1442 – Acatum se apresenta ao vivo na Casa Museu Ema Klabin (SP)*

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Com diferentes instrumentos, vozes e sopro, o grupo realiza composições espontâneas a partir dos sinais do regente

Cristina Aguilera, Mídia Brazil Comunicação Integrada

O Grupo Acatum vai se apresentar ao vivo como atração do Programa Tardes Musicais da Casa Museu Ema Klabin e da 15ª Primavera de Museus neste sábado, 25 de setembro, a partir das 16h30. O espetáculo restrito a menores de 16 anos terá transmissão gratuita pelo Canal do Youtube do Museu situado na cidade de São Paulo (SP) . Durante cerca de 60 minutos, os integrantes do Acatum combinarão guizos, chocalhos e atabaque para tecer um diálogo criativo entre o regente, seus gestos e os músicos/intérpretes. Para o público será possível ouvir música orgânica e espontânea, representante da pluralidade e riqueza dos ritmos.

O Acatum reúne brasileiros, argentinos, chilenos, uruguaios e equatorianos, pluralidade que reflete diretamente na sonoridade. É idealizado e dirigido pelo músico, compositor e educador Gui Augusto Pacheco desde 2017 e tem como referência trabalhos de Fernando Barba (1971-2021), do grupo Barbatuques, reconhecido internacionalmente pela linguagem única de percussão e música corporal, além de outros nomes da música como Naná Vasconcelos, Airto Moreira, Uakti e, especialmente, o músico argentino e fundador do grupo La Bomba del Tiempo, Santiago Vazquez.

Na Casa Museu Ema Klabin o Acatum terá em cena Remi Barbosa Chatain, Renata Fernanda Espoz Jerez, Domingo Duclos Aguilar, Wellington Conceição Santana, Victória Ferreira Alves, Bruno Duarte e Gabriel Draetta.   O espetáculo tem apoio cultural do Governo do Estado de São Paulo, por meio do ProAC ICMS da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, e patrocínio da Klabin S.A.

1187 – Paranapanema, grupo de São Paulo, lança Luzeiro, trabalho que exalta as tradições de matriz africana do Sudeste

O trabalho autoral surge como resultante entre o novo e o tradicional, entre as manifestações “de raízes” e o samba contemporâneo que circula na cosmopolita capital paulista; uma leitura artística cuja pretensão é ser a “ponte” entre as margens socioculturais mostrando que as tradições continuam vivas na atualidade e sendo transformadas com o tempo, e o quanto grande é a necessidade de mantê-las e de propagá-las.

As audições matinais dos sábados neste dia 11, aqui no Barulho d’água Música, véspera do Dia das Mães, começou com Luzeiro, um bem produzido e recém-lançado álbum, abre alas do grupo paulistano Paranapanema. O grupo reúne músicos, militantes da valorização e reconhecimento das culturas tradicionais brasileiras que, desde 2004, vêm construindo um trabalho que exalta as tradições de matriz africana do Sudeste, patrimônio cultural pouco conhecido e reconhecido, sobretudo pela população do estado de São Paulo, e um repertório que une as origens do samba paulista, as manifestações “de raízes” e o samba presente nos grandes centros urbanos. Luzeiro foi aprovado e realizado por meio do edital de Promoção das Culturas Populares e Tradicionais do Programa de Ação Cultural (ProAc) da Secretaria da Cultura e Economia Criativa do governo do estado de São Paulo.

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