1550 – Valdir Cechinel (SC) lança As canções do coração, quarto disco com participações de vários parceiros de estrada

#MPB #SantaCatarina #UniversidadeValeDoItajaí #Univali 

Já está disponível para audição nas plataformas digitais As canções do coração, álbum do catarinense Valdir Cechinel Filho acompanhado por vários dos seus amigos de estrada. A série chega assim à quarta edição e aumenta a lista que inclui Pedaço de Mim, Urbano e Rural e Eu nunca chegarei só, respectivamente de 2018, 2019 e 2021. Este novo álbum chega recheado de belas participações de expoentes conterrâneos de Cechinel e do país. Em todas as canções, o autor assina as composições e o capixaba Max Gasperazzo aparece como seu principal parceiro. As letras giram em torno da natureza e dos valores da vida.

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1387 – Já está disponível nas plataformas virtuais o álbum Viola Paulista II, com as 20 canções

jornaslistas antifascistas

#MúsicadeViola #ViolaPaulista #ViolaInstrumental #ViolaBrasileira #CulturaPopular

As tradicionais audições matinais aos sábados aqui no Solar do Barulho, onde fica o boteco do Barulho d’água em São Roque, Interior de São Paulo, começaram neste dia 1 de maio com Viola Paulista II, agora disponibilizado na integra desde meados de março nas plataformas virtuais do selo Sesc Digital com os cinco epês que formam a coletânea, totalizando 20 canções. O mapeamento do instrumento no estado bandeirante, portanto, agora está completo e mereceu, inclusive, o programa levado ar em 15 de abril no Revoredo, da USF FM, com apresentação do maestro José Gustavo Julião Camargo e cujo linque para ser ouvido e baixado estará ao final desta atualização.

O projeto Viola Paulista tem a curadoria do violeiro, compositor, professor universitário e pesquisador Ivan Vilela, que convidou inclusive violeiras tais quais Adriana Farias e Juliana Andrade, representantes de um crescente protagonismo feminino no mundo da viola.  

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1361 – Selo Sesc lança mais um EP, o terceiro da série do álbum Viola Paulista II*

#ViolaCaipira #MúsicaInstrumental #MúsicaCaipira #ViolaInstrumental #ViolaBrasileira #CulturaPopular 

Com Luciano Pereira (Conteúdo Comunicação)

O Selo Sesc lançou na quarta-feira, 3 de março, o terceiro epê da coletânea Viola Paulista II, desta vez dedicado a violeiros da região Sudeste do estado de São Paulo. Nesta rodada nomes importantes que se dedicam a tocar o instrumento (Ricardo Anastácio, Zeca Collares, Fernando Deghi e Ricardo Vignini) representam Sorocaba e região, e assim vai sendo completado o mapeamento do instrumento no estado bandeirante, que já disponibiliza nas plataformas digitais do selo Sesc Digital as coletâneas que formam os epês 1 e 2; em 10/3 será lançado o 4 e, uma semana depois, em 17 de março, as faixas do 5.

O projeto Viola Paulista tem a curadoria do violeiro, compositor, professor universitário e pesquisador Ivan Vilela e reúne, ao todo, 20 artistas de carreiras consagradas, incluindo Adriana Farias e Juliana Andrade, representantes de um crescente protagonismo feminino no mundo da viola.  Continuar lendo

1228 – Francisco de Assis, álbum de Marcus Viana, presta tributo à santidade do monge que beijava doentes para curá-los

Músico belo-horizontino Marcus Viana é um dos mais inspirados e produtivos compositores da atualidade e neste trabalho reverencia o santo ‘pobrezinho’ que se tornou símbolo da afeição humana à natureza

Para abençoá-la e renovar os fluídos da casa, a audição matinal de todos os sábados começou neste dia 31 de agosto aqui no boteco do Barulho d’água Música, em São Roque (SP), com Francisco de Assis, álbum de 14 faixas do belo-horizontino Marcus Viana, um dos mais inspirados e produtivos compositores  da atualidade. O disco faz parte da Sonhos e Sons, distribuidora de Viana, e é a segunda edição que dá continuidade a um projeto iniciado em função da celebração aos cem anos da capital mineira, comemorados em 1997, e dos 1.000 exemplares do livro Francisco de Assis, de João Nunes Maia/Miramez, da editora Fonte Viva ¹. Francisco é o “bardo de Deus”, aquele entre todos o santo que seria o mais ligado à música e à natureza, cuja vida e obra permanecem como um farol no tempo, iluminando os homens ao longo dos séculos que se esforçam para a construção de um mundo fraterno, justo e integrado à natureza.

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1146 – “Tardhi”, álbum autoral mais pop do músico das montanhas, completa trilogia de Bernardo do Espinhaço (MG)

Disco traz nove faixas  com arranjos e composições apuradas que  transitam entre a MPB, o indie e o folk, todas autorais, e está disponível para ser baixado juntamente com os dois primeiros no portal do cantor e compositor.

A tradicional audição matinal dos sábados aqui na redação/cafofo do Barulho d’água Música começou neste dia 19 com Tardhi, nome do terceiro álbum do cantor e compositor mineiro Bernardo Puhler, que adotou o nome artístico Bernardo do Espinhaço. As nove faixas do disco, todas de autoria de Bernardo, completam a trilogia que o caracteriza como autoridade da Música Popular da Montanha (MPM), conforme bem foi definido por um jornalista crítico musical. Os outros dois álbuns da trindade chamam-se  Manhã Sã (2015) e O Alumbramento  de um Guará Negro em uma Noite Escura (2014), temas da nossa atualização 981, e estão disponíveis para serem baixados, gratuitamente, junto com Tardhi, no portal do músico cujo endereço é http://www.bernardodoespinhaco.com.br.  

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1012- Título de melhor rabequeiro do Brasil é pouco para reconhecer a contribuição de Zé Gomes (RS) à música do país

Desde a mudança da redação do Solar da Lageado, em Sampa, para o Parque Miraflores, em Itapevi, a maior parte dos álbuns do acervo de discos do Barulho d’água Música estava encaixotada pela falta de espaço. Com a chegada a São Roque, enfim, começamos a organizá-los e a fazer um inventário: colocamos todos no piso da sala e assim acabamos encontrando — mais do que uma tarefa burocrática —  perolas que nem mais nos lembrávamos que existiam no baú do tesouro. Resolvemos que poríamos alguns para tocar (antes de prosseguir fique publicamente registrado: o primeiro a ser tocado na nova residência foi Casa, por muitas e simbólicas razões além do nosso amor e admiração por Consuelo de Paula!), escolhendo, em ordem alfabética, pelo menos um de cada cantor, dupla ou grupo brasileiros. O mais lógico éramos seguir o sentido A-Z, mas invertemos a mão, pois no final da fila se destacavam dois instrumentais raros, de um autor dos mais criativos que a nossa música de qualidade independente já teve: o compositor, arranjador, luthier, maestro e pesquisador gaúcho José Bonifácio Kruel Gomes, internacionalmente conhecido por Zé Gomes.

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