1318 – Sérgio Ricardo, músico de “Terra em Transe” e da crítica social, morre na cidade do Rio de Janeiro

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Cantor, compositor, cineasta, paulista de Marília foi figura de proa de duas das mais históricas manifestações da cultura popular (Cinema Novo e Bossa Nova), marcou a era dos festivais e sai de cena prestes a completar noventa anos como um ícone de resistência e crítica social

O cantor , compositor Sérgio Ricardo morreu, na manhã d ontem, quinta-feira, 23 de julho, aos 88 anos, no Hospital Samaritano, na zona Sul da cidade do Rio de Janeiro. A informação foi confirmada pela filha do músico, Adriana Lutfi, que não soube informar a causa da morte, mas há informações de que Ricardo quebrara o fêmur, contraíra Covid-19 e acabou desencarnando por insuficiência cardíaca. Era paulista, de Marília, e em sua certidão de nascimento o nome que consta é João Lutfi; Sergio Ricardo passou a ser o nome artístico após sua contratação pela extinta TV Tupi. Cineasta e também ator, entre outras atividades no universo artístico que incluía pintura, em 2018 concluiu seu último filme, Bandeira de Retalhos, disponível para assistir e baixar em vários portais virtuais (clique aqui e assista ).

 Sérgio Ricardo despontou no período da Bossa Nova, mas prosseguiu compondo, gravando discos e fazendo trilhas para a telona — com destaque para as obras ícones do Cinema Novo, Deus e o diabo na terra do sol e Terra em transe, ambos de Glauber Rocha. A lista de suas canções, pautadas pela crítica social e de resistência aos governos de exceção dos anos de chumbo, tem várias marcantes como Calabouço (homenagem ao estudante Edson Luís de Lima Souto, assassinado por agentes do ditadura militar em 1968, no restaurante carioca Calabouço), Zelão, Pernas, Ponto de partida e Beto bom de bola – esta pivô do episódio em que ele quebrou seu violão durante eliminatória do 3º Festival de Música Popular Brasileira, da TV Record de São Paulo, em 1967, e jogou o instrumento na plateia ao reagir às vaias . A cena aparece no documentário Uma noite em 67 (2010), de Ricardo Calil e Renato Terra.

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1310 – Samba ganha selo exclusivo com parceria entre a Kuarup e radialista Humberto Miranda

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Há 43 anos contribuindo para divulgar a música brasileira de qualidade, a produtora e gravadora anunciou a união com o prestigiado produtor e radialista, responsável pelo projeto Samba Dá Samba, no Bar Avenida, e criação do Carioca Club

A Kuarup anunciou a criação do selo Samba Em Movimento em parceria com o produtor e radialista Humberto Miranda como parte da estratégia de acelerar o crescimento do prestigiado catálogo da produtora e gravadora, que em 2020 está completando 43 anos de contribuição à divulgação da música de brasileira de qualidade. A Kuarup, que já possui em sua galeria títulos importantes de artistas do samba tais quais Monarco, Cartola e Adoniran Barbosa, que sempre se manteve atenta aos novos projetos e a publicar álbuns e obras esquecidas ou sem oportunidade de lançamento por várias razões, abraça agora a iniciativa de Miranda, profissional respeitado em São Paulo e no Brasil, disposto a trazer músicas e álbuns de artistas novos e consagrados do samba para o catálogo da Kuarup e para o novo selo.

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1305 – Luiz Gonzaga ganha homenagem em disco dos músicos Nino Karvan e Alberto Silveira

Cantor e violonista sergipanos resgatam clássicos do Rei do Baião em álbum com dez faixas lançado pela gravadora e produtora Kuarup

De Lua, Canções de Luiz Gonzaga é o título do projeto do cantor e compositor Nino Karvan e do violonista Alberto Silveira, artistas sergipanos com carreias consagradas, que fazem uma tocante homenagem ao Rei do Baião, O repertório escolhido reúne canções das décadas dos anos 1940/50/60, período de ouro do baião e de maior sucesso de Luiz Gonzaga. O disco é intimista, gravado e apresentado para salas de concerto: a voz e o violão dão destaque às melodias, tão presentes na memória afetiva do brasileiro e na rica poética das letras. O álbum é mais um belíssimo lançamento da gravadora e produtora Kuarup, que, gentilmente, enviou um exemplar à redação do Barulho d’água Música, pelo qual agradecemos ao diretor artístico Rodolfo Zanke e toda sua equipe.

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1301 – Daniela Spielmann e Sheila Zagury lançam pela Kuarup tributo a Jacob do Bandolim

Com participações de Soraya Ravenle, Almir Côrtes, Catherine Bent, Clarice Magalhães e Roberta Valente , dentre outros, saxofonista e pianista lançam Entre mil…Você! em formato de físico e digital, provendo eruditismo e liberdade jazzística à riqueza harmônica do choro

Por certo, este CD nos traz um Jacob arejado, de janelas abertas, assim como ele estaria fazendo hoje.” Sérgio Prata (cavaquinista e diretor do Instituto Jacob do Bandolim)

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Amigas de longa data e parceiras musicais há 20 anos, a saxofonista Daniela Spielmann e a pianista Sheila Zagury se debruçaram sobre a extensa obra de Jacob do Bandolim, juntas a um invejável time de músicos, imprimindo frescor e contemporaneidade à obra jacobiana e lançaram pela gravadora Kuarup Entre mil…Você!, já disponível em formato tanto físico, quanto digital (desde 24 de abril, um dia após o Dia Nacional do Choro). O álbum traz as participações especiais de Almir Côrtes (bandolim), Soraya Ravenle (voz), Catherine Bent (violoncelo), Clarice Magalhães (pandeiro, caixa de fósforo), Roberta Valence (pandeiro), Rodrigo Villa (baixo acústico e elétrico) e Xande Figueiredo (bateria). Um exemplar do disco nos foi enviado pela Kuarup, a quem agradecemos em nome do diretor artístico Rodolfo Zanke; no mesmo pacote entregue pelos Correios, vieram os álbuns das irmãs Celia e Celma e de Tuia, temas da atualização 1300 do Barulho d’água Música. Clique na palavra destacada abaixa e ouça o álbum.  

Entre mil… Você! 

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1300 – Fique em casa com boas músicas ouvindo playlists e lançamentos da gravadora Kuarup

Selo disponibiliza seleções de sucessos de cantores e compositores de seu catálogo e anuncia novos discos de Tuia Lencioni e das irmãs Célia e Celma

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Em tempos de pandemia por conta da propagação do novo coronavírus (Covid-19), ouvir boas músicas pode nos ajudar a cumprir a quarentena com mais tranquilidade e aliviar, ao menos, parte dos pesares que possam abalar o espírito. A Kuarup, que recentemente disponibilizou nas plataformas de streaming duas listas com sucessos de artistas que gravaram álbuns pelo selo (As Mais Tocadas e Renato Teixeira e Convidados), mesmo impedida de promover novos lançamentos com a presença de público, realizando, por exemplo, os seus já tradicionais pocket-shows em cidades como São Paulo e Rio de Janeiro, segue anunciando a chegada de novos álbuns às lojas e às plataformas, aumentando a oferta que em seu catálogo já é uma das mais ricas e ecléticas do mercado fonográfico. Dentre estes mais recentes discos, a Kuarup destaca Tuia, Versões de Vitrola 1, com Tuia Lencioni, e 50 anos Duas Vidas Pela Arte Ao Vivo, das irmãs Célia e Celma.

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1285- Duo Aduar (MG) lança primeiro álbum em selo de Chico Lobo em parceria com a Kuarup

O Duo Aduar, formado pelos músicos Gabriel Guedez e Thobias Jacó, estará na cidade de São Paulo na sexta-feira, 13 de março, como atração da Livraria Cultura do Conjunto Nacional, local escolhido para lançamento no Piso Deck do álbum Riachinho das Pedras. Primeiro disco da dupla, Riachinho das Pedras tem oito faixas e está sendo lançado pelo selo Lobo Kuarup, do violeiro Chico Lobo que inicia seu projeto fonográfico de curadoria de artistas para gravar e lançar novos talentos da música regional e brasileira em parceria com a produtora e gravadora Kuarup. Um exemplar do cedê nos foi gentilmente enviado pelo diretor artístico da Kuarup, Rodolfo Zanke, ao qual agradecemos, e abriu as audições matinais dos sábados neste dia 7 de março aqui no boteco do Barulho d’água Música, em São Roque, no Interior de São Paulo.

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1270 – Celsinho Silva (RJ) tira da gaveta sambas que desde criança planejava gravar

Integrante do Conjunto Época de Ouro e Nó Em Pingo D’Água, músico carioca mostra projeto solo, de estreia pela gravadora Kuarup, como intérprete de sambas e clássicos da música brasileira

O percussionista Celsinho Silva faz sua estreia pela gravadora Kuarup com o disco Nas Ondas da Noite, seu primeiro trabalho solo. Integrante do grupo Nó Em Pingo D’Água e do Conjunto Época de Ouro, Celsinho se lança como intérprete em projeto sonhado desde sua adolescência, com músicas que ficaram guardadas, à espera que, um dia, o seu sonho pudesse se realizarNo álbum financiado coletivamente por amigos, fãs e colegas músicos, também mostra seu lado compositor, com alguns sambas em parceria com Paulo Cesar Pinheiro, Délcio Carvalho e Agenor de Oliveira. Além das composições próprias o repertório passeia por canções de grandes mestres da música brasileira como Cartola, Dona Ivone Lara, Paulinho da Viola, Noel Rosa, Pedro Caetano, Zé Keti e do seu mestre de vida, o pai Jorginho do Pandeiro, um dos mais veteranos integrantes do grupo Época de Ouro, fundado por Jacob do Bandolim. 

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1261 – Baiano por afeição, Walter Lajes é mais uma joia da ditosa galeria dos cantores e compositores da Boa Terra

Paranaense de berço, depois de passar pela cidade do Rio de Janeiro e também morar em Pernambuco, músico  que já lançou oito álbuns fixou-se em Vitória da Conquista, município onde um dos vereadores acaba de homenageá-lo por mais uma exitosa participação em festival, na cidade paulista de Barueri

A Bahia é generosa com o país e a cultura popular quando o assunto é a contribuição para a boa música e o enriquecimento do nosso cancioneiro. Partindo de Dorival Caymmi e toda a sua família, passando por Caetano Veloso, Gilberto Gil, Maria Bethânia, Gal Costa, Pepeu Gomes — para ficar apenas em algumas consagradas joias do estilo popular –, passamos por Elomar, Xangai, Roque Ferreira, Gereba e seu parceiro Capinam — mais dedicados ao que o mercado gosta de classificar como “regional” — entre tantos outros exemplos, chega-se sem surpresas à conclusão que o estado de Castro Alves nada deixa a dever aos que consideram como referencial apenas o Sudeste maravilha — premissa que, por sinal, vale ainda para outros da região Nordeste, sem exceção de nenhuma de suas unidades federativas.

E colocando mais dendê na conversa, ainda que paranaense de nascimento “por um acidente de percurso”, conforme ele mesmo declarou ao Barulho d’água Música, o compositor, poeta, cordelista e como o próprio também se define, cantador Walter Lajes, joga fácil nesta seleção de baianos e tem feito por merecer que holofotes e emissoras, produtores e agentes de espetáculos e programas, bem como a indústria fonográfica, sejam mais generosos e o escalem sem medo de caneladas e de tomar gols contra.

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1259 -Evinha lança em Sampa e no Rio de Janeiro álbum cantando a obra de Guilherme Arantes (SP)

Disco intimista de voz e piano traz música inédita e consagrados sucessos do cantor e compositor paulistano

A cantora Evinha fará apresentações nas cidades de São Paulo e do Rio de Janeiro para lançar seu disco de estreia na produtora e gravadora Kuarup,  com um projeto homenageando o cantor paulistano Guilherme Arantes, respectivamente em 12 e 16 de novembro (veja a guia Serviços). Comemorando seus 50 anos de carreira solo e em parceria com o pianista e diretor musical francês Gérard Gambus, a dona da mais emblemática voz do Trio Esperança (a eterna intérprete de Cantiga Por Luciana) em Evinha Canta Guilherme Arantes interpreta clássicos do músico paulistano. A ideia de interpretar obras de Guilherme Arantes nasceu durante uma troca de figurinhas musicais, em meados da década dos anos 1980, quando o músico presenteou Evinha com uma canção inédita, Sou O Que Ele Quer. A partir desse momento, a cantora soube que, mais cedo ou mais tarde, lançaria um álbum homenageando Arantes, o qual ela considera excepcional e sobre ele afirma: suas melodias e harmonias são ditas com inteligência, simplicidade e delicadeza. São sentimentos transformados em palavras que colam perfeitamente nas melodias que assina, sem filtro.

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1258 – Chico Teixeira (SP) dedica sexto álbum a temas de diversos sotaques da música nacional

Ciranda De Destinos é o segundo disco que o cantor e compositor lança pela Kuarup e traz canções de domínio público resgatadas de três das cinco regiões do país, com capa do prestigiado artista plástico Elifas Andreato

O cantor, compositor e violonista Chico Teixeira está lançando Ciranda De Destinos, sexto álbum da carreira e o segundo pela Kuarup Produtora  — cujo exemplar que ouvimos no boteco do Barulho d’água Música nos foi gentilmente enviado pelo diretor artístico Rodolfo Zanke, ao qual agradecemos, estendendo os cumprimentos à equipe toda. Neste novo projeto, Chico Teixeira traz clássicos da música brasileira de diversos sotaques, bem como canções de domínio público resgatadas por grupos folclóricos das regiões Sul, Sudeste e Nordeste, contando desta forma, histórias de um povo unido por diferentes costumes e lutas. 

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