752 – Conversa Ribeira encerra em São Paulo segunda temporada do projeto Imagens do Brasil Profundo

Daniel, João Paulo e Andrea estão juntos e formam o Conversa Ribeira desde 2002

Daniel, João Paulo e Andrea estão juntos e formam o Conversa Ribeira desde 2002 (Foto: Mariana Chama)

O grupo Conversa Ribeiro, de São Paulo, encerrará nesta quarta-feira, 9,  partir das 20 horas, as atividades do projeto Imagens do Brasil Profundo, que tem curadoria do professor de Sociologia Jair Marcatti. Com entrada franca, o público que comparecer à Biblioteca Mário de Andrade, em São Paulo, conhecerá João Paulo Amaral (viola caipira e voz); Daniel Muller (piano e acordeão); e Andrea dos Guimarães (voz), juntos desde 2002. Ao longo da trajetória do trio, o Conversa Ribeira tem procurado elaborar músicas que encantem pela riqueza e pela profundidade que vislumbram no repertório caipira, tanto no que se refere aos conteúdos musicais, quanto à experiência humana, aos saberes e às sensibilidades que se revelam nessa escolha. Neste semear, demonstrando o profundo respeito que cultivam com relação aos antepassados caipiras, promovem um encontro criativo entre essa fonte abundante de inspiração e outros estilos aos quais também se dedicam,  tais quais a canção popular brasileira e a música instrumental.

De acordo com o texto de apresentação disponível na página eletrônica do Conversa Ribeira, as interpretações do trio são sínteses cuidadosamente elaboradas em que ao modo caipira de cantar e tocar se sobrepõem novas concepções de arranjo, de harmonia, de improvisação, das interpretações instrumentais e vocais. Assim, quando mergulha na particularidade de cada canção que escolhe recriar, traz à tona, sob um novo ponto de vista, sua expressividade. O resultado é uma música que transborda fronteiras dos gêneros musicais e um repertório que abrange desde melodias folclóricas e modas compostas ou gravadas por grandes artistas da música caipira de raiz, até novas composições de autores contemporâneos, conscientes de seus enraizamentos culturais e interessados em transformá-los em frutos.

O projeto do Conversa Ribeira inclui também canções de artistas consagrados da música brasileira que não são propriamente caipiras, mas que se mostram sensíveis às profundezas ancestrais das culturas do interior do Brasil. Nos dois álbuns que lançaram, Conversa Ribeira e Águas Memoriais, há obras de grandes compositores e intérpretes caipiras como João Pacífico, Raul Torres, Alvarenga, Ranchinho, Tião Carreiro e Almir Sater, entre outros, lado a lado com criações próprias e também e de artistas universais como Villa Lobos, Milton Nascimento e Dori Caymmi.

João Paulo Amaral rege a Orquestra Filarmônica de Violas de Campinas e é ex integrante do Trio Carapiá

Daniel Muller é bacharel e mestre em Música pela Unicamp, arranjador e instrumentista do Quatro a Zero, grupo que propõe uma releitura do choro e de sua tradição, utilizando instrumentos como guitarra, contrabaixo elétrico, piano e bateria

Andrea dos Guimarães é arranjadora e compositora, bacharel em Música Popular e Mestre em Música pela Unicamp, integrante do Garimpo Quarteto, grupo com conceito fundamentado na música instrumental que apresenta a voz como instrumento por meio da utilização de vocalizações sem palavras. Em fevereiro lançou Desvelo, seu primeiro trabalho autoral.

nuzzi
O jornalista Vitor Nuzzi autografa exemplar do livro que escreveu sobre Geraldo Vandré durante o lançamento da obra na BMA (Foto: Marcelino Lima/Arquivo Barulho d’água Música)

O cantor e compositor Geraldo Vandré foi tema da rodada anterior do projeto Imagens do Brasil Profundo, na quarta-feira, 2, quando Marcatti recebeu o jornalista Vitor Nuzzi , autor do livro Geraldo Vandré — Uma Canção Interrompida, que saiu pela Kuarup. Jair Marcatti o desenvolveu em 2014 com o intuito de por em debate por meio de músicas, de filmes, de manifestações populares e de objetos o Brasil por dentro — aquele país que nas palavras de Ariano Suassuna, escondido em rincões considerados profundos, é muito vivo.  Para a primeira temporada foram convidados violeiros que falaram sobre as ligações de sua música com a cultura caipira. Em 2015, com a ampliação do programa, passaram a ser abordados outros aspectos das diversas culturas regionais do Brasil, agora desvendados em diferentes formatos: shows, bate-papos musicais, debates e palestras.

Ao invés de promover abordagens tradicionais, Marcatti prefere convidar músicos, documentaristas, diretores de cinema, ativistas culturais e pesquisadores da cultura popular que em comum nutrem um modo de olhar aprofundado e amplo sobre o Brasil e promovem  trabalhos de pesquisa e resgate das nossas mais entranhadas tradições. Com cada um dos participantes, Marcatti aborda aspectos do universo cultural brasileiro, de nossas trajetórias, continuidades e rupturas; daquilo que sem nenhuma pretensão definidora poderíamos chamar de identidades brasileiras, no plural, com a vantagem dos exemplos serem pontuados no calor da prosa, ao vivo, pelo som dos instrumentos, muitos artesanais, e pela apresentação de outras formas de expressão cultural.

Serviço

Projeto Imagens do Brasil Profundo recebe Conversa Ribeira

Quarta-feira, 9 de dezembro, 20 horas, entrada franca

Biblioteca Mário de Andrade 

Rua da Consolação, 94, Centro, a menos de 1.000 metros das estações República e Anhangabaú da linha 3-Vermelha do Metrô

 

doe sangue

 

736 – Juca da Angélica, poeta de Lagoa Formosa (MG), por Trio José e Paulo Cesar Nunes, no Imagens do Brasil Profundo

trio j pcn

Danilo Gonzaga Moura (violão), Victor Mendes (viola) e Paulo Cesar Nunes, tocando e declamando, apresentaram na Biblioteca Mário de Andrade, em São Paulo, um pouco da valiosa obra do poeta Juca da Angélica (Lagoa Formosa/MG), ajudando a tornar mais conhecido do público este mestre da oralidade — “seo” Juca da Angélica completou 97 anos em julho. Os músicos e o poeta convidados movimentaram mais uma rodada do projeto Imagens do Brasil Profundo, que tem curadoria do professor de Sociologia Jair Marcatti. Danilo e Victor integram o Trio José, de São José dos Campos (SP).

Continue Lendo “736 – Juca da Angélica, poeta de Lagoa Formosa (MG), por Trio José e Paulo Cesar Nunes, no Imagens do Brasil Profundo”

725 – Poeta Juca da Angélica (MG) é tema de apresentação do Trio José (SP) em nova rodada do Imagens do Brasil Profundo

Juca Angelica_Fotor
Juca da Angélica,  hoje aos 97 anos, só não está esquecido em sua casa na cidade de Lagoa Formosa porque ganhou um livro, um documentário e um álbum, já apresentado no Sr. Brasil, produzidos por amigos e admiradores (Foto: Maria Rita Pires do Rio/Divulgação)

A atração da quarta-feira, 18, de mais uma rodada do projeto Imagens do Brasil Profundo, será especial: Jair Marcatti, curador do projeto, receberá no palco da Biblioteca Mário de Andrade, os músicos de São José dos Campos Victor Mendes (viola e voz) e Danilo Moura (violão e voz), que formam o Trio José e na ocasião terão a companhia do poeta Paulo Nunes (leitura/recitação). Os convidados promoverão a partir das 20 horas concerto e recital gratuitos para apresentação das músicas do disco Puisia, compostas a partir dos versos do poeta Juca da Angélica. A plateia poderá assistir, ainda, à exibição do documentário Meu canto é saudade: a poesia de Juca da Angélica, dirigido por Diógenes S. Miranda, que também estará presente.

Juca da Angélica, residente em Lagoa Formosa, um antigo distrito de Patos de Minas (MG), completou 97 anos em 7 de junho. De acordo com o batismo, é José Joaquim de Souza, talentoso poeta e mister da oralidade que pode ser colocado sem descontos na mesma escala de grandeza de Manuel de Barros, mas que estaria tão perdido e ignorado quanto tantos nos rincões dos Brasis não fossem a sensibilidade e a abnegação de outros artistas. Resolvendo encarar o desinteresse geral,  aos poucos, eles veem conseguindo vencer a resistência do mercado de produção cultural, tirando Juca da Angélica do limbo para dedicar a sua obra páginas de livros e um belo álbum de música lançado em 2014, entre outras louváveis e, destaque-se, independentes iniciativas. Entre estas pessoas, deem os devidos créditos à agente cultural e artista plástica Marialda de Amorim Coury Martins, a Paulo César Nunes, ao violeiro Victor Mendes, ao violonista Danilo Moura, e ao cineasta Miranda.

Continue Lendo “725 – Poeta Juca da Angélica (MG) é tema de apresentação do Trio José (SP) em nova rodada do Imagens do Brasil Profundo”

716 – Sidnei de Oliveira, violeiro e violonista: do RS ao palco do projeto Imagens do Brasil Profundo

sidnei e jair

Ganhador de importantes prêmios, entre os quais o primeiro Syngenta de Música de Viola, em 2004, o violeiro e violonista Sidnei de Oliveira esteve na noite de quarta-feira, 4, na Biblioteca Mário de Andrade, em São Paulo, onde tocou e cantou músicas de sua autoria, além de Um violeiro toca, de Almir Sater. Sidnei de Oliveira ocupou o palco como convidado do professor de Sociologia Jair Marcatti, curador do projeto Imagens do Brasil Profundo e escolheu encerrar a apresentação oferecendo a música de Almir Sater à plateia na qual se encontravam a esposa Lenara Abreu, amigos e alunos porque o mato-grossense é sua maior inspiração para se dedicar ao instrumento de dez cordas com o qual, mais do que ritmos do universo caipira, executa variados estilos que vão da canção nordestina ao chamamé, enriquecendo seus concertos com sonoridades que mesclam  popular e erudito, tudo com competência, delicadeza e refinada excelência.

Continue Lendo “716 – Sidnei de Oliveira, violeiro e violonista: do RS ao palco do projeto Imagens do Brasil Profundo”

709 – Sidnei de Oliveira (RS/SP) é convidado de Jair Marcatti para o próximo bate-papo do Imagens do Brasil Profundo

sidnei

O violeiro, filósofo e compositor Sidnei de Oliveira (São Francisco de Paula/RS) será a atração de mais um bate-papo musical do projeto Imagens do Brasil Profundo, série com curadoria do professor Jair Marcatti acolhida pela Biblioteca Mário de Andrade (BMA), situada em São Paulo, e que terá continuidade nesta quarta-feira, 4 de novembro, a partir das 20 horas, com entrada franca.

Continue Lendo “709 – Sidnei de Oliveira (RS/SP) é convidado de Jair Marcatti para o próximo bate-papo do Imagens do Brasil Profundo”

701 -Embarque na Biblioteca Mário de Andrade (SP) e viaje com o Canto Livro para o mundo de Riobaldo e Diadorim

 

cntolivro
Foto de Guimarães Rosa no destaque: Acervo Fundo João Guimarães Rosa – IEB/USP

Em nova rodada do projeto Imagens do Brasil Profundo, o curador Jair Marcatti receberá nesta quarta-feira, 28, a partir das 20 horas, Jean e Joana Garfunkel. Pai e filha conduzirão a plateia por uma viagem pelo sertão de Guimarães Rosa a partir do palco do auditório da Biblioteca Mário de Andrade, em São Paulo. A ida pelo universo roseano se dará por meio dos atalhos da oralidade e da canção brasileira, conforme a proposta do grupo Canto Livro, protagonista do show O Sertão na Canção, baseado no romance Grande Sertão:Veredas, do escritor mineiro de Cordisburgo.

Idealizado pelos  Garfunkel, o Canto Livro propõe aproximar literatura e música para encurtar a distância entre o livro e o público, promovendo num contraponto dinâmico e divertido. Os convidados de Marcatti estarão acompanhados por Pratinha Saraiva (flautas e bandolim) e tocarão canções como Avenida São João, Cotumaz, Primeiro Encontro, São Gregório, Mar de Cavalos, Batalha Final, todas compostas por Jean (violão) em parceria com o irmão, Paul Garfunkel, com arranjos de Natan Marques e permeadas por narração de trechos da obra que apresenta Riobaldo e Diadorim.

O projeto Canto Livro existe desde 2006, quando Jean Garfunkel – poeta, escritor e compositor com obras gravadas por intérpretes como Elis Regina, Zizi Possi, Margareth Menezes e Maria Rita – foi convidado a cantar num projeto dedicado a Guimarães Rosa por conta de sua pesquisa e visitas à cidade Morro da Garça, próxima à terra natal do escritor. Joana também já nutria grande admiração pela obra do autor mineiro: em 2002, escrevera pela Pontifícia Universidade Católica (PUC) de São Paulo a tese Sentido e Significado em Grande Sertão Veredas. Juntos, ambos teceram a ponte entre a saga do jagunço Riobaldo e canções compostas pelos irmãos, transportando a joia da nossa literatura para o palco. Hoje, o Canto Livro oferece cerca de 30 espetáculos que enfocam as obras de Manuel Bandeira, Jorge Amado, Carlos Drummond de Andrade, Clarice Lispector, Cora Coralina, Vinícius de Moraes, Manoel de Barros, Fernando Pessoa e Mia Couto, entre outros.

Paralelamente ao trabalho com o Canto Livro, Jean Garfunkel tem quatro discos gravados em dupla com Paul, mais 13 Pares e Um Fado Solitário, no qual homenageia treze parceiros com os quais vem traçando sua trajetória musical.  É poeta, ator, cantor, compositor e publicitário e durante mais de dez anos trabalhou como assistente de direção da atriz e diretora Myriam Muniz, além de compor trilhas para teatro. Integrante o grupo de estudos sobre a obra de Guimarães Rosa do Instituto de Estudos Brasileiros da Universidade de São Paulo (USP) e realiza oficinas e palestras sobre música e literatura em bibliotecas, livrarias e espaços culturais. Como letrista tem parceiros ilustres como, Léa Freire, Sizão Machado, Mozart Terra, maestro Moacyr Santos, maestro Júlio Medáglia e o violonista Yamandú Costa.

Joana Garfunkel é narradora de histórias e psicóloga, autora de uma pesquisa acadêmica premiada sobre a obra Grande Sertão: Veredas. Trabalha desde 2005 com música e literatura, apresentando-se ao lado de artistas como Tavinho Moura, Natan Marques, Grupo Miguilins e Emiliano Castro.

Mergulho no Brasil de dentro

Dedos de prosa, boa conversa, música, imagens, artesanato e cultura popular. Essa é a receita de Imagens do Brasil Profundo – Um Olhar sobre a Diversidade Brasileira, projeto que envolve shows, debates, bate papos musicais e ações para crianças iniciado em abril e que se estenderá até dezembro, acolhido pela Biblioteca Mário de Andrade,  que ocorre quinzenalmente, sempre às quartas-feiras, sob a batuta do historiador e sociólogo Jair Marcatti, professor de Relações Internacionais e de Sociologia.

A ideia é mostrar e discutir por meio de músicas, filmes, manifestações populares e objetos o Brasil por dentro, aquele país que nas palavras do mestre Ariano Suassuna, escondido em rincões considerados profundos, é muito vivo. Ao invés de promover abordagens tradicionais, entretanto, Marcatti prefere convidar músicos, documentaristas, diretores de cinema, ativistas culturais e pesquisadores da cultura popular que em comum nutrem um modo de olhar aprofundado e amplo sobre o Brasil e trabalhos de pesquisa e resgate das nossas mais entranhadas tradições.

Com cada um dos participantes, Marcatti aborda aspectos do universo cultural e musical  brasileiro, de nossas trajetórias, continuidades e rupturas; daquilo que, sem nenhuma pretensão definidora, poderíamos chamar de identidades brasileiras, no plural, com a vantagem dos exemplos serem pontuados no calor da prosa, ao vivo, pelo som dos instrumentos, muitos artesanais, e pela apresentação de outras formas de expressão cultural.

As rodadas do Brasil Profundo começam sempre às 20 horas e não há cobrança de ingressos. Marcatti já recebeu neste ano Renata Mattar, da Companhia Cabelos de Maria, Magda Pucci, do grupo musical  e de pesquisas étnicas Mawaca, Cláudio Lacerda, Katya Teixeira e Cássia Maria, Benjamin Taubkin, Luiz Salgado, Paulo Dias, Galileu Garcia Júnior, Ivan Vilela, José Miguel Wisnick e João Arruda. Até dezembro haverá ainda sessões com Sidnei de Oliveira, em 4 de novembro, Consuelo de Paula, Trio José, Antônio Nóbrega e Conversa Ribeira.

A Biblioteca Mário de Andrade fica na Rua da Consolação, 94, e para mais informações disponibiliza o número de telefone 3775-0002.

 

676 – Após receber Renata Mattar e Magda Pucci, projeto Imagens do Brasil Profundo anuncia Jean e Joana Garfunkel em bate-papo sobre Guimarães Rosa

jair e moças

Ontem, 7 de outubro, Jair Marcatti recebeu na Biblioteca Mário de Andrade, em São Paulo, Magda Pucci e Renata Mattar, em mais uma rodada do Projeto Imagens do Brasil Profundo. Magda Pucci falou do seu trabalho e pesquisas sobre cantos de diversos países, com maior foco nos afros-brasileiros e indígenas que já resultaram em vários livros e também formam o vasto repertório do Grupo Mawaca, enquanto Renata Mattar abordou em sua palestra aspectos relacionados aos cantos de trabalho (ou de ofício) com os quais lida e entre outras frentes atua defendendo a perpetuação e a valorização desta manifestação da nossa cultura popular por intermédio das atividades da Companhia Cabelos de Maria.

Magda Pucci é arranjadora, compositora e intérprete, além de pesquisadora da música de vários povos há mais de 20 anos. Dirige e produz o Mawaca desde sua formação, grupo que recria músicas de diferentes tradições do mundo, tendo já realizado turnês na Espanha, Alemanha, China, Portugal, Bolívia, Grécia e França.

Formada em canto lírico pela faculdade Santa Marcelina, Renata Mattar foi diretora musical das apresentações Romeu e Julieta e Auto do Rico Avarento, ambas do grupo Romançal de teatro, formado por Ariano Suassuna, e de Auto da Paixão, de Romero de Andrade Lima. Como cantora e acordeonista, já fez parte do grupo As Orquídeas do Brasi”, de Itamar Assumpção, e do Comadre Fulozinha, além das apresentações  de A Vida É Sonho, de Gabriel Villela e Palavra Cantada, de Antonio Nóbrega, com quem trabalhou por cinco anos.

Em 2014, a Biblioteca Mario de Andrade iniciou, sob a curadoria de Jair Marcatti, o projeto Imagens do Brasil Profundo com o objetivo de trazer à tona um país mais interior. Nessa primeira fase, foram convidados grandes violeiros para falar sobre as ligações de sua música com a cultura caipira. Em 2015, o programa se ampliou, abrangendo agora outros aspectos das diversas culturas regionais do Brasil, que serão desvendados em diferentes formatos: shows, bate-papos musicais, debates e palestras.

joana e jean

A próxima atração do projeto Imagens do Brasil Profundo será um bate-papo musical com Jean e Joana Garfunkel, desta vez no dia 28 de outubro, no Auditório da BMA, a partir das 20 horas, com entrada franca.

Jean Garfunkel é poeta, escritor e compositor, já gravado por Elis Regina, Zizi Possi, Margareth Menezes e Maria Rita; Joana, filha de Jean é contadora de história, cantora e grande conhecedora da obra de Guimarães Rosa – ao ponto de “declamar” trechos enormes de sua obra, de cabeça. Pai e filha se uniram e criaram, em 2006, o Canto Livro, grupo musical cujo objetivo é aproximar escritores famosos da literatura com clássicos da música brasileira. Em cada show, eles constroem um repertório de canções recortado por textos com a temática de um autor homenageado.

A Biblioteca Monteiro Lobato, que neste mês estará iluminada em cor-de-rosa em apoio à campanha Outubro Rosa, de prevenção ao câncer de mama e oferece várias outras atividades culturais ligadas à música, à fotografia, à pintura e às artes plásticas fica na rua Consolação, 94, bem pertinho das estações República e Anhangabaú das linhas 3 Vermelha e 4 Amarela do Metrô!

we-are-pb

670 – Imagens do Brasil Profundo recebe Renata Mattar e Magda Pucci na Biblioteca Mário de Andrade, em Sampa

A Biblioteca Mário de Andrade, situada em São Paulo, acolheu o projeto Imagens do Brasil Profundo, que tem curadoria do professor de Sociologia Jair Marcatti e cujo objetivo é trazer à tona um país mais interior. Quinzenalmente às quartas-feiras, a partir das 20 horas e com entrada franca, Jair Marcatti recebe convidados que tratam a cada nova rodada de aspectos das diversas culturas regionais do Brasil, desvendados em shows, bate-papos musicais, debates e palestras. Nesta quarta-feira, 7 de outubro, o palco do auditório estará reservado a um debate com Renata Mattar e Magda Pucci.

Continue Lendo “670 – Imagens do Brasil Profundo recebe Renata Mattar e Magda Pucci na Biblioteca Mário de Andrade, em Sampa”

633 – João Arruda fala sobre a carreira, cultura popular e canta em nova rodada do Imagens do Brasil Profundo (SP)

arrudinha

O compositor, pesquisador e multi-instrumentista João Arruda, de Campinas (SP), animou mais uma rodada do projeto Imagens do Brasil Profundo, realizado a cada quinze dias, sempre às quartas-feiras, na Biblioteca Mário de Andrade, em São Paulo. Abrindo a programação de setembro, João Arruda conversou com o curador Jair Marcatti sobre temas e ritmos relacionados à cultura brasileira e que influenciam sua carreira que, neste ano, completa 10 anos. O bate-papo transcorreu entremeado por músicas dos álbuns Celebra Sonhos e Venta Moinho, além de um terceiro, ao vivo, com músicas do show Entre Violas e Cordas (que está gravando), e as canções Minha História (João do Vale/MA) e Tapera (Vitor Ramil/RS). Para acompanhá-lo, Arruda chamou ao palco o violinista Antônio Galba e a cantora Katya Teixeira.

Continue Lendo “633 – João Arruda fala sobre a carreira, cultura popular e canta em nova rodada do Imagens do Brasil Profundo (SP)”

628 – João Arruda (SP) fala sobre cultura popular e canta sucessos da carreira em nova rodada do projeto Imagens do Brasil Profundo

joão arruda

O cantor e compositor João Arruda (Campinas/SP), que também é pesquisador e se define como sonhador inquieto, será a atração desta quarta-feira, 2 de setembro, do Imagens do Brasil Profundo, a partir das 20 horas, na Biblioteca Mário de Andrade, situada em São Paulo. A entrada é franca.

João Arruda é um artista múltiplo que se caracteriza pela irreverência e pela alegria. Ainda bem jovem, está completando em 2015 dez anos de carreira conhecida e apreciada inclusive fora do país, marca que vem comemorando apresentando o repertório do novo álbum que lançará em breve, Entre Violas e Couros. O disco será o terceiro da discografia autoral que inclui, ainda, Celebra Sonhos e Venta Moinho.

Continue Lendo “628 – João Arruda (SP) fala sobre cultura popular e canta sucessos da carreira em nova rodada do projeto Imagens do Brasil Profundo”