1528- Cantigas de andar, novo álbum de Osni Ribeiro (SP), reúne memórias, histórias do autor e crônicas do seu tempo e lugar

#MPB #MúsicaCaipira #MúsicadeViola #CulturaCaipira #CulturaPopular #Botucatu #DandôCircuitodeMúsicaDércioMarques

* Com Mercedes Cumaru

As andanças do cantador, compositor e violeiro Osni Ribeiro por diversos palcos Brasil afora serviram de inspiração para a gravação deste mais recente álbum de sua discografia, Cantigas de Andar, já disponível nas plataformas digitais, Partindo da emblemática Botucatu, onde nasceu e reside, Osni Dias contou que “dos encontros e rodas musicais nas cidades por onde passei e mesmo nos caminhos virtuais que desbravamos durante a pandemia [da Covid-19] surgiram novas canções, muitas delas parcerias inéditas. O ‘andar’ artístico continuou e até ampliou-se em formato online. Assim, o álbum revisita essas passagens e apresenta os frutos dessas interações”. O nome Cantigas de Andar faz referência ao conceito do Dandô – Circuito de Música Dércio Marques, projeto coletivo que também ‘anda’ pelo Brasil impulsionando a circulação de shows. “Faço parte do circuito desde 2018 e isso permitiu maior capilaridade para os meus trabalhos autorais, proporcionando interações com plateias e artistas de muitas e diferentes localidades e linguagens”, observou Ribeiro.

O repertório do novo disco incorpora ao trabalho autoral de Osni Ribeiro os traços e as influências de seus parceiros musicais que, da mesma forma, protagonizam, defendem e mantêm vivas as características das tradições culturais e propõem um novo diálogo com a atualidade. Na composição utilizo elementos de nossas raízes culturais e uma linguagem musical que proporciona às plateias a proximidade com um universo que muitas vezes é pintado com cores que não condizem com a realidade e com a história de nossa cultura”, ponderou.

Assim, para Osni Ribeiro, Cantigas de Andar procura ressignificar o movimento da música que flui dos interiores para as metrópoles e carrega na sua essência elementos de ligação e afetividade entre os grandes centros urbanos, as pequenas cidades e o campo. Apresenta novas perspectivas musicais a partir dos regionalismos diversos que sobrevivem dentro de uma nação continental e que necessitam de cuidados com suas matrizes culturais, de reconhecimento e do fortalecimento da sua identidade. É asica caipira, regional, que nos dá a oportunidade de sabermos quem somos e de onde viemos. Cuidar das raízes, sempre, mas sem perder de vista os brotos, flores e frutos, naturais do cultivar, inerentes à dinâmica da cultura, reforçou 

Cantigas de Andar reúne 13 canções assinadas por Osni Ribeiro e parceiros de composições, dos mais recorrentes aos novos, em todas as faixas, o que ampliou consideravelmente os sotaques, as linguagens e as temáticas musicais do disco. Pela ordem de execução, ela são:

1.Rio Acima, Rio Abaixo – Feita com Fernando Vasques, conterrâneo de Botucatu;
2.Porte de Almas Parceria tripla com Vasques e com o mineiro Marcelo Taynara;
3.Rio Amargo – Novamente tripla parceria, desta vez com os poetas mineiros
Paulo Nunes e Juca da Angélica (in memoriam);
4.Nada é Casual– Composição de estreia do escritor Joel Emídio da Silva (SP)
na criação musical;
5.Manhã Violeira – Composta com Bernardo Pellegrini, de Londrina (PR);
6. Milonga Pra Cuidar Da Alma – Milonga caipira com sotaque gaúcho de
Rodrigo Rocha, de Encruzilhada do Sul;


Disponível em todas as plataformas digitais e em https://tratore.ffm.to/cantigasdeandar


7.Estações – Trabalho compartilhado com Alexandre Lemos, compositor
carioca consagrado com músicas gravadas por Renato Teixeira e Ney Matogrosso;
8.Dança de Nhanderu – Com o parceiro mais recorrente, premiado poeta e
escritor Marco Cremasco;
9.Viagem de Folia– Com o poeta mineiro Paulo Nunes;
10.Tanto Trem – Com o jornalista, pesquisador, escritor e poeta Sérgio Santa Rosa;
11.Simples Assim – Parceria com o companheiro de cantorias e vizinho de  Botucatu Cláudio Lacerda;
12.O Pó da Rabiola – Parceria inédita com o pernambucano Tavinho Limma, radicado em Ilha Solteira (SP) e amigo de festivais há mais de 30 anos;
13.Viola Que Chora – Com o poeta mineiro radicado em Brasília Edimar Silva

O TRADICIONAL E O CONTEMPORÂNEO COMO BROA E CAFEZINHO

Nascido em Botucatu, no interior de São Paulo, Osni Ribeiro começou sua trajetória musical em 1981 cantando música caipira com o parceiro José Lira. Em 1986, já em carreira solo, passou a se apresentar em casas noturnas e projetos alternativos. Rodou São Paulo, Minas Gerais e Paraná participando de festivais de MPB, um deles, o Festival de Música e de Poesia de Paranavaí (PR), o Femupo, onde e quando nos tornamos amigos em 1997 e ano no qual passou a desenvolver trabalhos de pesquisa e composição baseado na música do interior de São Paulo com influência rítmica e temática da música caipira.

Em 2018, integrou a coletânea Viola Paulista I lançada pelo selo SESC/SP, com curadoria de Ivan Vilela. Fez parte de montagens musicais como Mazzaropi, o Carlitos Caipira, Sobre Trilhos e Canções, No Coração do Brasil tributo à Tonico e Tinoco e SP CaipiraCriou, dirige e apresenta a série virtual Manhã Violeira, programa de entrevista expoentes e emergentes da cena da viola, da música e da cultura caipira. Entre as temáticas de destaque presentes em seu trabalho estão a valorização e difusão da música caipira de raiz, a viola e o constante diálogo entre o tradicional e o contemporâneo na música brasileira.  A discografia inclui Osni Ribeiro” (1994), Bebericando (1996), Arredores (2018) e, agora, Cantigas de Andar, disponível em todas as plataformas virtuais). Rabiola, primeiro álbum de viola integralmente instrumental está em fase de preparação.

Leia mais sobre Osni Ribeiro ou conteúdos a ele relacionados aqui no Barulho d’água Música em:

https://barulhodeagua.com/tag/osni-ribeiro/

1429 -TV Dandô começa a transmitir conteúdos artísticos que incluem concertos, curtas-metragens e oficinas

#MúsicaBrasileira #CulturaPopular #Dança #Poesia

O premiado Dandô – Circuito de Música Dércio Marques expandiu ainda mais a sua atuação artística com o lançamento em 16 de agosto da TV Dandô, um novo veículo para divulgação de conteúdos inéditos que serão disponibilizados pelo canal Youtube (http://youtube.com/circuitodandobr), sempre a partir das 20 horas. A programação é das mais ecléticas e oferecerá novidades sobre os concertos que o Dandô oferece, espetáculos virtuais exibidos na íntegra, entrevistas exclusivas com os artistas participantes do circuito e convidados, depoimentos, homenagens, clipes, lives, curtas-metragens e oficinas, entre outras ações e manifestações culturais.

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991 – Atração do Projeto Dandô Dércio Marques, Sol Bueno (MG) canta no IJC, com abertura de Mari Ananias

A cantora e compositora Sol Bueno protagonizará em São Paulo neste domingo, 13 de agosto, mais uma rodada do premiado Dandô Circuito de Música Dércio Marques, prevista para começar às 17 horas, no Instituto Juca de Cultura (IJC). Mari Ananias abrirá a apresentação durante a qual a mineira de Pitangui cantará músicas integrantes de Poeira Dançante, seu disco de estreia, lançado no final de maio em Belo Horizonte (MG) e no qual, de forma apurada, ela revela sutilezas e memórias do universo da cultura popular, vivências, sentimentos e um olhar acurado para a terra. À medida que ouve as 13 faixas, a plateia embarca em poético passeio ao Cerrado — passando pela bacia do rio São Francisco e por cenários mágicos do sertão Roseano — e conhece parte das sonoridades que ocorrem naquelas paisagens.  Egressa de família de músicos e cantadores, Sol Bueno resgata com voz suave e timbre marcante a força dos ancestrais, ilustrando a cada nova canção os múltiplos retratos interiores dos Brasis que Minas Gerais carrega.

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978 – Rota Lunar (RS) volta às atividades com álbum que rememora sucessos do Musical Vertente

Vertente: o que fica na memória,  disco do momento aqui na redação do Barulho d’água Música, do grupo gaúcho Rota Lunar, é um grato presente que enriquece o acervo do blogue, enviado de Caxias do Sul pelo “correspondente” Valdir Verona. O violeiro — que nas horas de folga, quando não está afinando as cordas dos instrumentos, tem se empenhado em ‘secar’ o Corinthians, posto que é gremista dos quatro costados e não se conformara em vir a terminar a temporada, no máximo, apenas como vice-campeão brasileiro! –, produziu o segundo álbum dos conterrâneos que integram a Rota Lunar: Selestino Oliveira (voz e violão), Vasco Machado (violão, viola, charango e vocais), João Geraldo Silveira (bateria e percussão) e Jonas Reis (baixo, teclado, violão e vocais) –, nova denominação do antigo Musical Vertente, nascido a partir de encontros proporcionados pelos festivais estudantis, em 1978, e que atuou com essa denominação até reestrear, após um período de recesso, em 1994.

Capa do disco gravado em 2016/Grupo Musical Vertente, 1987: Selestino Oliveira, José Carlos e Vasco Machado (em pé), Gioconda Menegazzo, Lauro Biassio e João Geraldo Silveira/Apresentação do Musical Vertente na III Balada da Composição do Estudante Caxiense, em 1976, com Vasco Machado, Selestino Oliveira e José Costa

Produzindo shows e participando de festivais e dos eventos estudantis artísticos, o Musical Vertente, conforme João Geraldo nos conta, chegou a ser considerado o conjunto independente de maior constância da aprazível cidade da serra gaúcha. Durante o estradar,  o grupo já alternou várias formações, conservando em suas fileiras, do time original, Selestino Oliveira, Vasco Machado e João Geraldo Silveira. Sob o financiamento da Lei de Incentivo à Cultura, em 2004, lançou Sobre a Cidade, disco cujas musicas reunem  poemas de escritores de Caxias do Sul e região. Em um dos mais concorridos daqueles citados festivais, o da Balada da Composição do Estudante Caxiense, ao lado das canções de Selestino Oliveira, tocando em dupla com seu irmão Vasconcelos Machado de Oliveira (Vasco Machado), integraram-se cantores e instrumentistas com afinidades sonoras e de pensamento. A quinta edição da Balada, em 1978, especialmente pela premiação máxima para a canção Reza de Viola, pode ser considerada o ponto de partida para o surgimento da banda. E as reuniões informais, para troca de ideias e de conhecimentos musicais entre amigos, logo se transformaram em ensaios, com pretensões artísticas sérias.

O idealismo e a paixão pela música alimentaram o estímulo dos rapazes provenientes das classes trabalhadora e universitária para ir construindo, aos poucos, o sonho de se expressarem culturalmente. Com o impulso dos festivais, o Musical Vertente ingressou numa etapa caracterizada pelo desenvolvimento de trabalhos de maior fôlego, sempre encontrando receptividade e sucesso junto às plateias — seja em Caxias do Sul ou no roteiro por outros importantes pontos do Rio Grande do Sul. Isso aconteceu durante o Roda Moinho, em 1981; Caminhos Novos, em 1982; O que fica na memória, em 1983 ; Xote do Osso, em 1984;  Novelo, em 1985 e 1986; e A Beleza está nos Olhos, em 1988. As composições do Musical Vertente começaram a cair no gosto de amigos e admiradores (sobretudo por jamais se renderem àquelas de rotulação fácil), misturando nativismo, balada, toada, rock, MPB e blues, com levadas essencialmente acústicas. As letras, assinadas por Selestino Oliveira, não permitem concessões e revelam cuidado especial com a mensagem da poesia, tematizando questões que inquietavam uma geração: crítica social e política, discussão ética, sentimentos humanos, preocupação com a ecologia, e cultura regional, marcadas por lirismo refinado como pode ser verificado em Roda moinho, faixa 5 do álbum aqui divulgado:

Como sorrir se vejo o povo/Clamando pão, clamando abrigo/Como ter fé nos grandes homens/Gordos, vestidos, cheios de promessas/E o povo que beba lama/Que coma grama/E durma no chão

E o povo que dê o troco/Que seja louco e solte o cão/Que crave os dentes da viração/Tomem ruas e praças/Todas as raças num coro só/É água que move a pedra/Tritura o grão e tira o pó/Faz a farinha/Move moinhos

É assim, com este jeito próprio, que a agora Rota Lunar apresentava uma visão questionadora ao momento vivenciado. Para quem estiver sentindo saudades ou às novas plateias interessadas, o grupo comunica que está em fase de ensaios e, ainda neste semestre, deverá conforme João Geraldo protagonizar compromissos para lançamento do álbum O que fica na memória — que conta com participações de Rafael de Boni (acordeon), Marcelo Taynara (efeitos vocais), Marco de Ros (guitarra) e André Tamanini (guitarra). Este Barulho d’água Música desde já se coloca à espera da agenda e compromissado fica de “espaiá” a notícia assim que ela for anunciada! Boa sorte nesta empreitada Selestino Oliveira,Vasco Machado, João Geraldo Silveira e Jonas Reis, mas que nosso parceiro Verona possa compreender lá pelos primeiros dias de dezembro vindouro que, no futebol, assim como nos festivais de canções… nem sempre vencem os melhores!

Integrantes do Musical Vertente por ordem de chegada: Selestino Machado de Oliveira/Vasconcelos Machado de Oliveira/José Costa/Airton Martins/Laucir Erlo De Alexandre/José de Oliveira Ramos Neto/Clóvis Moacir Matana Ramos/José Geraldo Chaves Silveira/Lauro Biassio/Gioconda Menegazzo/João Francisco Matana Ramos/Rodrigo Cadorim/Luiz Marchetto/Marcos Roberto Santos da Silva 

Contatos com a Rota Lunar para encomenda de discos, mais informações e contratação de shows e eventos poderão ser feitos por meio dos números de telefone 54 3221-2599 e endereço postal virtual rotalunar@gmail.com

954 – Sol Bueno é atração do Cine Teatro Brasil para lançamento do álbum autoral Poeira Dançante

A cantora e compositora Sol Bueno (Pitangui/MG) trará a público em 30 de maio o recém-gravado Poeira Dançante durante apresentação programada para o  Cine Theatro Brasil Vallourec, situado em Belo Horizonte (MG). Sol Bueno ocupará o palco a partir das 21 horas para retratar de forma apurada em 13 músicas deste primeiro trabalho autoral sutilezas e memórias do universo da cultura popular, vivências, sentimentos e um olhar acurado dela para a terra; simultaneamente, a plateia experimentará um poético passeio ao Cerrado, à Bacia do São Francisco, a muitos cenários do Sertão Roseano  e às sonoridades marcantes que ocorrem nestas paisagens. Vinda de uma família de músicos e cantadores populares, Sol Bueno resgata com voz suave a força dos ancestrais e ilustra os múltiplos retratos interiores dos Brasis que Minas Gerais carrega. O show de lançamento contará com Gladson Braga (percussão), Letícia Leal (violas), Ricardo Rodrigues (violões) e Rodrigo Salvador (rabecas), mais as participações especiais de Sérgio Pererê, Meninas de Sinhá, Tambores de Luta, Erick Castanho, Marcelo Taynara, Ana F. e Lud Benquerer.

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910 – Músicos da Argentina, do Brasil e do Chile protagonizam show de encerramento do III Encontro Nacional do Circuito Dandô

Katya Teixeira, João Arruda, Rodrigo Zanc e o Duo Flor de Maracujá (SP)*; Sol Bueno, Erick Castanho, Marcelo Taynara, André Salomão, Nádia Campos, Ana F., Ricardo Rodrigues, Adriano Bianchini, Letícia Leal, João Mendes Rio (MG); Giancarlo Borba, Cardo Peixoto, Cristiano Nunes, Mara Muniz, Roberto Pohlmann (RS); Isabela Rovo, Victor Batista, Cabocla Inez, Pedro Vaz, Milla, Franklin Borges, Rosa Barros (GO); Oswaldo Rios (PR); e Maryta de Humauaca, Marina Luppi, Anália Garcetti (Argentina) e Cecilia Concha-Laborde (Chile) vão subir ao palco do Teatro Experimental de Uberaba (MG) neste sábado, 18, a partir das 20 horas, para protagonizarem o espetáculo de encerramento do III Encontro Nacional do Dandô Circuito de Música Dércio Marques e I Encontro Latino Americano. Os dois eventos simultâneos estão transcorrendo desde a quarta-feira, 15, na Casa do Folclore, situada na mesma cidade do Triângulo Mineiro, onde os músicos, acolhidos pelo anfitrião, o empresário Gilberto Rezende, planejam a temporada do quinto ano consecutivo do projeto concebido por Katya Teixeira.

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Marcelo Taynara, de Conceição de Alagoas (MG), completa mais um ano hoje

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Tambores em Uberaba (MG) estão ecoando forte e podem ser ouvidos do Triângulo de Minas ao Jequitinhonha, repetido nas ladainhas e cantos de lavadeiras à beira do São Francisco e transformado em orações e em cantos, tanto nas igrejinhas de sítios nos mais remotos lugares do sertão, quanto nos sagrados terreiros dos quatro cantos das Alterosas! A música põe no ar a mensagem para que seja repercutida por toda as cadeias de montanha até inspirar o aboio do mais humilde carreiro ao mais ilustre dos poetas filhos da terra, de hoje e de ontem, e servir de adubo para que floresçam flores de vários matizes e perfumes em Conceição das Alagoas: hoje, queridos e conterrâneos, é aniversário de Marcelo Taynara!

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André Salomão planeja Planos e Muros pronto em abril e disponibiliza faixa Coração Bobo para amigos e fãs

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André Salomão, mineiro de Araguari, vai lançar o primeiro álbum com participação do amigo e conterrâneo Luiz Salgado (Foto: Marcelino Lima)

 

O cantor e compositor André Salomão, de Araguari (MG), está finalizando a produção do primeiro álbum, que se chamará Planos e Muros, com perspectiva de lança-lo já em abril. Para antecipar a divulgação do trabalho, a partir de 2 de março, André Salomão disponibilizará aos amigos e aos admiradores a música Coração Bobo, por meio de um single. Interessados devem digitar  ‪#‎querocoraçãobobo, informando o WhatsApp inbox por meio do endereço virtual facebook.com/andresalomaooficial. A faixa chegará “na faixa”, a partir das 17 horas.   

10995855_852145918179464_6325084750528063778_nPlanos e Muros terá a participação do conterrâneo cantor e compositor Luiz Salgado, que reside na mesma cidade e gravou com o autor Vida Rica Simples. Esta canção, por sinal, André Salomão apresentou no dia 7 de fevereiro,no teatro do Sesi de Uberaba, onde ocorreu o show de encerramento do I Encontro Dandô Circuito de Música Dércio Marques, projeto idealizado pela cantora  compositora Katya Teixeira (SP), contemplado em dezembro de 2014 com o Prêmio Brasil Criativo, e do qual ele é um dos protagonistas nas Alterosas ao lado do próprio Salgado, Lilian Fulô, Marcelo Taynará, Erick Castanho, Nádia Campos e Cacá Sankari.

 

 

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Milongador, de Giancarlo Borba, enfatiza a vida do gaucho a pé e a luta pela terra, com poesia e sem panfletarismo

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O acervo do Barulho d’água Música fica cada vez mais rico e já conta com um exemplar do álbum Milongador, do cantor e compositor Giancarlo Borba, residente em Terra da Areia (RS). O disco foi entregue ao blog pelo próprio Giancarlo Borba em Uberaba (MG), onde ocorreu no dia 7 de fevereiro o show de encerramento do I Encontro Nacional do Dandô Circuito de Música Dércio Marques. Além de Giancarlo e do conterrâneo Valdir Verona, ao palco do Sesi daquela cidade subiram Cáca Sankari, Erick Castanho, André Salomão, Marcelo Taynará, Nádia Campos, Lilian Fulô, Luiz Salgado (MG); Katya Teixeira e João Arruda (SP); Paulo Matricó (PE); Rosa Bastos (GO) e Oswaldo Rios (PR).O show teve ainda participação de Toninho Salgado, filho de Lilian e Luiz Salgado.

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Catorze músicos sobem ao palco do teatro do Sesi para encerramento do I Encontro Nacional do Dandô, em Uberaba (MG)

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Os músicos do Dandô no palco do Sesi Uberaba (MG), da direita para a esquerda: Cacá Sankari, Rosa Barros, Paulo Matricó, Oswaldo Rios, João Arruda, Valdir Verona, Giancarlo Borba, Katya Teixeira, Erick Castanho, André Salomão, Marcelo Taynara, Nádia Campos e Lilian Fulô (Fotos: Marcelino Lima/Barulho d’água Música)

Depois de quatro dias reunidos na Casa do Folclore, em Uberaba (MG), onde promoveram com apoio de vários colaboradores o I Encontro Nacional Dandô Circuito de Música Dércio Marques, 14 músicos dos estados de Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul, Goiás, e Pernambuco ocuparam na noite de sábado, 7, o palco do teatro do Sesi para realização de um show coletivo.

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