1283 – Em Achados & Perdidos, Luiz Millan (SP) faz “acerto de contas” com a carreira

Disco tem participação de Giana Viscardi e parcerias com Michel Freidenson, Moacyr Zwarg, Plínio Cutait, Marília Millan e Ivan Miziara. Além de músicas próprias, traz novos arranjos para ‘Brazil com S’, de Rita Lee, e Outro Cais, de Eduardo Gudin, entre outras 

O cantor e compositor paulistano Luiz Millan, escolheu o nome do seu quinto disco, Achados & Perdidos, como uma espécie de acerto de contas que ele faz com sua carreira, reunindo músicas novas, outras há muito tempo feitas, além de gravar, pela primeira vez, canções de outros compositores como Rita Lee e Marcos Valle. Nessa empreitada, contou com arranjos do pianista Michel Freidenson, com a cantora Giana Viscardi, e com verdadeiros mestres da música instrumental de São Paulo, como Sylvinho Mazzucca (baixo), Léa Freire (flauta), Edu Ribeiro (bateria), Camilo Carrara (violão) e Adriana Holtz (violoncelo). Na capa, uma foto de Millan em uma das “Reuniões Musicais”, na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), em 1976.

Continue Lendo “1283 – Em Achados & Perdidos, Luiz Millan (SP) faz “acerto de contas” com a carreira”

1277 – Álbum Sons Sobre Tons, da OCAM, traz homenagens a Tomie Ohtake

Disco tem regências de Gil Jardim, Filipe Fonseca e Enrico Ruggieri e traz entre novos compositores os vencedores de concurso inspirado na artista plástica japonesa

O álbum Sons sobre Tons – Criações Musicais sobre Ideias Visuais (distribuição Tratore), da Orquestra de Câmara (OCAM) da Escola de Comunicação e Artes (ECA) da Universidade de São Paulo (USP), é  reflexo de uma determinada cena de compositores da cidade de São Paulo. A primeira parte, gravada em 2016, traz componentes da OCAM daquele ano, executando obras de Alexandre Lunsqui e Valéria Bonafé. A outra parte, de 2019, mostra os vencedores do Concurso de Composição Musical Tomie Ohtake, promovido em, 2019: Wellington Gonçalves, Paulina Łuciuk e Yugo Sano Mani. O exemplar que ouvimos enquanto escrevíamos esta atualização nos foi gentilmente enviado pelos jornalistas da cidade de São Paulo Beto Priviero e Moisés Santana, da Tambores Comunicações, aos quais somos gratos e agradecemos por apoiarem nosso trabalho.

Considerada um dos principais organismos artísticos da USP, a OCAM tem 25 anos e confirma, com este lançamento, a diretriz de praticar programação aberta e eclética, explorando universos sonoros plurais. Nestas mais de duas décadas, tornou-se referência no âmbito das orquestras profissionalizantes, promovendo trabalho caracterizado pela qualidade de performance musical e concepção arrojada com que desenvolve suas ações. Criada pelo maestro Olivier Toni (1926/2017) em 1995, possui um corpo sinfônico de 45 músicos, selecionado entre alunos do Departamento de Música da USP e instrumentistas ligados à orquestra via cursos de extensão. Desde 2001, é dirigida pelo maestro Gil Jardim, que procura fazer com que os alunos interajam com a amplitude de possibilidades musicais.

Gil Jardim à frente da OCAM (Foto: Marcelo Macauê)

Gil Jardim, cuja versatilidade tem permitido desenvolver trabalhos na área erudita e popular, é autor do livro O estilo antropofágico de Heitor Villa-Lobos (2006) e lançou O Soprador de Vidro (1999), escrito para o Balé do Teatro Castro Alves (Salvador/BA), e Villa-Lobos em Paris (2006). Este recebeu os prêmios Diapason d’Or e Prime (Revista Bravo). E produziu, fez arranjos atuou em espetáculos e discos de Milton Nascimento, Gilberto Gil, Naná Vasconcelos, John McLaughlin, Branford Marsalis e outros.

CD ‘Sons sobre Tons’

Em 2016, foram gravadas as obras Fibers, Yarn and Wire e Carreteis II, de Alexandre Lunsqui, e A menina que virou chuva, de Valéria Bonafé. Lunsqui é professor da Universidade Estadual Paulista (Unesp) e considerado único pela forma com que constrói seus discursos musicais. Valéria oferece obra de densidade dramática, um pequeno ‘réquiem’ dedicado a uma sobrinha que viveu poucos minutos. 

As gravações de 2019 trazem os vencedores do Concurso Tomie Ohtake. Em parceria com o Instituto do mesmo nome, a OCAM organizou o evento com objetivo de fomentar a criação entre estudantes. Realizado em três categorias, cada uma foi inspirada em uma obra da artista japonesa, naturalizada brasileira, Tomie Ohtake (1913-2015). Os vencedores foram Wellington Gonçalves, com Dinâmica de fluidos/ensemble, Paulina Łuciuk, Afterimage. Homage to Tomie Ohtake/orquestra de câmara) e Yugo Sano Mani A escuridão, o corpo vermelho e o fascínio/orquestra de cordas). Gil Jardim é responsável pela regência, mas atuam também os regentes Filipe Fonseca (Carretéis II) e Enrico Ruggieri (A escuridão, o corpo vermelho e o fascínio).

Obras de Othake que inspiraram os vencedores do concurso todas sem títulos

Gonçalves, 30 anos, foi membro do estúdio PanAroma, importante centro de pesquisa e difusão de música eletroacústica. Com relação à obra ele disse: “todo material contínuo se deforma quando submetido a uma força”. 

Sano Mani, 26, que faz mestrado em Sonologia/Processos de Criação Musical na USP, comentou: “Quis viver um processo no qual vem o fascínio gerado pela visão que me atingiu, não uma interpretação hermética”.

A polonesa Paulina, 26, Mestre em Composição pela Academia de Música de Cracóvia (Polônia), vive há dois anos no Brasil, e comentou:  “É uma ilusão de ótica na qual a imagem continua aparecendo mesmo após a exposição à imagem real ter terminado. É uma ‘pós-imagem’.”

Leia sobre Tomie Othake em:

http://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoa4437/tomie-ohtake

Artista: OCAM–ECA/USP (Orquestra de Câmara da Escola de Comunicações e Artes da USP)
CD: Sons sobre Tons – Criações Musicais sobre Ideias Visuais
Regência: Gil Jardim, Filipe Fonseca e Enrico Ruggieri
Distribuição Tratore – www.tratore.com.br – (11) 3085 1246 – Preço: R$ 30, (em média)
Disco digital disponível para download ou streaming: iTunes, Google Play, Spotify, Deezer, Apple Music

imprensa | Tambores Comunicações |
(11) 3887 7430 – 99966 9320 | tamborescom@uol.com.br

1276 – Gil Jardim rege OCAM e grava clássicos nacionais com gaitista Gianluca Littera

|| tambores comunicações || assessoria de comunicação

Repertório traz releituras de Chico Buarque, Milton Nascimento, Cartola, Djavan, Paulo Bellinati, Cesar Camargo Mariano , com participação de Léa Freire, Ari Colares e Neymar Dias, entre outros

O gaitista italiano Gianluca Littera descobriu a música brasileira na adolescência. Como conta, ‘foi amor à primeira escutada’. Na década dos anos 1970, um amigo apresentou para Luca um disco do violonista Baden Powell (1937-2000) e “com aquela música diferente, num equilíbrio perfeito entre ritmo e melodia”, relembrou, observando que naquele tempo ainda não havia as facilidades das redes sociais, e conseguir LPs brasileiros, na Itália, não era tarefa fácilGianluca não desistiu. Teve acesso a outros LPs, viu shows de músicos brasileiros em Roma, ficou amigo de alguns deles e se envolveu tanto, que, em 2003, foi convidado a tocar no Brasil, com a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo Paulo (Osesp). Foi quando conheceu Gil Jardim, diretor artístico da Orquestra de Câmara da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da Universidade de São Paulo (USP), maestro que, por coincidência, tinha sido chamado pela Osesp para dirigir o concerto.

Continue Lendo “1276 – Gil Jardim rege OCAM e grava clássicos nacionais com gaitista Gianluca Littera”

1246 – Áurea Martins e Gonzaga Leal homenageiam em disco centenário de Dalva de Oliveira

Álbum tem participação de Cida Moreira, Isadora Melo e Maestro Spok e traz falas da própria homenageada, considerada “O Rouxinol do Brasil”  e que em 2017 completaria um século de vida

*Com Tambores Comunicações

Um repertório considerado uma espécie de dramaturgia — na qual há amor, prazer, desassossego e que deverá agradar quem admira a música brasileira e reconhece o valor dos seus ídolos históricos – compõe o magnífico Olhando o Céu viu uma Estrela, em que Áurea Martins e Gonzaga Leal interpretam músicas inicialmente eternizadas por Dalva de Oliveira, conhecida por “O Rouxinol do Brasil”. O álbum sai em homenagem aos cem anos de uma das eternas divas do nosso cancioneiro, completados em 2017, e, ainda, aos 80 da carioca Áurea, e é o registro de uma turnê que percorreu cidades do Brasil emocionando plateias de várias gerações.

Continue Lendo “1246 – Áurea Martins e Gonzaga Leal homenageiam em disco centenário de Dalva de Oliveira”

1226 – Zé Luiz Mazziotti lança CD ‘A Roma’, gravado em 1992, pelo selo Kuarup

Elogiado por Zuza Homem de Mello, paulista de Rio Claro interpreta canções consagradas de Chico Buarque, Paulinho da Viola, Gilberto Gil e Tom Jobim, entre outros, além de uma parceria dele com Sérgio Natureza

As audições matinais dos sábados aqui no boteco do Barulho d’água Música começaram neste dia 24 com A Roma, de Zé Luiz Mazziotti, mais um lançamento do selo Kuarup e do qual recebemos o exemplar gentilmente nos enviado pelo amigo Moisés Santana, que ao lado de Beto Priviero responde pela agência Tambores Comunicação, na cidade de São Paulo. Somos gratos, mais uma vez, a ambos, e também cumprimentamos Rodolfo Zanke, diretor artístico da Kuarup e equipe, por mais esta valiosa contribuição à divulgação e compartilhamento da boa música e dos cantores, duplas, grupos, compositores e intérpretes brasileiros.

Continue Lendo “1226 – Zé Luiz Mazziotti lança CD ‘A Roma’, gravado em 1992, pelo selo Kuarup”

1197 – Maria Alcina traz sua atuação performática no álbum In Concert lançado pela Kuarup 

Neste novo disco, ao vivo, a mineira de Cataguases revê clássicos de meio século de carreira como Fio Maravilha, acompanhada pela recém formada orquestra SP Pops Symphonic Band 

Neste sábado, 1º de junho, a vitrolinha aqui do boteco do Barulho d’água Música tocou primeiro Maria Alcina In Concert com SP Pops Symphonic Band, mais um ótimo disco com a marca do selo Kuarup e do qual recebemos um exemplar, gentilmente enviado por Rodolfo Zanke, amigo ao qual — e a toda equipe — somos de novo gratos. Maria Alcina completou em abril 70 anos, dos quais quase 50 dedicados à música. Este feito por si só já seria suficiente para comemorações, porém, a convite de  Ederlei Lirussi, maestro da SP Pops Symphonic Band, apresentou-se pela primeira vez em sua carreira com grande orquestra, iniciando de maneira grandiosa as festividades desse marco em sua vida. 

A apresentação gerou o álbum ao vivo Maria Alcina in Concert, que promove encontro inusitado entre a estética clássica das orquestras e o vasto universo pop criativo e versátil que consagrou a artista. Tanto o show quanto, o disco,  propõem um passeio pela música vanguardista de Maria Alcina em todas as fases do sua carreira. Estão presentes no repertório sucessos como Fio Maravilha (Jorge Ben Jor, 1972), Kid Cavaquinho (João Bosco o Aldir Blanc, 1974), Tome Polca (José Maria de Abreu e Luís Peixoto, 1950), Prenda o Tadeu (Antonio Sima e Clemilda, 1985) e Eu sou Alcina (Zeca Baleiro, 2013) entre outras composições no show dirigido e produzido por Thiago Marques Luiz, produtor de seus mais recentes trabalhos fonográficos. 

Sobre Maria Alcina 

Maria Alcina dispensa apresentação. É personalidade de nossa música com reconhecido lugar numa galeria de intérpretes com forte identidade, Em qualquer registro da história da música brasileira recente, tem de constar sua performática atuação no Festival Internacional da Canção de 1972 como vencedora da etapa nacional, eternizando a música Fio Maravilha, de Jorge Ben Jor.

Mineira de Cataguases, Alcina mudou-se para a cidade do Rio de Janeiro no começo da década dos anos 1970. Cantou em casas de shows e boates, apresentou-se em teatros de revista ao lado de Leila Diniz, por exemplo, até explodir, em 1972, no FIC. Na década seguinte fez enorme sucesso com músicas retiradas do folclore, como Prenda o Tadeu e É Mais Embaixo. Como gosta de desafios, na década dos anos 1990, a convite de Nelson Motta, participou de show em homenagem a Carmen Miranda, no Lincoln Center em Nova York, nos Estados Unidos, com Aurora Miranda e Marília Pêra.

Em 2003 Maria Alcina deu nova guinada ao lado de grupo eletrônico paulistano Bojo: gravou Agora, que ampliou sua faixa de público. Juntos, Maria Alcina e o Bojo se apresentaram em importantes eventos para jovens como Com:tradição, nas cidades de São Paulo e do Rio de Janeiro, e Abril Pro Rock, em Recife (PE).

Com o álbum Confete e Serpentina (2009), venceu o Prêmio da Música Brasileira nas categorias Melhor Cantora Popular e Melhor Disco Popular. Nesse disco há mistura de gerações diversas, de Alberto Ribeiro (1902/1971) a Paulinho da Viola a nomes mais recentes como Roseli Martins, Wado e Moisés Santana. Em 2014 saiu De Normal Bastam os Outros, com canções inéditas de Zeca Baleiro (Eu Sou Alcina), Arnaldo Antunes (De Normal), Karina Buhr (Cocadinha de Sal), Anastácia (Concurso de Bicho). Em 2015, veio o DVD homônimo, devido ao sucesso da turnê De Normal Bastam os Outros. Em 2018 foi a vez de homenagear a obra de Caetano Veloso, cantando um repertório verborrágico do compositor como as músicas Fora Da Ordem, Língua, Estrangeiro, A Voz do Morto e Tropicália entre outras. Maria Alcina integra também o álbum Canta Inezita, em tributo à obra de Inezita Barroso, produzido por Thiago Marques Luis e com a participação da icônica dupla As Galvão, Claudio Lacerda e Consuelo de Paula, do selo Kuarup.

A Orquestra SP Pops Symphonic Band, integrada por 45 músicos, todos atuantes na cena musical paulistana  

Com fôlego de iniciante, Maria Alcina segue paralelamente com os shows Canta Inezita e preparando a turnê com a Orquestra SP Pops Symphonic Band, integrada por 45 músicos, todos atuantes na cena musical paulistana. Os instrumentos se dividem entre cordas, madeira, metais, percussão sinfônica, além de ter o ‘lado pop’, com piano, baixo e bateria. É influenciada e toma emprestado o jeito de grafar o nome da norte-americana Boston Pops Orchestra, criada em 1881 pelo maestro Henry Lee Higginson, que influenciou outras orquestras semelhantes pelo mundo.

A versão brasileira, criada pelo maestro Edrelel Lirussi há dois anos, tem o objetivo de fazer essa ponte entre o erudito e o popular e, como ele disse, “tornar a música clássica mais acessível ao público”. Nesse período já apresentou concertos como a Sinfonia para Crianças e o Tributo a John Willians. Esse último em homenagem ao autor de trilhas sonoras de filmes clássicos como ET., Parque dos Dinossauros, Lista de Schindler e Tubarão, sempre acompanhado de projeção de imagens, buscando envolver ainda mais os sentidos.

Lirussi, responsável pelos arranjos e regência, é trompetista. Estudou na Fundação das Artes em São Caetano do Sul (SP) e Universidade Livre de Música. Seus estudos e pesquisas são baseados em análises de compositores como Haydn, Mozart, Beethoven e Tchaikovsky. Na música popular, acompanhou Hermeto Pascoal, Danilo Caymmi, Ângela Maria, Ed Motta e outros.

1190 – Fábio Jorge canta, em francês, sucessos da MPB no Teatro Itália (SP)

Público curtirá lançamento de Connexions, álbum no qual o cantor mixa suas duas pátrias, Brasil e França, com versões para o francês de sucessos de Caymmi, Dalto, Edu Lobo, Vinicius de Moraes, Sullivan & Massadas, Carlos Lyra e outros

O cantor e letrista paulistano Fábio Jorge lançará o seu quarto álbum solo, Connexions, no palco do glamouroso Teatro Itália, em São Paulo, na terça-feira, 28, a partir das 21 horas (veja a guia Serviços). O disco foi nos gentilmente enviado por Beto Priviero, amigo do Barulho d’água Música, que ao lado de Moisés Santana coordena a Tambores Comunicações, aos quais somos gratos. No texto de apresentação de Connexions sua assessoria aponta que Fábio Jorge chegou mais longe e explica: o cantor, que há anos, vem aproximando o universo musical brasileiro da canção francesa em discos e em shows, deu uma cara mais personalizada ao trabalho. Connexions reúne sucessos da música brasileira que o próprio Fábio Jorge verteu, do seu jeito, para o francês. Assim, Arrastão (Edu Lobo/Vinicius de Moraes) se tornou Les bateaux sur la mer; Primavera (Lyra/Vinicius) virou Notres PrintempsPessoa (Dalto/Cláudio Rabello) agora é L’éternité, e Estranha Loucura (Sullivan/Massadas), sucesso na voz de Alcione, passou a ser Mon énorme folie, por exemplo.

Continue Lendo “1190 – Fábio Jorge canta, em francês, sucessos da MPB no Teatro Itália (SP)”

1166 – Álbum de Vitoria Maldonado e Ron Carter reúne obras pessoais e clássicos dos Gershwin, Cole Porter, Tom e Vinicius

Brasil L.I.K.E. conta com participações de Roberto Menescal, Nailor Proveta e Toninho Ferragutti e foi gravado com orquestra regida por sobrinho do tropicalista Rogério Duprat, mais trio que acompanha o norte-americano 

Há pouco mais de um ano, a cantora, compositora e pianista paulistana Vitoria Maldonado gravou com o baixista, compositor e arranjador norte-americano, pela gravadora Summit Records (com distribuição a cargo da Tratore), o álbum Brasil L.I.K.E. (Love, Inspiration, Knowledge, Energy) enviado gentilmente à redação pelos amigos Moisés Santana e Beto Priviero, da Tambores Comunicações, aos quais mais uma vez agradecemos. Em tradução livre, Love corresponde a Amor, I a Inspiração, K a Conhecimento, e e a Energia.

Continue Lendo “1166 – Álbum de Vitoria Maldonado e Ron Carter reúne obras pessoais e clássicos dos Gershwin, Cole Porter, Tom e Vinicius”

1155 -Após sucessos em novelas, Rosa Marya Colin volta aos estúdios e grava ‘Rosa’

Novo disco traz, ainda, as faixas de ‘Vagando’, lançado pela Eldorado em 1980, que está fora de catálogo,  no qual a atriz interprete gravara canções inéditas de Djavan, Fátima Guedes, Vicente Barreto e Péricles Cavalcanti

A cantora Rosa Marya Colin, apesar de há um longo tempo morando no Rio de Janeiro, não perdeu o jeito discreto, mineiro de ser. Trabalhou quase em silêncio no novo álbum que está lançado pelo selo Eldorado/Nova Estação, mas que já chega fazendo barulho. Em uma das faixas, a balada É por você que eu vivo, revive sua parceria com Tim Maia. De Arlindo Cruz, mais conhecido pelos sambas de sucesso, ganhou o blues Eu canto esse blues. E o repertório segue com uma nova versão de Giz, da banda Legião Urbana; uma homenagem ao cantor Blecaute (1919/83) com General da Banda, além de músicas de Taiguara e de Itamar Assumpção (com Alzira E). O disco foi enviado à redação por Moisés Santana e Beto Priviero, sócios da Tambores Comunicações, aos quais somos gratos.

Continue Lendo “1155 -Após sucessos em novelas, Rosa Marya Colin volta aos estúdios e grava ‘Rosa’”

1142 – “Dois por Dois Ao Vivo” apresenta composições de Luiz Millan e Moacyr Zwarg

Álbum e DVD distribuído pela Tratore reúne o pianista Michel Freidenson, o saxofonista e flautista Teco Cardoso e a cantora Anna Setton interpretando 17 composições da dupla em apresentação na Sala São Luiz, em São Paulo

Um  luxuoso estojo, distribuído pela Tratore, e gentilmente enviado ao Barulho d’água Música pelos jornalistas Moisés Santana e Beto Priviero  (Tambores Comunicações), guarda o álbum e o DVD Dois por Dois Ao Vivo, lançados em novembro pelos compositores Luiz Millan e Moacyr Zwarg , com músicas de ambos interpretadas pelo pianista Michel Freidenson e pelo saxofonista e flautista Teco Cardoso, mais a participação especial da cantora Anna Setton. Dirigido por Thales Menezes e gravado a partir do show promovido na Sala São Luiz, no Espaço Promon, em São Paulo, em agosto de 2016, Dois por Dois Ao Vivo  traz um repertório que explora pela linguagem jazzística ritmos brasileiros como samba, baião e frevo.

Continue Lendo “1142 – “Dois por Dois Ao Vivo” apresenta composições de Luiz Millan e Moacyr Zwarg”