1247 – 6º Prêmio Grão de Música será entregue na galeria do Centro Cultural Olido, em São Paulo

Idealizado por Socorro Lira (PB) como coletânea anual para destacar quinze artistas nacionais, cada um dos escolhidos recebe uma estatueta de 30 cm, em bronze, criada pelo artista visual Elifas Andreato.

Um dos mais importantes troféus do cenário musical da atualidade, o Prêmio Grão de Música (PGM) será entregue em 19 de outubro no Centro Cultural Olido, onde fica a Sala Olido, no antigo Cine Olido, situado na cidade de São Paulo. Já em sua sexta edição continua desde 2014, o PGM neste ano contemplará cantores e compositores de dez estados brasileiros em cerimônia prevista para começar às 17 horas, com entrada franqueada ao público mediante retirada de senhas. O PGM teve início em Salvador (BA), idealizado pela cantora, compositora, escritora e produtora cultural Socorro Lira (PB) como coletânea anual para destacar quinze artistas. Cada um dos escolhidos recebe uma estatueta de 30 centímetros de altura, em bronze, criada pelo artista visual Elifas Andreato. Além da cerimônia de entrega, o evento oferece a #MostraPGM, um concerto com três artistas dentre os premiados do ano. 

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1240 – Galba e Victor Batista lançam “28 Cordas ao Vivo” para celebrar uma década de parceria

Dupla mineira vai tocar em dois espaços paulistanos dedicados à música independente, o Bar do Frango e o Instituto Juca de Cultura, nas noites de sábado e de domingo

Os cantores e compositores Galba e Victor Batista acabaram de lançar o álbum instrumental 28 cordas ao Vivo e vão apresentá-lo como atração em dois tradicionais espaços paulistanos dedicados à música independente, o Bar do Frango, na noite de sábado, 5 de outubro, e do domingo, 6, no Instituto Juca de Cultura, o IJC (ver a guia Serviços no final desta atualização). O disco registra em nove faixas os mais de dez anos da parceria formada pela dupla e traz releituras de clássicos da música popular brasileira como Brejeiro (Ernesto Nazaré), Rosa (Pixinguinha), Rasta Pé (Waldir Azevedo) e Saudades de Minha Terra (Goiá e Belmonte); Galba, que toca violino, bandolim e violão traz de sua autoria Xote, enquanto o violeiro Batista entra com o arranjo para Instrumental Brasileiro.

O violeiro autodidata e arte educador Victor Batista é mineiro de Belo Horizonte radicado em Pirenópolis (GO) e autor dos álbuns Coração Caminhador (2018), Manchete do Tico-Tico (2013) álbum que resultou em indicação ao troféu de Melhor Cantor Regional do 25º Prêmio Brasileiro da Música, em 2014 — En’cantando com a Biodiversidade (2011) —  em parceria com a World Wildlife Fund (WWF) como complementação de cartilha de educação ambiental para crianças e jovens do estado de Goiás — e Além da Serra do Curral (2004). Além de Galba, já formatou bem sucedidas parcerias com Rubinho do Vale, Chico Lobo, Carlinhos Ferreira, Tatá Sympa, Marcelo Pereira, Pedro Munhoz, Manoelito Xavier, Bilora Violeiro, Levi Ramiro, Negrinho Martins, Carlinhos Ferreira, Lucas Telles, Isabella Rovo, Ronaldo Melo e dona Elcely Batista, mãe de Victor, e os integrantes do Minadouro, grupo que ele ajudou a formar, já extinto. 

Quando residia na Capital de São Paulo, aproximou-se de movimentos estudantis e populares. Após se destacar no Encontro Nacional de Violeiros, promovido em Ribeirão Preto, recebeu de Paulo Munhoz convite para dirigir a gravação de Cantares da Educação do Campo e Terra e Arte, álbuns produzidos pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MTST).  Já com o grupo Camerata Caipira, ao lado de Isabella Rovo, Nelson Latiff e Bosco Oliveira, gravou o álbum homônimo e excursionou em turnê por países como Nova Zelândia e Austrália.

É Membro da Associação dos Violeiros do Brasil, ex-integrante dos grupos parafolclóricos Congá e Saradeiros (ambos da Universidade Federal de Minas Gerais/UFMG), da Orquestra Mineira de Violas e do Minadouro. Victor Batista é finalista do 5º Prêmio Profissionais da Música e concorre ao troféu Parada da Música, que será entregue ao vencedor na noite de 3 de novembro, em Brasília (DF), na categoria Artistas e Intérpretes Violas e Violeiros, da modalidade Criação.

Antonio João Galba promove um lírico trabalho composto de diferentes estilos musicais com influências africanas, asiáticas, mouriscas e nordestinas que executa com maestria ao som de violinos, rabecas, bandolins, violas e violões e tem outro parceiro de estrada, Braú Mendonça, com quem forma também, ao lado de Sandrinho Silva e Gilson Bizerra, o Cabedal Quarteto.

Natural de Guarda-Mor, atualmente Galba vive em São Paulo. É irmão do violeiro Pedro Antônio, com o qual mais os amigos Márcio PereiraWellington de Faria Walter Mateus fundou a banda Mina das Minas. O grupo gravou dois discos e na década dos anos 1990 excursionou pela Europa.

Durante a infância em Guarda-Mor, situada a 551 quilômetros de Belo Horizonte no noroeste mineiro, Galba já manifestava dons musicais. Sempre que ia campear o gado, o garoto saía cantando pelas invernadas entre os morros da fazenda, atento ao canto dos pássaros e aos sons da natureza. Disposto a se afirmar no braço do violão, Galba se mudou para Belo Horizonte.Na capital das Alterosas, iniciou a trajetória profissional participando de programas de calouros e compôs a primeira música da carreira. Ao ver o anúncio de um festival em Nova Lima compôs em seu quarto a canção e fez a inscrição, recebendo boa acolhida por parte do público.

A recepção o encorajou a seguir de vez na estrada da música e a se deslocar para São Paulo. Galba estuda partituras e teorias musicais, mas é autodidata que compõe, canta e toca por intuição. Esta capacidade de tocar vários instrumentos “de ouvido” o credenciou a acompanhar artistas que seguem os mais diferentes estilos musicais, permitindo apresentações ao lado de  Zé GeraldoSilvio BritoJorge MautnerPaulo SimõesJair Rodrigues e João Bá, João ArrudaEsther AlvesDanilo BáNanah Correia e Levi Ramiro,Daniela Lasalvia, Katya Teixeira e Cláudio Lacerda. É autor de Caçador de Luas e Tribuzana.

Serviço
Lançamento do álbum 28 Cordas ao Vivo
Galba e Victor Batista


Bar do Frango
Sábado, 5 de outubro, 21h30
Avenida São Lucas, 479, Parque São Lucas, São Paulo
Reservas (11) 2345-8688

Instituto Juca de Cultura

Domingo, 6 de outubro, 18 horas
Rua Cristiano Vianna, 1142, Sumaré,  próximo à estação Sumaré da Linha 2/Verde do Metrô, São Paulo

1188 – Grupo João Rubinato dedica-se à pesquisa da obra e músicas menos conhecidas de Adoniran Barbosa (SP)

A unidade Santo André do Sesc de São Paulo terá entre suas atrações apresentará na sexta-feira, 17 de maio, a partir das 21 horas, uma apresentação do Conjunto João Rubinato. Em 14 de abril, o programa Sr. Brasil, apresentado por Rolando Boldrin na TV Cultura, exibiu entre a gravação da passagem pelo palco da unidade Pompeia o grupo fundado em 2 de dezembro de 2009 com o objetivo pesquisar, recolher e difundir a obra menos conhecida de Adoniran Barbosa (nome artístico de João Rubinato). A pesquisa abrange a obra musical, a trajetória como ator de rádio, cinema e televisão, e aspectos da vida pessoal do autor de Trem das Onze, entre outras composições das mais admiradas há gerações. Para quem perdeu, o linque da apresentação está disponível na internet e pode ser acessado pelo endereço eletrônico https://www.youtube.com/watch?v=DK6XAaHNivE

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1183 – Jazz B (SP) recebe Ubaldo Versolato Quarteto para lançamento de álbum de estreia, Portal

Saxofonista de Roberto Carlos e da banda Mantiqueira apresentará Portal, com participações dos filhos Léo e Renata, pela gravadora Kuarup

A audição matinal aos sábados neste dia 04 de maio aqui no boteco do Barulho d’água Música, em São Roque, Interior de São Paulo, começaram com Portal, disco de estreia que o saxofonista Ubaldo Versolato lançará em 10 de maio, em São Paulo (confira a guia Serviço). O álbum nos foi enviado pela gravadora Kuarup, à qual mais uma vez agradecemos em nome de Rodolfo Zanke. O aguardado projeto do músico reúne oito faixas, todas instrumentais, e é o trabalho de estreia do instrumentista paulista que tem mais de 40 anos de carreira.

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1154 – Sutileza e contundência, sem firulas, marcam novo disco de Ayrton Montarroyos (PE)

Pernambucano que vem recebendo diversos elogios da crítica pelo trabalho de pesquisa e interpretação da canção popular brasileira lança seu segundo disco, em parceria com o violonista do Sr. Brasil Edmilson Capelupi

A gravadora Kuarup está lançando Um mergulho no nada, segundo álbum do cantor de Recife (PE) Ayrton Montarroyos (Ayrton José Montarroyos de Oliveira Pires), no qual acompanhado pelo violonista Edmilson Capelupi interpreta por meio de um bem elaborado repertório clássicos da MPB e de contemporâneos como Ylana e Yuru Queiroga. E que ninguém se perca pelo nome escolhido por Ayrtinho — como é chamado por familiares como a avó Célia o jovem pernambucano nascido em 1995 – para batizar o álbum gravado em uma única apresentação no glamouroso Teatro Itália em 1º de abril de 2018, na cidade de São Paulo: pare o mundo por meros 35 minutos, menos que um dos dois tempos de pelada, e faça o julgamento apenas após terminar a última das 10 faixas — se é que pelo meio da audição o amigo ou seguidor já não estiver tomado por um “magnetismo inescapável”, como escreveu o crítico e jornalista Lucas Nobilo, que ouviu Um mergulho no nada “quatro vezes de enfiada” e também estamos fazendo desde que o disco chegou à redação, gentilmente cedido ao Barulho d’água Música por Rodolfo Zanke, a quem mais uma vez somos gratos.

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1110 – Solano Ribeiro relança “Prepare seu coração” em noites de autógrafos em Sampa e no Leblon

Reedição da Kuarup atualiza os caminhos da MPB dos festivais à era digital,   revisada pelo autor à luz do cenário cultural do Brasil e do mundo em 2018

 

Responsável pela existência da sigla MPB (Música Popular Brasileira) e revelação do elenco, resultado de sua iniciativa, o ex-ator, ex-roqueiro, diretor, produtor e realizador Solano Ribeiro atualizou a pedido da Editora Kuarup o livro Prepare seu Coração — Histórias da MPB,  já à venda nas melhores livrarias e que terá noite de autógrafos  na loja do Shopping Leblon da Livraria da Travessa, no Rio de Janeiro,  em 2 de outubro, depois de ser lançado com a presença do autor em 18 de setembro na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, em São Paulo (veja guia Serviços)

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1096 – “Mestiçaria”, álbum de Lula Barbosa e Luciano Thel, celebra a miscigenação e o ecletismo que formam o brasileiro

O álbum, 14ª da carreira do paulistano que despontou com o vice-campeonato do Festival dos festivais é uma homenagem às nossas gentes,  sem a pretensão de ser panfletária, mas  autenticamente brasileiro
Marcelino Lima, com Osni Diaz e Luciano Thel

A audição matinal do sábado, 18 de agosto,  no boteco do Barulho d’água Música começou com Mestiçaria, um disco dos mais agradáveis de serem ouvidos não apenas pela voz cativante de Lula Barbosa, mas também pela sua proposta. O 14º álbum de Lula Barbosa saiu pelo selo independente Galeão dando alma a um projeto dele e do letrista Luciano Thel, coautor das músicas e produtor executivo da obra. Além da eclética base instrumental da gravação, Mestiçaria traz canções que celebram a brasilidade e repercutem o mito formador da amálgama chamada Brasil – sem perder de vista a perspectiva universalista das muitas matizes étnicas e culturais de nossas gentes. O álbum chegou até à redação enviado pelo amigo jornalista do Correio de Atibaia e professor de Jornalismo da Faculdade de Atibaia (SP), Osni Dias, a pedido de Thel, aos quais agradecemos.

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1014 – Piracicaba (SP) é contemplada com a estreia do ConSertão, novo projeto de Cláudio Lacerda, com Neymar Dias e Lula Barbosa*

* Com  NTZ Comunicação e Marketing

Um novo projeto do cantador e compositor Cláudio Lacerda, o ConSertão, começará a percorrer várias cidades do Interior de São Paulo na sexta-feira, 19 de janeiro, quando estreará em Piracicaba, a partir das 18 horas. Da forma como está concebido o ConSertão promoverá apresentações gratuitas ao ar livre embaladas por um bem selecionado repertório em homenagem a compositores renomados da música caipira. A abertura está programada para transcorrer no campus da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo (Esalq/USP), com entrada solidária equivalente à doação de 1 quilograma (1 kg) de alimento não perecível. Cláudio Lacerda estará acompanhado pelos músicos Neymar Dias e Lula Barbosa e a Orquestra Sinfônica de Piracicaba.

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944 – Medo: Belchior morreu. O que será de nós?*

A morte de Belchior ocorrida ontem, 29 de abril, em Santa Cruz do Sul (RS) , pegou-nos todos de surpresa! Escrevemos todos porque nos últimos dez anos não havia uma só pessoa a qual ouvimos, ama música popular brasileira e o conhecera que não rezava, não torcia, não via a hora de o compositor e cantor dos mais poéticos, criativos e contestadores do país voltar a dar o ar da graça, retornado aos palcos dos quais misteriosamente e polemicamente desapareceu. Semana passada se fora Jerry Adriani, no ano passado Naná Vasconcelos, Papete; há alguns anos entre tantos outros Dércio Marques, Jair Rodrigues, Renato Russo, Cássia Eller, Cazuza — gente que quando morre deixa um buraco enorme, sobretudo para os mais jovens, que perdem importantes referências de caráter e talento. Sobre a passagem do cearense Antônio Carlos Gomes Belchior Fontenelle Fernandes a mídia se encarregará de encher páginas e mais páginas, apresentar programas especiais, entre outras abordagens. Nós, do Barulho d’água Música, consternados, vamos registrá-la (e homenageá-lo) com uma pequena crônica que dialoga com alguns dos maiores sucessos do autor de Apenas um rapaz latino americano, Coração Selvagem, Paralelas e Divina Comédia Humana! A benção, Belchior! 

Pois é, meu caro rapaz latino americano: você profetizou que talvez morreria jovem e antes do combinado encontrou a curva do seu caminho! Você foi divino, maravilhoso; brasileiramente lindo, esforçou-se muito para nos ensinar todos a rejuvenescer, deixando de lado o vil metal. Mas como a morte não sai do nosso caminho, mais um sinal está fechado para nós que, apesar de ainda sermos como nossos pais, ainda somos sonhadores e insistimos em cantar enquanto houver espaço, corpo. Estamos com a carne e os corações cortados a palo seco — quer sejamos pretos, velhos, estudantes, pessoas cinzas –, mais angustiados do que o sujeito do escritório que quanto mais multiplica, mais diminui o seu amor! Se agora vai ser ainda mais duro suportar a alucinação do dia a dia, que ao menos a terra lhe seja leve! E que o Cara do Corcovado abra os braços para te receber, com seu blusão de couro e a camisa toda manchada com o batom dos nossos saudosos abraços! Ficaremos por aqui com nossos medos, seja em Fortaleza, em Goiânia, Goiás, no Piauí, com um monte de fantasmas  — que, parece, resolveram deixar os porões –, quase já perdidos, sem uma mísera placa torta que nos aponte de que lado ainda nasce o sol…

Marcelino Lima e Andréia Beillo

* Clique no linque e acesse a atualização 846 do Barulho d’água Música, de 6 de abril de 2016, sobre os 40 anos de um dos álbuns mais famosos de Belchior, Alucinação.

https://barulhodeagua.com/2016/04/06/846-alucinacao-album-que-fez-de-belchior-mais-do-que-apenas-um-rapaz-latino-americano-completa-40-anos/

918 – Museu da Casa Brasileira retoma apresentações dominicais em São Paulo com quatro concertos de orquestras

O Museu da Casa Brasileira (MCB) retomará a partir de 12 de março as concorridas apresentações gratuitas que sempre a partir das 11 horas e aos domingos lotam as dependências do terraço do prédio, com capacidade para até 400 pessoas, situado no bairro paulistano de Pinheiros. Nesta que será a 18ª edição do projeto Música no MCB, a Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo programou uma série de quatro concertos com orquestras que executam estilos musicais variados, evidenciando a versatilidade deste tipo de formação. A temporada será aberta pela Orquestra Pinheiros, que reúne integrantes do Coral Esporte Clube Pinheiros (ECP) e oferecerá à plateia É Pop!, sob a regência de Murilo Alvarenga. O repertório recordará canções de conjuntos e artistas populares da música internacional, entre os quais The Beatles e Queen, mescladas a musicais da Broadway, em um formato inédito. Além do coral, haverá “canjas” com cantores convidados.

Repertório da Orquestra Pinheiros divulgado pelo MCB*:

01. The Fifth of Beethoven (L.v. Beethoven)/02. The Best of Earth and Fire (medley)/03. Bohemian Rhapsody (Freddie Mercury)/04. Beauty and The Beast (Alan Menken)/05. Body and Soul (J. Green)/06. Miss Celie’s Blues (Quincy Jones & Rod Temperton)/07. Oblivion (Astor Piazzolla)/08. Chiquilin de Bachin (A. Piazzolla & H. Ferrer)/09. Lady Madonna (Lennon & McCartney)/10. Something (G. Harrison)/11. Hey Jude (Lennon & McCartney)/12. Phantom Medley (Andrew Lloyd Webber)/13. Memory (Andrew Lloyd Webber)/
14. Feeling Good (A. Newley & L. Bricusse)/15. New York, New York (J. Kander & Fred Ebb)
16. Can’t Take My Eyes Off You (Frank Valli & B. Gaudier)/17. My Way (J. Reavux, C. François & Paul Anka)
18. Happy (Pharrel Williams)

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