889 – Jean e Joana Garfunkel cantam e interpretam poemas de Mário de Andrade no Imagens do Brasil Profundo (SP)

Em nova rodada da terceira temporada do  Imagens do Brasil Profundo, o curador Jair Marcatti receberá nesta quarta-feira, 15 de junho, a partir das 20 horas, Jean e Joana Garfunkel. Pai e filha conduzirão a plateia por uma viagem pela obra do patrono do projeto, o poeta e escritor Mário de Andrade a partir do palco do auditório Rubens Borba de Moraes da da Biblioteca Mário de Andrade, em São Paulo. A ida pelo universo do modernista se dará por meio da declamação e interpretação de poemas como Eu sou trezentos e outros textos  consagrados do autor de Paulicéia Desvairada.

 

Jean e Joana Garfunkel juntos coordenam o projeto Canto Livro desde 2006. Ele é poeta, escritor. letrista e compositor com obras gravadas por intérpretes como Elis Regina, Zizi Possi, Margareth Menezes e Maria Rita – foi convidado a cantar num projeto dedicado a Guimarães Rosa por conta de sua pesquisa e visitas à cidade Morro da Garça, próxima à terra natal do escritor, Cordisburgo (MG). Paralelamente ao trabalho com o Canto Livro, Jean Garfunkel tem quatro discos gravados em dupla com o irmão Paul, mais 13 Pares e Um Fado Solitário, no qual homenageia treze parceiros com os quais vem traçando sua trajetória musical.  Joana Garfunkel é narradora de histórias e psicóloga, autora de uma pesquisa acadêmica premiada sobre a obra Grande Sertão: Veredas. Trabalha desde 2005 com música e literatura, apresentando-se ao lado de artistas como Tavinho Moura, Natan Marques, Grupo Miguilins e Emiliano Castro.

Mergulho no Brasil de dentro

Dedos de prosa, boa conversa, música, imagens, artesanato e cultura popular. Essa é a receita de Imagens do Brasil Profundo projeto que desde 2014 oferece ao público da Biblioteca Mário de Andrade shows, debates, bate papos musicais e ações para crianças sempre às quartas-feiras, com entrada franca sob a batuta do historiador e sociólogo Jair Marcatti. A ideia é mostrar e trazer à luz manifestações populares e objetos que revelam o Brasil por dentro, aquele país que nas palavras do mestre Ariano Suassuna vive escondido em rincões considerados profundos, mas é muito vivo. Ao invés de promover abordagens tradicionais, Marcatti prefere convidar músicos, documentaristas, diretores de cinema, ativistas culturais e pesquisadores da cultura popular que em comum nutrem um modo de olhar aprofundado e amplo sobre o país e trabalhos de pesquisa e resgate das nossas mais entranhadas tradições.

Com cada um dos participantes, Marcatti aborda aspectos do universo cultural e musical  brasileiro, de nossas trajetórias, continuidades e rupturas; daquilo que, sem nenhuma pretensão definidora, poderíamos chamar de identidades brasileiras, no plural, com a vantagem dos exemplos serem pontuados no calor da prosa, ao vivo, pelo som dos instrumentos, muitos artesanais, e pela apresentação de outras formas de expressão cultural.

A Biblioteca Mário de Andrade fica na Rua da Consolação, 94, entre as estações República e Anhangabaú da linha 3 Vermelha do Metrô e para mais informações disponibiliza o número de telefone 11 3775-0002.

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714 – Quer tal curtir roda de chorinho e de sambas precedida por viagem pela Serra da Mantiqueira?

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Os shows do Grupo João de Barro oferecem repertório de grandes nomes da música e composições autorais (Foto: Márcia Zoet)

O Grupo João de Barro é o convidado da Fundação Ema Klabin para a rodada de sábado, 7 de novembro, do Programa Tardes Musicais. André Bachur, Angelo Ursini, Zé Leonidas, Pedro Bruschi e Túlio Bias, músicos formados pela Universidade de São Paulo (USP) e pela Universidade de Campinas (Unicamp) apresentarão repertório voltado ao resgate e à releitura da música brasileira, principalmente do choro e do samba, relembrando a partir das 16h30 músicas de Dominguinhos, Altamiro Carrilho, Martinho da Vila, Luiz Gonzaga, Paulo Vanzolini  e composições  autorais.

 Antes da roda de choros e de sambas, o público que frequenta a Fundação Ema Klabin poderá curtir o belo documentário Caminhos da Mantiqueira,  que o cineasta Galileu Garcia Júnior e a equipe da Mistura Fina produções gravaram em 2011 e em 79 minutos traz relatos únicos da serra, apresentando características peculiares de sua identidade. Para gravar Caminhos da Mantiqueira,  os autores  percorreram 40 cidades, cortando estradas e montanhas para colher diferentes relatos e histórias sobre esta rica região que engloba municípios e vilas encravados em São Paulo, no Rio de Janeiro e em Minas Gerais, forma cadeia montanhosa de 500 quilômetros de extensão e área de 10 mil quilômetros quadrados, semelhante ao Líbano.

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Belas paisagens estão captadas no documentário Caminhos da Mantiqueira, sobre a cadeia montanhosa de 500 quilômetros de extensão parcialmente vista ao fundo desta imagem

A Fundação Ema Klabin fica na Rua Portugal, 43, Jardim Europa, em São Paulo e para mais informações oferece o número de telefone 11 3897-3232.

705 – Conheça uma região particularíssima assistindo Caminhos da Mantiqueira na Fundação Ema Klabin (SP)

A  Fundação Ema Klabin (SP) programou para a tarde de sábado, 7, com início às 14h30,  a exibição do documentário ambiental Caminhos da Mantiqueira, obra de Galileu Garcia Júnior de 2011 que traz em 79 minutos relatos únicos da serra, apresentando características peculiares de sua identidade. Para gravar Caminhos da Mantiqueira, Galileu Garcia Júnior e sua equipe da Mistura Fina Produções percorreram 40 cidades, cortando estradas e montanhas para colher diferentes relatos e histórias sobre esta rica região que engloba municípios e vilas encravados em São Paulo, no Rio de Janeiro e em Minas Gerais.

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Além das belezas naturais captadas pelas câmeras, o vídeo reúne narrativas e depoimentos de  agricultores, de violeiros, de artistas plásticos, de ambientalistas, de geógrafos, de biólogos e de historiadores, gente de assentos germânico, italiano, português e quilombola que constituem o perfil do cidadão mantiqueirense, identidade particularíssima que deriva de uma cultura própria e funda a noção de pertencimento a um lugar único, que transcende tanto as fronteiras do tempo, quanto extrapola os limites geográficos que delimitam os três estados e a cadeia montanhosa de 500 quilômetros de extensão e área de 10 mil quilômetros quadrados, semelhante ao Líbano.

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Galileu Garcia Júnior (Foto: Marcelino Lima/Acervo Barulho d’água Música)

A fala do povo que revela este universo especial não poderia prescindir de causos. A equipe de Galileu Garcia Júnior ouviu relatos dos mais curiosos e interessantes sobre seres como o Lobisomem e a Mãe de Ouro e da existência do Corpo Seco, transmitidos com a graça que só os contadores de estórias têm. Tudo emoldurado por enquadramentos que do close-up ao plano geral permitem a quem assiste Caminhos da Mantiqueira conhecer a exuberância da flora e de paisagens recortadas por cachoeiras, vales, trilhas e pequenas estradas, ao som da delicada trilha sonora composta pelo violeiro Ricardo Anastácio.  “É um documentário com ritmo, que aborda diversos temas da região, como água, pinhão, araucária e lendas, um pedaço do Brasil profundo”, explicou Galileu Garcia Júnior. 

Para o ambientalista Lino Martins de Sá Pereira, da Fundação Mantiqueira, do Vale das Flores, de Bocaina de Minas (MG), a Mantiqueira não deveria ser tratada “apenas como um perímetro de quintal de lazer das grandes cidades, e sim ser considerada como uma região estratégica para o futuro, pois tem grandes fábricas de ar e de água, certa autonomia e um potencial muito grande que não tem porque não ser tratada como diferenciada”.

Outro depoimento marcante está nas palavras de Luís Felipe César, da Associação de Proteção Ambiental Serrinha do Alambari, de Resende (RJ). “Neste mundo utilitarista, a Mantiqueira precisa ser vista, mais do que uma grande reserva de água para grandes cidades, como um olhar mais profundo e considerada como um bem imaterial que fala às consciências das pessoas, no sentido mais espiritual. É uma grande montanha que nos obriga a olhar para cima, para algo mais, para além do que a gente é”.

Feira de Trocas

Antes do documentário Caminhos da Mantiqueira, o  público poderá colocar em prática ações sustentáveis participando da Feira de Trocas, projeto por meio do qual a Fundação Ema Klabin convida o visitante a trocar objetos de afeto que queiram compartilhar com outros participantes e refletir sobre o consumo consciente. Haverá também atividades poéticas propostas pelo setor educativo e, depois, por volta das 16h30, a casa-museu apresentará um  show de choro com o Grupo João de Barro, movimentando o Programa Tardes Musicais.

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A fala simples e a sabedoria dos mantiqueirenses, entremeadas a importantes informações geográficas, históricas e ambientais, mais depoimentos na voz de especialistas, costuram com belas imagens e uma delicada trilha sonora do violeiro Ricardo Anastácio o filme de Galileu Garcia Júnior

Serviço para 7 de novembro:

Feira de Troca,   às  14 horas,  classificação livre, entrada gratuita

Documentário Caminhos da Mantiqueira, 14h30,  30 vagas, classificação etária 12 anos, entrada gratuita

Show com o Grupo João de Barro,  16h30, 180 vagas, entrada gratuita

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A Fundação Ema Klabin fica na Rua Portugal, 43, Jardim Europa, São Paulo. Para mais informações há os números de telefones 11 3062-5245  e 11 3897-3232

 

 

 

701 -Embarque na Biblioteca Mário de Andrade (SP) e viaje com o Canto Livro para o mundo de Riobaldo e Diadorim

 

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Foto de Guimarães Rosa no destaque: Acervo Fundo João Guimarães Rosa – IEB/USP

Em nova rodada do projeto Imagens do Brasil Profundo, o curador Jair Marcatti receberá nesta quarta-feira, 28, a partir das 20 horas, Jean e Joana Garfunkel. Pai e filha conduzirão a plateia por uma viagem pelo sertão de Guimarães Rosa a partir do palco do auditório da Biblioteca Mário de Andrade, em São Paulo. A ida pelo universo roseano se dará por meio dos atalhos da oralidade e da canção brasileira, conforme a proposta do grupo Canto Livro, protagonista do show O Sertão na Canção, baseado no romance Grande Sertão:Veredas, do escritor mineiro de Cordisburgo.

Idealizado pelos  Garfunkel, o Canto Livro propõe aproximar literatura e música para encurtar a distância entre o livro e o público, promovendo num contraponto dinâmico e divertido. Os convidados de Marcatti estarão acompanhados por Pratinha Saraiva (flautas e bandolim) e tocarão canções como Avenida São João, Cotumaz, Primeiro Encontro, São Gregório, Mar de Cavalos, Batalha Final, todas compostas por Jean (violão) em parceria com o irmão, Paul Garfunkel, com arranjos de Natan Marques e permeadas por narração de trechos da obra que apresenta Riobaldo e Diadorim.

O projeto Canto Livro existe desde 2006, quando Jean Garfunkel – poeta, escritor e compositor com obras gravadas por intérpretes como Elis Regina, Zizi Possi, Margareth Menezes e Maria Rita – foi convidado a cantar num projeto dedicado a Guimarães Rosa por conta de sua pesquisa e visitas à cidade Morro da Garça, próxima à terra natal do escritor. Joana também já nutria grande admiração pela obra do autor mineiro: em 2002, escrevera pela Pontifícia Universidade Católica (PUC) de São Paulo a tese Sentido e Significado em Grande Sertão Veredas. Juntos, ambos teceram a ponte entre a saga do jagunço Riobaldo e canções compostas pelos irmãos, transportando a joia da nossa literatura para o palco. Hoje, o Canto Livro oferece cerca de 30 espetáculos que enfocam as obras de Manuel Bandeira, Jorge Amado, Carlos Drummond de Andrade, Clarice Lispector, Cora Coralina, Vinícius de Moraes, Manoel de Barros, Fernando Pessoa e Mia Couto, entre outros.

Paralelamente ao trabalho com o Canto Livro, Jean Garfunkel tem quatro discos gravados em dupla com Paul, mais 13 Pares e Um Fado Solitário, no qual homenageia treze parceiros com os quais vem traçando sua trajetória musical.  É poeta, ator, cantor, compositor e publicitário e durante mais de dez anos trabalhou como assistente de direção da atriz e diretora Myriam Muniz, além de compor trilhas para teatro. Integrante o grupo de estudos sobre a obra de Guimarães Rosa do Instituto de Estudos Brasileiros da Universidade de São Paulo (USP) e realiza oficinas e palestras sobre música e literatura em bibliotecas, livrarias e espaços culturais. Como letrista tem parceiros ilustres como, Léa Freire, Sizão Machado, Mozart Terra, maestro Moacyr Santos, maestro Júlio Medáglia e o violonista Yamandú Costa.

Joana Garfunkel é narradora de histórias e psicóloga, autora de uma pesquisa acadêmica premiada sobre a obra Grande Sertão: Veredas. Trabalha desde 2005 com música e literatura, apresentando-se ao lado de artistas como Tavinho Moura, Natan Marques, Grupo Miguilins e Emiliano Castro.

Mergulho no Brasil de dentro

Dedos de prosa, boa conversa, música, imagens, artesanato e cultura popular. Essa é a receita de Imagens do Brasil Profundo – Um Olhar sobre a Diversidade Brasileira, projeto que envolve shows, debates, bate papos musicais e ações para crianças iniciado em abril e que se estenderá até dezembro, acolhido pela Biblioteca Mário de Andrade,  que ocorre quinzenalmente, sempre às quartas-feiras, sob a batuta do historiador e sociólogo Jair Marcatti, professor de Relações Internacionais e de Sociologia.

A ideia é mostrar e discutir por meio de músicas, filmes, manifestações populares e objetos o Brasil por dentro, aquele país que nas palavras do mestre Ariano Suassuna, escondido em rincões considerados profundos, é muito vivo. Ao invés de promover abordagens tradicionais, entretanto, Marcatti prefere convidar músicos, documentaristas, diretores de cinema, ativistas culturais e pesquisadores da cultura popular que em comum nutrem um modo de olhar aprofundado e amplo sobre o Brasil e trabalhos de pesquisa e resgate das nossas mais entranhadas tradições.

Com cada um dos participantes, Marcatti aborda aspectos do universo cultural e musical  brasileiro, de nossas trajetórias, continuidades e rupturas; daquilo que, sem nenhuma pretensão definidora, poderíamos chamar de identidades brasileiras, no plural, com a vantagem dos exemplos serem pontuados no calor da prosa, ao vivo, pelo som dos instrumentos, muitos artesanais, e pela apresentação de outras formas de expressão cultural.

As rodadas do Brasil Profundo começam sempre às 20 horas e não há cobrança de ingressos. Marcatti já recebeu neste ano Renata Mattar, da Companhia Cabelos de Maria, Magda Pucci, do grupo musical  e de pesquisas étnicas Mawaca, Cláudio Lacerda, Katya Teixeira e Cássia Maria, Benjamin Taubkin, Luiz Salgado, Paulo Dias, Galileu Garcia Júnior, Ivan Vilela, José Miguel Wisnick e João Arruda. Até dezembro haverá ainda sessões com Sidnei de Oliveira, em 4 de novembro, Consuelo de Paula, Trio José, Antônio Nóbrega e Conversa Ribeira.

A Biblioteca Mário de Andrade fica na Rua da Consolação, 94, e para mais informações disponibiliza o número de telefone 3775-0002.

 

649 – Cláudio Lacerda no Imagens do Brasil Profundo: a arte de melhorar o que já é ótimo!

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Cláudio Lacerda, cantor e compositor paulistano, acompanhado por Daniel Franciscão (viola caipira) e Leonardo Padovani (violino), protagonizou na noite de quarta-feira, 16, mais um dos seus memoráveis shows, durante o qual cantou na Biblioteca Mário de Andrade, em São Paulo, sucessos da carreira que já soma três álbuns gravados, um prestes a ser colocado à disposição dos amigos e fãs (inúmeros, mas ainda poucos para um artista da sua magnitude e capacidade interpretativa e veia composicional!) e vários projetos dedicados à pesquisa, preservação e divulgação das tradições populares que abastecem o inesgotável e rico manancial da  música regional e de raiz nacionais, concebidos e costurados independentemente não sem mergulhar em dedicados estudos.  Cláudio Lacerda atendia ao convite do curador do projeto Imagens do Brasil Profundo, o professor de Sociologia Jair Marcatti, e mais uma vez provou: quando ele sobe ao palco o que já é normalmente ótimo pode ficar ainda melhor!

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633 – João Arruda fala sobre a carreira, cultura popular e canta em nova rodada do Imagens do Brasil Profundo (SP)

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O compositor, pesquisador e multi-instrumentista João Arruda, de Campinas (SP), animou mais uma rodada do projeto Imagens do Brasil Profundo, realizado a cada quinze dias, sempre às quartas-feiras, na Biblioteca Mário de Andrade, em São Paulo. Abrindo a programação de setembro, João Arruda conversou com o curador Jair Marcatti sobre temas e ritmos relacionados à cultura brasileira e que influenciam sua carreira que, neste ano, completa 10 anos. O bate-papo transcorreu entremeado por músicas dos álbuns Celebra Sonhos e Venta Moinho, além de um terceiro, ao vivo, com músicas do show Entre Violas e Cordas (que está gravando), e as canções Minha História (João do Vale/MA) e Tapera (Vitor Ramil/RS). Para acompanhá-lo, Arruda chamou ao palco o violinista Antônio Galba e a cantora Katya Teixeira.

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628 – João Arruda (SP) fala sobre cultura popular e canta sucessos da carreira em nova rodada do projeto Imagens do Brasil Profundo

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O cantor e compositor João Arruda (Campinas/SP), que também é pesquisador e se define como sonhador inquieto, será a atração desta quarta-feira, 2 de setembro, do Imagens do Brasil Profundo, a partir das 20 horas, na Biblioteca Mário de Andrade, situada em São Paulo. A entrada é franca.

João Arruda é um artista múltiplo que se caracteriza pela irreverência e pela alegria. Ainda bem jovem, está completando em 2015 dez anos de carreira conhecida e apreciada inclusive fora do país, marca que vem comemorando apresentando o repertório do novo álbum que lançará em breve, Entre Violas e Couros. O disco será o terceiro da discografia autoral que inclui, ainda, Celebra Sonhos e Venta Moinho.

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Luiz Salgado recebe Galba e Cláudio Lacerda em mais uma rodada do Imagens do Brasil Profundo, em SP

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O Barulho d’Água Música acompanhou na noite de ontem, 15 de julho, Sina de Cantadô, apresentação do cantador, violeiro e pesquisador Luiz Salgado (Patos de Minas/MG) no auditório da Biblioteca Mario de Andrade, em São Paulo, em mais uma rodada do projeto Imagens do Brasil Profundo, que tem curadoria de Jair Marcatti. Salgado cantou músicas de sua carreira presentes nos álbuns homônimo ao show (aberto com o Canto a Oxalá), Trem Bão, já lançados, e Quanto mais meus óio chora mais o mar quebra na praia, que está em produção e terá financiamento coletivo pela plataforma partio.

Antonio Joao Galba, ao violino, e Cláudio Lacerda (Cláudio Lacerda), ao violão voz, fizeram participações das mais especiais em músicas consagradas da carreira de Salgado, como Noite e Viola, e ainda em Sinal, uma folia do goiano Domá da Conceição. O convidado de Marcatti mostrou, ainda, a novidade Flores de Outono, parceria dele com Consuelo de Paula (que estava na plateia)e gravará em Quanto mais meus óio chora…. O mineiro prestou seu tributo ao conterrâneo Dércio Marques cantando Leilão de Jardim, que ficou conhecida na voz de Diana Pequeno, entre outros intérpretes. Tudo sob as bençãos de São Gonçalo e prestigiado, ainda, pelo violeiro Sidnei de Oliveira, autor do álbum Prólogo e de um artigo recentemente publicado na revista da Editora Escala Filosofia, Ciência e Vida, na qual Oliveira aborda o risco de extinção das tradições ligadas à viola caipira pela aproximação da indústria cultural que, em breve, o blog publicará, na integra, como página especial.

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Biblioteca Mario de Andrade recebe Luiz Salgado (MG) para mais uma rodada do Imagens do Brasil Profundo

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Luiz Salgado, natural de Patos de Minas, atualmente residindo em Araguari (MG), é uma voz quase solitária em defesa do Cerrado mineiro e em suas composições também trata dos temas tradicionais, religiosos e folclóricos da região que representa e se insere no Brasil profundo abrangido pelo projeto de Marcatti (Foto: Marcelino Lima/Barulho d’água Música/Acervo do Projeto Cultural 4 Cantos

O cantor e compositor Luiz Salgado (Patos de Minas/MG) está de volta a São Paulo para ocupar na noite de hoje, 15, a partir das 20 horas, o palco do auditório da Biblioteca Mario de Andrade. Em uma apresentação que será gratuita, Salgado vai animar com o espetáculo Sina de Cantadô mais uma rodada do projeto Imagens do Brasil Profundo, que tem curadoria do professor Jair Marcatti e vem sendo promovido desde 2014 às quartas-feiras, sempre começando no mesmo horário.

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O Cerrado, cantado e contado pelo violeiro Luiz Salgado (MG), é tema de mais uma rodada do Imagens do Brasil Profundo

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Biblioteca Mario de Andrade (SP) receberá na quarta-feira, 15 de julho, o cantor e compositor Luiz Salgado (Patos de Minas/MG) em mais uma rodada do projeto Imagens do Brasil Profundo, que tem a curadoria do professor Jair Marcatti e vem sendo promovido desde 2014 com o objetivo de trazer à tona um país mais interior.  Em 2015, o programa, ampliado  em relação ao formato do ano anterior,  passou a abranger vários aspectos das diversas culturas regionais do Brasil, que são desvendados em diferentes shows, bate-papos musicais, debates e palestras que ocorrem às quartas-feiras.

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