1273 – Sesc Belenzinho recebe Zé Geraldo e banda para lançamento de Hey Zé!, pela Kuarup

Álbum de onze faixas, uma das quais uma versão de clássico cantado por Hendrix, traz participações especiais da filha  do cantor e compositor mineiro, Nô Stopa, Chico Teixeira, João Carreiro e Duofel

O ano de 2020 começará com um presente para os admiradores e amigos do cantor e compositor mineiro Zé Geraldo: três dias seguidos de shows na unidade Belenzinho do Sesc paulistano, entre 3 e 5 de janeiro, para lançamento de Hey Zé! 17º álbum da carreira do consagrado autor de Cidadão, Milho aos Pombos e Senhorita, entre outros sucessos. Hey Zé! é uma parceria do selo Sol do Meio Dia com distribuição da produtora e gravadora Kuarup e um exemplar do álbum nos foi gentilmente enviado pela Kuarup, à qual agradecemos a toda equipe em nome de seu diretor artístico Rodolfo Zanke, enviando nossos votos de um feliz Ano Novo.

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1266 -Com novo álbum a caminho, Noel Andrade recebe Mustache e os Apaches no Sesc Belenzinho (SP)*

Violeiro paulista revê clássicos de seu repertório e apresenta novidades que estarão no terceiro disco da carreira influenciada por Tião Carreiro, Inezita Barroso, Dércio e Doroty Marques, Inezita Barroso e Bob Dylan

*  Com Craciela Binaghi

A unidade Belenzinho do Sesc paulistano promoverá a partir das 18 horas de domingo, 15 de dezembro, mais uma rodada do projeto Música de Raiz. Nesta data o palco estará reservado ao violeiro paulista Noel Andrade, que abrirá espaço à banda Mustache e os Apaches para acompanhá-lo nas quatro últimas músicas da cantoria, entre elas No Seu Rastro, canção inédita que entre outros elementos gringos funde o estilo rural brasileiro com o country de Johnny Cash e que deverá fazer parte do terceiro álbum de Noel Andrade, programado para 2020.

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765 – Casa Aberta, segundo álbum de Wilson Teixeira: entre, puxe sua cadeira, aprecie sem moderação e fique o quanto quiser….

wteixeira ao vivo

Junto ao portão, o violeiro Wilson Teixeira espera amigos e admiradores para os quais tem a Casa Aberta e uma vez lá dentro conduzirá a um pomar repleto de goiabeiras, laranjeiras e outras árvores carregadas de frutos, incluindo uma buriti, os que aceitarem o agradável convite para ouvir as 10 faixas do seu novo álbum, o segundo da carreira e que acabou de sair do forno – conforme ele mesmo, à lenha, já que não foi assado com pressa para assim ser melhor degustado, de forma que guardasse todos os sabores de uma autêntica iguaria de roça à qual se incluiu pitadas de baunilha urbana em doses certas para não macular o equilíbrio da receita elaborada para transitar entre o campo e a cidade.

Casa Aberta é uma mescla de música caipira, MPB e folk dedicada ao parceiro de estrada Salatiel Silva (São Paulo), mas todos os que já integram a lista que forma o público sempre crescente de Wilson Teixeira e os eventuais que se juntarem no caminho com certeza nela vão querer passar temporadas: o cantor e compositor de Avaré (SP), além da tradicional viola de dez cordas, sentou-se ao piano e, entre outros instrumentos, também toca na roda violão aço, ganzá e ukulelê.

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713 – Nô Stopa (SP) recebe Zé Geraldo e amigos para lançar “Manifesto Poesia” em teatro da Moóca (SP)

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A paulistana Nô Stopa está com disco novo na praça, Manifesto Poesia, o terceiro da carreira que já contava com Camomila e Distorção e Novo Prático Coração, este com composições dela e de parceiros como Fernando Anitelli, Roberta Campos,Tata Fernandes, Alexandre Lima e Kleber Albuquerque; Fernando Anitelli também é o produtor do álbum cheirando a tinta. A festa de estreia que Nô Stopa protagonizou no sábado, 31 de outubro, com lotação máxima das poltronas do Teatro Arthur de Azevedo (situado na Moóca, em São Paulo) teve encerramento de gala: amigos e fãs que estavam na plateia formaram um cordão que desceu do palco puxado por ela ao som de Canto do Povo do Mar de Minas, de Kleber Albuquerque, e arrebanhou pelo caminho mais vozes, em coro, rumo ao saguão da casa. Ali, Nô Stopa recebeu abraços, os devidos cumprimentos e autografou exemplares.

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Zé Geraldo recitou o poema Obra e cantou Voar, Voar durante o show de Nô Stopa (Foto: Daniel Kersys). A foto de Nô Stopa sorrindo, no destaque, é de Rita Araújo

Mais do que um número de música, o show conferido pelo Barulho d’água Música produzido pela própria Nô Stopa e pela produtora e cenógrafa Sandra Miyaza para a noite de lançamento de Manifesto Poesia teve momentos circenses. Antes de Nô Stopa entrar em cena tocando caxixi em Do que é feito o poema, a banda tomou lugar e surgiu no palco ainda em silêncio, pedalando uma pequena bicicleta, o garoto Gael, para ler “Manifesto é um grupo de muitas pessoas falando a mesma coisa”. Ainda durante a execução desta faixa, ao fundo surgiu Zé Geraldo e recitou o poema incidental Obra, de Marco Aurélio Cremasco. Além do consagrado pai — que regressou para cantar em duo com ela Voar, Voar –, Nô Stopa recebeu os convidados Chico Teixeira, Roberta Campos e os integrantes do Folk na Kombi Bezão e Felipe Câmara, além dos atores Ricardo e Sandra Miyazawa. Os músicos Zeca Loureiro (guitarra), Henrique Alves, Rogério Rochlitz e Gustavo Souza acompanharam a estrela da noite.

O poema não é feito de argamassa aço cimento
O poema é feito de vórtice caos tormento
O poema é feito
De firula dança pouco de vento
O poema não é… Caso desfeito
Brotam carne osso sentimento

Obra, poema de Marco Aurélio Cremasco

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