1224 – Levi Ramiro recebe Luiz Salgado em mais uma rodada do Viola de Feira (BH/MG)

O projeto Viola de Feira, já em seu segundo ano consecutivo sendo promovido em Belo Horizonte (MG), terá nova rodada neste domingo, 25, a partir das 11 horas, no Centro Cultural Padre Eustáquio, onde as atrações serão Levi Ramiro e seu convidado, Luiz Salgado, ambos violeiros. Coordenado pela Picuá Produções, o Viola de Feira em 2019 começou no dia 7 de julho, com Chico Lobo, Pereira da Viola e Wilson Dias e em 28 de julho abriu o palco para Renato Caetano receber Dimas Soares. Em 29/9, a dupla Ramon & Rozado fará as honras para Du Santos.

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725 – Poeta Juca da Angélica (MG) é tema de apresentação do Trio José (SP) em nova rodada do Imagens do Brasil Profundo

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Juca da Angélica,  hoje aos 97 anos, só não está esquecido em sua casa na cidade de Lagoa Formosa porque ganhou um livro, um documentário e um álbum, já apresentado no Sr. Brasil, produzidos por amigos e admiradores (Foto: Maria Rita Pires do Rio/Divulgação)

A atração da quarta-feira, 18, de mais uma rodada do projeto Imagens do Brasil Profundo, será especial: Jair Marcatti, curador do projeto, receberá no palco da Biblioteca Mário de Andrade, os músicos de São José dos Campos Victor Mendes (viola e voz) e Danilo Moura (violão e voz), que formam o Trio José e na ocasião terão a companhia do poeta Paulo Nunes (leitura/recitação). Os convidados promoverão a partir das 20 horas concerto e recital gratuitos para apresentação das músicas do disco Puisia, compostas a partir dos versos do poeta Juca da Angélica. A plateia poderá assistir, ainda, à exibição do documentário Meu canto é saudade: a poesia de Juca da Angélica, dirigido por Diógenes S. Miranda, que também estará presente.

Juca da Angélica, residente em Lagoa Formosa, um antigo distrito de Patos de Minas (MG), completou 97 anos em 7 de junho. De acordo com o batismo, é José Joaquim de Souza, talentoso poeta e mister da oralidade que pode ser colocado sem descontos na mesma escala de grandeza de Manuel de Barros, mas que estaria tão perdido e ignorado quanto tantos nos rincões dos Brasis não fossem a sensibilidade e a abnegação de outros artistas. Resolvendo encarar o desinteresse geral,  aos poucos, eles veem conseguindo vencer a resistência do mercado de produção cultural, tirando Juca da Angélica do limbo para dedicar a sua obra páginas de livros e um belo álbum de música lançado em 2014, entre outras louváveis e, destaque-se, independentes iniciativas. Entre estas pessoas, deem os devidos créditos à agente cultural e artista plástica Marialda de Amorim Coury Martins, a Paulo César Nunes, ao violeiro Victor Mendes, ao violonista Danilo Moura, e ao cineasta Miranda.

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695 – Ao Bruno Bernini, aniversariante de hoje, nossos abraços fraternos e votos de sucesso!

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A agenda do Barulho d’água Música destaca hoje o aniversário do baterista Bruno Bernini, jovem músico de São Carlos (SP), amigo e grande incentivador deste blogue e para o qual enviamos em nome dos nossos leitores e seguidores votos de felicidade, na vida e na carreira!

Bruno Bernini é bastante conhecido do público que curte tanto os shows de Rodrigo Zanc, da mesma cidade dele, quanto do projeto cultural 4 Cantos — que além de Zanc reúne ainda Cláudio Lacerda (São Paulo/SP), Luiz Salgado (Araguari/MG), Wilson Teixeira (Avaré/SP), com violas e violões, e Ricieri Nascimento (baixo). Bruninho, como os mais próximos o conhecem, também integra as Bandas Fifth Season, formada por Rodrigo Zanin (guitarra e voz , filho de Zanc) e Ricieri Nascimento (baixo e voz), Combo Jazz e da Banda 7 Libras, da qual é fundador.

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Rodrigo Zanc (de chapéu), Wilson Teixeira (camisa escura), Cláudio Lacerda (de azul) e Luiz Salgado “engraxam a chuteira” do baterista Bruno Bernini durante show do Projeto Cultural 4 Cantos em São Paulo (Foto: Marcelino Lima/Acervos Barulho d’agua Música e Projeto Cultural 4 Cantos)

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694 – Cláudio Lacerda e Rodrigo Zanc (SP) homenageiam Pena Branca e Xavantinho em Santo André (SP)

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Foto acima e no detalhe, antes do título: Adriano Rosa (Campinas/SP)

O Sesc de Santo André (SP) programou para este sábado, 24, mais uma apresentação do show no qual os cantores Cláudio Lacerda (São Paulo) e Rodrigo Zanc (Araraquara) prestam tributo aos irmãos Pena Branca e Xavantinho. A cantoria começará a partir das 20 horas e o ingresso já está à venda por valores entre R$ 6 e R$ 20,00. O Sesc de Santo André fica na Rua Tamarutaca, 328-378, Vila Guiomar.

Canções eternizadas por uma das duplas mais autênticas, amadas e importantes do universo caipira são interpretadas por Cláudio Lacerda e Rodrigo Zanc neste show. Ambos propõem esta homenagem à Pena Branca e a Xavantinho para destacarem além da figura do homem do campo a boa musicalidade brasileira, seu folclore e sua cultura. As paixões dos amigos que cantam m dupla neste projeto pelo retrato de um Brasil caipira são facilmente observadas em seus trabalhos anteriores. Pena Branca e Xavantinho inovaram com um repertório que ultrapassou fronteiras e gravaram com enorme sucesso músicas de autores consagrados da MPB, como Milton Nascimento, Chico Buarque e Caetano Veloso. Em suas carreiras estiveram sempre muito bem acompanhados e assessorados por artistas inquestionáveis, tais como Rolando Boldrin e Renato Teixeira.

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Zanc e Lacerda dividiram o palco durante o último show com a presença de Pena Branca, hoje homenageado com o irmão Xavantinho (Foto: Marcelino Lima, galeria do Cine Olido, jun. 2013)

As paixões de Cláudio Lacerda e Rodrigo Zanc pelo Brasil caipira são facilmente observadas em trabalhos que já lançaram durante o ofício do “estradar”. Por meio de interpretações autorais, eles abrem novos caminhos para uma vertente que preserva histórias, causos, sons, ritmos, melodias e culturas. O público, portanto, tem contato com a criatividade autoral de cada um dos músicos e intérpretes, ao mesmo tempo em que testemunha surgirem novos sentidos ouvindo canções imortalizadas pelos mineiros, que se orgulhavam de serem caipiras por natureza.

A última apresentação do cantor Pena Branca ocorreu em 25 de janeiro de 2010, no Teatro do SESC Pompéia, em São Paulo; o irmão já havia subido ao Plano Celeste. Tratava-se de uma roda de violas entre ele, Cláudio Lacerda e Rodrigo Zanc. Ao final do show, os três decidiram vender aquele formato para outras freguesias.

Pena Branca faleceu dias depois, em 8 de fevereiro. Com três shows já marcados naquele momento, Cláudio e Rodrigo decidiram reverter o projeto inicialmente proposto para adaptá-lo ao tributo à dupla Pena Branca e Xavantinho, desde então unindo os dois cantadores em shows pelo Brasil. 

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Foto: Marcelino Lima/Acervo Barulho d’água Música

CLÁUDIO LACERDA

Paulistano filho de mineiros, Cláudio Lacerda estreou em 2003, ao lançar Alma Lavada. Dois anos depois, venceu o I Prêmio Rozini Nacional de Excelência da Viola Caipira, promovido pelo IBVC (Instituto Brasileiro de Viola Caipira) como melhor intérprete, feito repetido nas outras duas edições, realizadas em 2010 e em 2013. Já dividiu palco e faixas de seus discos com nomes como Dominguinhos e Renato Teixeira. Em 2007, gravou seu segundo álbum, Alma Caipira, e, em 2010, o autoral Cantador.

Atualmente Cláudio Lacerda está em estúdio gravando um novo trabalho, Estradas do Sertão, com participações de Neymar Dias (viola caipira, baixo, violão) e Toninho Ferraguti (acordeon), que reunirá músicas de autores consagrados como Tom Jobim e Chico Buarque. Ele também produziu, recentemente, Trilha Boiadeira, com canções sobre a atividade de boiadeiro, dele em parceria e com participações de Adriano Rosa e vários ícones da música de raiz como Neymar Dias, Zé Paulo Medeiros, Teddy Vieira, Almir Sater, Renato Teixeira e Paulo Simões para marcar os 10 anos do canal Terra Viva.

 

 

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Foto: Marcelino Lima/Acervo Barulho d’água Música

RODRIGO ZANC

Pesquisa a viola brasileira e suas influências há mais de 20 anos, lutando incansavelmente pela manutenção e propagação da cultura ligada ao instrumento. É natural de Araraquara, residente na vizinha São Carlos (SP). Participou de vários festivais, dentre eles o Viola de Todos os Cantos, da EPTV – Rede Globo, e chegou às finais de 2005 e de 2007.

Em 2006, lançou Pendenga, o primeiro CD. Em 2010, Rodrigo Zanc foi à Europa divulgar seu trabalho. Em 2013, produziu Fruto da Lida, selecionado para o 26º Prêmio da Música Brasileira. Embora Fruto da Lida esteja ainda apenas dando os primeiros passos, Rodrigo Zanc e seu parceiro, o compositor e letrista Isaías Andrade, já estão a pleno vapor alinhavando um novo álbum, desta vez com faixas apenas de ambos. Uma destas novidades, Dona Pombinha, Rodrigo Zanc já vem mostrando ao público em suas apresentações e também a incluiu no repertório do 4 Cantos, projeto cultural que ele e Lacerda mantém desde 2011 juntamente com Luiz Salgado (Patos de Minas/Araguari-MG) e Wilson Teixeira (Avaré/SP).

Luiz Salgado recebe Galba e Cláudio Lacerda em mais uma rodada do Imagens do Brasil Profundo, em SP

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O Barulho d’Água Música acompanhou na noite de ontem, 15 de julho, Sina de Cantadô, apresentação do cantador, violeiro e pesquisador Luiz Salgado (Patos de Minas/MG) no auditório da Biblioteca Mario de Andrade, em São Paulo, em mais uma rodada do projeto Imagens do Brasil Profundo, que tem curadoria de Jair Marcatti. Salgado cantou músicas de sua carreira presentes nos álbuns homônimo ao show (aberto com o Canto a Oxalá), Trem Bão, já lançados, e Quanto mais meus óio chora mais o mar quebra na praia, que está em produção e terá financiamento coletivo pela plataforma partio.

Antonio Joao Galba, ao violino, e Cláudio Lacerda (Cláudio Lacerda), ao violão voz, fizeram participações das mais especiais em músicas consagradas da carreira de Salgado, como Noite e Viola, e ainda em Sinal, uma folia do goiano Domá da Conceição. O convidado de Marcatti mostrou, ainda, a novidade Flores de Outono, parceria dele com Consuelo de Paula (que estava na plateia)e gravará em Quanto mais meus óio chora…. O mineiro prestou seu tributo ao conterrâneo Dércio Marques cantando Leilão de Jardim, que ficou conhecida na voz de Diana Pequeno, entre outros intérpretes. Tudo sob as bençãos de São Gonçalo e prestigiado, ainda, pelo violeiro Sidnei de Oliveira, autor do álbum Prólogo e de um artigo recentemente publicado na revista da Editora Escala Filosofia, Ciência e Vida, na qual Oliveira aborda o risco de extinção das tradições ligadas à viola caipira pela aproximação da indústria cultural que, em breve, o blog publicará, na integra, como página especial.

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Biblioteca Mario de Andrade recebe Luiz Salgado (MG) para mais uma rodada do Imagens do Brasil Profundo

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Luiz Salgado, natural de Patos de Minas, atualmente residindo em Araguari (MG), é uma voz quase solitária em defesa do Cerrado mineiro e em suas composições também trata dos temas tradicionais, religiosos e folclóricos da região que representa e se insere no Brasil profundo abrangido pelo projeto de Marcatti (Foto: Marcelino Lima/Barulho d’água Música/Acervo do Projeto Cultural 4 Cantos

O cantor e compositor Luiz Salgado (Patos de Minas/MG) está de volta a São Paulo para ocupar na noite de hoje, 15, a partir das 20 horas, o palco do auditório da Biblioteca Mario de Andrade. Em uma apresentação que será gratuita, Salgado vai animar com o espetáculo Sina de Cantadô mais uma rodada do projeto Imagens do Brasil Profundo, que tem curadoria do professor Jair Marcatti e vem sendo promovido desde 2014 às quartas-feiras, sempre começando no mesmo horário.

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O Cerrado, cantado e contado pelo violeiro Luiz Salgado (MG), é tema de mais uma rodada do Imagens do Brasil Profundo

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Biblioteca Mario de Andrade (SP) receberá na quarta-feira, 15 de julho, o cantor e compositor Luiz Salgado (Patos de Minas/MG) em mais uma rodada do projeto Imagens do Brasil Profundo, que tem a curadoria do professor Jair Marcatti e vem sendo promovido desde 2014 com o objetivo de trazer à tona um país mais interior.  Em 2015, o programa, ampliado  em relação ao formato do ano anterior,  passou a abranger vários aspectos das diversas culturas regionais do Brasil, que são desvendados em diferentes shows, bate-papos musicais, debates e palestras que ocorrem às quartas-feiras.

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Projeto cultural 4 Cantos começa em São Carlos turnê pelo SESC e estreia na Capital

Os músicos do projeto cultural 4 Cantos (SP), formado em 2011 por Cláudio Lacerda, Luiz Salgado, Rodrigo Zanc e Wilson Teixeira vão voltar aos palcos para quatro apresentações programadas pelo Sesc do Estado de São Paulo, duas das quais ainda neste mês. Em 25 de junho, a cantoria começará às 20 horas, na unidade São Carlos, e o ingresso já está à venda. Dois dias depois, no sábado, 27, será a vez do público que frequenta o Sesc Ribeirão Preto curtir o show, a partir das 16h30, com entrada franca. O grupo que já passou por Araraquara, Santa Bárbara d’Oeste, Avaré e Botucatu, entre outras cidades do Interior, estreará na Capital como atração do Sesc Campo Limpo em 4 de julho, uma semana antes de, na certa, também encantar a plateia do Sesc Santo Amaro.

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Poeta Juca da Angélica (MG), homenageado em álbum do Trio José (SP), completa 97 anos

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Juca da Angélica chega hoje aos 97 anos e só não está esquecido em sua casa na cidade de Lagoa Formosa porque ganhou um livro, um documentário e um álbum, já apresentado no Sr. Brasil, produzidos por amigos e admiradores (Foto: Maria Rita Pires do Rio/Divulgação)

 

Está completando 97 anos hoje, 7 de junho, Juca da Angélica, residente em Lagoa Formosa, um antigo distrito de Patos de Minas (MG). Juca da Angélica, de acordo com o batismo e o que está registrado em cartório é José Joaquim de Souza, um talentoso poeta e mister da oralidade que estaria tão perdido e ignorado quanto tantos estão nos rincões dos Brasis não fossem a sensibilidade e a abnegação de outros artistas que resolvendo encarar o desinteresse geral,  aos poucos estão conseguindo vencer a resistência mercado de produção cultural  tirando-o do limbo para páginas de livros e um belo álbum de música lançado em 2014. Entre estas pessoas estão a agente cultural e artista plástica Marialda de Amorim Coury Martins, o poeta  editor Paulo César Nunes, o violeiro Victor Mendes e o violonista Danilo Moura, entre outros.

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Flávio Venturini, Sá & Guarabyra, 14 Bis: Encontro Marcado em 15/05, em São Paulo, depois ES, RJ, GO e DF

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As apresentações do Encontro Marcado começaram em BH, passaram por várias cidades mineiras antes de chegar a SP e vão nos próximos dias ao ES, ao RJ, a GO e ao DF

 

Flávio Venturini, Sá & Guarabyra e a banda 14 Bis estarão juntos em São Paulo na noite de sexta-feira, 15, para uma única apresentação do show Encontro Marcado, no qual devem recordar sucessos como Espanhola, Dona, Caçador de mim, Sobradinho e Canção da América, entre outras que marcaram a trajetória do cantor, da dupla e do grupo. O local do show fica na Avenida das Nações Unidas (Marginal Pinheiros), 17.955, Vila Almeida. O preço do ingresso varia de R$ 40 a R$ 240,00.

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