1598 – Fabio Bergamini (SP) mescla música étnica, world music e improvisos do jazz em seu álbum de estreia

#MPB #MúsicaÉtnica #WordMusic #Escolados7Portões #Campinas #Belic

As oito faixas instrumentais de Nandri estão gravadas no primeiro disco do selo Belic Music com a participação de vários músicos brasileiros e de renome internacional

O instrumentista e compositor Fabio Bergamini, paulista de Campinas, lançará Nandri, primeiro álbum de sua carreira e que inaugurará o portifólio do selo Belic Music na quinta-feira, 8 de dezembro, data na qual as oito faixas já estarão disponíveis em todas as plataformas digitais e, também, do concerto de lançamento, a partir das 19 horas, na Escola dos 7 Portões (E7P Urbana), situada no bairro paulistano Sumaré. O evento incluirá apresentações de Bergamini para audição ao vivo do repertório de Nandri, espaço livre para os músicos presentes tocarem ou cantarem (jam session) e videoclipes.

Nandri é todo instrumental, bebe nas fontes da world music e da música étnica e prima por arranjos que conduzem a paisagens sonoras e visuais, em total harmonia com a complexidade de improvisos do jazz. Com três décadas de carreira, Bergamini já protagonizou turnês pelo mundo com o grupo português de projeção global Madredeus e outros renomados músicos. Em seu álbum de estreia, ele insere instrumentos que para os leigos ocidentais seriam exóticos, dos mais diversos cantos do planeta, promovendo um trabalho original e sem fronteiras, ao mesmo tempo brasileiro e universal.

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1586- Regina Machado convida Mário Manga, grava Enquanto o Tempo Para e faz três apresentações em São Paulo

#MPB #CulturaPopular

Disco  gravado “ao vivo” no estúdio, com a autora munida do seu violão e cantando simultaneamente enquanto tocava, traz parcerias com as mineiras Consuelo de Paula e Déa Trancoso. Shows serão em três domingos de novembro, todos no Teatro Maria Dudé, situado no Itaim Bibi

A cantora, compositora e violonista Regina Machado gravou e já lançou nas plataformas digitais Enquanto o Tempo Para (Canto Discos e plataformas digitais), álbum com distribuição pela Tratore para o qual convidou o multi-instrumentista Mário Manga. De modo diferente do seu trabalho anterior, Regina Machado entrou no estúdio e, com o violão e a voz, gravou, na hora, algumas de suas parcerias com as mineiras Consuelo de Paula e Déa Trancoso. Um detalhe é que o violão, sempre presente em sua trajetória, dessa vez protagonizou o processo. A partir do resultado, Manga entrou com violoncelo, guitarra e violão de aço e deu singularidade ao álbum, de cinco faixas.

A cooperação entre Regina e Manga é antiga e se apoia em ideias que se complementam. Ele propõe soluções originais para arranjos das composições dela – que, observa ele, já vêm bem prontas. Por sua vez, Regina enfatizou que entre ambos “há aquela química que funciona” e gera “musicalidade e diversão”. E ainda destacou que “trabalhar com Manga é um acontecimento sempre alimentado pela alegria, e isso é necessário, principalmente no momento que estamos vivendo no Brasil. E preciso graça e coragem para transformar, com nossa força criativa, o estado de coisas.

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1585- Mário Sève lança Ouvindo Paulinho da Viola, dedicado aos 80 anos do sambista

#MPB #Samba #Choro #MúsicaInstrumental #CulturaPopular #RiodeJaneiro

Disco com capa de Elifas Andreato traz entre as faixas duas composições inéditas mescladas a composições consagradas do homenageado. E terá concerto para lançamento no Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Em 12 de novembro Paulinho da Viola, consagrado personagem de nossa história musical, completará 80 anos de idade e para marcar a data a produtora e gravadora Kuarup já disponibilizou (exclusivamente nas plataformas digitais) Ouvindo Paulinho da Viola, disco com 12 choros que traz temas consagrados como Choro Negro e Sarau Para Radamés, apresenta obras com parceiros e duas inéditas, o choro Chuva Grossa Molha Mesmo e a valsa Carinhosa, compostas com Mário Sève, autor do álbum. Flautista, saxofonista e integrante do seleto grupo de Paulinho da Viola, Sève é também coautor do choro Vou-me Embora Pra Roça, lançado no álbum Sempre se Pode Sonhar, do compositor e sambista. O lançamento do álbum Ouvindo Paulinho da Viola terá direito a um concerto de Sève, programado para duas rodadas no Theatro Municipal do Rio de Janeiro (sala Mário Tavares) em 16 de novembro, às 17 e às 19 horas.

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1568 – Gilson Peranzzetta e Marcel Powell lançam Pro Tião, com participação de Alaíde Costa, no Blue Note,

#MPB #Violão #Piano #MúsicaInstrumental #CulturaPopular #ProdutoraeGravadoraKuarup

Disco pelo selo Kuarup homenageia o violonista paraense Sebastião Tapajós, com músicas inéditas dos autores e clássicos instrumentais do gênero

Texturas, entrelaçamento de cordas, cores, suavidades, sonoridades, timbres, vigor, emoção pura. Estas são as imagens sugeridas pelo encontro do pianista e maestro Gilson Peranzzetta com o violinista Marcel Powell em Pro Tião, álbum lançado e distribuído pela gravadora Kuarup e que ganhará concerto na casa noturna Blue Note, situada na cidade de São Paulo. A dupla estará no palco na sexta-feira, 9 de setembro, a partir das 20 horas, em encontro cujo disco homenageia o violonista paraense Sebastião Tapajós, falecido em outubro do ano passado.

A arte dos dois instrumentistas imprime à formação de duo dimensão nova e surpreendente, foge dos sotaques conhecidos para formular uma sonoridade peculiar. Nas 11 faixas estão contidos sedimentos culturais do Brasil, retratados pela diversidade de ritmos e gêneros. Peranzzetta e Powell protagonizam solos e ao tocarem juntos trocam funções e sensações em busca de inéditas dinâmicas. Ora com a mão esquerda ao piano, Peranzetta busca os baixos e desenha a harmonia para que Powell evolua ao violão, ora o violão serve de apoio para o piano, o que brinda o público com um espetáculo mágico.

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1545- Eduardo Sueitt e convidados tocam de graça no Parque Antonio Molinari

#MPB #MusicaInstrumental #MinasGerais #SuldeMinas  #PoçosdeCaldas 

O baterista paulista Eduardo Sueitt estará à frente neste sábado, 11 de junho, das apresentações que serão atrações da primeira edição neste ano do projeto Música Instrumental no Parque, prevista para começar a partir das 14h30, no Parque Antonio Molinari, sem cobrança de ingresso, com discotecagem de Paulo Tothy. Sueitt convidou para os concertos Albano Sales, Flávio Corilow e Henrique Simas, músicos que deverão oferecer ao público composições autorais e releituras de clássicos de Tom Jobim, Moacyr Santos, Ivan Lins, Milton Nascimento, Edu Lobo, Luiz Eça, Toninho Horta. Está prevista, ainda, a participação do violonista poços-caldense André Batiston. 

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1518- Clayton Prósperi (MG) lança Cativo, com participação de Toninho Horta, Marco Lobo, Teco Cardoso e músicos sul-mineiros*

#MPB #MúsicaSulMineira #MinasGerais #TrêsPontas #BeloHorizonte #Piano ##PianoClássico #CulturaPopular

Trabalho celebra  a trajetória do pianista e compositor trespontano, com formação clássica e influências do rock ao jazz e popular; disco ainda conta com os prestigiados instrumentistas Walmir Gil e Enéias Xavier e com a cantora Sarah Abreu 

*  Com João Marcos Veiga

Sem título-2As audições matinais que promovemos aos sábados aqui no Solar do Barulho, redação do Barulho d’água Música, na Estância Turística de São Roque (SP),  transportou-nos neste dia 9 de abril por paisagens da Serra da Mantiqueira por meio do álbum Cativo, que o compositor e pianista Clayton Prósperi lançou ontem, 8. Cativo  reúne temas autorais e traz participações de Toninho Horta, Teco Cardoso, Marco Lobo, Ismael Tiso, Sarah Abreu, Enéias Xavier, Walmir Gil, do arranjador Rafael Martini, entre outros músicos da rica cena do Sul de Minas. Para quem quiser conferir, o  disco está disponível nas plataformas digitais e chegou para celebrar a trajetória do artista de Três Pontas (MG), instrumentista integrante de prestigiados projetos na carreira e gravado por Milton Nascimento (Eu Pescador), com quem fez a turnê do álbum E a gente sonhando, indicado ao Grammy Latino de 2011. O disco é um lançamento da Embornal Records, selo independente trespontano.

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1495 -Alaíde Costa comemora 86 anos com álbum no qual interpreta Eduardo Santhana *

*Com Tambores Comunicações/Assessoria de Comunicações

Feliz o compositor que, igual a Eduardo, tem o privilégio de contar com a voz fervente e chuvosa de Alaíde e dos ótimos músicos que a acompanham – e dos belos poetas que adornaram com seus versos as lindas canções que, uma vez mais, me ponho a ouvir” – Hermínio Bello de Carvalho

É um privilégio ter a liberdade de escolher projetos como este. Fico feliz em, junto com Eduardo Santhana, poder dar vida a essas canções”, disse Alaíde Costa sobre o álbum Canções de Amores Paulistas – Alaíde Costa Canta Eduardo Santhana, que ela lançou em parceria com o músico, cantor e compositor Eduardo Santhana no recente 8 de dezembro, data do aniversário de 86 anos da intérprete. Sobre Alaíde, Santhana não escondeu a admiração e declarou emocionado que a considera uma das maiores vozes ouvidas hoje no país. “Você abre qualquer enciclopédia da música brasileira e vai achar o nome dela”, apontou. “E o mais importante, nesses anos todos, sempre cantando o que quer, sem fazer concessões”, emendou. “Isso para nós é um exemplo. Quando a gente mostrou as músicas e ela topou, tudo se encaixou”.

Um exemplar de Canções de Amores Paulistas – Alaíde Costa Canta Eduardo Santhana foi enviado à redação pelo jornalista Beto Priviero, da Tambores Comunicações/Assessoria de Comunicações, ao qual agradecemos e enviamos votos de boas realizações em 2022!

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1464 -Maria Marcella/RJ celebra o amor pelas lentes de compositores consagrados e em nova parceria com Gilson Peranzzetta

#MPB #AlémDoAmor #MariaMarcella

Epê da cantora, lançado pela Kuarup, também traz mensagem de combate à intolerância religiosa e já está disponível em todas as plataformas digitais

Depois de lançar no ano passado, já em meio à pandemia de Covid-19, o álbum Dentro D’Água em parceria com o músico Dori Caymmi pela Gravadora e Produtora Kuarup, a jovem cantora carioca Maria Marcella voltou a gravar releituras de sucessos de nomes consagrados do cancioneiro nacional, reunidas no epê intitulado Mudanças do Amor, também pela Kuarup. As músicas que Marcella selecionou interpretam quatro fases do amor por meio das lentes de compositores como Cartola, Vinicius de Moraes, Ivan Lins e Vitor Martins, duas das quais em parceria com Gilson Peranzzetta: Além do Amor e Medo de Amar (Vinicius de Moraes); Nós Dois (Cartola); e Mudança dos Ventos (Lins e Martins).

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1413 – Com trio e quarteto, Neymar Dias (SP) promove apresentações virtuais que mesclam composições autorais, moda caipira, rock e música clássica*

#MPB #MúsicaCaipira #MúsicaClássica #MúsicaErudita #Rock #ViolaBrasileira #ViolaCaipira #ViolaInstrumental

* Com Miriam Bemelmans

O compositor, pesquisador e arranjador multi-instrumentista Neymar Dias fará neste mês uma série de apresentações virtuais —  formando com músicos um quarteto ou um trio, dependendo do programa a ser tocado–, sempre a partir das 19 horas. Os concertos online serão transmitidos sem cobrança de taxas pelo canal eletrônico de Neymar, cujo linque estará ao final desta atualização. O projeto foi contemplado pela Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc (Lei 14.017/20, do Governo Federal), prevista no ProAC (Programa de Ação Cultural) da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo.

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1400 – Tavinho Limma (PE/SP) mergulha na obra de Fagner e lança homenagem em treze faixas ao cearense

#MPB #MúsicaBrasileira #Fagner #RaimundoFagner #CulturaPopular #MúsicaNordestina

Com participação de Paulinho Pedra Azul, treze perolas do repertório do controvertido músico nordestino fazem parte do nono álbum do ex-integrante da Banda Pau e Corda

As audições matinais aos sábados aqui no Solar do Barulho, onde fica a redação do Barulho d’água Música, na Estância Turística de São Roque (SP), começaram neste dia 5 de junho com O Mundo de Raimundo, disco lançado em 2020 por Tavinho Limma e disponibilizado em plataformas digitais pela produtora e gravadora Kuarup. O álbum em homenagem ao cantor e compositor cearense que com voz rascante e timbre árabe tanto embalou este jornalista na juventude (e até hoje o admira) traz 13 canções do eclético repertório de Raimundo Fagner. Se hoje muitos na crítica torcem o nariz para Fagner e o riscaram do caderninho por conta de posições artísticas e políticas mais recentes, outros tantos zeram tais observações e, deixando de lado a patrulha ideológica, reconhecem com justiça — como este blogueiro — a inegável qualidade da sua contribuição à música e à cultura populares brasileiras, fazendo dele um dos mais luminosos astros entre os quais podem se citar, ainda, Milton Nascimento, Chico Buarque, Caetano Veloso, Alceu Valença, Geraldo Azevedo e, para ficarmos apenas nas vozes masculinas, já fora deste plano Gonzaguinha, Dominguinhos e Belchior.

Desde 1971 até 2020, Fagner já brindou os inúmeros fãs de ao menos três gerações com cerca de 40 álbuns solo — sem contar aqueles nos quais participa, por exemplo, ao lado de outras referências luminares como Ney Matogrosso, Zé Ramalho, Luiz Gonzaga, Zeca Baleiro e até o craque Zico, entre outros trabalhos que mesclam em uma primeira e inventiva fase desde a poesia e composições de Ferreira Gullar, Garcia Lorca, Pablo Milañes, Antonio Machado, Fernando Pessoa, Patativa do Assaré e Florbela Espanca ao rock rural e ritmos latinos e mouros às raízes nordestinas; duetos icônicos com Mercedes Sosa, Joan Manoel Serrat e Rafael Alberti, por exemplo, antes da bem sucedida guinada na década dos anos 1980, quando, para agradar um público menos intelectual e exigente, plateia pouco afeita a estéticas e linguagens inovadoras, assumiu perfil romântico, até explodir em trilhas sonoras de novelas da Rede Globo.  Muito mais do que uma borbulha de sabão que o vento dissolve como espuma, continua firme e dentro do seu atual estilo, formando o time daqueles que já emplacaram a casa dos 70 anos de vida nesta estrada que, atualmente, ninguém sabe onde nos levará, seja pela perseguição e pelo esvaziamento da cultura, seja pelo negacionismo da pandemia da Covid-19 em meio a retrocessos  de todas as ordens que, como cebola cortada, tanto nos fazem chorar.   

Nesta esteira que já chega aos 50 anos de história, Fagner perdeu a unanimidade entre quem lá atrás foi bicho-grilo, mas os “bregaldos” os amam e consagrou compositores como Abel Silva, Petrúcio Maia, Manassés, Sueli Costa, Clodo, Climério & Clésio e Fausto Nilo, mostrando que somos um celeiro inesgotável quando o assunto é música. E parte de seus álbuns arrebataram sucessivamente discos de ouro (vendas acima de 100 mil cópias) e platina (acima de 500 mil), superando em 1987, com Romance no Deserto (“eu tenho a boca que arde como sol, o rosto e a cabeça quente”…) mais de 1 milhão!. Joia rara, seu primeiro filho solo, Manera Fru Fru Manera (1973), incluiu em sua primeira versão Canteiros, sucesso baseado no poema A Marcha, de Cecilia Meireles, com música de Fagner, até hoje cantado em rodas de violões depois de ecoar por todo o Brasil — um verdadeiro “balaço” que vem riscando o tempo saído do disco produzido por Roberto Menescal e pelo próprio cantor, com arranjos de Ivan Lins e participações especiais de Nara Leão, Naná Vasconcelos e Bruce Henry. Dois anos depois, Fagner foi eleito por jornalistas paulistas o Cantor do Ano. Em 1990, o Prêmio Sharp de Música Popular o reconheceu como Melhor Cantor, autor do Melhor álbum (O Quinze), da Melhor canção (Amor Escondido, parceria com Abel Silva) e, de quebra, o quarto troféu: Melhor disco regional (Gonzagão e Fagner Vol. 2.)

Tavinho Limma pinçou cuidadosamente deste baú as pedras que resolveu polir e, apesar de um disco sintético/enxuto diante de tão copioso tesouro, conseguiu alinhavar as duas facetas do polêmico Fagner, deixando na boca de quem ouve um gosto de quero mais. Zeca Baleiro, junto com o mineiro Chico Lobo, tornou-se um dos padrinhos de O Mundo de Raimundo: ambos demonstraram que ao mirar, sabiam no que apostavam, que não errariam, que seria mesmo um tiro bem dado. O projeto que Tavinho Limma primeiro concretizou por meio de uma concorrida vaquinha virtual para produção dos discos físicos não deu nem para o cheiro: virou ouro em pó! Por sorte, a Kuarup topou disponibilizá-lo em versão eletrônica, já que as tiragens do cedê se esgotaram rapidamente e acessando ao linque logo abaixo desta linha será possível ouvir o disco na íntegra.

As 13 faixas começam com A canção brasileira, com participação do mineiro Paulinho Pedra Azul, depois rememoram clássicos como Mucuripe, parceria entre Fagner e o conterrâneo Belchior, que Roberto Carlos, Elis Regina e Amelinha também interpretam; Noturno e Pedras que Cantam, temas das novelas Coração Alado (1980) e Pedra Sobre Pedra (1992); Guerreiro Menino, de Gonzaguinha, também tocada em Voltei Pra Você (1983), todas da Rede Globo; mais perolas tais como Espumas ao Vento, Astro Vagabundo, Cebola Cortada, Ave Coração e Revelação.

Natural de Recife (PE), radicado em Ilha Solteira (SP), Tavinho Limma é cantor, compositor e produtor de eventos. Ex-integrante da Banda de Pau e Corda, apresentou-se em vários eventos tradicionais pernambucanos como carnavais (em O Galo da Madrugada) e Festas Juninas de Caruaru e Recife. Sua discografia possui nove discos solos, lançados desde o primeiro elepê em 1989 — Intenções, da Gravadora Continental/Colibri, em cujas faixas Tavinho Limma interpreta canções de Oswaldo Montenegro, Fátima Guedes e Beto Mi. Entre os parceiros musicais e artísticos ao longo da carreira, destacam-se nomes como Jane Duboc, Tetê Espíndola, Antonio Calonni, Martha Medeiros, Paulinho Pedra Azul, Chico Lobo, Oswaldinho do Acordeon e Ivan Vilela. Como produtor de shows, esteve também com Tetê Espíndola, além de Dani Black e Grupo Voz.

Por diversas vezes, Tavinho Limma se apresentou na Capital bandeirante, cidades da Grande São Paulo e do Interior paulista, seja como atração de edições da Virada Cultural, festivais, projetos culturais ou em concertos solo, passando por Osasco, Cunha (Festa do Pinhão), Concurso de Marchinhas de São Luiz do Paraitinga, Festival de Música de Avaré (Fampop), Festival de Música de Tatuí, Festival de MPB de Ilha Solteira, entre outros eventos. Em 2012, participou da trilha sonora da novela Carrossel, do Sistema Brasileiro de Televisão (SBT), com a canção Malfeito, dele e de Rita Altério, tema do personagem Firmino. Também esteve no palco do Bar Brahma para o Projeto Talento MPB, dirigido por Lenir Boldrin.