1574- Natália Lepri e André Siqueira costuram voz e violão em disco lançado pela gravadora Kuarup

#MPB #Violão #CulturaPopular

Com a espontaneidade dos concertos ao vivo, Macramê foi gravado em apenas dois dias. Traz em 13 faixas releitura de clássicos brasileiros e latino-americanos, com a participação de André Vercelino. O disco está disponível nas plataformas digitais e em versão física.

O álbum Macramê, que tem distribuição e lançamento pela produtora e gravadora Kuarup nas plataformas digitais, surgiu do diálogo musical criativo e constante dos artistas. O duo formado por Natália Lepri (voz) e André Siqueira (violão, violão barítono, viola caipira e flauta contralto), traz em sua textura o conceito do contraponto, linha versus linha, ponto contra ponto, como princípio criador. O formato camerístico e a opção de utilizar os instrumentos alinhavando linhas melódicas, além do acompanhamento harmônico tradicional, geram texturas pouco ouvidas neste formato de violão e voz.

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1528- Cantigas de andar, novo álbum de Osni Ribeiro (SP), reúne memórias, histórias do autor e crônicas do seu tempo e lugar

#MPB #MúsicaCaipira #MúsicadeViola #CulturaCaipira #CulturaPopular #Botucatu #DandôCircuitodeMúsicaDércioMarques

* Com Mercedes Cumaru

As andanças do cantador, compositor e violeiro Osni Ribeiro por diversos palcos Brasil afora serviram de inspiração para a gravação deste mais recente álbum de sua discografia, Cantigas de Andar, já disponível nas plataformas digitais, Partindo da emblemática Botucatu, onde nasceu e reside, Osni Dias contou que “dos encontros e rodas musicais nas cidades por onde passei e mesmo nos caminhos virtuais que desbravamos durante a pandemia [da Covid-19] surgiram novas canções, muitas delas parcerias inéditas. O ‘andar’ artístico continuou e até ampliou-se em formato online. Assim, o álbum revisita essas passagens e apresenta os frutos dessas interações”. O nome Cantigas de Andar faz referência ao conceito do Dandô – Circuito de Música Dércio Marques, projeto coletivo que também ‘anda’ pelo Brasil impulsionando a circulação de shows. “Faço parte do circuito desde 2018 e isso permitiu maior capilaridade para os meus trabalhos autorais, proporcionando interações com plateias e artistas de muitas e diferentes localidades e linguagens”, observou Ribeiro.

O repertório do novo disco incorpora ao trabalho autoral de Osni Ribeiro os traços e as influências de seus parceiros musicais que, da mesma forma, protagonizam, defendem e mantêm vivas as características das tradições culturais e propõem um novo diálogo com a atualidade. Na composição utilizo elementos de nossas raízes culturais e uma linguagem musical que proporciona às plateias a proximidade com um universo que muitas vezes é pintado com cores que não condizem com a realidade e com a história de nossa cultura”, ponderou.

Assim, para Osni Ribeiro, Cantigas de Andar procura ressignificar o movimento da música que flui dos interiores para as metrópoles e carrega na sua essência elementos de ligação e afetividade entre os grandes centros urbanos, as pequenas cidades e o campo. Apresenta novas perspectivas musicais a partir dos regionalismos diversos que sobrevivem dentro de uma nação continental e que necessitam de cuidados com suas matrizes culturais, de reconhecimento e do fortalecimento da sua identidade. É asica caipira, regional, que nos dá a oportunidade de sabermos quem somos e de onde viemos. Cuidar das raízes, sempre, mas sem perder de vista os brotos, flores e frutos, naturais do cultivar, inerentes à dinâmica da cultura, reforçou 

Cantigas de Andar reúne 13 canções assinadas por Osni Ribeiro e parceiros de composições, dos mais recorrentes aos novos, em todas as faixas, o que ampliou consideravelmente os sotaques, as linguagens e as temáticas musicais do disco. Pela ordem de execução, ela são:

1.Rio Acima, Rio Abaixo – Feita com Fernando Vasques, conterrâneo de Botucatu;
2.Porte de Almas Parceria tripla com Vasques e com o mineiro Marcelo Taynara;
3.Rio Amargo – Novamente tripla parceria, desta vez com os poetas mineiros
Paulo Nunes e Juca da Angélica (in memoriam);
4.Nada é Casual– Composição de estreia do escritor Joel Emídio da Silva (SP)
na criação musical;
5.Manhã Violeira – Composta com Bernardo Pellegrini, de Londrina (PR);
6. Milonga Pra Cuidar Da Alma – Milonga caipira com sotaque gaúcho de
Rodrigo Rocha, de Encruzilhada do Sul;


Disponível em todas as plataformas digitais e em https://tratore.ffm.to/cantigasdeandar


7.Estações – Trabalho compartilhado com Alexandre Lemos, compositor
carioca consagrado com músicas gravadas por Renato Teixeira e Ney Matogrosso;
8.Dança de Nhanderu – Com o parceiro mais recorrente, premiado poeta e
escritor Marco Cremasco;
9.Viagem de Folia– Com o poeta mineiro Paulo Nunes;
10.Tanto Trem – Com o jornalista, pesquisador, escritor e poeta Sérgio Santa Rosa;
11.Simples Assim – Parceria com o companheiro de cantorias e vizinho de  Botucatu Cláudio Lacerda;
12.O Pó da Rabiola – Parceria inédita com o pernambucano Tavinho Limma, radicado em Ilha Solteira (SP) e amigo de festivais há mais de 30 anos;
13.Viola Que Chora – Com o poeta mineiro radicado em Brasília Edimar Silva

O TRADICIONAL E O CONTEMPORÂNEO COMO BROA E CAFEZINHO

Nascido em Botucatu, no interior de São Paulo, Osni Ribeiro começou sua trajetória musical em 1981 cantando música caipira com o parceiro José Lira. Em 1986, já em carreira solo, passou a se apresentar em casas noturnas e projetos alternativos. Rodou São Paulo, Minas Gerais e Paraná participando de festivais de MPB, um deles, o Festival de Música e de Poesia de Paranavaí (PR), o Femupo, onde e quando nos tornamos amigos em 1997 e ano no qual passou a desenvolver trabalhos de pesquisa e composição baseado na música do interior de São Paulo com influência rítmica e temática da música caipira.

Em 2018, integrou a coletânea Viola Paulista I lançada pelo selo SESC/SP, com curadoria de Ivan Vilela. Fez parte de montagens musicais como Mazzaropi, o Carlitos Caipira, Sobre Trilhos e Canções, No Coração do Brasil tributo à Tonico e Tinoco e SP CaipiraCriou, dirige e apresenta a série virtual Manhã Violeira, programa de entrevista expoentes e emergentes da cena da viola, da música e da cultura caipira. Entre as temáticas de destaque presentes em seu trabalho estão a valorização e difusão da música caipira de raiz, a viola e o constante diálogo entre o tradicional e o contemporâneo na música brasileira.  A discografia inclui Osni Ribeiro” (1994), Bebericando (1996), Arredores (2018) e, agora, Cantigas de Andar, disponível em todas as plataformas virtuais). Rabiola, primeiro álbum de viola integralmente instrumental está em fase de preparação.

Leia mais sobre Osni Ribeiro ou conteúdos a ele relacionados aqui no Barulho d’água Música em:

https://barulhodeagua.com/tag/osni-ribeiro/

1507- Compositor e violeiro Paulo Freire leva canções e causos de Selva, seu mais recente livro, a Londrina (PR)

#MPB #ViolaCaipira #ViolaInstrumental #ViolaBrasileira #Literatura #Folclore #CulturaPopular #Londrina #Paraná

Alô amigos e seguidores de Londrina, Bela Vista do Paraíso, Cambé, Sertanópolis, Alvorada do Sul, Ibiporã, Apucarana e cidades paranaenses próximas, vão ouvindo, vão ouvindo: na quinta-feira, 3 de março, o compositor e escritor Paulo Freire promoverá o lançamento do seu mais recente livro, Selva, no restaurante situado na Rua Espírito Santo, 655, no centro de Londrina. A cantoria, como sempre entremeada pelos causos recolhidos dos sertões brasileiros que apenas o violeiro de Campinas (SP) sabe como contar, está marcada para começar às 20h30 e terá a participação especial do multi instrumentista André Siqueira. As reservas deverão ser efetuadas por meio do número de telefone 43 99151-3587 com o máximo de antecipação, pois o estabelecimento limitou o número de mesas à disposição devido às restrições sanitárias de prevenção e combate ao coronavírus (Covid-19). “Tô muito feliz e animado em voltar à Londrina, encontrar os amigos queridos, e poder sapecar na violinha a trilha sonora e contar os causos do novo romance”, disse Freire.

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1229 – Instituto Cultural Abrapalavra promove Mostra Internacional de Violão em Beagá (MG)

De acordo com o cronograma do evento, plateia apreciará concertos de violão e poderá trocar ideias e experiências com Elodie Bouny, André Siqueira, Diego Salvetti, Lucas Telles, Conrado Paulino, Celso Faria, Alessandro Soares, Letícia Leal e José Lucena Vaz.

O Conservatório da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) sediará entre amanhã, 4, e a sexta-feira, 6 de setembro, o evento musical que proporá o encontro entre a tradição e a pluralidade Sons da cidade: Mostra Internacional de Violão de Belo Horizonte, que deverá levar à Capital mineira importantes violonistas da música brasileira e internacional como protagonistas de recitais, além de rodadas de bate-papos para potencializar relações de convivência. Os participantes receberão certificados e poderão acompanhar as sessões de conversas com a ajuda de tradutores especializados em Libras (Linguagem Brasileira de Sinais).

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