1521 – Colabore com a campanha para gravação de Alpendre, sexto álbum de Cláudio Lacerda (SP)

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Disco terá 10 faixas que celebram parcerias do cantor e compositor e poderá ser ouvido no aconchego da própria casa ou empresa dos colaboradores a partir de setembro

Amigo e seguidor, vai ouvindo…

A campanha do cantautor de Botucatu (SP) Cláudio Lacerda, disparada na plataforma Catarse para gravar o Alpendre, seu 6º álbum de estúdio, está fluindo até que bem: já tinha alcançado 52% do objetivo quando começamos a escrever esta atualização, em 14 de abril. Mas vamos combinar? Dá para melhorar e muito este trem, gente! Com 25 dias ainda restando para novas colaborações, vamos fazer como as 99 pessoas que já tinham levado a mão ao bolso e apoiado este projeto lindo, cuja primeira etapa é esta, captar recursos por meio de depósitos de amigos e fãs até às 23h59m59s de 09 de maio. Sim, tem a tal da crise econômica, da inflação que faz o caraminguá evaporar, mas se você for ver, os recursos, cujo total está lá na página aberta para o financiamento (https://local.catarse.me/cd_alpendre_4d86?ref=ctrse_explore_featured), conforme o Cláudio explica direitinho, é para pagar de maneira bem apertada arranjadores e músicos, assessoria de imprensa, a arte gráfica do álbum, a prensagem (de apenas 500 unidades!), confecção e postagem das recompensas, sobre as quais informaremos mais abaixo.

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1510 – Conheça e baixe o álbum Canção Atual, de André Luís (SE), ligado à terra e à gente que dela vive

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Primeiro disco do cantor e compositor sergipano que atualmente reside aos pés da Serra da Mantiqueira traz, ainda, um tributo à memória de Jacinta Passos, jornalista e poetisa baiana que mesmo trancada em manicômios jamais deixou de erguer sua voz e de lutar por causas libertárias

 

(…) o meu canto é flecha/a viola, canoa/ponteando navego/versos e orações/que conspiram o sonho/um só povo/ um só chão/esperança que eu vivo pra cantar”

Voz da Mata, de André Luís e Felipe Bedetti

O cantor e compositor André Luís, sergipano de Aracaju, radicado em Pocinhos do Rio Verde, no Sul de Minas Gerais, lançou, em fevereiro de 2021, Canção Atual, o primeiro álbum da carreira. Distribuído pelo selo Tratore, o disco está disponível nas plataformas digitais depois de ser gravado, mixado e masterizado no Estúdio Bordão da Mata (Bordão da Mata/MG), com 10 faixas, e pode ser baixado do blogue Terra Brasilis 2, cujo linque estará ao final desta atualização. A direção e o design sonoro de Canção Atual são de Poli Brandani e do próprio André Luís, que gravou voz e violão ao lado de Alê Vilhena (voz), Rodrigo Sestrem (voz, flauta e rabeca) e Carlinhos Ferreira (percussão, flautas de PVC, rabeca de lata). Entre os parceiros, André Luís contou com Fernando Guimarães e João Bá, Daniela Lasalvia, Levi Ramiro, Ferreira e Sestrem. Os arranjos de base são de André Luís, exceto na faixa Cantiga de Amor Peregrino (de Fernando Guimarães) e Bendita Caminhada (de Levi Ramiro). A arte da capa é assinada por Mariana Brandani. 

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1506 – Juntos em Sesc paulistano, Zeca Collares (MG) e Renato Teixeira (SP) recordam sucessos das carreiras

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Os cantores e compositores Renato Teixeira e Zeca Collares voltarão a se apresentar, juntos, nos dias 26 e 27 de fevereiro, agora no palco da unidade Bom Retiro do SESC paulistano — ambos já estiveram lado a lado no SESC de Bauru (SP), no final de semana anterior, e em julho de 2019, antes, portanto, da pandemia de Covid-19, quando o projeto em parceria decolou. Os protagonistas estarão coadjuvados por Natan Marques (violão) e Cião (baixo) cantando e tocando sucessos dos repertórios próprios a partir das 20 horas do sábado e das 18 do domingo, com ingresso limitado a quatro por pessoa, em um único CPF, em ambas as rodadas.

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1501 – Júlio Santin (SP) lança livro de partituras dos dois primeiros álbuns e anuncia: o terceiro vem ai… i

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Com Capim Dourado chiando na agulha da vitrola, disco do compositor paulista Júlio Santin, composto por onze faixas instrumentais de viola caipira e gravado em 2013, abrimos mais uma audição matinal aos sábados, neste dia 29 de janeiro, aqui no Solar do Barulho, onde fica a redação do Barulho dágua Música, em São Roque (SP). Capim Dourado é o segundo álbum de Santin, que estreara em 2006 com Sentimento Matuto. Os dois discos têm distribuição pela Tratore, estão disponíveis para audição em www.juliosantin.com e nas principais plataformas digitais, além de poderem ser encomendados diretamente com o autor em sua página social.

Capim Dourado e Sentimento Matuto também podem ser ouvidos por meio dos selos (QR Codes) disponíveis nas páginas 10 e 70 do luxuoso livro A viola e um caipira: Júlio Santin Partituras e Tablaturas, que ele lançou ao final de 2021. Um timaço com violeiros e artistas o ajudou na confecção do volume de 140 páginas, cujo projeto e editoração gráfica couberam ser realizados pelo selo Onde Mora a Viola, a partir de textos do próprio Santin e de Domingos de Salvi e fotografias de Adriano Rosa.

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1500 – Contribua para a gravação do novo álbum do “artivista” paraense Bené Fonteles

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Artista plástico, jornalista, editor, escritor, poeta, cantor, compositor e xamã, entre outras formas de expressão que formam as várias facetas do incansável “artivista” que, conforme a própria definição, ele encarna, Bené Fonteles disparou campanha na internet para coletar contribuições entre amigos e tirar do papel o disco D’Alegria. Em formato físico e digital, D’Alegria será gravado no Sítio Arvoredo, em Pocinhos do Rio Verde, distrito de Caldas (MG) e onde fica o estúdio Venta Moinho “debaixo de um pé de jequitibá” do amigo, violeiro cantor e vizinho de porta João Arruda. O trabalho reforçará uma discografia que, fora a participação em outras gravações¹, inclui os autorais Benditos, coletânea de 2003 que mescla Benedito (1983), Silencioso (1987) e (1991); Silencioso tem apenas capa, já que sua proposta conceitual é a de que seja ouvido o silêncio.

Em 2019, em parceria com Lucina, Fonteles gravou Canções para Pescar Almas (Foto: Patrícia Ferraz)

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1454 – Marina Ebbecke (SP): “A viola me trouxe uma autoestima que não sentia tocando outro instrumento”

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Um grupo que tem à frente as mineiras Cláudia Morais (Ituiutaba), Letícia Leal (Belo Horizonte) e Sol Bueno (Moeda), a goiana Paula de Paula (Goiânia) e a pernambucana Laís de Assis (Recife), entre outras, criou o canal Violeiras do Brasil, iniciativa cuja meta é conectar em rede nacional o máximo possível de outras violeiras do país. Elas buscam a devida valorização do segmento feminino da viola e da mulher musicista, produtora e gestora e também agregam em suas fileiras Marina Ebbecke, paulistana atualmente morando em Jundiaí, no Interior paulista e que no final de setembro protagonizou ao lado de Fabiola Ognibeni e Vitória da Viola o concerto Viva Helena! do projeto Violas Fora da Caixa, promovido pelo Sesc Instrumental Brasil, em homenagem a Helena Meireles.

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1407 – O pulsar da força da América Latina está no novo disco de Nádia Campos (MG), Luz Peregrina*

*Com Simone Gallo

Com canções autorais e parcerias inéditas, a artista mineira lançou o álbum hoje nas plataformas digitais juntamente com um minidocumentário sobre o processo de criação do recente trabalho.

 O disco Luz Peregrina, da compositora mineira Nádia Campos, disponível a partir de hoje, 29 de junho, nas plataformas digitais, nasceu a partir de suas vivências culturais pelos lugares por onde passou e das trocas com as pessoas com as quais encontrou em seu caminho. As 14 faixas trazem os valores ancestrais da cantadeira e promovem um encontro lusófono com influência moura, africana e indígena. O pulsar das culturas, instrumentos e melodias da América Latina se misturam nas veias de Nádia em busca da sua própria identidade. Como resultado desta peregrinação, ela comentou: “Quando se caminha em um território, em uma paisagem, também existe um movimento interno da consciência e do espírito que manifesta de forma atemporal o que somos”.

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1387 – Já está disponível nas plataformas virtuais o álbum Viola Paulista II, com as 20 canções

jornaslistas antifascistas

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As tradicionais audições matinais aos sábados aqui no Solar do Barulho, onde fica o boteco do Barulho d’água em São Roque, Interior de São Paulo, começaram neste dia 1 de maio com Viola Paulista II, agora disponibilizado na integra desde meados de março nas plataformas virtuais do selo Sesc Digital com os cinco epês que formam a coletânea, totalizando 20 canções. O mapeamento do instrumento no estado bandeirante, portanto, agora está completo e mereceu, inclusive, o programa levado ar em 15 de abril no Revoredo, da USF FM, com apresentação do maestro José Gustavo Julião Camargo e cujo linque para ser ouvido e baixado estará ao final desta atualização.

O projeto Viola Paulista tem a curadoria do violeiro, compositor, professor universitário e pesquisador Ivan Vilela, que convidou inclusive violeiras tais quais Adriana Farias e Juliana Andrade, representantes de um crescente protagonismo feminino no mundo da viola.  

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1383 – Tempo de Paz, quinto álbum de Amauri Falabella (SP), já está disponível nas plataformas virtuais

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Cantor, compositor e multi-instrumentista residente em Guarulhos grava novo trabalho baseado em violão e voz, com parcerias de amigos que o acompanham desde o início da carreira que o consagrou como um “trovador” moderno, mas de linhagem antiguíssima

O cantor e compositor Amauri Falabella está lançando Tempo de paz, seu quinto álbum, com nove faixas, já disponível nas melhores plataformas virtuais. Tempo de Paz traz parcerias com alguns compositores que já acompanham Falabella — residente em Guarulhos, cidade da Grande São Paulo– e do cancioneiro alternativo do Brasil entre eles Levi Ramiro, Chico Branco, Marco Túlio Oliveira Reis, Helton Gomes, Marcelo Lavrador, Jozén Rique e Sol Bueno e foi gravado no formato de voz e violão. O resultado é um trabalho que pode ser classificado com síntese da música brasileira das últimas décadas, agregando fidelidade às tradições e preocupação com a natureza, sem deixar de lado a beleza e o amor.

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1381 – Festival de Arte Vale do Paraíba 2021 prossegue até 25 de abril, com perto de 30 atrações

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 Evento multicultural que reúne artistas para tributo a Paulo Simões e busca inspirar a sensibilidade social com foco no desenvolvimento humano reúne cantores de velhas e novas utopias de múltiplas linguagens, buscando inspirar um conceito de sustentabilidade que permeia todas as instâncias da vida e da sociedade.

Cantores de diferentes gerações da música brasileira vão participar do 4º Festival de Arte Vale do Paraíba, que teve início na quarta-feira, dia 21, e vai terminar neste dia 25 de abril, com uma programação em tributo ao cantor e compositor Paulo Simões. Os convidados apresentarão releituras de canções de Simões tais quais Vida Bela Vida, Mês de Maio, Viola e Vinho Velho, Razões, Serra de Maracaju, Sonhos Guaranis, Milhões de Estrelas, Varandas, 7 Sinais, Maneira Simples, Lua Nova, e Água que Correu, entre outras.

Paulo Simões é um compositor carioca de extrema importância, indicado ao Grammy Latino 2016 (Melhor Música em Língua Portuguesa) pela composição de D de Destino, em parceria com Almir Sater e Renato Teixeira. É dele a coautoria em muitas das canções interpretadas por Sater, tanto as informadas linhas acima, como os clássicos Comitiva Esperança, A Saudade é uma Estrada Longa e Trem do Pantanal, esta última em parceria com o saudoso Geraldo Roca Continuar lendo