1016 – Ajude com o seu voto o Barulho d’água a avançar à segunda etapa de votação do Prêmio Profissionais da Música, em Brasília (DF)

A organização do  Prêmio Profissionais da Música (PPM) abriu no sábado, 20 de janeiro, o processo de votação para indicar quem avançará às etapas seguintes entre os 921 inscritos aptos a concorrer na primeira fase de votação da quarta edição em 54 categorias das modalidades Criação, Produção e Convergência. Pela primeira vez, em quase quatro anos de atividades, o Barulho d’água Música está no páreo como candidato em Convergência/Canais de Divulgação. Caso chegue à final, visitará Brasília (DF) em abril de 2018, cidade na qual os vencedores deste ano serão anunciados. De formato inédito e concebido pelo músico e produtor brasiliense Gustavo Ribeiro de Vasconcellos, o PPM foi idealizado para expor e reconhecer a contribuição de diversos profissionais envolvidos em criação, produção e circulação de obras e produções musicais e audiovisuais. A proposta é colaborar para o desenvolvimento de oportunidades e novos negócios do setor da música, a partir da convergência com outros segmentos. “Assim podemos expandir fronteiras ao promover intercâmbios e disseminar legados ao compartilhar experiências e emoções”, observou Gustavo.

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1009 – Vamos dar uma força à campanha para gravação de Trancelim, novo álbum do premiado coletivo Ponto BR?

Tran·ce·lim
substantivo masculino
1. Trança estreita para guarnições ou bordados.
2. Cordão de ouro muito delgado.
 
“trancelim”, in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://www.priberam.pt/dlpo/trancelim [consultado em 13-12-2017].

 

Amigos e seguidores:

O coletivo de artistas Ponto BR está em campanha, aberta em uma das plataformas virtuais de crowdfunding, para tentar levantar os recursos mínimos e gravar o disco Trancelim, segundo álbum desta galera que reúne mestres da cultura popular  —Walter do Maracatu Estrela Brilhante do Recife, Mestra Zezé de Iemanjá da Casa Fanti Ashanti, e Ribinha do Bumba Boi de Maracanã, em diálogo com a paulistana Renata Amaral, o pernambucano Eder “O” Rocha, o suíço radicado em Sampa Thomas Rohrer e o maranhense Henrique Menezes — álbum com o qual os integrantes pretendem, sob o risco da graça, do improviso e da experimentação, possibilitar a descoberta de uma terceira margem do fazer artístico, diluindo supostos limites entre erudito e popular, tradição e contemporaneidade, sagrado e profano. As contribuições partem de módicos R$15,00 e dão direito a recompensas bem legais (diretamente das comunidades de origem dos mestres e músicos, carregando um pouco da história e da sabedoria que embasam este trabalho) e que incluem desde exemplares de discos e dvds a colares, sabonetes artesanais de ervas medicinais, matracas, oficinas de percussão, camisetas, baquetas e até café com os mestres. Saiba mais detalhes e colabore clicando em https://benfeitoria.com/pontobr

O alagoano Seu Nelson da Rabeca (de chapéu, ao lado de Thomas Rohrer) é um dos músicos que o Ponto BR convidará para participar de Trancelim caso o coletivo atinja a segunda meta da campanha (Foto: Joelia Braga)

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988 – Por meio de 13 discos, Companhia Sons do Cerrado resgata ritmos e tradições de um dos mais ricos biomas do país

Bioma de 197 milhões de hectares comum aos estados Bahia, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Piauí, São Paulo e Tocantins, o Cerrado é a segunda mais produtiva extensão de terras do país, caracterizadas por árvores baixas, arbustos espaçados e gramíneas, também conhecidas por savanas brasileiras. Em algumas classificações científicas, esta imensa área é subdividida em cerradão, cerrado típico, campo cerrado, campo sujo de cerrado ou campo limpo, sendo que o cerradão é o único que apresenta formação florestal. Goiânia, uma das capitais onde ele ocorre, possui desde 2001 um grupo musical que se dedica ao estudo da identidade dos habitantes desse precioso sistema biogeográfico por meio de pesquisas, registros, publicações, oficinas e festivais, com o intuito de salvaguardar valores culturais  e de preservar elementos centrais da pesquisa sobre cultura popular — acrescentando na perspectiva da releitura/adaptação novos componentes, formando uma linguagem atrativa e moderna. O grupo é a Companhia Sons do Cerrado, criado no ambiente do Instituto do Trópico Subúmido da Pontifícia Universidade Católica (PUC) de Goiás e composto por Andréa Luísa Teixeira (flauta, vocais, pesquisa), Alba Franco (cantora e pesquisadora), Verônica Aldè (flautas, flautin, vocais e pesquisas) e Vagner Rosafa (percussões, piano e pesquisas). A atriz Larissa Malty fez parte das pesquisas para o volume 13 e participou da gravação do DVD Ternos das Borboletas.

Veronica Aldè, Andréa Teixeira, Vagner Rosafa e Alba Franco (Foto: Weimer Carvalho)

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924 – Instituto Juca de Cultura recebe Déo Lopes, baluarte da música regional do Vale do Paraíba

O cantor e compositor Déo Lopes está comemorando 30 anos de carreira e mostrará parte de sua obra como convidado do Instituto Juca de Cultura no domingo, 2 de abril, a partir das 17 horas. O músico, natural da paulista Santo Antonio da Alegria, hoje residente no Vale do Paraíba, começou a trilhar a estrada profissional em 1980 promovendo apresentações em espaços concorridos como os palcos do Lira Paulistana, Fulô da Laranjeira, Tuquinha, Centro Cultural Vergueiro, Sesc Pompeia, em São Paulo, e Vila dos Artistas, em Osasco. Públicos dos estados de Minas Gerais, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Bahia, e Goiás, entre outros, também o prestigiaram neste período que configura seu jubileu de pérola; sem jamais renegar os próprios valores, nestas três décadas Déo Lopes compôs exprimindo anseios, amores, e crenças, além de respeito à ecologia e ao meio ambiente.

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884 – Brasil perde Papete, ícone da música e do folclore do Maranhão; cinzas são lançadas em rio de Bacabal

A música e a cultura brasileira perderam na madrugada de quinta-feira, 27, mais uma de suas luzes: o maranhense Papete, nome artístico do cantor e compositor José de Ribamar Viana. Embora tenha causado comoção entre amigos e fãs, fora da mídia do entretenimento formadora de opinião mais uma vez a notícia foi completamente ignorada, repercutida apenas em notas rápidas ou por meio de matérias protocolares. A exceção quem promoveu  coube aos blogues especializados, cujos autores se dedicaram a fornecer mais informações sobre a carreira de Papete, nascido em Bacabal, a 240 quilômetros de São Luís, capital do Maranhão. A morte, por insuficiência cardiorrespiratória, encerrando a batalha que ele travava contra um câncer de próstata, colheu-o em São Paulo, aos 68 anos, em um dos leitos do Hospital Alemão Oswaldo Cruz.

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869 – Agenda de Luiz Salgado tem cantoria e TO, MA e PA e fecha com estreia do 4 Cantos em Uberlândia

O público de três estados brasileiros conhecerá em maio o cantor e compositor Luiz Salgado (Araguari/MG), cuja agenda  de apresentações começará no dia 7, durante a chegada da tocha dos Jogos Olímpicos no páteo do teatro municipal, em Uberlândia. Em seguida começará o giro por Tocantins, Maranhão e Pará que o levará a cidades nas quais, simultaneamente a cantoria, haverá o lançamento do documentário Guerrilha do Araguaia. De volta às Minas Gerais, o violeiro contador de causos dará continuidade ao projeto Canto & Viola, acompanhado em Belo Horizonte por Tau Brasil. Para fechar os compromissos neste mês, Salgado será anfitrião dos parceiros Cláudio Lacerda (São Paulo/SP), Rodrigo Zanc (São Carlos/SP) e Wilson Teixeira (Avaré/SP) na primeira apresentação nas Alterosas do Projeto Cultural 4 Cantos, novamente em Uberlândia.

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856 – Amelinha canta em Itaquera (SP) antes de estrear em Beagá turnê com canções de Zeca Baleiro

A cantora Amelinha (Fortaleza/CE) cantará mais uma vez em São Paulo, desta vez na quinta-feira, 14 de abril, como atração gratuita entre 14h30 e 15h30  do projeto do Sesc Itaquera em mais Encontro de Idosos, que propõe atividades culturais, esportivas e de lazer dirigidas às pessoas com mais de 60 anos. O repertório mostrará ao público que comparecer à Praça de Eventos músicas de Janelas do Brasil, álbum que será lançado na ocasião com acompanhamento da banda de Amelinha e que destaca canções de Luiz Gonzaga, João do Valle, Dominguinhos, Zé Ramalho, Nando Cordel, entre outros mescladas a sucessos da carreira dela que fazem parte do cancioneiro popular e embala várias gerações como Frevo Mulher, Foi Deus que Fez Você, Mulher Nova Bonita e Carinhosa Faz um Homem Gemer Sem Sentir Dor.

Entre 25 e 27 de março Amelinha cantou em teatros da Prefeitura de São Paulo como protagonista ao lado de Cláudio Lacerda do show Para seguir um violeiro, no qual  ambos contaram com as participações de Julinho Brau (violão) e Leonardo Padovani (violino). O Barulho d’água Música acompanhou a apresentação no teatro Arthur Azevedo, na Mooca, e depois da apresentação recebeu dela, autografado, um exemplar do Janelas do Brasil ao vivo, que conta com Fagner, Toquinho e Zeca Baleiro. O maranhense, por sinal, motivou a turnê nacional Amelinha canta Zeca Baleiro, que ela iniciará em 10 de maio no Teatro Sesc Palladium, em Belo Horizonte (MG). Depois, dos dias 9 a 12 de junho, ela visitará Curitiba (PR) para shows no Teatro da Caixa. Ao final de agosto (26, 27, 28) regressará à Sampa para receber amigos e seguidores no Salão da Caixa, situado na Praça da Sé.

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Zeca Baleiro participa de Janelas do Brasil ao Vivo e será homenageado por Amelinha em turnê nacional que começará por Belo Horizonte, em maio (Foto: Arquivo Barulho de água Música/Marcelino Lima)

697 – Flávia Bittencourt lança em Sampa DVD que traz Florbela Espanca, Alcione, Ednardo, João do Vale…

 

A cantora e compositora maranhense Flávia Bittencourt fará show para lançamento do DVD Leve neste sábado, 24 de outubro, no Sesc Belenzinho. O espetáculo começará às 21 horas e contará com participação especial do multiartista potiguar Antúlio Madureira, que contribuiu com a composição Assum Preto para o DVD.

O novo trabalho marca os 10 anos de carreira de Flávia Bittencourt. Gravado em setembro de 2014, no Teatro Arthur Azevedo, localizado em São Luís, cidade natal da artista, o DVD tem ainda outros convidados como Alcione e Bloco Tradicional Os Feras (em O Surdo), Luiz Melodia (em Congênito), as coreiras Josélia Santos e Ivone Barros (em Franqueza) e a bailarina Ana Botafogo (em Rèconfort)​. Os arranjos são coletivos e a direção musical é assinada pelo guitarrista e produtor Aquiles Faneco. Entre as faixas há composições inéditas tais quais Rèconfort (versão em francês de Clélia Morali para De Volta Pro Aconchego, de Dominguinhos e Nando Cordel), Maracá Curumim (Carlinhos Veloz),Um Teu Segundo e Leve (Flávia Bittencourt) e Solidão (Sérgio Habibe).

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670 – Imagens do Brasil Profundo recebe Renata Mattar e Magda Pucci na Biblioteca Mário de Andrade, em Sampa

A Biblioteca Mário de Andrade, situada em São Paulo, acolheu o projeto Imagens do Brasil Profundo, que tem curadoria do professor de Sociologia Jair Marcatti e cujo objetivo é trazer à tona um país mais interior. Quinzenalmente às quartas-feiras, a partir das 20 horas e com entrada franca, Jair Marcatti recebe convidados que tratam a cada nova rodada de aspectos das diversas culturas regionais do Brasil, desvendados em shows, bate-papos musicais, debates e palestras. Nesta quarta-feira, 7 de outubro, o palco do auditório estará reservado a um debate com Renata Mattar e Magda Pucci.

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668 – Sesc Pinheiros (SP) promove com Renato Varoni e Marcus Ferrer segunda noite da Série Erudita Viola em Concerto

O Barulho d’Água Música acompanhou na noite de 30 de setembro a segunda rodada da Série Erudita Viola em Concerto, que entre agosto e dezembro, mensalmente, sempre na última quarta-feira de cada mês, oferecerá concertos, conferências e masterclasses com grandes nomes da viola instrumental brasileira, buscando mostrar a versatilidade deste instrumento que se confunde com a formação histórica do Brasil. Sob a curadoria do violeiro, compositor, pesquisador e professor Ivan Vilela , a Série buscará estabelecer relações, diálogos e contrapontos no intuito de contribuir para a ampliação e formação de repertório do público em geral.

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Os convidados do dia 30 de setembro foram os cariocas Renato Varoni e Marcos Ferrer. Varoni ministrou a palestra Os caminhos da viola no mundo urbano: Rio de Janeiro – século XIX, seguida pelo concerto de Marcos Ferrer. De acordo com ele, após a transferência da corte portuguesa para o Brasil em 1808 e com a recolocação de 15.000 membros da aristocracia no Rio de Janeiro, teve início um processo civilizatório que transformou política, econômica e culturalmente a então capital do país naquele começo de século XIX. O carioca teve de se adaptar a uma inusitada realidade, levando-o a incorporar novos costumes e a rejeitar outros que passaram a ser considerados ultrapassados.

Nesse contexto, a viola, um dos cordofones mais populares no país desde o século XVI, começou a cair em importância no Rio de Janeiro, enquanto o violão e seus similares como a viola francesa (ou “guitarra francesa”) ocuparam, gradativamente, o papel de principal acompanhador da música popular à medida que os anos 1800 avançavam. Renato Varoni apoiou-se em representações musicais na literatura e na iconografia da época paara durante a palestra mostrar como o declínio da viola no Rio de Janeiro esteve atrelado às disputas sociais mais amplas, resultando na desvalorização simbólica do instrumento ante forças que pretendiam europeizar e modernizar a cidade.

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Renato Varoni tem experiência na área de música popular brasileira como músico, professor e pesquisador. Dedica-se desde 2003 à investigação dos cordofones luso-brasileiros, e é especialista em viola de arame. Concluiu doutorado em Etnomusicologia pela Queens University Belfast com a tese Tuning in to the past: the viola and its representations in 19th century in Rio de Janeiro  e mestrado em Musicologia Histórica pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) com a dissertação Os caminhos da viola no Rio de Janeiro do século XIX , posteriormente ao Bacharelado em Música com habilitação em Música Popular Brasileira também pela UFRJ. Atualmente,escreve artigos sobre a viola e leciona temporariamente na Universidade Federal do Maranhão (MA).

O concerto que Marcus Ferrer apresentou no Sesc Pinheiros seguiu repertório baseado em acurada seleção de diversos compositores nacionais, entre os quais Guerra-Peixe (Prelúdio número 5), Villa-Lobos (Prelúdio número 2), Radamés Gnattali (Estudo número 5), Edino Krieger (Ponteando), Marisa Resende (Psiu!) bem como composições próprias, tais quais Modinha Prelúdio e Toada Serra Mar, além de peças criadas especialmente para o músico, como Casa de Ferrer, Viola de pau, de Jorge Antunes (DF). Nesta execução, o músico inovou utilizando um arco de violino para tocar uma das suas duas violas e a encerrou com a viola segura pela mão esquerda, em posição vertical com a frente voltada para a plateia e elevada enquanto a vibração das cordas e da batida que ele dera no tampo ressoavam pelo ar; Ferrer levou ao palco duas violas, uma das quais, centenária, tocou a maior parte do concerto, afinada em “rio abaixo”, e com a qual também executou ainda os chorinhos Magoado (Dilermando Reis), Carinhoso (Pixinguinha) e Odeon (Chiquinha Gonzaga); o violeiro Neymar Dias prestigiou o concerto e tocou a viola centenária após o encerramento do concerto.

12049618_992422467488790_5496190345852504206_nMarcus Ferrer é professor da UFRJ, doutor em Teoria e Prática da Interpretação, com a tese A viola de 10 cordas e o Choro: arranjos e análises, pela Universidade Federal do Estado do Rio/UniRio. Mestre em Composição, defendeu a dissertação Choros 4 e Suíte Retratos: o Choro visto por Heitor Villa-Lobos e Radamés Gnattali pela Escola de Música da UFRJ. Ferrer ainda é compositor, violonista e violeiro, além de fundador e integrante da Orquestra de Cordas Brasileira com a qual ganhou três prêmios Sharp: melhor grupo de música instrumental e melhor disco de música instrumental; e melhor disco de música instrumental com Chiquinho do Acordeon e Raphael Rabello. Classificou-se em terceiro lugar no II Prêmio Syngenta de Música Instrumental de Viola com Toada Serra Mar.

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Próximas atrações da Série Erudita Viola em Concerto

28 de outubro, 19 horas – Conferência com Paulo Castagna: A difusão das violas no Brasil, do século XVI ao início do século XIX/ 20h30 – Concerto: Fabrício Conde (Juiz de Fora/MG)
29 de outubro, 19 horas – Masterclass: A viola percussão de Fabrício Conde
25 de novembro –  Conferência com Lia Marchi: Entre Brasil e Portugal: viola e tradição/ 20h30 – Concerto: Duo Arcoverde, com André e Adelmo Arco Verde (Nazaré da Mata/PE)
9 de dezembro – Conferência com  José de Souza Martins: O Caipira, modos de ser e de não ser/ 20h30: Concerto: Duo Catrumano, com Rodrigo Nali e Anderson Baptista (Campinas/SP)
O Sesc Pinheiros fica na rua Paes Leme, 195,  a menos de 1.000 metros das estações Faria Lima da linha 4 Amarela do Metrô e Pinheiros da CPTM, com saída pela praça Victor Civita. Para mais informações telefone para 11 3095-9400 e visite sescsp.org.br/pinheiros.
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