1498 – João Ormond lança novo álbum e leva ouvinte em viagem poética pelo rio que corre ao contrário e pega carona para chegar ao mar

#MPB #MúsicaDeViola #ViolaCaipira #ViolaBrasileira #ViolaPantaneira #CulturaPopular #Chamamé #Guarânia #Polca #Toada #MatoGrosso #Cuiabá #Arenápolis

Tietê – Rio dos Sonhos é amarrado por lindos versos e poesias em forma de canção com o intuito de emocionar do começo ao fim quem o ouvir

Está disponível desde 14 de janeiro nas plataformas digitais Tietê – Rio dos Sonhos, o mais recente álbum do cantor e compositor João Ormond, mato-grossense de Arenápolis residente em Jundiaí, no Interior paulista. Composto por dez canções inéditas, com parcerias novas e de longa data do autor tais como Paulo Simões, Divino Arbués, Pescuma Morais, Chico Lobo, Clemente Manoel, Zé Geraldo, Amauri Falabella e Milton Bezerra, Tietê: Rio dos Sonhos é amarrado por lindos versos e poesias em forma de canção com o intuito de emocionar do começo ao fim quem o ouvir. O disco, comentou ainda Ormond, deriva da gravação de um audiovisual inédito, com o mesmo nome, produzido com apoio do ProAc do governo do estado de São Paulo

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1474 – 8º Prêmio Grão de Música será entregue a 15 cantores e intérpretes em cerimônia virtual, ao vivo, no Teatro D

#MPB #8ºPGM #CulturaPopular

Em cerimônia marcada para começar a partir das 19 horas da terça-feira, 23 de novembro, com transmissão virtual diretamente do Teatro D (pelo linque informado ao final desta atualização), serão entregues na cidade de São Paulo troféus aos 15 vencedores do 8º Prêmio Grão de Música (PGM). A idealizadora e realizadora do evento, cantora, compositora, escritora e produtora cultural Socorro Lira (PB) pretendia promover a festa em formato híbrido, mas diante tanto do risco ainda real de novos contágios pelo coronavírus, quanto do alto custo de viagens aéreas dentro do país, ela e os demais parceiros envolvidos nos preparativos optaram pela exibição online ao vivo. Ainda conforme Socorro, foi preciso ponderar vários fatores, entre os quais a presença de artistas de todas as idades e de 14 Estados. “A boa notícia é que estamos preparando um lindo espetáculo online para a ocasião e o público acompanhará de casa em segurança”, sem quebrar nenhum protocolo sanitário.

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1434 – Álbum de João Ormond e Divino Abrués destaca ritmos, temas, saberes e falas do povo mato-grossense

Cantos do Mato, lançado apenas nas plataformas digitais, tem dez faixas que suprem a carência de conteúdo de conhecimentos culturais que domina atualmente a maioria das músicas comerciais que inundam as mídias

Está disponível nas plataformas digitais Cantos do Mato, álbum lançado em junho que traz 10 músicas compostas em parceria pelos cantores João Ormond e Divino Arbués, além de contar com participações da cantora Ana Rafaela. Cantos do Mato,  dentre outras virtudes,  registra a junção da musicalidade e da criatividade desses consistentes protagonistas da música feita em Mato Grosso. O fato de suas composições terem se consolidado e angariado público ao longo dos últimos 15 anos já fala por si só, pela qualidade e autenticidade de cada autor, que, além de oferecerem pesquisas de ritmos e temas, entregam conteúdo da história, dos saberes e falares do povo de cada uma de suas regiões sem, entretanto, abrirem mão da música romântica e dos ritmos como o xote e o pagode. Ambas as obras vêm suprir a carência de conteúdo de conhecimentos culturais da música comercial que domina atualmente a maioria das mídias.

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1381 – Festival de Arte Vale do Paraíba 2021 prossegue até 25 de abril, com perto de 30 atrações

#MPB #ViolaInstrumental #ViolaCaipira #CulturaPopular #FestivaldeArteValedoParaíba #AtuaçãoSustentável #MeioAmbiente

 Evento multicultural que reúne artistas para tributo a Paulo Simões e busca inspirar a sensibilidade social com foco no desenvolvimento humano reúne cantores de velhas e novas utopias de múltiplas linguagens, buscando inspirar um conceito de sustentabilidade que permeia todas as instâncias da vida e da sociedade.

Cantores de diferentes gerações da música brasileira vão participar do 4º Festival de Arte Vale do Paraíba, que teve início na quarta-feira, dia 21, e vai terminar neste dia 25 de abril, com uma programação em tributo ao cantor e compositor Paulo Simões. Os convidados apresentarão releituras de canções de Simões tais quais Vida Bela Vida, Mês de Maio, Viola e Vinho Velho, Razões, Serra de Maracaju, Sonhos Guaranis, Milhões de Estrelas, Varandas, 7 Sinais, Maneira Simples, Lua Nova, e Água que Correu, entre outras.

Paulo Simões é um compositor carioca de extrema importância, indicado ao Grammy Latino 2016 (Melhor Música em Língua Portuguesa) pela composição de D de Destino, em parceria com Almir Sater e Renato Teixeira. É dele a coautoria em muitas das canções interpretadas por Sater, tanto as informadas linhas acima, como os clássicos Comitiva Esperança, A Saudade é uma Estrada Longa e Trem do Pantanal, esta última em parceria com o saudoso Geraldo Roca Continue Lendo “1381 – Festival de Arte Vale do Paraíba 2021 prossegue até 25 de abril, com perto de 30 atrações”

699 – Violeiros Fábio Porte (SP) e Lucas Ventania (MG) apresentam canções autorais e da tradição caipira no Campo Limpo e no Bixiga, em Sampa

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O Sesc do Campo Limpo, situado no bairro homônimo na zona Sul paulistana, reservou o palco para o cantor e compositor Fábio Porte apresentar neste domingo, 25, músicas do seu mais recente álbum, Trilhos da Vida e do anterior, o instrumental Jacarandá do Brasil, mescladas a canções consagradas do cancioneiro caipira e regional tais quais Caboclo na cidade (Dino Franco), Merceditas (Ramoncistos Gomes) e Menino da porteira (Teddy Vieira e Luizinho). Não haverá cobrança de ingresso para curtir a cantoria, prevista para começar às 13 horas. 

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649 – Cláudio Lacerda no Imagens do Brasil Profundo: a arte de melhorar o que já é ótimo!

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Cláudio Lacerda, cantor e compositor paulistano, acompanhado por Daniel Franciscão (viola caipira) e Leonardo Padovani (violino), protagonizou na noite de quarta-feira, 16, mais um dos seus memoráveis shows, durante o qual cantou na Biblioteca Mário de Andrade, em São Paulo, sucessos da carreira que já soma três álbuns gravados, um prestes a ser colocado à disposição dos amigos e fãs (inúmeros, mas ainda poucos para um artista da sua magnitude e capacidade interpretativa e veia composicional!) e vários projetos dedicados à pesquisa, preservação e divulgação das tradições populares que abastecem o inesgotável e rico manancial da  música regional e de raiz nacionais, concebidos e costurados independentemente não sem mergulhar em dedicados estudos.  Cláudio Lacerda atendia ao convite do curador do projeto Imagens do Brasil Profundo, o professor de Sociologia Jair Marcatti, e mais uma vez provou: quando ele sobe ao palco o que já é normalmente ótimo pode ficar ainda melhor!

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627 – Fábio Porte (SP) se afirma como um dos melhores da nova safra de violeiros paulistas com “Trilhos da Vida”

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O cantor e compositor Fábio Porte, jovem violeiro paulistano, acaba de lançar o álbum Trilhos da Vida, trabalho que vem ganhando sucessivos elogios no meio regional e motivou entre outros convites sua ida ao programa de rádio Siga bem Caminhoneiro, durante o qual foi entrevistado por Sergio Reis e que em breve irá ao ar. Trilhos da Vida também mereceu um programa exclusivo, no dia 19, em um emissora de Amparo (SP), e mostra bem as dimensões que a viola caipira possui: além de folclore e sertão, o instrumento contem MPB em seu DNA.

Ritmos como Guarânia, Xote, Toada e Rasqueado Paulista estão presentes nas dez faixas deste que é o terceiro trabalho de Fábio Porte e dão forma a inspiradas canções e melodias que retratam o Centro-Oeste do Brasil, o Pantanal mato-grossense, os casarões antigos da Avenida Paulista e as riquezas da literatura mineira, além da história do Tropeirismo — movimento dos Bandeirantes que viajavam com seus muares de Viamão a Sorocaba, no interior de São Paulo, trilhando e desbravando o caminho do ouro. Com a tessitura da viola caipira mesclada com flauta transversal, gaita, ukulele, violoncelo e acordeon, entre outros instrumentos, Fábio Porte também recorre à linguagem da música nordestina para reverenciar o poeta cearense Patativa do Assaré, em linda homenagem, com Patativa e os olhos da Alma. E arremata a obra com Oração do Sertanejo, dele e de Pedro Campos.

O álbum ainda soa como um brado em defesa do meio-ambiente, bandeira que os artistas regionais vêm empunhando com afinco, repercutindo mensagens como a da preservação dos nossos mananciais, posto que as águas são nossa maior fonte da vida, mas se tornaram recurso cada vez mais escasso. Recanto das Águas, por exemplo, retratando a Serra do Japi (considerada o “Castelo das Águas”, na região sudeste de São Paulo) acentua poeticamente este recado, enquanto descreve particularidades como a fauna e a flora do bioma. 

Trilhos da Vida  marca a afirmação de Fábio Porte como violeiro e cantor da atual safra da música regional, e, em síntese, é amor à poesia em parceria com a Natureza — que é inspiração divina, observa o autor, músico e compositor nascido em São Paulo  e que desde criança alimenta raízes sertanejas.  Ainda menino, Fábio Porte pode conviver com consagrados violeiros durante noites de cantorias das quais participava levado pela sua grande inspiração, com a qual aprendeu os primeiros acordes e o caminho para o universo musical: o pai. Também violeiro e luthier, o artesão Luís Porte conviveu, entre outros, com o mestre Bambico. Foi o senhor Porte quem fez a primeira viola em que o filho começou a “arranhar” as cordas. A medida que crescia, Fábio Porte também recebeu influências de elementos das culturas dos estados de origem dos seus pais, Minas Gerais e Paraná.

trilhos da vida

Já experiente no trato das dez cordas, Fabio Porte passou a se dedicar entre outros instrumentos ao violão e ao cavaquinho, tornando-se cantador não apenas de músicas caipira, mas também de MPB e de choros. Lecionando em conservatórios de São Paulo e de Jundiaí, cidade onde atualmente reside, desenvolveu métodos musicais de sua própria autoria e se tornou criador de jingles e de trilhas para programas de televisão, com arranjos e produção. Participou como baixista e guitarrista convidado para projeto Tem Viola no Forró, do violeiro João Ormond, nascido da reunião de amigos e cantadores que em suas apresentações relembram clássicos do autêntico forró de raiz. Fábio Porte também toca violão, bandolim e guitarrinha baiana no álbum de Ormond Tem Viola no Forró.

A trajetória solo de Fábio Porte começou em 2012, com o disco que marcou sua inserção como cantor de música regional e de raiz. Caboclo Folgado contém músicas inéditas e releituras de aclamados sucessos da MPB, com destaque para a faixa título, de Luiz Porte e Gedeão da Viola. O segundo trabalho, Jacarandá do Brasil, completamente instrumental, destaca a intimidade que Fábio Porte desenvolveu com a viola caipira após dar os primeiros passos em suas incursões com o pai e a evolução obtida após anos de estudos, hábito que jamais abandonou e o levou, inclusive, a buscar aprimoramento com João Paulo Amaral, regente da Orquestra Filarmônica de Violas (Campinas) e pupilo de Ivan Vilela.

As faixas de Jacarandá do Brasil são homenagens ao país e à pluralidade da nossa cultura. Como a riqueza rítmica do Brasil é diferente de um estado para outro, para mostrar com fidelidade estas particularidades presentes em cada região, às composições ganham cuidadosa maneira de serem interpretadas por Fabio Porte.

Saiba mais e obtenha o álbum Trilhos da Vida por meio dos telefones 11 973518503 e 11 965700980, e em http://www.fabioporte.com.br

No Sr.Brasil, com Pedro Boi

O talento de Fábio Porte poderá ser conferido neste domingo, 30 de agosto, durante a exibição do Sr. Brasil, a partir das 10 horas. O programa apresentado por Rolando Boldrin terá nos três primeiros blocos a presença de Pedro Boi, cantor e compositor de Ibiracatu (MG) que gravou sua participação acompanhado no palco do teatro do Sesc Pompeia, em São Paulo, pelo violeiro e o percussionista Bré.

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Violeiro Fábio Porte animará mais uma rodada do projeto Viola e Café, em Campinas (SP)

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Fabio Porte despertou interesses pela música caipira ainda menino, levado a rodas de violas pelo pai, Luis Porte, nas quais conviveu, por exemplo, com Bambico. Hoje além de estudioso e professor que toca também cavaquinho e violão, já gravou dois álbuns. Ainda neste semestre, pretende lançar o terceiro, que se chamara Trilhos da Vida.

O cantor e compositor Fábio Porte vai se apresentar no domingo, 19, como atração do projeto Viola e Café, do Sesc Campinas. Natural de São Paulo, atualmente residente em Jundiaí (SP), Fábio Porte estará no palco da área de convivência a partir das 10 horas acompanhado por Luccas Martins (percussão) e Marcelo Eduardo (violão e cavaquinho). O repertório mesclará  ritmos como rasqueado, chamamé, polca paraguaia, valsa, baião e xote, tanto por meio de composições próprias, quanto releituras de clássicos de Sivuca, Ramoncito Gomes, Renato Teixeira e Goiá.

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Fábio Porte, violeiro de Jundiaí (SP), e membro da banda Tem Viola no Forró, está comemorando hoje seu aniversário

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Filho de pais nascidos em MG e no PR, Fábio Porte cresceu em ambiente no qual a música caipira e a viola imperavam nas rodas, mas é virtuoso também com  instrumentos como violão e cavaquinho

Em uma das cidades aos pés da Serra do Japi, Jundiaí, hoje uma viola está ponteando mais bonita do que nunca, e outras, além de violões e cavaquinhos, numa mistura alegre de cordas, acompanham-na para parabenizar o aniversariante de hoje, o músico e compositor Fábio Porte.

Violeiro por influência de pai Luis Porte, do qual herdou a arte de bem tratar o pinho, Fábio Porte tem em seu DNA compostos mineiros e paranaenses, e desde menino, participando de rodas de violas, nutre raízes sertanejas que o colocaram em contato com as tradições interioranas, entre as quais a vertente caipira da música brasileira. E com ela que Fábio Porte destaca-se, atualmente, mas em sua carreira ele também dedicou atenção e estudos ao violão e ao cavaquinho, por exemplo, capacitando-o a tocar com a mesma maestria outros estilos como o choro e a mpb. Já adolescente, passou a lecionar música para iniciantes em conservatórios de São Paulo e Jundiaí,  desenvolveu métodos musicais de sua própria autoria  também tornou-se criador de jingles e trilhas musicais para programas de televisão com arranjos e produção. 

 

Fábio Porte é ao lado de João Ormond (voz e violas),  Cássio Soares (zabumba) Rafael Dos Santos Cabello (acordeon) e Val Da Viola Tavares (violão) integrante do grupo Tem Viola no Forró, que, no dia 14, fez a primeira apresentação do ano no Sesc Santo Amaro. A banda, na qual ele toca baixo elétrico, reúne amigos que juntos relembram clássicos do forró e canções próprias além de xotes, baiões e arrasta-pés fazendo a plateia dançar ao som de composições consagradas de Luiz Gonzaga, Dominguinhos, Alceu Valenca, Elba Ramalho e Fala Mansa, entre outros.

Em 2012, Fábio Porte lançou Caboclo Folgado, com músicas de raiz inéditas e regravações de expoentes da música popular e regional. Atualmente está divulgando Jacarandá do Brasil, álbum instrumental pelo qual  homenageia o país e a cultura brasileira, de acordo com ele, enfocado na “sustentabilidade”. As canções exploram de forma virtuosa a variedade rítmica presente nos diversos estados nacionais, “assim as composições ganham uma cuidadosa maneira de serem interpretadas para mostrar a cultura de uma região”.

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Fábio Porte (primeiro à direita) entre os amigos da banda Tem Viola no Forró, durante apresentação no dia 14, no Sesc Santo Amaro

 

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Cláudio Lacerda canta no Memorial da América Latina e abre festival em Piacatuba

CL MaO cantor e compositor Cláudio Lacerda vai se apresentar neste sábado, 26, no Memorial da América Latina. O show começará às 15 horas, com entrada franca. Paulistano, Lacerda tem três discos gravados, além de várias parcerias ao longo da carreira, participando de cantorias ou de gravações com Lula Barbosa, Renato Teixeira, Dominguinhos, Alzira Espíndola, Pena Branca e Paulo Simões. Ele também integra o projeto “4 Cantos” com os amigos Luiz Salgado (Patos de Minas/MG), Rodrigo Zanc (São Carlos/SP) e Wilson Teixeira (Avaré/SP), grupo que se apresentou no programa Sr.Brasil, de Rolando Boldrin, em outubro de 2013. Com Zanc promove desde 2011 tributos à Pena Branca & Xavantinho.

Piacatuba

Após a passagem pelo Memorial da América Latina, situado no bairro paulistano da Barra Funda, Cláudio Lacerda viajará para Leopoldina, cidade mineira da Zona da Mata, onde fica o distrito de Piacatuba. Na noite de 30 de julho, abrirá a partir das 20h30 a programação de shows do 12º Festival de Viola e Gastronomia. Nas demais noites até 3 de agosto, Piacatuba receberá no mesmo palco Lô Borges, João Ormond, Pereira da Viola, Fernando Sodré, Celia e Celma, Wilson Dias, Ramon e Rozado e Oswaldo Montenegro.

 

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