1037 – Single lançado por Katya Teixeira homenageia Violeta Parra e Margarida Maria Alves

A cantora e compositora paulistana Katya Teixeira está com single novo já disponibilizado pela Tratore Digital para audição. Violetas e Margaridas retrata a mulher dentro do contexto social e histórico, do campo às grandes metrópoles, e apresenta duas versões da mesma canção, em português e espanhol. A música integra a coletânea Herencia Rebelde – Trovadoras Sin Fronteras en la Ruta de Violeta, lançado no Chile por Cecília Concha Laborde em homenagem ao centenário de nascimento de Violeta Parra, em 2017, com 51 cantautoras latino-americanas.

O centenário de nascimento de Violeta Parra foi comemorado em 2107 no Chile e em vários lugares do mundo que admiram músicas como Volver a los 17 e Gracias a La Vida, que ela compôs

A exemplo de Violeta Parra, que foi uma mulher a frente de seu tempo e deu voz a seu povo por intermédio de sua arte, dentre tantas temos Margarida Maria Alves, no Brasil, a primeira mulher a lutar pelos direitos trabalhistas no estado da Paraíba durante a ditadura militar e que acabou pagando com a vida por suas posturas e convicções, abatida na cidade onde nascera (Alagoa Grande), em 12 de agosto de 1983, uma semana depois de ter completado 50 anos, na presença do marido e do filho. 

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917 – Dois Joãos conhecidos pela alegria são atrações em tarde de sábado na Casa de Mário de Andrade

A Oficina Cultural Casa Mário de Andrade será palco neste sábado, 4 de março, para a apresentação dos músicos João Arruda e João Bá, dois expoentes e referências da música regional tanto dentro, quanto fora do estado de São Paulo. A cantoria da dupla programada para o imóvel no qual morou o escritor e poeta modernista deverá começar às 16h30, com entrada franca, de acordo com o produtor do evento, o poeta e compositor Paulo Nunes (MG), coordenador do Espaço Juca de Cultura, situado no bairro paulistano Sumaré. Durante o encontro, o público ouvirá canções de álbuns como Celebrasonhos e Venta Moinho (ambos de Arruda) e Cavaleiro Macunaíma, com o qual Bá comemorou seus 80 anos de idade. A plateia também poderá ouvir João Bá declamando poemas e contando várias de suas pitorescas histórias, possibilitando um momento de comunhão com a alegria e a irreverência que caracterizam ambos os protagonistas de duas gerações e representantes de regiões distintas do país, mostrando os elos entre e a continuidade de algumas de nossas mais belas tradições.

 

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Mano Sinistra toca em bar de Moema (SP) no dia 26; Ricardo Vignini, Zé Helder e Índio Cachoeira em Pinheiros, no dia 30

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A banda Mano Sinistra, formada pelo violeiro Ricardo Vignini (Matuto Moderno e Moda de Rock), o baterista Paulo Thomaz (ex-Centúrias e Firebox, atual Baranga e Kamboja) e o baixista e cantor Lucke Marcos (ex-Frank Elvis e Los Sinatras, Houdinis e Malaco Soulestará no Ao Vivo Music Bar nesta quarta-feira, 28, a partir das 21h30.  A casa fica na Rua Inhambú, 229, Moema, bairro da zona Sul paulistana e cobrará R$ 20,00 por cabeça.

O trio está prestes a comemorar o primeiro aniversário do álbum homônimo que lançou em 2014, no dia 16 de fevereiro, no Sesc Belenzinho (SP). O trabalho conta com 11 faixas de genuíno rock pauleira cantado em língua portuguesa, mas que também agrada em cheio pela maestria de Vignini, professor, produtor musical e violeiro canhoto — o que explica a escolha do nome da banda: mão esquerda, em italiano. O som heavy com pitadas até de punk soa diferente e se destaca quando Vignini entra em cena para a sessão heavy empunhando não uma potente guitarra, e sim uma viola caipira, eletrificada, mas plenamente adaptada aos manos cabeludos da cidade que, como o próprio figurino dos três sugere, estão mais para Sepultura do que para um trio de música raiz.

Outra característica do Mano Sinistra é a voz de Lucke Marcos e suas interpretações. No disco, sete das onze faixas são do poeta e escritor Paulo Nunes, que pôs no papel uma temática ácida e urbana.

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Ricardo Vignini, Índio Cachoeira e Zé Helder tocam no dia 26, na Casa do Núcleo (SP), antes de iniciarem mais um curso de viola caipira (Foto: Marcelino Lima)

Show e curso

O violeiro Ricardo Vignini, ao lado de Zé Helder e de Índio Cachoeira, também vai se apresentar na sexta-feira, 30, a partir das 21 horas, na Casa do Núcleo (rua Padre Cerda, 25,  Alto de Pinheiros, bairro da zona Sul de São Paulo). Juntos, os três começarão no dia seguinte mais um curso de viola caipira. Zé Helder é um dos matutos modernos e com Vignini gravou Moda de Rock – Viola Extrema, em 2011, um sucesso  de mídia,  de vendas e de shows realizados em diversas regiões do Brasil e nos Estados Unidos pela adaptação de clássicos do rock para a viola caipira. O dvd do “Moda de Rock- ao Vivo”, com as participações de Pepeu Gomes, Kiko Loureiro e Os Favoritos da Catira, agora está chegando à Argentina.

Índio Cachoeira, um antigo motorista de ônibus na cidade de Guarulhos (SP), reside em Alfenas (MG), mas é nascido em Junqueirópolis (SP), divisa com Mato Grosso do Sul. Um dos mais gabaritados no pontear da viola de dez cordas, Índio Cachoeira ocupa lugar de destaque no cenário de raiz ao lado de Ivan Vilela, Rui Torneze, Paulo Freire, Almir Sater, Roberto Corrêa e Levi Ramiro. Entre 1995 e 2000, como Pajé, fez parte da famosa dupla com Cacique . É fabricante dos próprios instrumentos e em 2014 lançou Duas Gerações-Viola Caipira, com Ricardo Vignini.

 

 

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Trio José lança “em casa” Puisia, álbum que homenageia o poeta mineiro Juca da Angélica

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O Trio José vai apresentar as onze faixas do disco Puisia, no qual faz tributo ao poeta mineiro Juca da Angélica (Foto:Maria Rita Oliveira)

 

O Trio José, grupo paulista de São José dos Campos, vai lançar em show gratuito o álbum Puisia nesta terça-feira, 6, a partir das 20 horas, no Sesc daquela cidade, situada no Vale do Paraíba. 

As músicas de Puisia são compostas a partir de poemas do poeta popular mineiro Juca da Angélica. O repertório traz uma diversidade de gêneros como baião, ijexá, toadas, rock e jazz, e ainda contempla as influências de cada integrante. O Trio José estará no palco com Victor Mendes (voz/viola), Danilo Moura (voz/violão), Hugo Cardoso (contrabaixo) e André Rass (bateria).

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