870 – Orquestra Paulistana de Violas toca de clássicos a new age em unidades Osasco e Rio Claro (SP) do Sesi

Com entrada franca para todos os públicos, unidades do Sesi em Osasco e em Rio Claro, cidades de São Paulo, promoverão a partir das 20 horas, respectivamente nos dias 6 e 7, apresentações da Orquestra Paulistana de Viola Caipira, com distribuição de ingresso a partir de uma hora antes do início da atração. Em ambas as rodadas, a plateia poderá ouvir ao som de violas caipiras de dez cordas clássicos tradicionais da canção do Interior brasileiro e será convidada a tomar lugar em uma viagem ao campo e ao mundo rural. Como ocorre em várias formações do gênero, a Orquestra Paulistana estimula a convivência entre gerações, pois é  constituída por pessoas de diversas faixas etárias e formações acadêmicas. Criada em 1997 pelo maestro Rui Torneze de Araújo, a Paulistana é considerada, hoje, uma das mais atuantes do gênero em território nacional e abraçou com talento e determinação a missão de formar público para melodias executadas em violas caipiras.

Esta tarefa vem sendo cumprida de forma elogiosa por meio de amplo repertório que além das incursões eruditas inusitadas e originais transita, ainda, pela MPB e por gêneros tais quais a chamada Música da Nova Era (new age). O aprimoramento ostensivo de seus integrantes, representados, em sua maioria, por instrumentistas amadores (18 violeiros e dois percussionistas), é o principal diferencial de sua perfeita execução. Em concertos de 60 minutos, o auditório ouvirá clássicos sertanejos como Rei dos Canoeiros, Pé de Ipê, Chalana e  até o Hino Nacional

O Sesi de Osasco fica na avenida Getúlio Vargas, 401, jardim Piratininga, ao lado da Policlínica da Zona Norte. Em Rio Claro o endereço é avenida M-29, 441.

Osasco é casa da primeira orquestra

O professor, compositor, pesquisador e violeiro Ivan Vilela (Itajubá/MG) é um entusiasta das orquestras de violeiros e ele próprio já regeu e fundou uma: a Filarmônica de Violas de Campinas, atualmente sob batuta de João Paulo Amaral, um de seus ex-pupilos. De acordo com Ivan Vilela, a viola vem angariando cada vez mais prestígio tanto no campo, quanto na cidade, como instrumento representativo da cultura popular brasileira e suas tradições e parte deste reconhecimento e afirmação se deve ao surgimento país afora, sobretudo no Interior paulista, de inúmeras formações congêneres. E Osasco, onde a Paulistana tocará nesta sexta-feira, 6, é justamente a cidade na qual de acordo com registros na imprensa e a palavra de vários músicos surgiu a pioneira.  

Corria 1969 quando por iniciativa do tenente Marino Cafundó de Moraes formou-se a Orquestra do Violeiro de Osasco. À época Cafundó estava à frente do Coral Santa Cecília e com vários amigos animou a celebração (em cujo altar  Monsenhor Camilo conduzia os rituais) executando a Missa do Violeiro do Brasil, considerada pelos fiéis que estavam na matriz que hoje é a Catedral da região episcopal de Osasco um espetáculo inesquecível. Em 10 de fevereiro de 1971,  o maestro fundou, oficialmente, a Casa do Violeiro do Brasil, permitindo a profissionalização dos músicos da incipiente Orquestra de Violeiros de Osasco.

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A Orquestra de Violeiros de Osasco (durante apresentação na Câmara Municipal da cidade) existe desde 1969 e é conhecida em vários países vizinhos e da Europa (Foto disponibilizada na internet, com crédito atribuído à Leandro Silva/PMO)

A Casa dos Violeiros do Brasil tem como objetivo desde o princípio o congraçamento dos artistas sertanejos e a defesa da música, da dança e do folclore brasileiros. Já é conhecida em países como Portugal, Alemanha, Estados Unidos, Argentina, e Itália e algumas de suas gravações chegaram às mãos do Papa Paulo VI, entregues pelo cardeal Dom Agnelo Rossi.  Em caravana de 146 violeiros a Orquestra de Osasco promoveu a segunda Missa do Violeiro do Brasil da qual se tem notícia, agora em Aparecid (SP), sede do Santuário Nacional de Nossa Senhora  Aparecida e já teve como acompanhantes Sérgio Reis, Tonico e Tinoco e Cacique e Pajé, no palco do Teatro Municipal de São Paulo. Em julho de 1979 a execução de Ave Maria foi levada ao ar pelas TV Cultura e Rede Globo.

A Orquestra segue reunindo-se semanalmente na Casa do Violeiro, situada na Rua Libero Carnicelli, 459, Jardim Ipê. Às quartas-feiras tem ensaio aberto ao público, a partir das 20 horas, às sextas-feiras promove o Baile da Boa Idade, a partir das 19 horas. Já e na última segunda-feira de cada mês pode ser conhecida nas missas da Catedral de Santo Antônio. Para mais informações estão disponibilizados os telefones 55 (11) 3685-4558 e 55 (11) 99661-8874, além do endereço virtual contato@casadovioleirodobrasil.com.br

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851 – Paulo Netho e Dráusio Silva (SP) comemoram 30 anos de projeto concebido para provocar festas e “desmilitarizar” pensamentos

O recitador Paulo Netho e o cantor e compositor Dráusio Silva vão se reencontrar no sábado, 16 de abril, a partir das 21h30, no Espaço Versátil Multi Eventos, situado em Osasco, para celebrarem 30 anos da realização do primeiro Poemashow, parceria que promoviam na cidade declamando e cantando sucessos da MPB e do rock em meados da década de 1980, embrião da carreira que ambos passaram a desenvolver como poeta, essencialmente, no caso de Paulo Netho, e músico, no caso de Dráusio, um dos integrantes da banda Subtotal. A apresentação terá a participação do também cantor e compositor Salatiel Silva, que ao lado de Paulo Netho forma a Cara de Pavio Produções Artísticas e desenvolve os projetos Balaio de Doi2, Drops Urbano, e Ciranda de Cantigas.

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848 – Violeiro Anderson Baptista não resiste à gripe H1N1 e morre em Campinas (SP)

O Barulho d’água Música lamenta informar que ocorreu na manhã de hoje, 8 de abril, a morte do músico e violeiro Anderson Baptista de Jezus, que ao lado de Rodrigo Nali formava o Duo Catrumano, de Campinas, além da dupla Anderson e Rodrigo Nali.

Ainda jovem, Anderson completaria 28 anos em 7 de junho, mas após uma semana internando no hospital da Pontifícia Universidade Católica de Campinas (Pucc) perdeu a batalha que travava para resistir às complicações da Influenza H1N1, a temida gripe suína, conforme notícia confirmada pelo produtor cultural José Carlos da Silva, da Juá Cultural Produção e Eventos. O velório começará às 16h30 no Cemitério Parque das Flores, situado na avenida Deputado Luis Eduardo Magalhães, 1505, que fica no bairro de Campinas Cidade Satélite Íris. O sepultamento do corpo ocorrerá amanhã, durante a manhã.

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810- Osasco (SP) celebra 54 anos de autonomia com “Forró Lunar”, show de Alceu Valença, aberto por Bernadete e Ministério do Samba

O cantor e compositor pernambucano Alceu Valença subirá ao palco da Concha Acústica da Fundação Instituto Tecnológico de Osasco (Fito) para promover em 20 de fevereiro apresentação gratuita, programada pela unidade local do Sesc, que integra os eventos em comemoração ao 54º aniversário da cidade situada a 18 quilômetros da Praça da Sé, na Capital. As honras da casa a Alceu Valença, a partir das 18 horas, caberão a Bernadete e Ministério do Samba, artistas do município que se tornou emancipado de São Paulo aos 19 de fevereiro de 1962, e que, embora ainda padeça de um acentuado ranço de provincianismo, reiteradas vezes coloque a escanteio sua classe artística e a eclética produção cultural ao considerá-las (quando muito!) meras coadjuvantes, tem sido celeiro de várias revelações, gente muito boa que consegue dar seus pulos e se destaca fazendo música, jogando bola, protagonizando espetáculos teatrais, tramas em telinhas ou telonas, transformando o branco das telas e das páginas em obras de vários estilos.  

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758 – Companhia Belo Sol de Santa Maria começa giros de Folia de Reis em Osasco (SP)

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A Companhia de Folia de Reis Belo Sol de Santa Maria aproveita os giros que promove há 22 anos em Osasco para preservar valores tradicionais e também colocar para reflexão temas como ecologia, cidadania e ética (Foto: Arquivo da Companhia Belo Sol de Santa Maria)
A  Companhia de Folia de Reis Belo Sol de Santa Maria promoverá neste sábado, 12, o ritual de abertura e o primeiro giro da tradicional  Folia de Reis que protagoniza desde 1994, sempre no período de festas de celebração do Natal e da chegada do Ano Novo. O evento está marcado para começar às 16 horas na casa do violeiro Alberto Camargo,  um dos integrantes da Companhia,  na região central da cidade da Grande São Paulo. Depois, sempre aos finais de semana, até 3 de janeiro de 2016, haverá ao menos quatro giros em residências nas quais as visitas estiverem previamente agendadas.  Para obter mais detalhes, basta enviar mensagem para foliadereisbssm@gmail.com
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738 – I Virada Cultural de Osasco teve poema, canção e bandeira branca por Rio Doce e pela paz

Entre os dias 21 e 22 de novembro Osasco, cidade da Grande São Paulo, promoveu a I Virada Cultural de Osasco por meio da qual ofereceu ao público 145 atrações que incluíram música, artes cênicas, dança e gastronomia em parceria da Prefeitura com o Ministério da Cultura e o Sesc.  Entre os shows, o público pode curtir apresentações dos grupos Ira!, O Teatro Mágico e Demônios da Garoa, e dos cantores Pereira da Viola, Zé Geraldo e Oswaldo Montenegro como destaques de um cardápio que teve, ainda, cantores, interpretes e grupos locais como a banda Euphúria, Bilo Mariano e Cecília Camaroto. De acordo com a Prefeitura de Osasco, 82% dos artistas incluídos na programação são do município.

Residente em um bairro identificado como um dos mais ativos redutos culturais de Osasco, o jardim Santo Antônio, Cecília Camaroto tem um rico histórico de participações em bares noturnos e casas de espetáculo e em saraus e festivais tradicionais como o Canto de Julho, que sempre revela bons artistas, cantores e compositores. Desde pequena, Cecília já demonstrava interesse por música, apurava os ouvidos e não resistia à atração que sofria pelas canções de autores consagrados ao ouvir em casa o pai (que tinha uma orquestra e tocava pistom) promover com os amigos rodadas animadas com choros, sambas e composições de baluartes  tais quais Ataulfo Alves  e Noel Rosa a clássicos da música raiz, entre outros ritmos nacionais.

“As meninas como eu, àquela época, iam todas brincar nos quintais, mas eu ficava lá, encantada, ao lado do meu pai e dos músicos e não arredava pé enquanto eles estivessem reunidos”, contou Cecília Camaroto ao blogue. “Trago de lá tudo o que ouvia e hoje gosto tanto de cantar que digo: viver sem música é como ficar sem respirar”.

Apesar desta paixão e do talento que sempre renderam pedidos e convites dos amigos mais chegados para continuar sempre em atividade, por compromissos familiares Cecília Camaroto precisou ficar dois anos longe do microfone. A volta, entretanto, ocorreu em grande estilo: (muito bem) acompanhada pelo maestro e tecladista Hanilton Messias, brindou no domingo, 22, a plateia do palco Nivaldo Santana da Escola de Artes Cesar Salvi com um repertório de primeira.

Logo de saída, Cecília Camaroto propôs uma oração pelo bom entendimento no mundo oferecendo A Paz (João Donato, mas mais conhecida na voz de Gilberto Gil). Depois, até encerrar com Tristeza (de Vinícius de Moraes, consagrada por Jair Rodrigues e interpretada, ainda, por Beth Carvalho) passou por Olha (Roberto Carlos; Chico Buarque e Maria Bethânia também gravaram esta canção), Tocando em Frente (Almir Sater e Renato Teixeira) e Desde que o samba é samba (Caetano Veloso/Gilberto Gil).

Sobre Hanilton Messias, para quem não sabe, basta dizer: tem formação tanto em instrumentos de sopro (como flauta transversal), quanto de cordas (como piano) e foi arranjador entre outros de Cauby Peixoto. O maestro, também parceiro de Bilo Mariano, outra estrela da 1ª Virada Cultural de Osasco, já está costurando um novo show para Cecília Camaroto retomar de vez as apresentações.

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Pereira da Viola e Zé Geraldo, dois consagrados músicos mineiros, tocaram e cantaram também no domingo, 22, no palco Centro. O violeiro começou a cantoria rendendo homenagens ao Rio Doce por meio da canção-poema Lamento do Rio (interpreta pelo poeta Gonzaga Medeiros, que Pereira gravou em seu álbum Viola Cósmica). O Rio Doce, cujas águas e peixes abastecem populações de várias cidades de Minas Gerais e do Espírito Santo, ficou seriamente contaminado pelo metal que a lama tóxica oriunda da barragem que se rompeu em Mariana/MG, da Samarco/Vale, despejou em seu leito; especialistas dizem que o Rio Doce está “morto” e não conseguirá se recuperar em menos de dez anos. Pereira da Viola, como sempre bem humorado, também contou causos. E fez  tributo a Osasco lembrando, por exemplo, que a cidade é berço da primeira orquestra de violeiros do Brasil e por isso é conhecida como “a Capital da Viola”.

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Zé Geraldo e banda relembraram muitos dos  famosos rocks rurais do Bob Dylan das Alterosas como O Preço da Rosa, Senhorita, Galho Seco, Na barra do seu vestido (dele e de Zeca Baleiro), e Cidadão. Os fãs pediram, mas ele optou por não cantar Rio Doce: “Não vou cantar, mas vou falar: estou muito chateado com o descaso contra nossos rios e florestas e só me resta torcer para que o belo Rio Doce tenha forças para se recuperar”. Em seguida, Zé Geraldo fechou com Milho aos pombos, em cuja letra há versos emblemáticos que podem ser considerados como hino contra outras agressões à humanidade e atitudes tais quais as que levaram aos atentados praticados em Paris, no dia 13.  Após cantá-la, Zé Geraldo, visivelmente comovido, empunhou, agitou e ergueu um prosaico pano que pareceu a este blogueiro ser de secar pratos, mas que por ser branco ganhou o nobre status de bandeira da paz.

https://soundcloud.com/guilardo-veloso-lotado/lamento-do-rio-pereira-da

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735 – Osasco (SP) oferece em 24 horas gratuitas de atrações shows com Demônios da Garoa, Ira! e Oswaldo Montenegro, entre outros

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Bilo Mariano, em foto do destaque, ao lado do título, vai dividir o palco com Zé Geraldo e Pereira da Viola, no Centro

Cidade situada a apenas 18 quilômetros de São Paulo no sentido Oeste, Osasco terá entre 21 e 22 de novembro um evento nos moldes da Virada Cultural que o Estado organiza, promovido pela Prefeitura do município em parceria com o Ministério da Cultura, com 145 atrações que incluem música, artes cênicas, dança e gastronomia e receberá apoio do Sesc, em cuja unidade Jardim das Flores também haverá atividades. Entre os shows estão previstos e o Barulho d’água Música destaca apresentações de Pereira da Viola, Zé Geraldo, Demônios da Garoa e Oswaldo Montenegro. Eles revezarão palco montado no Centro, a partir das 9 horas, com a Orquestra de Violeiros de Osasco e com o cantor e compositor local Bilo Mariano (82% dos artistas participantes são de Osasco, garante a Prefeitura). O Teatro Mágico e o Ira! também confirmaram presença e vão animar a plateia no palco Concha Acústica, situado ao lado da Fundação Instituto Tecnológico (Fito), no Jardim das Flores.

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693 – Varal de Chita estreia em Osasco (SP) com repertório que promove encantamento, evoca o chão de casa e propõe o cultivo aos valores que nos iguala

O Grupo Varal de Chita Arte Cultural, formado pelo casal Alberto Camargo e Regina Vasques, pela filha Luísa Vasques e pela amiga da família Isa Ferreira costurou um repertório bem caseiro (no melhor sentido da palavra, o relativo à terra onde se habita e à qual deliciosamente pertencemos e estamos ligados) para tecer o espetáculo Reisal, oferecido em noite de estreia para amigos e admiradores no sábado, 17, na sede do Núcleo Pau Brasil Educação e Cultura, situado no bairro Jardim das Flores, em Osasco. Município distante 18 quilômetros de São Paulo, com acesso rumo ao poente pelas rodovias Castello Branco e Raposo Tavares, Osasco é berço fértil de artistas de várias vertentes, que lá nasceram ou o adotaram para reforçar o perfil de lugar efervescente já desde antes de sua emancipação da Capital, em 1962.  Dos quatro integrantes do Varal de Chita, Regina e Isa (vozes) e Alberto (violão e viola caipira) são militantes entranhados e parte da história cultural osasquense, com passagem pela Vila dos Artistas, coletivo de produção de arte, de cultura e de entretenimento que deixou saudades e funcionou até meados da década de 1980 no Jardim Cipava.

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687 – Varal de Chita estreia em Osasco (SP) “Reisal”, show de músicas popular, regional e caipira

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Luísa Vasques, Isa Ferreira, Regina Vasques e Alberto Camargo formam o Varal de Chita (Foto:Divulgação do Grupo Varal de Chita)

O Grupo Musical Varal de Chita, iniciativa do Núcleo Pau Brasil Educação e Cultura, está ensaiando já há seis meses o repertório de Reisal, show que estreará neste sábado, 17,  às 20 horas, em espaço que a entidade mantém na rua Vitória Régia, 183, Jardim das Flores, bairro situado na zona Sul de Osasco, cidade da Grande São Paulo a 18 quilômetros da Capital. 

Formado por Regina Vasques (vocal), Isa Ferreira (vocal), Luísa Vasques (percussão) e Alberto Camargo (viola caipira e violão), o Varal de Chita desenvolve trabalhos de pesquisa e de valorização de vertentes independentes da autêntica música brasileira como a popular, a regional e a caipira, priorizando composições que evocam entre outras sensações  que emocionam e nos transportam para outras paisagens o cheiro de terra. Compõem a lista, entre outras, Vagalume (Charles Boavista e Zé Américo); Natureza (Bilo Mariano, Zeca de Souza e Reinaldo Luz); Voarás (Paulinho Pedra Azul), Marimbondo (Marlui Miranda e Xico Chaves) e Açude Encantado (Charles Boavista e Waldir da Fonseca).

Os componentes são destacados artistas, educadores e produtores culturais do município onde o Núcleo Pau Brasil promove diversas atividades com viés construtivista e mantêm, ainda, a Companhia de Folia de Reis Belo Sol de Santa Maria de Osasco (que sai desde 1994), o Bloco Carnavalesco Bela Época (2008), o Grupo Sol em Canto (coral  que uma vez por mês visita casas que cuidam de pessoas, para as quais cantam e dançam também desde 2008) e uma quadrilha junina.

Para curtir a estreia de Reisal, espetáculo que o Varal de Chita pretende levar a várias localidades, basta reservar a entrada enviando mensagem antecipada para contato@nucleopaubrasil.com.br

Conheça um pouco do trabalho do Varal de Chita visitando o linque https://soundcloud.com/varaldechita/sets/varal-de-chita-reisal e mais a respeito das outras atividades culturais dos quatro integrantes em https://emnossacompanhia.wordpress.com/

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678 – Evandro Camperom (PE) canta sucessos da carreira e Skowa garante as gargalhadas em terceira rodada do Poesia Futebol Clube

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Marcelo Manfra, com o saxofone, acompanha Evandro Camperom no Sr. Glutton, em Osasco (Foto: Andreia Beillo/Acervo Barulho d’água Música)

O recitador-cantor Paulo Netho está com tudo e não da apenas prosa: dá poesia, boa música e muita descontração cada vez que promove nova edição do projeto Poesia Futebol Clube, sempre às quartas-feiras, no Restaurante Sr. Glutton, em Osasco. A terceira noite, no dia 7 de outubro, contou com o talento do pernambucano Evandro Camperon apresentando as músicas dos álbuns Algazarra e Ferramenta Quente  agora também reforçando com dedicatórias especiais o acervo do Barulho d’água Música. Além dos sucessos já consagrados, Camperom tocou novas composições e recitou alguns poemas próprios. Marcelo Manfra fez dobradinha com o convidado de Paulo Netho tocando flauta transversal e saxofone. Skowa, da dupla com Máfia, e o jornalista e escritor João Barboza prestigiaram esta rodada, que teve ainda o apoio e a participação de Salatiel Silva e custou a terminar já que ninguém quis arredar pé enquanto rolava uma mesa redonda na qual Skowa narrou histórias hilárias.

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A dupla Skowa e Máfia  surgiu em 1987 e dois anos depois gravou o disco La Famiglia, que a projetou nacionalmente e consagrou Atropelamento e Fuga. Ainda em 1989, levantou o troféu de Revelação da Música Brasileira entregue pela Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA). Em 1990 saiu Contraste e Movimento, mas em 1991, com o fim da união, Skowa seguiu carreira solo. A Virada Cultural de 2006 reativou o projeto e, desde então, ambos realizam shows em Sampa.