Barulho d'Água Música

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950 – Katya Teixeira volta ao Sesc Belenzinho (SP) e recebe convidados para lançar Flores do Meu Terreiro

A cantora, instrumentista e compositora paulistana Katya Teixeira ocupará o palco da unidade Belenzinho do Sesc de São Paulo na noite deste sábado, 13 de maio, para lançamento de As Flores do Meu Terreiro, nome que escolheu para o sexto álbum da carreira em cuja trajetória vem se destacando como ícone da música regional brasileira. Conhecida e querida tanto pela fibra, quanto pela generosidade que complementam seu indiscutível talento, Katya Teixeira não apenas representa uma bandeira em defesa da música independente e de qualidade: carrega-a, literalmente, pelo país afora e também pelo exterior, transmitindo e recolhendo por onde passa saberes e sonoridades que contribuem para revelar não apenas traços da mestiça identidade brasileira, mas descobrir o que em nós há de comum com outros povos. 

Desta forma e neste intercâmbio a garimpar novos e ancestrais valores pelo Brasil, o trabalho de Katya Teixeira tanto reflete as andanças – os quais acabam por serem incorporados à sua musicalidade — como é correia pela qual repassa os próprios. À medida que, ainda, presta reverência aos mestres populares que a influenciam em 23 anos de estrada, vem percorrendo nesta missão países da América do Sul e da Europa para promover shows, vivências e oficinas. Nascida em família de músicos e pesquisadores, portanto, estamos diante de um nome que personifica uma tríade brasileira e latino-americana (euro-afro-indígena) protagonista de um rico diálogo artístico no qual todas as linguagens não apenas se tornam possíveis, mas complementares e universais.

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754 – Apoie a campanha de Katya Teixeira (SP) para gravar “As Flores do Meu Terreiro”, quinto álbum e primeiro autoral da carreira!

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As Flores do Meu Terreiro é o nome que a cantora paulistana Katya Teixeira escolheu para batizar aquele que conforme projeta será o quinto álbum da carreira já com 21 anos de trajetória, ofício que a transformou em ícone da música regional brasileira. Katya Teixeira, conhecida e querida tanto pela fibra, quanto pela generosidade que complementam seu indiscutível talento, não apenas representa uma bandeira em defesa da música independente e de qualidade: carrega-a, literalmente, pelo país afora e também pelo exterior, levando por onde passa importantes valores de nossa cultura popular, alguns dos quais não apenas ajuda a divulgar, mas recupera, revaloriza e, portanto,  colabora para preservar.

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608 – João Omar (BA) lança no Itaú Cultural (SP) álbum para solo de violão da obra do pai, Elomar; Ocupação Elomar prossegue até dia 23

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João Omar trouxe a São Paulo, em 13 peças para solo de violão, aspectos da obra do pai, Elomar Figueira de Mello, que retratam com fidelidade o dia a dia do sertano, homem simples do campo baiano que mesmo diante de procelas que o afastam da terra natal jamais perde a fé e, sempre que possível, celebra as tradições com festas e outras formas de manifestação que o ajudam, de quebra, a preservar sua identidade (Foto: Ivson Miranda/Itaú Cultural)

Barulho d’água Música acompanhou na noite de quinta-feira, 13 de agosto, o concerto de lançamento por João Omar (Vitória da Conquista/BA) do álbum Ao Sertano,  obra na qual gravou 13 peças para violão solo de Elomar Figueira Mello, seu pai. A apresentação transcorreu no auditório da galeria do Itaú Cultural, em São Paulo, como uma das atividades da Ocupação Elomar — cuja proposta até 23 de agosto é permitir uma viagem ao universo do músico, cantor e compositor e também autor de romances, de poemas e peças de teatro, por meio de uma releitura da Casa dos Carneiros, a fazenda onde Elomar vive no sertão baiano. Ao percorrer os espaços montados para tal finalidade, o visitante poderá encontrar e ouvir discos de vinil, fitas cassetes e vários outros materiais inéditos que incluem objetos, partituras, cartas e registros literários de Elomar.

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Primeiro violeiro a tocar no Free Jazz Festival, Adelmo Arcoverde (PE) é o aniversariante de hoje

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O Barulho d’água Música envia hoje, 31 de julho, um abraço dos mais especiais para Nazaré da Mata (PE), cidade onde reside o aniversariante Adelmo Arcoverde, violeiro que traz em suas composições tanto o burburinho e o cheiro das feiras públicas, quanto a elegância e imponência das salas de concerto camerísticos quando empunha sua viola, e dos dez arames extrai sonoridades tipicamente nordestinas, desfilando peças instrumentais que remetem ao universo de cordel e seus múltiplos temas tanto populares, quanto universais, tais como romances proibidos, a saga de cangaceiros que guerreiam em defesa de sertanejos explorados, a fé e a esperança do camponês em seus santos. Adelmo Arcoverde, em julho, foi uma das atrações ao lado do filho, André, do projeto Viola dos 5 Cantos, organizado pelo violeiro Zeca Collares no Sesc Vila Mariana, de São Paulo. 

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Auditório Ibirapuera abre venda de ingressos para shows de Zé Geraldo (MG) e de Elomar (BA)

O Auditório do Ibirapuera, uma das mais conceituadas casas de shows de São Paulo, terá uma sequência de três apresentações que porá gente saindo pelo ladrão tal deverá ser a procura de ingressos para ver, primeiro, Zé Geraldo (Rodeiro/MG), e, depois, Elomar Figueira Mello (Vitória da Conquista/BA) na segunda quinzena de julho. 

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Adelmo e André Arcoverde (PE) trazem em suas violas tanto o encantamento das feiras nordestinas, quanto a elegância dos conservatórios

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O burburinho e o cheiro das feiras populares; um romance proibido entre uma índia e um bandeirante que vinga e resulta em nova família, outro entre um padre e uma freira, este condenado à moda da inquisição; histórias de cangaceiros que guerreiam em defesa de sertanejos explorados ou que bem na horinha “h” negam fogo, deixam de cumprir a “encomenda”, e se convertem; mensagens celestiais transmitidas por querubins por meio das quais Deus reafirma seu amor pela humanidade. Estes e outros temas e personagens da cultura Nordestina inspiram Adelmo Arcoverde em suas magistrais composições e afinações para viola caipira — literatura de cordel da melhor qualidade que ele recita pela voz dos dez arames, ora com sabor ibérico e trovadoresco, ora com elegância camerística — encheram o auditório do Sesc Vila Mariana (SP) na noite de 19 de junho, quando Adelmo e o filho, André, encerraram o projeto Viola dos 5 Cantos. Quem não se rendeu ao frio que castigava Sampa na ocasião, e foi prestigiá-los, acabou voltando para casa com as palmas aquecidas de tanto batê-las!

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