1110 – Solano Ribeiro relança “Prepare seu coração” em noites de autógrafos em Sampa e no Leblon

Reedição da Kuarup atualiza os caminhos da MPB dos festivais à era digital,   revisada pelo autor à luz do cenário cultural do Brasil e do mundo em 2018

 

Responsável pela existência da sigla MPB (Música Popular Brasileira) e revelação do elenco, resultado de sua iniciativa, o ex-ator, ex-roqueiro, diretor, produtor e realizador Solano Ribeiro atualizou a pedido da Editora Kuarup o livro Prepare seu Coração — Histórias da MPB,  já à venda nas melhores livrarias e que terá noite de autógrafos  na loja do Shopping Leblon da Livraria da Travessa, no Rio de Janeiro,  em 2 de outubro, depois de ser lançado com a presença do autor em 18 de setembro na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, em São Paulo (veja guia Serviços)

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1010 – Consulado da Portela (SP) recolhe composições históricas para registro em seu Acervo Musical

“Se for falar da Portela, hoje não vou terminar!” (Monarco)

O Acervo Musical, projeto do Consulado da Portela de São Paulo, está requisitando a amigos, aos admiradores, aos compositores portelenses e seus parceiros o envio de composições históricas que possuam para registro em uma única plataforma. O objetivo da campanha é garantir o acesso à perpetuação da memória da Águia Altaneira e da enorme comunidade que representa a atual campeã do Carnaval de 2017 (o título foi dividido com a Mocidade Independente de Padre Miguel) tanto no Rio de Janeiro, quanto no Brasil e no resto do mundo.  Para participar basta fazer o cadastro visitando o linque http://www.consuladodaportelasp.com.br/acervo/logar.php

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933 – Forte Piano do Sesc Ipiranga recebe o renomado arranjador e compositor Laércio de Freitas

O consagrado pianista, compositor e arranjador Laércio de Freitas está escalado para abrilhantar a segunda rodada do projeto Forte Piano, que a unidade Ipiranga do Sesc da cidade de São Paulo inaugurou em 9 de abril, com a apresentação de Bailado, espetáculo que reuniu o pianista Daniel Grajew e o contrabaixista Marcos Paiva. A rara oportunidade de ver e ouvir Laércio de Freitas, pianista da lendária Orquestra Tabajara, do Sexteto de Radamés Gnatalli e autor de cinco discos solos lançados, sem contar dezenas de arranjos executados por grandes intérpretes e orquestras, está programada para começar às 18 horas do domingo de Páscoa, 16 de abril (veja a guia Serviços).

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863 – Morre Fernando Faro, timoneiro e criador do “Ensaio”, programa intimista dedicado à música brasileira

O programa Ensaio ficou sem seu timoneiro e idealizador Fernando Faro, que morreu na noite de domingo, 24 de abril, vítima de infecção pulmonar, aos 88 anos, em São Paulo. Jornalista, produtor musical e diretor também conhecido por Baixo, Fernando Faro dera entrada há três meses acometido por desidratação no hospital onde veio a óbito. O velório se estenderá até por volta das 17 horas quando o corpo deverá ser sepultado no Cemitério do Araçá. De acordo com nota publicada em redes sociais assinada pela produção do programa, o Ensaio começou em 1969, na extinta TV Tupi. Entre 1972 e 1975, virou MPB Especial e passou a preencher a grade da TV Cultura. Ainda nesta canal da Fundação Padre Anchieta, em 1990, retomou o nome original e desde então pôs no ar pelo menos 700 edições. 

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714 – Quer tal curtir roda de chorinho e de sambas precedida por viagem pela Serra da Mantiqueira?

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Os shows do Grupo João de Barro oferecem repertório de grandes nomes da música e composições autorais (Foto: Márcia Zoet)

O Grupo João de Barro é o convidado da Fundação Ema Klabin para a rodada de sábado, 7 de novembro, do Programa Tardes Musicais. André Bachur, Angelo Ursini, Zé Leonidas, Pedro Bruschi e Túlio Bias, músicos formados pela Universidade de São Paulo (USP) e pela Universidade de Campinas (Unicamp) apresentarão repertório voltado ao resgate e à releitura da música brasileira, principalmente do choro e do samba, relembrando a partir das 16h30 músicas de Dominguinhos, Altamiro Carrilho, Martinho da Vila, Luiz Gonzaga, Paulo Vanzolini  e composições  autorais.

 Antes da roda de choros e de sambas, o público que frequenta a Fundação Ema Klabin poderá curtir o belo documentário Caminhos da Mantiqueira,  que o cineasta Galileu Garcia Júnior e a equipe da Mistura Fina produções gravaram em 2011 e em 79 minutos traz relatos únicos da serra, apresentando características peculiares de sua identidade. Para gravar Caminhos da Mantiqueira,  os autores  percorreram 40 cidades, cortando estradas e montanhas para colher diferentes relatos e histórias sobre esta rica região que engloba municípios e vilas encravados em São Paulo, no Rio de Janeiro e em Minas Gerais, forma cadeia montanhosa de 500 quilômetros de extensão e área de 10 mil quilômetros quadrados, semelhante ao Líbano.

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Belas paisagens estão captadas no documentário Caminhos da Mantiqueira, sobre a cadeia montanhosa de 500 quilômetros de extensão parcialmente vista ao fundo desta imagem

A Fundação Ema Klabin fica na Rua Portugal, 43, Jardim Europa, em São Paulo e para mais informações oferece o número de telefone 11 3897-3232.

630 – Trio que Chora e Ione Papas tocam e cantam em festa de nove anos de projeto musical do Aúthos Pagano (SP)

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Nove anos de atividades do projeto Conversa com Verso do Centro Cultural e de Estudos Superiores Aúthos Pagano motivaram as coordenadoras Celina Lucas e Lourdes Casquete a convidar o público para participar do evento comemorativo que ocorreu na tarde de sábado, 29 de agosto, com direito a café coletivo e bolo de festa. Antes da confraternização, desfrutando da bela tarde, a plateia curtiu, desta vez do lado de fora, as apresentações do Trio que Chora e da cantora Ione Papas. Marca registrada do Conversa com Verso nesta jornada de quase uma década, as cantorias costumam ser oferecidas em uma das salas do imóvel localizado em arborizada rua do bairro paulistano do Alto da Lapa , a Tomé de Souza. Ao ser transferida para o quintal naquela ocasião especial, tornou-se ainda mais agradável por transcorrer quase que o tempo todo com sábias cantando — acompanhamento inesperado para Marta Ozzetti (flautas), Cássia Maria (percussão) e Rosana Bergamasco (violão), que formam o Trio que Chora, mais Ione Papas.    

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Canto de Julho, em Osasco (SP) acaba dia 2 de agosto, mas ainda tem Bilo Mariano, All Sapão, Roger Guitarra e Capim Novo entre as próximas atrações

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A banda de ritmos nordestinos Capim Novo vai encerrar o 18º Canto de Julho e promete transformar o Largo de Osasco em um pedaço do sertão tocando xote, baião, xaxado e rastapé

Osasco, situada na região Metropolitana Oeste de São Paulo e colada à Capital, entre outras características e peculiaridades marcantes, sempre teve veia fértil que faz brotar artistas dos mais notáveis e talentosos, em todas as formas de expressão cultural. Para ficarmos apenas na música e para contextualizar o quanto ela pulsa em Oz, vale a pena recordar que a cidade — que merece glorioso capítulo na história do país por ter mostrado os dentes e as armas  à recente ditadura militar, por meios de movimentos como a célebre greve da Cobrasma, ou por meio da luta e do sacrifício de próceres como Carlos Lamarca e José Campos Barreto (Zequinha) –, abrigou a I Festa Popular da Música em maio de 1968, no acanhado palco do anfiteatro o colégio Nossa Senhora da Misericórdia, ruidoso evento promovido nos moldes dos festivais de música da época, patrocinado pela Prefeitura cujo governo cabia a Guaçu Piteri, do MDB à ocasião, e de quem emprestaremos para este artigo as memórias presentes em um dos textos do seu blogue (ver https://guacu.wordpress.com/2009/07/13/a-historia-de-osasco-em-imagens-10/).

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Violões do Pará celebra encontro de Salomão Habib e Sebastião Tapajós com Nêgo Nelson e revelações da música do estado

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Do Pará, enviados pelo cantor e compositor amigo deste Barulho d’água Música Jorge Andrade, tem chegado para o acervo do blog ótimos álbuns, de diversos estilos, proporcionando-nos conhecer a variedade de estilos e o talento dos músicos do Norte do país. Além do Bélem Cheio de Bossa 2, entre outros títulos, já enriquece nossa coleção um belo trabalho gravado em dois discos intitulado Violões do Pará, produzido pelo Sesc daquele estado para o selo Violões da Amazônia e que surgiu dos ideais de Carlos Marx Tonini, homem da cultura paraense que sempre se esmerou pela divulgação e valorização da arte de seu povo

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Dia de Reis fecha período das folias que celebram a chegada dos magos orientais ao estábulo onde estava Cristo*

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Tela de José Coimbra Sobrinho (MG), de 1978, retrata a chegada a uma casa de um grupo de foliões
O  Dia de Reis  é uma festa popular católica de origem portuguesa relacionada  à comemoração do Natal, celebrada desde o século XIX, e encerra o período conhecido por Folia ou Terno de Reis. As folias começam a partir da meia-noite de 24 de dezembro, e em 6 de janeiro atinge sua data mais importante, pois é neste dia, fixado o nascimento de Jesus, que os reis  orientais Gaspar, Baltasar e Melchior, que seguiam a Estrela de Belém, teriam chegado ao estábulo no qual o menino estava abrigado, na Judéia, hoje situada 10 quilômetros ao Sul de Jerusalém e em território palestino.

Os reis levaram ao recém-nascido ouro, incenso e mirra, que, respectivamente, simbolizam a realeza,a essência divina a natureza humana de Cristo. Em alguns países de origem latina, especialmente aqueles cuja cultura tem origem espanhola, passou a ser a mais importante data comemorativa católica, para alguns estudiosos e historiadores até mais, inclusive, que o próprio Natal. No Rio de Janeiro, os grupos realizam folias até 20 de janeiro, dia de  louvores ao padroeiro São Sebastião.

reis _magos_editora Muqui (ES) sedia desde 1950 o maior encontro nacional de folia de reis, que, em 2014, no entanto, ocorreu em agosto. Organizado pela Secretaria Municipal de Cultura, contam-se perto de 90 grupos de foliões fluminenses, paulistas e mineiros. Em outros estados várias cidades do Interior mobilizam-se para que os foliões visitem casas que os acolhem e fazem doações , cantando e tocando músicas de louvor a Jesus e aos Santos Reis , em volta do presépio, com muita alegria. Em São Paulo, por exemplo, a lista inclui  Araraquara, Barretos, Bebedouro, Bom Jesus dos Perdões, Campinas, Franca.

 
Ao chegar às casas que os recebem, a primeira a entrar é a Bandeira, que fica hasteada e todos então cantam a canção de chegada. Entre as músicas, o destaque é  a “riquita”, a voz que marca os agudos nas cantigas para espantar os maus espíritos e permitir que o Natal transcorra em paz. Em seguida , promovem-se as paradas para os almoços e jantares, oferecidos pelos anfitriões e que são agradecidos pelos foliões com modas de viola e danças como o cateretê e catira.

Liderados pelo Capitão da Folia, todos  reverenciam a Bandeira, carregada pelo BandeireiroÉ a bandeira que carrega o símbolo da folia. Decorada com figuras que remetem ao menino Jesus, feita geralmente de tecido, é enfeitada com fitas e flores de plástico, tecido ou papel, sempre costuradas ou presas com alfinete, nunca amarradas com nós cegos, para segundo a crença não “amarrar” os foliões ou atrapalhar a caminhada.

Ao Mestre cabe iniciar os cânticos, pois ele é o responsável pelo andamento dos cantos, da colocação das vozes: é o maestro que, além de conhecer a origem do grupo, domina seus fundamentos e a história da trajetória. Com seu apito, comanda as toadas e tira os desafios. A capacidade de liderança de que geralmente é dotado garante ao Mestre o respeito de todos, além de ser considerado detentor do conhecimento das profecias bíblicas. 

O aspecto bizarro dos Palhaços ou Bastiões, com vestimenta colorida e máscara de couro de animal, assusta e diverte a todos: cantando versos de improviso para a assistência e movimentando-se com desembaraço entre os foliões, tornam-se, quase sempre, a grande atração da Folia.  Algumas tradições consideram que estas figuras seriam representações de soldados do rei Herodes.

O Novo Testamento narra que, Herodes, ao descobrir que estava para nascer o Rei dos Reis, ordenou aos seus homens que invadissem todas as casas e matassem todos os meninos recém-nascidos. O soberano ainda teria solicitado que, se vissem passar três reis magos bastaria segui-los, pois eles procuravam pelo Cristo que deviam assassinar para que não ameaçasse o seu reinado. Outra  leitura define os soldados como convertidos a Jesus. Assim, ao invés de perseguir Gaspar, Baltasar e Melchior, os militares começaram a pular e cantar para atrair as pessoas e assim evitar que outros soldados percebessem a passagem do trio, preservando a vida do filho de Maria e de José.

Em cada casa há um festeiro, encarregado de preparar a festa da chegada da Bandeira. Ao sair, os foliões entoam a despedida e agradecem os donativos que recebem para fins filantrópicos  antes de partirem para outro imóvel.Com versos improvisados de agradecimento pela acolhida, os demais participantes, cada qual na sua voz e vez, repetem os versos acompanhados pelos seus instrumentos. As fitas coloridas, simbolicamente, representam Maria (rosa, amarela ou azul) e a branca o Divino Espírito Santo.

A Rádio Educativa do Paraná apresentará a partir das 21 horas da quarta-feira, 7, dentro do programa Poemoda, a canção em verso e prosa, o poema Os Reis Magos, do escritor português Gomes Leal (século XIX), antes de levar ao ar um rico repertório inspirado na tradição das folias. Serão tocados sucessos relativos ao tema dos compositores, grupos e intérpretes Arnaud Rodrigues, Ascenço Ferreira, Baiano e Os Novos Caetanos, Café Com Blues, Chico Anísio, Consuelo de Paula, Diro Oliveira, Egildo Vieira do Nascimento, Elomar, Fernando Brant, Fernando Guimarães, Gomes Leal, Júlio Caldas, Katya Teixeira, Lourenço Baeta, Luiz Gonzaga de Paula, Luiz Salgado, Moçambiqueiros de Pratápolis (MG), Marcelo Melo, Márcio Lott, Martinho da Vila, Ney Couteiro, Nivaldo Ornellas, Paula Santoro, Paulo Cesar Pinheiro, Quinteto Armorial, Quinteto Violado, Sergio Santos, Tavinho Moura, Tim Maia, Toinho Alves, Xico Chaves, Yuri Popoff.

O Poemoda é um programa de Alan Romero e Etel Frota, com trabalhos técnicos de Abílio Henrique

Em Curitiba pode ser sintonizado pela FM 97.1, com reapresentação aos domingos, a partir das 24 horas. Na internet o acesso é possível pelo endereço www.e-parana.pr.gov.br/modules/programacao/radiofm_ao_vivo.php.  Quem está ou reside em Portugal pode curti-lo pela  Rádio Zero às 18 horas das sextas-feiras, ou às 6 horas das segundas-feiras. Para mais informações  visite http://www.radiozero.pt ou http://janelaurbana.com/radio/

 

Sobre José Coimbra, extraído do portal Galeria Estação (ww.galeriaestacao.com .br/artista/38):

Nascido em São Sebastião do Paraíso (MG) em 1916 e criado na roça, José Coimbra Sobrinho faleceu em Mococa (SP), aos 70 anos, em 1986, cidade na qual trabalhou em um grupo escolar. Ao final das aulas, treinava seu desenho fazendo grandes cenas com giz, na lousa. É um pintor da escola expressionista cuja obra é voltada para o homem, seu trabalho, a luta pela vida e as dificuldades sociais da gente pobre.

“(…)Grande e surpreendente colorista, esse parente caipira dos ´fauves´ já mereceria, por essa característica, um lugar de destaque numa revisão pra valer de nossa pintura. Mas o Coimbra chega muito além. Ele capta uma brasilidade mística, rural e clássica que, em minha opinião, é um dos mais altos instantes da pintura expressionista nacional das últimas décadas. (…)”. Roberto Rugiero

Fonte: Galeria Brasiliana

* Texto editado por Marcelino Lima com base em matérias e informações alusivas ao tema recolhidos na internet

Rolando Boldrin recebe Joyce Cândido e João Bosco no palco do Sr. Brasil

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Joyce Cândido, paulista de Assis, canta acompanhada pelo mineiro de Ponte Nova, João Bosco, no palco do Sr.Brasil (Foto: Pierre Yves Refalo)

 

Joyce Cândido, cantora de Assis (SP), gravou participação no Sr. Brasil e as imagens captadas no teatro do Sesc Pompeia, bairro da zona Oeste paulistana, serão levadas ao ar neste domingo, 21, a partir das 10 horas, com reapresentação na quarta-feira, 24, véspera de Natal, às 22 horas. A convidada de Rolando Boldrin, na ocasião, cantará Beleza Pura (Luiz Carlos da Vila/Cláudio Jorge); Cê pó para (Ana Costa/ Fred Camacho/Alceu Maia) e Feitio de Oração (Noel Rosa/Vadico), acompanhada por Edmilson Capelupi (violão 7 cordas), Guello (percussão) e Milton Mori 

Na mesma edição, Joyce Cândido terá a companhia do cantor e compositor João Bosco, que está comemorando 40 anos de carreira. O mineiro de Ponte Nova cantará dele e de Aldir Blanc Rancho da Goiabada, um dos seus maiores sucessos. Capelupi, Guello e Mori seguirão na cena.

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