Barulho d'Água Música

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1004 – Jair Marcatti recebe Sidnei de Oliveira para mais um bate-papo da série Retratos do Brasil – Prosa e Música, na BMA

Jair Marcatti (Foto: Daniel Kersys)

Dedos de prosa, boa conversa e muita música. Essa é a receita do Projeto Retratos do Brasil – Prosa e Música que será promovido na Biblioteca Mario de Andrade (BMA/São Paulo) uma vez por mês, às quintas-feiras, entre agosto e dezembro, sempre começando às 19 horas. O idealizador Jair Marcatti, historiador e professor do curso de Relações Internacionais da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM),  pretende mostrar nos cinco encontros o Brasil que a música de cada convidado reflete; um país mais para dentro, mais regional, dos rincões, escondido, mas muito vivo. A cada nova rodada, Marcatti conversa com músicos que, em comum, apresentam olhar aprofundado sobre o Brasil, somado ao trabalho de pesquisa e de resgate das nossas mais entranhadas tradições, com a vantagem dos bate-papos serem pontuados no calor da prosa, ao vivo, pelo som dos instrumentos.

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1003 – Graziella Nervegna apresenta “Revoada”, show com canções inéditas e de disco que terá direção de Consuelo de Paula

Para quem não esticará até uma praia ou cidade do Interior e ficará de “bobeira” por Sampa e região metropolitana durante o próximo “feriado prolongado”, o Barulho d’água Música passa a visão: prestigie  a cantora e compositora Graziella Nervegna,  paulistana com alma de artista gerada nas montanhas de Minas Gerais, mais exatamente no bucólico distrito de Monte Verde, situado no município de Camanducaia. As temporadas de férias que Graziella passou aos pés das Pedras Redonda e Partida, do Chapéu do Bispo e do Pico do Selado aproveitando os ares serranos e de clima europeu para brincar e caminhar por trilhas e em matas deixaram gravados em sua alma as sensações e os perfumes da Natureza, experiências que somadas ao contato com a terra, aos momentos de amizade e de liberdade, aos costumes e à musicalidade do povo mineiro resultaram no repertório de Anambé  disco de estreia para o qual levou muitas das composições daquele período, além de canções de outros autores, e base do show Revoada marcado para o sábado, 4 de novembro, a partir das 15 horas, no Auditório Souza Lima, situado no bairro Paraíso, zona Sul de São Paulo, sem cobrança de entrada, com a participação do pianista, acordeonista e compositor Guilherme Ribeiro.

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1002 – Culto à Padroeira do Brasil, consagrada em “Romaria”, remonta à pescaria milagrosa no Vale do Paraíba (SP)

PadroePapel

Origami de Emilson Santos (www.coisasdepapel.com.br)

A estupidez e a intolerância religiosa já a tornaram entre outros episódios condenáveis vítima de ensandecidos pontapés, ao vivo, desferidos pelo pastor da Igreja Universal do Reino de Deus Sergio Von Helde em uma emissora de televisão, em 12 de outubro de 1995. A devoção e a fé nos prodígios e bênçãos dela, entretanto, em grandeza exponencialmente inversa àquele ódio, transformam-na em amuleto e em amparo nos quais há séculos se apegam, entre outros, inúmeros artistas populares como a confraria quase completa de violeiros. Em suas cantorias, eles costumam entoar seu amor, suas súplicas, seus agradecimentos e, ainda, pedem proteção e iluminação à Santa que por decreto oficial do Papa Pio XI, desde 16 de junho de 1930, é a Padroeira do Brasil. Juntamente com o Dia das Crianças, é à Nossa Senhora (da Conceição) Aparecida que se dedica o feriado desta quinta-feira, 12 de outubro, que deverá atrair à Basílica de Nossa Senhora Aparecida milhares de peregrinos de diversas partes do território nacional e do exterior.

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996 – Juliana e João Paulo Amaral apresentam “Açoite” como atração do Composição Ferroviária em Poços de Caldas (MG)

A voz marcante de Juliana Amaral e a viola vigorosa de João Paulo Amaral serão atrações neste domingo, 10 de setembro, em Poços de Caldas, cidade do Sul de Minas Gerais. Os irmãos levarão ao público que prestigia o projeto Composição Ferroviária o espetáculo Açoite, baseado no nome do quarto álbum de Juliana (selo Circus) disco de 2016 cuja direção musical e arranjos couberam a João Paulo. Marca registrada em todas as edições do projeto Composição Ferroviária, o show de abertura sempre é reservado a músicos locais e começa às 10 horas, no pátio da estação da antiga rede Mogyana. Para esta nova rodada, os produtores Wolf Borges e Jucilene Buosi convidaram Jesuane Salvador, intérprete que  oferecerá à plateia um repertório que contempla da MPB ao Jazz.

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994 – Colabore para a gravação de Coração Caminhador, novo álbum autoral de Victor Batista (MG/GO)

Coração Caminhador é o nome que o cantor e compositor mineiro Victor Batista, radicado em Pirenópolis (GO), escolheu para batizar o álbum comemorativo aos 20 anos de trajetória artística o qual pretende trazer à luz com a generosa colaboração de amigos e admiradores, por meio de uma campanha de arrecadação, já disparada pela plataforma Benfeitoria, que estipula recompensas diversas, conforme a quantia doada. As 13 composições e quatro vídeos, inéditos, já estão prontos para serem gravados, trazem novas parcerias e participações especiais. A vaquinha virtual deverá cobrir o processo de finalização, que inclui as etapas de edição, mixagem, masterização e elaboração da arte gráfica do encarte antes do encaminhamento à fábrica para a reprodução de 1000 exemplares. Caso não consiga arrecadar o valor estipulado, um mínimo de R$10.200,00, Victor Batista devolverá o dinheiro aos contribuintes e o projeto será arquivado.

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991 – Atração do Projeto Dandô Dércio Marques, Sol Bueno (MG) canta no IJC, com abertura de Mari Ananias

A cantora e compositora Sol Bueno protagonizará em São Paulo neste domingo, 13 de agosto, mais uma rodada do premiado Dandô Circuito de Música Dércio Marques, prevista para começar às 17 horas, no Instituto Juca de Cultura (IJC). Mari Ananias abrirá a apresentação durante a qual a mineira de Pitangui cantará músicas integrantes de Poeira Dançante, seu disco de estreia, lançado no final de maio em Belo Horizonte (MG) e no qual, de forma apurada, ela revela sutilezas e memórias do universo da cultura popular, vivências, sentimentos e um olhar acurado para a terra. À medida que ouve as 13 faixas, a plateia embarca em poético passeio ao Cerrado — passando pela bacia do rio São Francisco e por cenários mágicos do sertão Roseano — e conhece parte das sonoridades que ocorrem naquelas paisagens.  Egressa de família de músicos e cantadores, Sol Bueno resgata com voz suave e timbre marcante a força dos ancestrais, ilustrando a cada nova canção os múltiplos retratos interiores dos Brasis que Minas Gerais carrega.

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988 – Por meio de 13 discos, Companhia Sons do Cerrado resgata ritmos e tradições de um dos mais ricos biomas do país

Bioma de 197 milhões de hectares comum aos estados Bahia, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Piauí, São Paulo e Tocantins, o Cerrado é a segunda mais produtiva extensão de terras do país, caracterizadas por árvores baixas, arbustos espaçados e gramíneas, também conhecidas por savanas brasileiras. Em algumas classificações científicas, esta imensa área é subdividida em cerradão, cerrado típico, campo cerrado, campo sujo de cerrado ou campo limpo, sendo que o cerradão é o único que apresenta formação florestal. Goiânia, uma das capitais onde ele ocorre, possui desde 2001 um grupo musical que se dedica ao estudo da identidade dos habitantes desse precioso sistema biogeográfico por meio de pesquisas, registros, publicações, oficinas e festivais, com o intuito de salvaguardar valores culturais  e de preservar elementos centrais da pesquisa sobre cultura popular — acrescentando na perspectiva da releitura/adaptação novos componentes, formando uma linguagem atrativa e moderna. O grupo é a Companhia Sons do Cerrado, criado no ambiente do Instituto do Trópico Subúmido da Pontifícia Universidade Católica (PUC) de Goiás e composto por Andréa Luísa Teixeira (flauta, vocais, pesquisa), Alba Franco (cantora e pesquisadora), Verônica Aldè (flautas, flautin, vocais e pesquisas) e Vagner Rosafa (percussões, piano e pesquisas). A atriz Larissa Malty fez parte das pesquisas para o volume 13 e participou da gravação do DVD Ternos das Borboletas.

Veronica Aldè, Andréa Teixeira, Vagner Rosafa e Alba Franco (Foto: Weimer Carvalho)

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