985 – Magda Pucci ministra “Tramas Culturais”, na Ema Klabin (SP), quatro aulas sobre música indígena brasileira*

* Com Cristina Aguilera, Midia Brazil Comunicação Integrada

A Fundação Ema Klabin promoverá a partir de 3 de agosto, em quatro sessões, sempre às quintas-feiras a partir das 19h30, Tramas Culturais, programa que conta com apoio do edital do ProAC ICMS que traçará panoramas sobre a música no universo indígena brasileiro, orientado pela musicista e pesquisadora Magda Pucci. A inscrição é gratuita, mas somente serão disponibilizadas 30 vagas por meio do portal da entidade, cujo endereço virtual é emaklabin.org.br

A proposta dos encontros será desenvolvida por meio de atividades de escuta, de contextualização e de prática musical, apoiada ainda por vídeos, música  e troca de ideias durante as aulas.  Magda Pucci buscará, assim, estimular o conhecimento e a reflexão sobre as culturas indígenas do Brasil, em âmbito artístico e antropológico, relacionando-as ao repertório musical e buscando compreendê-las em sua diversidade cultural, aproximando os participantes dos universos sonoros de povos como Paiter Suruí (RO), Kaingang (RS), Ikolen-Gavião (RO), Xavante (MT), Kaiowá (MS), Kayapó (PA), Maxacali (MG), Huni-Kuin (AC) e Alto Rio Negro (AM). 

A musicista Magda Pucci é pesquisadora da música de vários povos, formada em Regência pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP), Mestre em Antropologia pela Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP) e Doutoranda em Creative Arts and Performance pela Universidade de Leiden (Holanda). Diretora musical do grupo Mawaca há 21 anos, a experiência de Magda Pucci com a temática indígena se aprofundou durante o Mestrado em Antropologia, sob orientação de Carmen Junqueira e Betty Mindlin. É autora de diversos livros, entre os quais o guia didático  Outras terras, outros sons (Callis), com Berenice de Almeida, os livros para crianças De todos os cantos do mundo (Companhia das Letrinhas) e Contos Musicais (Leya), com Heloisa Prieto; A Floresta Canta – Uma expedição sonora por terras indígenas do Brasil (Peirópolis) e a Grande Pedra (Saraiva), também em parceria com Berenice de Almeida. Produziu o álbum e o DVD Rupestres Sonoros – O canto dos povos da florestaEm outubro de 2017, Magda e Berenice lançarão o livro Cantos da Floresta acompanhado de um disco e um portal com 150 atividades para professores, projeto que conta com apoio do edital do PROAC-SP e Natura, a ser lançado pela Editora Peirópolis.

 

Casa-Museu Ema Klabin comemora dez anos

A Fundação Ema Gordon Klabin, situada na Rua Portugal, 43, Jardim Europa, na zona Sul paulistana, é uma ótima opção de cultura e de lazer.  A casa-museu reúne mais de 1.500 obras, entre pinturas do russo Marc Chagall e do holandês Frans Post, dos modernistas brasileiros Tarsila do Amaral, Di Cavalcanti, Portinari e Lasar Segal; talhas do mineiro Mestre Valentim; mobiliário de época, peças arqueológicas e decorativas. Neste ano completa dez anos de atividades ininterruptas, abrindo as portas ao público entre quarta-feira e domingo, das 14 às 17 horas (com permanência tolerada até às 18h), sem agendamento prévio, com entrada entre R$ 5,00 (meia) e R$ 10,00 (inteira). Aos finais de semana e nos feriados não cobra o ingresso. Para mais informações há o telefone  11 3897-3232

 Serviço:

Tramas Culturais: A Música no Universo Indígena

Horário: 19h30, sempre às quintas-feiras

1º encontro – 03/08: 

  • Abertura: Música Krenak Po Hamek– canto e movimento. Saudação.
  • Reflexão sobre história dos Krenak
  • Constituição de 1988. Direitos indígenas
  • Quem são eles?
  • Escuta de diversos exemplos sonoros (Tukano, Huni-Kuin, Bororo, Pakaa Nova, Kayapó)

2º encontro – 17/08:

  • Relação entre mito e música – Cosmologia
  • Akoj´ té– princípio da humanidade – Ikolen-Gavião 
  • Bichos de Palop e Koi txãgareh – Paiter Suruí
  • Reflexões sobre a oralidade como eixo das culturas indígenas.

3º encontro – 31/08:

  • Espiritualidade e a voz
  • Ñamandue seus cantos-rezas – Mbyá Guarani
  • Mamo oymé Tekoha – território-  Guarani Kaiowá 
  • Huni Meka– Huni Kuin

4º encontro – 14/09:

  • Grafismo e música
  • Pinturas rupestres, petróglifos e geoglifos
  • Pintura corporal e seus simbolismos
  • Instrumentos musicais e seus significados

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889 – Jean e Joana Garfunkel cantam e interpretam poemas de Mário de Andrade no Imagens do Brasil Profundo (SP)

Em nova rodada da terceira temporada do  Imagens do Brasil Profundo, o curador Jair Marcatti receberá nesta quarta-feira, 15 de junho, a partir das 20 horas, Jean e Joana Garfunkel. Pai e filha conduzirão a plateia por uma viagem pela obra do patrono do projeto, o poeta e escritor Mário de Andrade a partir do palco do auditório Rubens Borba de Moraes da da Biblioteca Mário de Andrade, em São Paulo. A ida pelo universo do modernista se dará por meio da declamação e interpretação de poemas como Eu sou trezentos e outros textos  consagrados do autor de Paulicéia Desvairada.

 

Jean e Joana Garfunkel juntos coordenam o projeto Canto Livro desde 2006. Ele é poeta, escritor. letrista e compositor com obras gravadas por intérpretes como Elis Regina, Zizi Possi, Margareth Menezes e Maria Rita – foi convidado a cantar num projeto dedicado a Guimarães Rosa por conta de sua pesquisa e visitas à cidade Morro da Garça, próxima à terra natal do escritor, Cordisburgo (MG). Paralelamente ao trabalho com o Canto Livro, Jean Garfunkel tem quatro discos gravados em dupla com o irmão Paul, mais 13 Pares e Um Fado Solitário, no qual homenageia treze parceiros com os quais vem traçando sua trajetória musical.  Joana Garfunkel é narradora de histórias e psicóloga, autora de uma pesquisa acadêmica premiada sobre a obra Grande Sertão: Veredas. Trabalha desde 2005 com música e literatura, apresentando-se ao lado de artistas como Tavinho Moura, Natan Marques, Grupo Miguilins e Emiliano Castro.

Mergulho no Brasil de dentro

Dedos de prosa, boa conversa, música, imagens, artesanato e cultura popular. Essa é a receita de Imagens do Brasil Profundo projeto que desde 2014 oferece ao público da Biblioteca Mário de Andrade shows, debates, bate papos musicais e ações para crianças sempre às quartas-feiras, com entrada franca sob a batuta do historiador e sociólogo Jair Marcatti. A ideia é mostrar e trazer à luz manifestações populares e objetos que revelam o Brasil por dentro, aquele país que nas palavras do mestre Ariano Suassuna vive escondido em rincões considerados profundos, mas é muito vivo. Ao invés de promover abordagens tradicionais, Marcatti prefere convidar músicos, documentaristas, diretores de cinema, ativistas culturais e pesquisadores da cultura popular que em comum nutrem um modo de olhar aprofundado e amplo sobre o país e trabalhos de pesquisa e resgate das nossas mais entranhadas tradições.

Com cada um dos participantes, Marcatti aborda aspectos do universo cultural e musical  brasileiro, de nossas trajetórias, continuidades e rupturas; daquilo que, sem nenhuma pretensão definidora, poderíamos chamar de identidades brasileiras, no plural, com a vantagem dos exemplos serem pontuados no calor da prosa, ao vivo, pelo som dos instrumentos, muitos artesanais, e pela apresentação de outras formas de expressão cultural.

A Biblioteca Mário de Andrade fica na Rua da Consolação, 94, entre as estações República e Anhangabaú da linha 3 Vermelha do Metrô e para mais informações disponibiliza o número de telefone 11 3775-0002.

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701 -Embarque na Biblioteca Mário de Andrade (SP) e viaje com o Canto Livro para o mundo de Riobaldo e Diadorim

 

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Foto de Guimarães Rosa no destaque: Acervo Fundo João Guimarães Rosa – IEB/USP

Em nova rodada do projeto Imagens do Brasil Profundo, o curador Jair Marcatti receberá nesta quarta-feira, 28, a partir das 20 horas, Jean e Joana Garfunkel. Pai e filha conduzirão a plateia por uma viagem pelo sertão de Guimarães Rosa a partir do palco do auditório da Biblioteca Mário de Andrade, em São Paulo. A ida pelo universo roseano se dará por meio dos atalhos da oralidade e da canção brasileira, conforme a proposta do grupo Canto Livro, protagonista do show O Sertão na Canção, baseado no romance Grande Sertão:Veredas, do escritor mineiro de Cordisburgo.

Idealizado pelos  Garfunkel, o Canto Livro propõe aproximar literatura e música para encurtar a distância entre o livro e o público, promovendo num contraponto dinâmico e divertido. Os convidados de Marcatti estarão acompanhados por Pratinha Saraiva (flautas e bandolim) e tocarão canções como Avenida São João, Cotumaz, Primeiro Encontro, São Gregório, Mar de Cavalos, Batalha Final, todas compostas por Jean (violão) em parceria com o irmão, Paul Garfunkel, com arranjos de Natan Marques e permeadas por narração de trechos da obra que apresenta Riobaldo e Diadorim.

O projeto Canto Livro existe desde 2006, quando Jean Garfunkel – poeta, escritor e compositor com obras gravadas por intérpretes como Elis Regina, Zizi Possi, Margareth Menezes e Maria Rita – foi convidado a cantar num projeto dedicado a Guimarães Rosa por conta de sua pesquisa e visitas à cidade Morro da Garça, próxima à terra natal do escritor. Joana também já nutria grande admiração pela obra do autor mineiro: em 2002, escrevera pela Pontifícia Universidade Católica (PUC) de São Paulo a tese Sentido e Significado em Grande Sertão Veredas. Juntos, ambos teceram a ponte entre a saga do jagunço Riobaldo e canções compostas pelos irmãos, transportando a joia da nossa literatura para o palco. Hoje, o Canto Livro oferece cerca de 30 espetáculos que enfocam as obras de Manuel Bandeira, Jorge Amado, Carlos Drummond de Andrade, Clarice Lispector, Cora Coralina, Vinícius de Moraes, Manoel de Barros, Fernando Pessoa e Mia Couto, entre outros.

Paralelamente ao trabalho com o Canto Livro, Jean Garfunkel tem quatro discos gravados em dupla com Paul, mais 13 Pares e Um Fado Solitário, no qual homenageia treze parceiros com os quais vem traçando sua trajetória musical.  É poeta, ator, cantor, compositor e publicitário e durante mais de dez anos trabalhou como assistente de direção da atriz e diretora Myriam Muniz, além de compor trilhas para teatro. Integrante o grupo de estudos sobre a obra de Guimarães Rosa do Instituto de Estudos Brasileiros da Universidade de São Paulo (USP) e realiza oficinas e palestras sobre música e literatura em bibliotecas, livrarias e espaços culturais. Como letrista tem parceiros ilustres como, Léa Freire, Sizão Machado, Mozart Terra, maestro Moacyr Santos, maestro Júlio Medáglia e o violonista Yamandú Costa.

Joana Garfunkel é narradora de histórias e psicóloga, autora de uma pesquisa acadêmica premiada sobre a obra Grande Sertão: Veredas. Trabalha desde 2005 com música e literatura, apresentando-se ao lado de artistas como Tavinho Moura, Natan Marques, Grupo Miguilins e Emiliano Castro.

Mergulho no Brasil de dentro

Dedos de prosa, boa conversa, música, imagens, artesanato e cultura popular. Essa é a receita de Imagens do Brasil Profundo – Um Olhar sobre a Diversidade Brasileira, projeto que envolve shows, debates, bate papos musicais e ações para crianças iniciado em abril e que se estenderá até dezembro, acolhido pela Biblioteca Mário de Andrade,  que ocorre quinzenalmente, sempre às quartas-feiras, sob a batuta do historiador e sociólogo Jair Marcatti, professor de Relações Internacionais e de Sociologia.

A ideia é mostrar e discutir por meio de músicas, filmes, manifestações populares e objetos o Brasil por dentro, aquele país que nas palavras do mestre Ariano Suassuna, escondido em rincões considerados profundos, é muito vivo. Ao invés de promover abordagens tradicionais, entretanto, Marcatti prefere convidar músicos, documentaristas, diretores de cinema, ativistas culturais e pesquisadores da cultura popular que em comum nutrem um modo de olhar aprofundado e amplo sobre o Brasil e trabalhos de pesquisa e resgate das nossas mais entranhadas tradições.

Com cada um dos participantes, Marcatti aborda aspectos do universo cultural e musical  brasileiro, de nossas trajetórias, continuidades e rupturas; daquilo que, sem nenhuma pretensão definidora, poderíamos chamar de identidades brasileiras, no plural, com a vantagem dos exemplos serem pontuados no calor da prosa, ao vivo, pelo som dos instrumentos, muitos artesanais, e pela apresentação de outras formas de expressão cultural.

As rodadas do Brasil Profundo começam sempre às 20 horas e não há cobrança de ingressos. Marcatti já recebeu neste ano Renata Mattar, da Companhia Cabelos de Maria, Magda Pucci, do grupo musical  e de pesquisas étnicas Mawaca, Cláudio Lacerda, Katya Teixeira e Cássia Maria, Benjamin Taubkin, Luiz Salgado, Paulo Dias, Galileu Garcia Júnior, Ivan Vilela, José Miguel Wisnick e João Arruda. Até dezembro haverá ainda sessões com Sidnei de Oliveira, em 4 de novembro, Consuelo de Paula, Trio José, Antônio Nóbrega e Conversa Ribeira.

A Biblioteca Mário de Andrade fica na Rua da Consolação, 94, e para mais informações disponibiliza o número de telefone 3775-0002.

 

676 – Após receber Renata Mattar e Magda Pucci, projeto Imagens do Brasil Profundo anuncia Jean e Joana Garfunkel em bate-papo sobre Guimarães Rosa

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Ontem, 7 de outubro, Jair Marcatti recebeu na Biblioteca Mário de Andrade, em São Paulo, Magda Pucci e Renata Mattar, em mais uma rodada do Projeto Imagens do Brasil Profundo. Magda Pucci falou do seu trabalho e pesquisas sobre cantos de diversos países, com maior foco nos afros-brasileiros e indígenas que já resultaram em vários livros e também formam o vasto repertório do Grupo Mawaca, enquanto Renata Mattar abordou em sua palestra aspectos relacionados aos cantos de trabalho (ou de ofício) com os quais lida e entre outras frentes atua defendendo a perpetuação e a valorização desta manifestação da nossa cultura popular por intermédio das atividades da Companhia Cabelos de Maria.

Magda Pucci é arranjadora, compositora e intérprete, além de pesquisadora da música de vários povos há mais de 20 anos. Dirige e produz o Mawaca desde sua formação, grupo que recria músicas de diferentes tradições do mundo, tendo já realizado turnês na Espanha, Alemanha, China, Portugal, Bolívia, Grécia e França.

Formada em canto lírico pela faculdade Santa Marcelina, Renata Mattar foi diretora musical das apresentações Romeu e Julieta e Auto do Rico Avarento, ambas do grupo Romançal de teatro, formado por Ariano Suassuna, e de Auto da Paixão, de Romero de Andrade Lima. Como cantora e acordeonista, já fez parte do grupo As Orquídeas do Brasi”, de Itamar Assumpção, e do Comadre Fulozinha, além das apresentações  de A Vida É Sonho, de Gabriel Villela e Palavra Cantada, de Antonio Nóbrega, com quem trabalhou por cinco anos.

Em 2014, a Biblioteca Mario de Andrade iniciou, sob a curadoria de Jair Marcatti, o projeto Imagens do Brasil Profundo com o objetivo de trazer à tona um país mais interior. Nessa primeira fase, foram convidados grandes violeiros para falar sobre as ligações de sua música com a cultura caipira. Em 2015, o programa se ampliou, abrangendo agora outros aspectos das diversas culturas regionais do Brasil, que serão desvendados em diferentes formatos: shows, bate-papos musicais, debates e palestras.

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A próxima atração do projeto Imagens do Brasil Profundo será um bate-papo musical com Jean e Joana Garfunkel, desta vez no dia 28 de outubro, no Auditório da BMA, a partir das 20 horas, com entrada franca.

Jean Garfunkel é poeta, escritor e compositor, já gravado por Elis Regina, Zizi Possi, Margareth Menezes e Maria Rita; Joana, filha de Jean é contadora de história, cantora e grande conhecedora da obra de Guimarães Rosa – ao ponto de “declamar” trechos enormes de sua obra, de cabeça. Pai e filha se uniram e criaram, em 2006, o Canto Livro, grupo musical cujo objetivo é aproximar escritores famosos da literatura com clássicos da música brasileira. Em cada show, eles constroem um repertório de canções recortado por textos com a temática de um autor homenageado.

A Biblioteca Monteiro Lobato, que neste mês estará iluminada em cor-de-rosa em apoio à campanha Outubro Rosa, de prevenção ao câncer de mama e oferece várias outras atividades culturais ligadas à música, à fotografia, à pintura e às artes plásticas fica na rua Consolação, 94, bem pertinho das estações República e Anhangabaú das linhas 3 Vermelha e 4 Amarela do Metrô!

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670 – Imagens do Brasil Profundo recebe Renata Mattar e Magda Pucci na Biblioteca Mário de Andrade, em Sampa

A Biblioteca Mário de Andrade, situada em São Paulo, acolheu o projeto Imagens do Brasil Profundo, que tem curadoria do professor de Sociologia Jair Marcatti e cujo objetivo é trazer à tona um país mais interior. Quinzenalmente às quartas-feiras, a partir das 20 horas e com entrada franca, Jair Marcatti recebe convidados que tratam a cada nova rodada de aspectos das diversas culturas regionais do Brasil, desvendados em shows, bate-papos musicais, debates e palestras. Nesta quarta-feira, 7 de outubro, o palco do auditório estará reservado a um debate com Renata Mattar e Magda Pucci.

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649 – Cláudio Lacerda no Imagens do Brasil Profundo: a arte de melhorar o que já é ótimo!

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Cláudio Lacerda, cantor e compositor paulistano, acompanhado por Daniel Franciscão (viola caipira) e Leonardo Padovani (violino), protagonizou na noite de quarta-feira, 16, mais um dos seus memoráveis shows, durante o qual cantou na Biblioteca Mário de Andrade, em São Paulo, sucessos da carreira que já soma três álbuns gravados, um prestes a ser colocado à disposição dos amigos e fãs (inúmeros, mas ainda poucos para um artista da sua magnitude e capacidade interpretativa e veia composicional!) e vários projetos dedicados à pesquisa, preservação e divulgação das tradições populares que abastecem o inesgotável e rico manancial da  música regional e de raiz nacionais, concebidos e costurados independentemente não sem mergulhar em dedicados estudos.  Cláudio Lacerda atendia ao convite do curador do projeto Imagens do Brasil Profundo, o professor de Sociologia Jair Marcatti, e mais uma vez provou: quando ele sobe ao palco o que já é normalmente ótimo pode ficar ainda melhor!

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