Barulho d'Água Música

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975 – Viola Quebrada (PR) vai à final do 28º PMB com “Meus Retalhos”; concorrentes são de Jundiaí (SP) e de São Leopoldo (RS).

O disco Meus Retalhos poderá render ao grupo de Curitiba (PR) Viola Quebrada o troféu de melhor da categoria Regional do 28º Prêmio da Música Brasileira (PMB), que será entregue no Rio de Janeiro, em 19 de julho. O álbum lançado em 2015 concorre com Trilhando o Rio Grande (Grupo Rodeio) e Forró por aí (Serelepe), conta com 13 faixas e é o sexto da trajetória do Viola Quebrada — referência não apenas no Sul do país de boa música caipira e de raiz que entremeia às composições próprias clássicos como Flor do Cafezal e Queria, ambas de Luiz Carlos Paraná. O mais recente trabalho apresenta composições e arranjos inéditos para ritmos variados em temas contemporâneos como a defesa da natureza; êxodo rural; fé e festejos populares; e amor, além de outros comuns ao cotidiano do sertanejo conforme leituras de Oswaldo Rios (voz e violão) e Rogério Gulin (violão e viola caipira); ambos formam o grupo com Rubens Pires (acordeon), Sandro Guaraná (contrabaixo) e Marco Saldanha (percussão), além da voz de Mari Amatti. Traz, ainda, parcerias com Consuelo de Paula, Paulo Freire, Rubens Pires, Etel Frota, Chico Lobo, João Evangelista Rodrigues e Roberto Prado. Katya Teixeira, em Flor de Algodão, Álvaro e Daniel, e Daniel Vicentini (viola caipira) em Linda Flor do Paraná, também participam.

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733- De volta à Curitiba (PR), agora no Teatro Paiol, Viola Quebrada lança “Meus Retalhos”

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O palco do Teatro Paiol, uma das mais tradicionais casas de espetáculo de Curitiba (PR), estará reservado para receber na noite de sexta-feira, 20, mais uma apresentação do Viola Quebrada, grupo da cidade que está lançando o sexto álbum, intitulado Meus Retalhos. O show começará às 20 horas.

O Viola Quebrada iniciou a turnê do show Meus Retalhos em São Paulo e depois percorreu seis cidades paranaenses, entre setembro e outubro. O disco tem 13 faixas e reforça não apenas no Sul do país o trabalho do grupo como referência de boa música caipira e de raiz, com composições próprias mescladas a clássicos como Flor do Cafezal e Queria, ambas de Luiz Carlos Paraná.

Em São Paulo o disco foi lançado no auditório da Galeria Itaú Cultural em 17 de setembro, com participações de Mari Amatti e Consuelo de Paula. A plateia ouviu naquela ocasião, ainda, Valeu, de Paulo Leminski, e As mocinhas da cidade (Nhô Belarmino e Nhá Gabriela)*; Valeu se tornou conhecida em 1981 na voz de Paulinho Boca de Cantor (Santa Inês/BA) e As mocinhas da cidade é considerada como o segundo hino do Paraná.

Meus Retalhos reúne composições e arranjos inéditos para ritmos variados, elaborados nos mais recentes seis anos por Oswaldo Rios (voz  violão)e Rogerio Gulin (violão e viola caipira), que formam o grupo com Rubens Pires (acordeon), Sandro Guaraná (contrabaixo) e Marco Saldanha (percussão), e assinaram parcerias também com Consuelo de Paula, Paulo Freire, Rubens Pires, Etel Frota, Chico Lobo, João Evangelista Rodrigues e Roberto Prado. Katya Teixeira, em Flor de Algodão, Álvaro e Daniel, e Daniel Vicentini (viola caipira) em Linda Flor do Paraná, também participam do álbum.

O Teatro Paiol fica na Praça Guido Viaro, sem número, em Prado Velho, Curitiba.

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650- Viola Quebrada (PR) lança “Meus Retalhos”, álbum com o qual percorrerá seis cidades paranaenses

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O Viola Quebrada  iniciou com shows em São Paulo e em Curitiba a turnê do show Meus Retalhos que marcará o lançamento do álbum homônimo, de 13 faixas, sexto trabalho do grupo que está estabelecido na capital paranaense. O Viola Quebrada é uma referência não apenas no Sul do país de boa música caipira e de raiz e entremeia a composições próprias clássicos como Flor do Cafezal e Queria, ambas de Luiz Carlos Paraná, que incluiu no repertório que trouxe ao auditório da galeria Itaú Cultural, em São Paulo, na noite de quinta-feira, 17 de setembro. Nesta apresentação, com as participações de Mari Amatti e Consuelo de Paula, a plateia ouviu, ainda, Valeu, de Paulo Leminski, e As mocinhas da cidade (Nhô Belarmino e Nhá Gabriela)*; Valeu se tornou conhecida em 1981 na voz de Paulinho Boca de Cantor (Santa Inês/BA) e As mocinhas da cidade é considerada como o segundo hino do Paraná.

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