 2010 — e a edição 2005 do concorrido Fampop, promovido anualmente em Avaré (SP). Com  a música Tempo das Águas ficou em terceiro lugar no Festival da Música Brasileira de 2000, organizado pela Rede Globo. Em 2014 faturou o Festival de MPB de Ilha Solteira (SP), três anos depois de ser um dos selecionados pelo Projeto Música Minas Intercâmbio Internacional para shows em Buenos Aires, capital da Argentina.

 

A discografia de Bilora é formada pelos álbuns De Viola e Coração; Tempo das Águas; Nas Entrelinhas; e Balanciô— este mais recente com composições dedicadas à região natal e com participações da comunidade de onde nasceu, do filho Djavan Carvalho (Djah) e de índios Maxakali. O disco recebeu o Prêmio Rozini de Excelência da Viola Caipira como melhor de viola em 2013.                                                                          

Músicas de Bilora foram gravadas por variados músicos, grupos, corais e orquestras do país e algumas de suas composições enriquecem dezenas de álbuns coletivos. É um dos cinco ases do projeto VivaViola – Sessenta Cordas em Movimento, que é dos mais aclamados pela crítica e pelo público mineiros formado por ele, Wilson Dias, Gustavo Guimarães, Pereira da Viola e Joaci Ornelas. Quem segue o projeto Causos e Violas das Gerais do SESC/MG,  que percorre o Interior do estado de Minas Gerais, também conhece o valor do trabalho de Bilora, compositor que preza pelo valor poético de suas letras juntando-as ao universo da cultura popular e da viola caipira.

Versatilidade

A cantora, compositora e instrumentista Letícia Leal revela quando toca a viola como é possível inserir com majestade no cenário atual da música brasileira um instrumento que muitos podem considerar antigo. Do sertão à cidade, do clássico ao contemporâneo, com Letícia Leal a viola de 10 cordas transforma-se em meio no qual tantas vertentes do nosso Brasil se sobressaem: à música de raiz, ela acrescenta jazz, blues, folk, choro e música afro. 

 

Natural de Teófilo Otoni,  quem a vê pela primeira vez expressando tanto talento, versatilidade e destreza talvez desconheça que está diante de uma música que começou a tocar há menos de dez anos, conforme revelou a jornalista Thais Oliveira, na edição eletrônica de 22 de outubro de 2016 do jornal Hoje em Dia, de Belo Horizonte. Letícia está preparando o primeiro álbum autoral, mas sem deixar de se dedicar à disseminação da cultura popular  — missão que abraçou em 2010. Entre os prêmios que já levou para casa constam o terceiro lugar do concurso de Melhor Violeiro realizado pela TV Globo Minas em 2012, dentre 815 inscritos. Brasil à fora, já se apresentou e subiu ao palco com expressivos nomes da música do Estado como Dona Jandira, Pereira da Viola, Fernando Sodré e Celso Adolfo. É integrante da Diretoria do Instituto Viva Viola, da Associação Nacional dos Violeiros do Brasil, coordenadora em Belo Horizonte e artista integrante do Dandô – Circuito de Música Dércio Marques, que em 2014 recebeu o Prêmio Brasil Criativo, do Ministério da Cultura.

852 – Conheça toques do violeiro Rodrigo Delage (MG) ligados à alma do sertão e às tradições populares em BH, neste dia 14

O cantor  e compositor Rodrigo Delage (MG) será atração nesta quinta-feira, 14 de abril, de mais uma rodada do projeto Canto & Viola, que mensalmente é promovido em Belo Horizonte por Luiz Tropia e Tadeu Martins com sessões no Cine Theatro Brasil. Rodrigo Delage estará acompanhado por  Ricardo Cheib (percussão) a partir das 20h30 para apresentar músicas dos quatro álbuns da discografia que inclui o mais recente, Périplo-Viola Caipira, com 10 faixas entre as quais há uma homenagem ao poeta mato-grossense Manoel de Barros (Tratado Geral das grandezas do ínfimo), uma releitura de Correnteza (clássico de Tom Jobim e de Luiz Bonfá) e Al otro lado del río, do uruguiao Jorge Drexler, que está na trilha sonora de Diário de motocicleta (2004), de Walter Salles, e que deu Drexler o Oscar de canção original, em 2005.  Há ainda, parcerias com João Evangelista Rodrigues, Mourão Martinez,  Rafa Duarte, além de algumas adaptações de domínio público, como Pianê, pianá, e Voltado, com participações especiais de Fernando Sodré e João AraújoA única instrumental, Carinhanha, é parte da trilha sonora do documentário Carinhanha: Um Rio do Grande Sertão, de Dêniston Diamantino.

Os rios, por sinal, têm grande importância e influenciam diretamente a obra de Delage, que é de Belo Horizonte e além de músico, exerce o ofício de advogado defensor público. Rodrigo Delage viveu durante a infância em cidades do Norte do Estado, entre as quais destaca Pirapora, experiência que permitiu conhecer e até hoje seguir viajando pelo São Francisco, Rio das Velhas e Urucuia e recentemente o levou a estrelar um dos programas especiais do Globo Rural, levado ao ar, em 20 de março, sobre o Velho Chico. Neste ambiente cercado de mística e de personagens, reais e fantásticos, Delage encontra fontes das quais recolhe toques de viola ligados à alma do sertão, ao mato, às vidas que correm e habitam nas águas, às tradições populares.

A exemplo do escritor João Guimarães Rosa, Delage também se maravilha naquelas paragens e conta-nos que nestas navegações “ouve causos, grava paisagens, escuta e observa bichos”. Depois traz tudo isso para o universo da viola caipira, instrumento que passou a acompanhá-lo e com o qual se afinou depois de um breve ensaio com o violão. Em um dos seus álbuns, Imaginário roseano, este em parceria com João Araújo e Geraldo Vianna produzido como  tributo ao centenário de nascimento de Guimarães Rosa, com participações de Rolando Boldrin, Téo Azevedo e Paulo Freire, três outros mestres do gênero. O disco de estreia, Viola Caipira Instrumental (2003), conta com Pena Branca e Chico Lobo. Para os especialistas e amantes da viola, começou ali a ascensão de Rodrigo Delage ao seleto grupo dos ases, condição que reiterou na sequência, com requinte e apuro, ao gravar Águas de uma saudade.

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Rodrigo Delage, acompanhando João Araújo (de branco) e Daniel Franciscão (ao centro), durante a gravação do DVD da Orquestra de Violeiros Terra da Uva (Foto: Arquivo Barulho d’água Música/Marcelino Lima)

“Desde o lançamento de Imaginário roseano, dediquei-me à composição de canções para este novo disco [Périplo-Viola Caipira]; foi um tempo necessário para minha inspiração”, observou. “O trabalho primou pelo capricho, seja na criação das músicas, na discussão das letras com os parceiros ou na montagem e execução dos arranjos, busquei dar todo o tempo à minha capacidade criativa”, disse em entrevista ao blogue Uai!. Delage pensava desde o início em um álbum “elegante”, com arranjos contemporâneos para suas canções e para a música de viola que assina. “Aproveite-me da sofisticação melódica e harmônica de algumas composições”, contou Delage ao blogueiro mineiro Carlos Herculano Lopes. Ele ainda fez observação digna de nota e que traz à cena, além do parceiro Fernando Sodré, outro conterrâneo e violeiro, Fabrício Conde. De acordo com ele, “a viola, em Minas, já não é mais ‘novidade’ como era há 15 ou 20 anos. Entendo, no entanto, que a atual criação em torno dela é de uma riqueza impressionante. Passamos por um momento em que reafirmamos a possibilidade de que a viola toque e esteja inserida em qualquer estilo ou vertente musical.’’

Em agosto de 2015 Rodrigo Delage gravou em Jundiaí (SP), ao lado de João Araújo, participação no novo DVD da Orquestra de Violeiros Terra da Uva, atendendo ao convite do regente, violeiro e professor Daniel Franciscão. O álbum deverá ser lançado ainda neste ano.

O Cine Teatro Brasil fica no coração de Belo Horizonte, ao lado da Praça Sete de Setembro, na esquina das avenidas Amazonas e Afonso Pena. Para mais informações e reserva de ingressos há os números de telefones (31) 3201.5211 ou (31) 3243.1964

 

Canto & Viola apresenta Guilherme Faria, violeiro autodidata e autor de Principiar

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O violeiro Guilherme Faria será a segunda atração do projeto Canto & Viola, aberto em abril com a apresentação do conterrâneo Wilson Dias (Olhos d’água/MG). Natural de Beagá, Guilherme Faria é apaixonado pela música desde garoto e, autodidata, começou a estudar viola caipira aos 21 anos seguindo como mestres Fernando Sodré, Júlio Marques, Taquinho Costa e Renato Caetano. Autor do álbum Principiar, ocupará o palco do Cine Teatro Brasil Vallourec para um show de 90 minutos a partir das 19h30 desta quinta-feira, 27 de maio.

Canto & Viola é criado e coordenado pelos produtores culturais Luiz Trópia e Tadeu Martins e neste ano terá ainda cantorias até dezembro, sempre um vez  cada mês e no Cine Teatro Brasil , situado na rua dos Carijós, 258, Praça Sete, em Belo Horizonte.

Programação de 2015

24 de junho – Rubinho do Vale ||29 de julho – Jefferson Cária & Ronaldo || 26 de agosto – Ivan Vilela || 30 de setembro – Paulo Mourão ||14 de outubro – Pereira da Viola ||25 de novembro – Bilora Violeiro|| 16 de dezembro – Chico Lobo

Garoto Conrtrabaixo

Rodrigo Delage lança “Périplo”, terceiro álbum da carreira que dialoga com o sertão e ás águas do universo roseano

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Périplo – Viola Caipira, é o terceiro disco do mineiro de BH Rodrigo Delage, em cujo obra ecoa as águas de rios como o São Francisco, os causos, as lendas e os bichos do sertão tanto místico, quanto real, inspirador de Guimarães Rosa (Fotos: Reproduções do álbum)

O Barulho d’água Música recebeu um exemplar de Périplo-Viola Caipira, terceiro disco autoral do músico Rodrigo Delage (MG). Mais uma preciosidade para a coleção do blog, o álbum foi uma colaboração do cantador Cláudio Lacerda, um dos vários parceiros de composição e de cantoria de Rodrigo Delage.

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Rodrigo Zanc leva a Jaboticabal músicas dos discos “Pendenga” e “Fruto da Lida”, mais clássicos da música brasileira moderna e de raiz

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Rodrigo Zanc transita em sua obra entre a música caipira, com composições próprias ou interpretando clássicos, à sonoridade dos autores mineiros como Ivan Lins, além de Almir Sater e Renato Teixeira (Foto: Marcelino Lima)

Jaboticabal, conhecida como “Cidade das Rosas”, é a próxima cidade na qual o cantor e compositor Rodrigo Zanc vai se apresentar, levando ao público um repertório de excelentes composições próprias  e de vários parceiros, gravadas nos discos “Pendenga” (2006) e “Fruto da Lida” (2013). A cantoria está marcada para começar às 20 horas, com as participações de Rodrigo Zanin (violão) e Ricieri Nascimento (contrabaixo), na sede da Associação Regional de Engenheiros e Arquitetos (AREA), situada na avenida Carlos Berchieri, 300. É necessário reservar mesas pelos telefones 16 3203-1605 ou 16 3202 1214.

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Atração do Metrópolis, Fernando Sodré tira a viola do lugar tradicional em concerto no SESC Consolação

ponta cabeçca
Fernando Sodré toca com técnica apurada e extrai das cordas toques inusitados para elevar a viola a patamares pouco explorados no país

Fernando Sodré, uma dos mais destacados violeiros do país atualmente, será a atração do programa Metrópolis que a TV Cultura colocará no ar na noite desta quarta-feira, 17 de setembro, logo após a reapresentação do Sr. Brasil. Colecionador de prêmios como instrumentista, Sodré inova na utilização do instrumento obtendo dele tensões harmônicas e melódicas raras ao introduzi-lo em concertos nos quais dialoga com o piano de Írio Júnior, a harmônica de Gabriel Gross, o contrabaixo de Thiago Espírito Santo e a bateria de Esdras Neném. Com este time bem afinado e muito bem entrosado, vem percorrendo as principais salas do país apresentando composições próprias ou de expoentes da música brasileira e internacional como Toninho Horta, Hermeto Paschoal, Tom Jobim, Edu Lobo e Capinam, Garoto e o argentino Astor Piazzola, presentes nos três discos da carreira: “Fernando Sodré”, “Rio de Contrastes” e “Viola de ponta cabeça”.

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