1030 – Consuelo de Paula homenageia Dia Internacional da Mulher com Bibianas, no Teatro da Rotina (SP)

A cantora, compositora e poetisa Consuelo de Paula (MG) estará de volta ao aconchegante Teatro da Rotina em 9 de março, quando, a partir das 21 horas, apresentará Bibianas, show com o qual marcará a passagem do mês dedicado ao gênero e o Dia Internacional da Mulher, que transcorrerá na véspera, em 8 de março. Bibianas será, ainda, o terceiro concerto da série que Consuelo batizou como Movimentos do amor e de lutaO primeiro ato, Movimentos do amor e da luta, e o segundo, Chamamento, também tiveram como palco o teatro paulistano situado na rua Augusta, 912 (veja Serviço).

Bibianas é um encontro entre Consuelo de Paula e parceiras de composição, algumas das quais convidará para acompanhá-la. Voz, violão e instrumentos de percussão compõem a tríade mágica e completam o canto pleno, personalizado e profundo que possibilitam à mineira de Pratápolis envolver o público a cada nova canção. Neste show, além de canções autorais e algumas interpretações de outros autores que farão a ponte entre uma parceria e outra – incluindo a recente Valsa para Mathilde, com Adoniran Barbosa e Copinha — estarão em destaque muitos ritmos brasileiros.

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658 – Nossos parabéns além-mar para o aniversariante José Barros, de Braga, Portugal!

Lirio Roxo

O Barulho d’água Música atravessa os oceanos para levar um abraço até o lisboeta José Barros, aniversariante em 27 de setembro,  e que entre 11 e 13 de setembro esteve em Belo Horizonte (MG)  para abrilhantar a I Mostra Internacional de Violas de Arame do Brasil, evento organizado pela Fundação Municipal de Cultura e Viola Brasil Produções que uniu os músicos Chico Lobo, João Araújo e os patrícios de José Barros, os também violeiros Eduardo Costa, e Pedro Mestre e Vitor Sardinha. Chico Lobo, nascido em São João Del Rey e expoente da viola caipira, residente atualmente na Capital mineira, como anfitrião recebeu os convidados portugueses, cada qual representando uma viola típica de suas regiões — Amarante, Braga, Alentejo e Ilha da Madeira.  

mestre e barros

José Barros trouxe a viola braguesa, abriu o evento tocando uma versão do Hino de Portugal e depois, após oferecer uma amostra da sonoridade de seu instrumento, cantou canções típicas acompanhando Pedro Mestre. A I Mostra Internacional de Violas de Arame foi promovida nos moldes das que ocorrem em Portugal desde 2009 e inserida como atração da III Virada Cultural de Belo Horizonte e ofereceu, ainda, um concerto no Parque Municipal, no domingo, 13, seguido por uma oficina, novamente no CRM.

Ao amigo de além-mar nosso fraterno e forte abraço! Felicidades e sucesso em nome dos amigos Marcelino Lima, Andreia Beillo, Nalu Fernandes, Elisa Espíndola, Babu Baia (cuja família é de Portugal!), Thiago Barreto, Cíntia Wakayma e e seguidores do blogue!

José Barros nasceu em 1960, cerca de 20 anos depois despertou interesses pelos instrumentos tradicionais de cordas, entre eles a viola braguesa. Paralelamente descobre o gosto pelos cantares tradicionais de todas os regiões do país. Frequentou o Juventude Musical Portuguesa e a Academia dos Amadores de Música de Lisboa onde cursou o disciplino de Canto. É responsável pelo projeto Trinado de dinamização e de divulgação dos instrumentos tradicionais de cordas. Fundador e do grupo José Barros e Navegante.

braguesaViola Braguesa – Instrumento popular do Noroeste Português, entre Douro e Minho e, sobretudo do Minho, figurando nas rusgas (as rusgas minhotas são grupos festivos que se podiam ver a caminho das festas e romarias e nos trabalhos coletivos da região, acompanhando a dança que espontaneamente se organizava), chulas e desafios, que são as formas músico-instrumentais dominantes na região. Ela toca-se a solo ou a acompanhar o canto, ou mais correntemente, ao lado do cavaquinho, e, modernamente, da guitarra (mais raramente com a rabeca e bandolim), harmônica e acordeon a par dos idiofones rítmicos e fricativos, como o tambor, os ferrinhos e o reque-reque.

 

644 – Chico Lobo recebe portugueses em Beagá (MG) para I Mostra de Violas de Arame

Lirio Roxo
Ao final da noite de abertura da I Mostra de Violas de Arame em Belo Horizonte os cinco violeiros ofereceram ao público uma cantiga com temas do Brasil e de Portugal (Fotos: Marcelino Lima/Acervo Barulho d’água Música)*  *Reprodução autorizada apenas pelos artistas, em quaisquer meios, tempo ou lugar

Belo Horizonte (MG)  transformou-se entre os dias 11 e 13 de setembro em ponto de encontro para duas formas de manifestações culturais e artísticas do Brasil e de Portugal, durante a I Mostra Internacional de Violas de Arame do Brasil, evento organizado pela Fundação Municipal de Cultura e Viola Brasil Produções que uniu os músicos Chico Lobo, Eduardo Costa, José Barros, Pedro Mestre e Vitor Sardinha. O primeiro, nascido em São João Del Rey e expoente da viola caipira, residente atualmente na Capital, como anfitrião recebeu os convidados, quatro portugueses, cada qual representando uma viola típica de suas regiões — Amarante, Braga, Alentejo e Ilha da Madeira. Eduardo Costa, assim, trouxe a viola amarantina, José Barros a viola braguesa, Pedro Mestre a viola campaniça e Vitor Sardinha a viola madeirense, instrumentos cujo conjunto se designa como Violas de Arame, com sonoridades diferentes, mas que ao serem tocadas por seus embaixadores revelaram nítidas semelhanças com as que soam por aqui nas dez cordas caboclinhas.

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