1221- Forte, mas sem perder a ternura: Com “Maryákoré”, Consuelo de Paula (MG/SP) volta a erguer a voz frente aos desafios dos nossos tempos*

Sétimo álbum autoral inaugura uma nova assinatura para a cantora, compositora e escritora mineira por meio de dois movimentos que, expressos em dez faixas, traduzem uma arte guerreira e simultaneamente amorosa, que se alimenta da força das brisas e das tempestades em meio às batalhas cotidianas pela vida e pela arte

*Com Verbena Comunicação (Eliane Verbena/João Pedro)

A cantora e compositora Consuelo de Paula está lançando o sétimo disco da carreira, Maryákoré: uma obra provocadora naquilo que tem de mais feminina, mais negra, mais indígena e mais reveladora de nós mesmos. O título pode ser entendido como uma nova assinatura de Consuelo de Paula: maryá (Maria é o primeiro nome de Consuelo), koré (flecha na língua paresi-haliti, família Aruak), oré (nós em tupi-guarani), yakoré (nome próprio africano). Um exemplar do disco de 10 faixas já está rolando aqui na vitrolinha do boteco do Barulho d’água Música, em São Roque, cidade do Interior de São Paulo, pelo qual agradecemos às queridas amigas Consuelo e Eliane Verbena, da Verbena Comunicação, estabelecida na cidade de São Paulo (SP).

Além de assinar letras e músicas – tendo apenas duas parcerias, uma com Déa Trancoso e outra com Rafael Altério -, Consuelo é responsável pela direção, pelos arranjos, por todos os violões e por algumas percussões de Maryákoré (caixa do divino, cincerro, unhas de lhama, entre outros). A harmonia entre Consuelo e sua música, sua poesia, sua expressão e a estética apresentada é nítida nesse novo trabalho. Ao interpretar letras carregadas de imagens e sensações, ao dedilhar os ritmos que passam por Minas Gerais e pelos sons dos diversos “brasis”, notamos a artista imersa em sua história: ela traz a vida e a arte integrada às canções.

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1171 – Reforce esteios ouvindo Zé Modesto (SP) ao pé do ouvido e sinta mais leve a nossa cruz

O cantor e compositor independente, que em maio participará da Virada Cultural Paulista de 2019. violonista, é autor de três poéticos discos. O repertório tem o amor como inspiração e este fio alinhava no mesmo tecido uma plêiade de músicos dos mais tarimbados

As audições matinais que promovemos aos sábados aqui em São Roque, Interior de São Paulo, no boteco do Barulho d’água Música, começaram neste dia 30 de março – acompanhadas por Pablito Neruda, um dos gatos da casa, confortavelmente ronronando sobre a vitrolinha– com Ao Pé do Ouvido, terceiro álbum do paulistano Zé Modesto, ao qual agradecemos pelo envio de vários exemplares deste precioso trabalho.

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953 – Fernanda de Paula e Zé Modesto se encontram em Sampa e promovem show para espalhar belezas e cantar a vida

A cantora Fernanda de Paula (MG) protagonizará o Home Concert Experience programado pelo Spiritual Mindstyle Sohá para começar a partir das 18 horas e se estender até às 21 horas do domingo, 21. Fernanda de Paula tocará violão e percussão e aos que comparecem prepara histórias pessoais e músicas inéditas, destacando que terá a companhia do cantor e compositor paulistano Zé Modesto. O Duo Lume abrirá a apresentação planejada para transcorrer em clima de roda de fogueira, em ambiente acolhedor envolto em luzes, estampas, cores e cheiros de flores, bebidas e comidas saudáveis. “Venha ajudar a gente a espalhar belezas e cantar a vida”, convida Fernanda. “O espaço é pequeno, mas nele cabe o universo todo”, emenda. “Tenho certeza que todos sairemos melhores de lá”.

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899 – Imagens do Brasil Profundo recebe em Sampa juiz-forano Mario Gil para novo bate papo musical

O cantor, arranjador e compositor Mario Gil, mineiro de Juiz de Fora radicado em São Paulo, estará no palco do auditório da Biblioteca Mário de Andrade na quarta-feira, 27 de julho, para participar do bate papo musical Contos do Mar e da Montanha com Jair Marcatti, curador do Imagens do Brasil Profundo. O projeto oferecido quinzenalmente às quartas-feiras, sempre com entrada franca, já está em sua terceira temporada. Marcatti recebe convidados com os quais esmiúça a cada nova rodada aspectos das diversas culturas regionais do Brasil, desvendando-os em shows, bate-papos, debates, palestras e, ainda, atividades dirigidas ao público infantil. O público já teve a oportunidade de prestigiar em 2016 artistas como Consuelo de Paula, Paulo Freire, Thadeu Romano, Jean e Joana Garfunkel, Pascoal da Conceição, Ugo Giorgetti, Lúcia Helena Gama, e Zé Paulo Medeiros.

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872 – Sob o manto da delicadeza, Consuelo de Paula abre terceira temporada do Imagens do Brasil Profundo, em São Paulo

Consuelo de Paula vestiu-se do seus melhores sorrisos e cobriu com sonhos, arrepios e músicas o público que a prestigiou na noite de quarta-feira, 4 de abril, quando a convite do professor Jair Marcatti abriu em São Paulo a terceira temporada do projeto Imagens do Brasil Profundo. Do centro do acolhedor palco Rubens Borba de Moraes da Biblioteca Mário de Andrade, a cantora, compositora e poetisa conduziu ao violão e sob o manto da delicadeza, após a chegança ao toque de tambor, uma inesquecível navegação acústica pela Mantiqueira, passeio que cruzou também lilases, azuis, verdes, vermelhos, rios e oceanos para nos religar às nossas origens tanto em Portugal, quanto em África e onde o coração alcançou. Em meio a homenagens aos pais e a alguns dos seus mais amados mestres e parceiros (citou João Arruda, João Bá, os irmãos Dércio e Doroty Marques e Rubens Nogueira), quem a ouviu e também a acompanhou marcando a viagem com palmas ancorou ainda em cais que se abriram para feiras, quermesses e congadas vivenciadas desde menina em cidades do Sul de Minas vizinhas à terra natal, Pratápolis.

Em uma delas, Itamogi, contou ter avistado um certo capitão Donizete e que estabeleceu de imediato com ele, sem jamais ambos terem se visto antes, um afinado reconhecimento mútuo que se deu pela troca do primeiro olhar. Salve Maria: em sua sapiência e sensibilidade, o congadeiro intuía que em suas retinas pousava a imagem de uma nova rainha daqueles costumes e tradições, a qual, gentilmente, cedeu o cajado, bastão simbólico de majestade que em sua simplicidade com certeza deveria ser mais nobre que um cetro cravejado de diamantes. “A cidade inteira saia no congado, eu nunca tinha visto, que lindo! E todos comiam juntos no mesmo lugar, era uma delícia”.

“Fiquei pensando o dia todo que este Imagens do Brasil Profundo de hoje seria do começo ao fim para mim a relação que a gente tem com o nosso lugar, nossas terras, rezas e estranhezas, mas sobretudo de um imenso coração que une nós todos, nossos rios, nossas lutas, nossos sonhos”.

Do outro lado do Atlântico
Alguém ainda chora a dor da África sem América
Mãe roubada, barriga roubada
Do lado de cá respondo com o toque do meu tambor
No encontro do meu coração reúno as duas partes
Lado esquerdo e direito,
Artéria e veia:
Dou à luz um índio
Filho do negro que já fui!

Consuelo de Paula é assim, multiétnica; pluralista e universal,  palestina, judia, americana de todas as latinidades. Trilha de uma Folia de Reis, de tonalidades suaves, não perde a essência e o perfume, como um manacá. Jair Marcatti apresentou a porção brasileira dela como síntese entre Cecília Meirelles, Guimarães Rosa e Manoel de Barros: de fato, ela sabe como ninguém tanto do tratado das coisas e dos sentimentos, quanto da poesia dos cuidados diários, como encontrar rimas que soam como curativos ou flores que saram  descuidos e dores ocasionais e saudades ancestrais; Consuelo de Paula transforma o ínfimo em grandeza. A imensidão que existe em seu mar e que em seu íntimo também se configura sertão pede velejar sem pressa… uma, duas, três, quantas vezes soprar um vento de bonança ou um cavalo passar arriado, pois, embora intensa, em sua correnteza jamais se mareia e naufragam barcos, em seu solo jamais vingam estiagens: mesmo os que têm cascos frágeis como papel, mesmo as mais perdidas asas brancas, por fim ancoram e encontram o amor que ela nos dá! Entre uma batida ritmada no tambor e um ponteio do violão, não há negror que resista no horizonte. Mesmo que a gente tenha que seguir remando contra a maré, com Consuelo de Paula na proa, seja no palco ou entre nós, a viagem sempre será profunda e abençoada!

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Consuelo de Paula, mineira de Pratápolis, cantou sucessos de sua discografia, composta por seis álbuns, entre os quais parcerias com mestres como Rubens Nogueira e Mário Gil

Jair Marcatti afirmou que o Imagens do Brasil Profundo está sendo retomado em um momento no qual o país enfrenta polarizações que têm gerado várias formas de agressões e aguda desesperança — contexto que reafirma os propósitos do projeto como ele o pensou, há três anos, seguindo princípios e ideais de três dos nossos maiores expoentes culturais que são o patrono Mário de Andrade, Darcy Ribeiro e Ariano Suassuna, apoiado, ainda, em pensamentos de Machado de Assis. Conforme o entendimento do curador, estes propunham  “um reencontro do Brasil com ele mesmo”, mas não com o Brasil institucional, caricato e burlesco, e sim o mestiço, aquele que nos permite afirmar perante o mundo a originalidade da civilização tropical, revelador de nossos melhores instintos e mais arraigadas tradições.

Em 2016 a temporada se estenderá até 14 de dezembro. A próxima rodada, 22 de maio, um domingo, contemplará a partir das 11 horas o público infantil. O convidado é o grupo inserido no circuito mundial de contação de histórias Boca do Céu, cuja participação será finalizada pelo violeiro Paulo Freire (Campinas/SP). Depois, na quarta-feira, 25 de maio, Marcatti receberá para o primeiro bate-papo  deste ano o acordeonista Thadeu Romano (São Paulo/SP) com o mote “A geografia afetiva dos caminhos da sanfona no brasil”    

“Vá meu cavalo alado, vá cumprir sua sina,
Leve este recado, esta carta pendurada em seu dorso
Corra porque a paz tem pressa!”

Do livro A Poesia dos Descuidos, de Consuelo de Paula e Lúcia Arrais Morales. Consuelo o declamou motivada pela imagem que Marcatti escolheu para ilustrar o projeto, um viajante à cavalo, extraída dos Cadernos de Viagem de Guimarães Rosa.

Prestigiaram a apresentação de Consuelo vários expoentes da música de qualidade e da imprensa, alguns de primeira grandeza como ela: Katya Teixeira, Paulo César Nunes, Antônio João Galba, Sidnei de Oliveira, Amauri Falabella, Jean Garfunkel, Joana Garfunkel, Fábio Jorge, Betto Ponciano, Vitor Nuzzi, Mercedes Cumaru, Marco Aurélio Olímpio e Joel Emídio, do blogue Ser-tão Paulistano. O Barulho d’água Música também destaca o primoroso trabalho dos técnicos de som e de iluminação do teatro e a presença na plateia da supervisora de ações culturais da Biblioteca Mário de Andrade Tarsila Lucena.

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O violeiro e o sanfoneiro Paulo Freire e Thadeu Romano: o projeto Imagens do Brasil Profundo, ainda em maio, terá mais duas atrações imperdíveis (Foto: Arquivo Barulho d’água Música/Marcelino Lima)

617 – Sesc Campo Limpo (SP) apresenta Loyola Brandão e Rita Gullo, com entrada franca, em Solidão no Fundo da Agulha

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Rita Gullo e o pai Loyola Brandão apresentam crônicas e músicas que inspiraram o escritor araraquarense a escrever Solidão no Fundo da Agulha (Foto: Letícia Gullo)

O projeto Em Canto e Prosa do Sesc Campo Limpo, bairro da zona Sul paulistana,  apresentará como atrações a partir ds 19h30 desta sexta-feira, 21 de agosto, o escritor Ignácio de Loyola Brandão e a cantora Rita Gullo  protagonizando Solidão no Fundo da Agulha, trilha musical e poética durante a qual ambos, pai e filha, encontram reverberação na emoção e na fantasia do espectador.

Loyola Brandão (Araraquara/SP) apresenta ao público algumas crônicas e alguns contos de livro que batiza o espetáculo, publicado, em 2013, acompanhado pelas canções que o inspiraram. O repertório ganhou novas versões na voz de Rita Gullo para ser parte integrante do livro, ilustrado com fotos de Paulo Melo Júnior. As crônicas remetem a lembranças ligadas a musicas e lugares que marcaram a vida do autor de Não verás país nenhum e constituem uma viagem pelas memórias do escritor. Durante o show que tem direção de Marcelo Lazzaratto, a cantora recorda composições de Chico Buarque, Dolores Duran, Charles Trenet e Osvaldo Farrés. O álbum tem produção musical de Mário Gil e arranjos de Edson José Alves, que toca violão e baixo. Bré Rosário (percussão), Edmilson Capelupi (violão de 7 cordas) e Daniel Alain (flautas) também sobem ao palco.

O projeto Em Canto e Prosa busca apresentar o trabalho de artistas em que a narrativa de textos literários é atravessada por canções em consonância com a temática abordada. A música e a narração de textos, entrelaçados em um roteiro, possibilitam que o livro saia da estante, fazendo da leitura uma experiência viva, emocionante e interativa. Veja abaixo as próximas apresentações.

Dia 11 de setembro. Sexta, às 19h30

Trovadores do miocárdio – músicas de amor diluídas em crônicas

Xico Sá, Fausto Fawcett, Rodrigo Carneiro e Carolina Fauquemont destacam personagens saídas do submundo de paixões suicidas, fugas melodramáticas, convergências platônicas, colapsos passionais e outros amores “líquidos” numa época de questões tão conflitantes, angustiantes e opressoras para o homem contemporâneo nas grandes cidades, com Eduardo Beu assinando a direção artística e musical.

Dia 9 de outubro. Sexta, às 19h30

Família Trindade: Um legado de cultura

Três gerações da família Trindade – Raquel, Vitor e Zinho Trindade – farão encontro pautado na literatura e apresentação musical. O evento contará também com um bate-papo durante o qual mostram e contam sobre a vida de Solano Trindade e como seu legado continua vivo na família e nas práticas culturais que vivenciam.

O Sesc Campo Limpo fica na Rua Nossa Senhora do Bom Conselho, 120,  menos de 1.000 metros da linha Lilás do Metrô. Para mais informações há o número de telefone (11) 5510-2700

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Zé Modesto, historiador e poeta paulistano, um dos esteios da (rara) boa música, receba nossos parabéns pelo aniversário!

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O Barulho d’água Música registra que hoje, 29 de julho, é aniversário do cantor e compositor Zé Modesto,  paulistano formado em História pela Universidade de São Paulo. Zé Modesto é autor dos álbuns, Esteio, Xiló e Aos Pés do Ouvido e, entre outros parceiros, tem os amigos de estrada Renato Braz, Marcelo Pretto, Mario Gil, Juçara Marçal, Carol Ladeira e Ceumar.  Estudioso da canção brasileira, aprecia choros antigos, sambas e serestas que aprendeu a curtir desde menino influenciado pelo clarinete do pai e pelo violão tenor do avô, ao qual dedicou Esteio.
O repertório de Zé Modesto é um dos mais marcantes pela beleza e pela simplicidade embaladas em delicadas poesias e expresso por meio de benditos, ladainhas, capoeiras e folias que remetem ao universo mineiro, principal manancial de sua criação. O aniversariante ainda bebe nas fontes do samba das tonalidades urbanas indissociáveis de sua alma paulistana.

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Público de São Paulo assistirá “na faixa” três apresentações de Renato Braz

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Renato Braz apresenta-se à frente da Orquestra Filarmônica de Violas interpretando a guarânia Índia, em julho de 2014, em São Paulo (Fotos: Marcelino Lima)

O cantor paulistano Renato Braz é um daqueles que conseguem desfrutar de unanimidade no cenário nacional e ser admirado por praticamente todos os públicos, dos amantes da música camerística à caipira. E, neste caso, que me perdoem os rodriguianos, a admiração generalizada não é burra, muito menos genérica.  Capaz de interpretar magistralmente tanto um samba de Noel Rosa, quanto a guarânia paraguaia Índia, acompanhando a Orquestra Filarmônica de Campinas, Renato Braz já se consolidou como uma das melhores vozes da atualidade, recurso que varia do agudo ao grave por meio de toda gama possível de timbres, sem engasgar ou desafinar.

Por esta virtude, recebe convites para enriquecer trabalhos de diversos músicos e além dos sete álbuns já gravados e o Prêmio Visa de 2002 assina parcerias, por exemplo, com Zé Renato, em Papo de Passarim, com Zé Modesto, em Xiló, com Breno Ruiz (Cantilenas Brasileiras, um trabalho autoral de Ruiz, ao piano, com  a voz de Renato Braz) e Consuelo de Paula. Com Consuelo, nas palavras dela, “fizemos juntos um show que se chamava Vozes e Versos, no lendário Vou Vivendo”, a casa de shows de Eduardo Gudin e Elton Altman, na avenida Pedroso de Morais, em Pinheiros (SP). Era o início da década de 1990, bem antes de ambos gravarem CDs.

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Dos bares noturnos ao estrelato nacional, Renato Braz, aniversariante de hoje

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Renato Braz começou na estrada pelos caminhos que muitos escolhem para iniciar a carreira de músico, cantando em bares noturnos na região de Osasco e na Capital, influenciado após ouvir o amigo Kleber apresentando, ao violão, Waves, de Tom Jobim, e amadurecendo em festivais.

Hoje, é aclamado com unanimidade como uma das mais belas vozes da música popular e de outras vertentes brasileiras, quase duas décadas após lançar em 1996 o primeiro álbum. Neste trabalho cujo título leva o seu nome, interpreta canções do amigo Mário Gil (que o tornou atração noo famoso Café Paris/SP), e entre outros expoentes  de Paulo César Pinheiro, Zeca Baleiro, Dorival Caymmi, Jean Garfunkel e Pratinha, e Silas de Oliveira e Joaquim Ilarindo, com participações de Sizão Machado, Mário Gil, Laércio de Freitas e de Mônica Salmaso.

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