1187 – Paranapanema, grupo de São Paulo, lança Luzeiro, trabalho que exalta as tradições de matriz africana do Sudeste

O trabalho autoral surge como resultante entre o novo e o tradicional, entre as manifestações “de raízes” e o samba contemporâneo que circula na cosmopolita capital paulista; uma leitura artística cuja pretensão é ser a “ponte” entre as margens socioculturais mostrando que as tradições continuam vivas na atualidade e sendo transformadas com o tempo, e o quanto grande é a necessidade de mantê-las e de propagá-las.

As audições matinais dos sábados neste dia 11, aqui no Barulho d’água Música, véspera do Dia das Mães, começou com Luzeiro, um bem produzido e recém-lançado álbum, abre alas do grupo paulistano Paranapanema. O grupo reúne músicos, militantes da valorização e reconhecimento das culturas tradicionais brasileiras que, desde 2004, vêm construindo um trabalho que exalta as tradições de matriz africana do Sudeste, patrimônio cultural pouco conhecido e reconhecido, sobretudo pela população do estado de São Paulo, e um repertório que une as origens do samba paulista, as manifestações “de raízes” e o samba presente nos grandes centros urbanos. Luzeiro foi aprovado e realizado por meio do edital de Promoção das Culturas Populares e Tradicionais do Programa de Ação Cultural (ProAc) da Secretaria da Cultura e Economia Criativa do governo do estado de São Paulo.

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Músico que quando menino tocou para Lampião, Sebastião Biano (AL) lança em Sampa álbum com banda de pífanos Terno Esquenta Muié

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O Sesc Santana, bairro da zona norte paulistana, recebeu na noite de 30 de junho um convidado dos mais especiais, Sebastião Biano, que juntamente com Junior Kaboclo (pífanos) Eder, “O” Rocha  (zabumbateria), Renata Amaral (baixo) e Filpo Ribeiro (viola e rabeca), lançaram o álbum  do projeto Sebastião Biano e seu Terno Esquenta Muié, pelo selo Sesc. O evento merece destaque não apenas por que Sebastião Biano é o último integrante remanescente da formação original da Banda de Pífanos de Caruaru, mas pelo fato de que ele, com 96 anos de idade, ainda está no auge de uma  carreira para cuja vocação despertou aos cinco anos de idade, quando aprendeu a tocar o pífano.

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