1533 – Tuia (SP) lança álbum de inéditas e parcerias para marcar 25 anos de carreira

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 Semente Que O Amor Dará traz o sucesso Flores da Manhã e as participações especais de Zeca Baleiro, Guarabyra e Renato Teixeira

Já chegou às plataformas digitais Semente Que O Amor Dará, novo álbum do cantor e compositor paulista Tuia, que tem distribuição pela produtora e gravadora Kuarup. O disco é o quinto disco da carreira do músico e compositor de Jacareí (SP), cidade do Vale do Paraíba, que fez parte nos anos 1990 do grupo Dotô Jéka, umas das bandas pioneiras do estilo rock rural no Brasil. Semente Que o Amor Dará brinda amigos e fãs com nove músicas inéditas autorais e em parcerias e participações de Zeca Baleiro, Guarabyra e Renato Teixeira. Além dos três convidados, integraram as gravações Ricardo Vignini (viola slide); Reginaldo Lincoln, da banda Vanguart (baixo e backings); Fábio Tagliaferro (violino); Mário Manga (cello); e Kadu Menezes (bateria).

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1516 – Ana Cañas (SP) grava disco em homenagem a Belchior e faz apresentação única em São Paulo*

#MPB #Belchior #CulturaPopular

*Com Eliane Verbena

O projeto da apresentação nasceu da ideia de uma live com canções do compositor cearense, em 2020, ganhou notoriedade e desdobrou-se em um álbum homônimo que vem sendo apresentado em turnê por todo o Brasil.

A cantora paulistana Ana Cañas dirige o próprio espetáculo no qual ela canta clássicos de Belchior como Alucinação, Sujeito de Sorte, Coração Selvagem e Como Nossos Pais e que será atração no domingo, 10 de abril, no palco de um dos mais concorridos teatros paulistanos, localizado na zona Oeste da Capital, na região entre Pinheiros e Perdizes, ao lado do Sesc Pompeia (veja endereço ao final desta atualização). Em Ana Cañas Canta Belchior, ela estará acompanhada a partir das 20 horas por Fabá Jimenez (violão e guitarra), Adriano Grineberg (teclados), Meno Del Picchia (contrabaixo) e Loco Sosa (bateria).

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1137 – Marcelo Quintanilha (SP) lança Caju, álbum em homenagem a Cazuza

Cantor e compositor paulistano faz releitura em 12 faixas da obra do consagrado carioca que marcou a MPB com composições de amor e protesto e se tornou referência após sua precoce morte de de luta contra a AIDS

“O sabor mais acentuado de Caju reside nos arranjos de Quintanilha e do maestro Rodrigo Petreca, para tentar renovar um cancioneiro já formatado pelas gravações originais” Mauro Ferreira (G1/Globo)

“Uma homenagem à irreverência e atualidade das canções de Cazuza” — Revista Continente (Recife/PE)

“Quintanilha se distanciou das versões originais, criando novas possibilidades” — Revista Sucesso!

A tradicional audição dos sábados pela manhã aqui no cafofo/redação do Barulho d’água Música hoje, 22/12, relembrou um dos mais aclamados cantores das últimas gerações, o carioca Cazuza, pela voz do cantor e compositor paulistano Marcelo Quintanilha. O disco que rolou na vitrolinha, Caju, foi recentemente gravado e chegou até nós como mais uma colaboração dos amigos Beto Previero e Moisés Santana, da Tambores Comunicações, aos quais mais uma vez somos gratos. “Atual” é o adjetivo que Quintanilha utilizou para definir o trabalho de Cazuza (1958/1990), que partiu bem antes do combinado e em 2018  completaria  60 anos. Caju era o jeito que o poeta era chamado pelos amigos mais chegados.

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653 – Paranambuco (PR), grupo que toca blues e baião com atabaques, lança Orun Ayê no Paiol

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Paranambuco, grupo de Curitiba que surgiu em 2010 e une os nomes dos estados do Paraná e de Pernambuco com intuito de estudar e apresentar ao público músicas que valorizam diferentes vertentes da cultura tradicional brasileira, com influências assumidas dos terreiros de umbanda, lançou o primeiro álbum na noite de domingo, 20, no palco do Teatro Paiol, em Curitiba. Orun Ayêtermo que de acordo com um dos seus integrantes, Fred Pedrosa, significa “entre o céu e a terra”,  possui arranjos nos quais se distinguem ritmos como coco, samba, baião, maracatu e xote, bem como ijexá, toruá, barravento, puxada de rede e jongo, entre outros que são populares no território nacional. Nota-se ainda influências de artistas contemporâneos como Kiko Dinucci e Criolo, além dos Novos Baianos, de Roque Ferreira e do Clube da Esquina.

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Lô Borges volta aos palcos com “disco solar” e apresenta Horizonte Vertical no Sesc Santo André (SP)

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Lô Borges dá um tempo na estrada e volta aos shows apresentando antigos sucessos e novidades do álbum Horizonte Vertical (Foto: Divulgação)

Os fãs do Clube da Esquina já esgotaram na internet os ingressos que o Sesc pôs à venda para a apresentação, em Santo André, do show no qual Lô Borges (Belo Horizonte/MG)  cantará nesta sexta-feira, 3 de julho, músicas do mais recente trabalho autoral, Horizonte Vertical,  e também sucessos antigos como o Trem Azul, Paisagem da Janela, Tudo o que você podia ser e Um Girassol da Cor do seu Cabelo.  Lô Borges estará no palco a partir das 21 horas para “Lô Borges 2003-2013” acompanhado por Henrique Matheus (guitarra), Gerson Barral (teclados e synths), Renato Valente (baixo) e Robinson Matos (bateria). 

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