1502 -Banda Dons Maria (MG) lança Tuas Cores, um grito contra o preconceito e a perseguição aos transexuais e outras minorias*

#MPB #CulturaPopular #PoçosdeCaldas #Tolerância #Diversidade #Respeito

*Com Chiara Carvalho

Álbum com oito faixas está disponível nas plataformas digitais desde 29 de janeiro, um dia que é de luta deste segmentos da população há 14 anos, mas segue ignorado pela sociedade e pelos governos do país

O Dia da Visibilidade Trans no Brasil, comemorado sempre em 29 de janeiro, em 2022 ficou marcado pelo lançamento em todas as plataformas digitais de Tuas Cores, primeiro álbum da banda Dons Maria, formada pelos músicos sul mineiros da cidade de Poços de Caldas Tine TagaGuilherme Reche e João Vitor Junqueira. Juntos, eles dividem as oito faixas autorais selecionadas para este disco de estreia cuja sonoridade se destaca pelo diálogo com a cultura musical brasileira e também tem como referência a obra de artistas mineiros, além dos arranjos e da qualidade da equipe envolvida, responsável por criar canções autorais pautadas em letras elaboradas para suscitar reflexões sobre questões de gênero, diversidade, mulher, política, amor e arte.

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1394 – Pedro Rhuas (CE/RN) lança Desastre, nova música da trilha sonora do seu primeiro livro

Letra mergulha em jornada pelo amor próprio e é uma das que embalarão o romance “Enquanto eu não te encontro”

O cantor e escritor Pedro Rhuas disponibilizou a partir da sexta-feira, 14, com apoio da Frika Records seu novo trabalho musical, a canção Desastre, single promocional da trilha sonora do livro Enquanto eu não te encontro, romance do autor que será nacionalmente publicado em 5 de julho pela Editora Seguinte. A faixa já está nas plataformas digitais, acessível pelo linque ao final desta atualização. Desastre é a música tema do protagonista do livro, Lucas, e sintetiza a jornada dele em busca do amor-próprio, um processo que leitores podem acompanhar ao longo das páginas. De acordo com Rhuas, esse é um dos seus favoritos singles já lançados “porque traz todas as referências que me acompanharam ao longo da adolescência“.

A produção musical é de DogMan e a executiva do próprio cantor. Flertando com o pop dos anos 2010 e o rock-pop, Desastre apresenta um som divertido e otimista sobre autoconhecimento e a necessidade de alimentar a autoestima e o amar a si próprio. O universo musical do livro Enquanto eu não te encontro, ambientado em Natal, cidade capital do Rio Grande do Norte, tem sido um dos motes de divulgação da obra de Rhuas e configura um movimento pioneiro no mercado editorial do Brasil. O romance chegou aos 20 mais vendidos na lista geral de um portal gigante em vendas e esgotou a pré-venda com brindes em menos de cinco dias, consagrando-se já como um dos maiores sucessos da literatura jovem em 2021. 

A iniciativa inédita de produção de uma trilha sonora original para divulgar um trabalho literário parte de uma mentalidade engajada com conteúdos multimídia. “Um dos objetivos do projeto é que os grandes filmes sempre fizeram bem: criar uma soundtrack que acompanhe o leitor e expanda o produto base através da música. Todas as faixas foram escritas unicamente por mim e mostram um trabalho cuidadoso na junção de referências e experiências de vida, explicou Rhuas.  

O álbum da trilha sonora, previsto para setembro, começará a ser aquecido a partir de 14 de maio com o lançamento de Desastre. Com muitas influências do pop produzido por Katy Perry e Taylor Swift no início dos anos 2010, a faixa é uma das três canções que chegarão ao público durante a pré-venda de Enquanto eu não te encontro. A primeira, divulgada a partir de março de 2020, foi tema da atualização 1290 deste blogue e poderá ser visitada pelo linque https://barulhodeagua.com/2020/03/20/1290-pedro-rhuas-ce-rn-lanca-musica-para-divulgar-com-lancamento-conjunto-do-seu-primeiro-livro/

Trabalho voluntário

Sobre Pedro Rhuas há um perfil disponível na plataforma canal de streaming Palco, no qual há clipes e que traz a informação de que ele é filho de palhaço poeta e bailarina professora. Nascido em Icapuí, pequena cidade no litoral do Ceará, cresceu envolto em arte e mar e morou em mais de 12 cidades, conheceu o Nordeste com o teatro de rua, apaixonou-se por literatura, escrita e, mais tarde, composição.

Sempre em metamorfose, assinou como blogueiro literário, atuou como e DJ e até drag queen. Em 2018, cursando Jornalismo na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), ganhou uma bolsa de estudos que o levou a morar por um ano em Portugal. Depois da experiência, decidiu fazer trabalhos voluntários em Marrocos e em Espanha. Foi na terra das 1.001 noites onde pôde dar os primeiros passos rumo ao sonho da música. No alto de uma montanha na cidade azul de Chefchaouen, conheceu, ao acaso, o produtor do que viria a ser seu primeiro experimento musical, a canção Cilada, em colaboração com três rappers marroquinos! De volta ao Brasil, prepara o seu primeiro álbum de estúdio.

Os livros sempre foram o meu refúgio. E me sonhar escritor, desde que me lembro meu maior sonho”, escreveu recentemente  Pedro Rhuas no perfil que mantém no Facebook. “É a minha estreia na literatura e o faço com uma obra que muito diz sobre mim e sobre o que eu luto enquanto sujeito-políticoEnquanto eu não te encontro é um romance LGBTQIA+ ambientado em Natal; uma narrativa engraçada, cheia de representatividade e nordestina em essência, que conta as aventuras de um seridoense gay que vai estudar na capital e se descobre buscando entender a complexidade de sua identidade”, prosseguiu. “Eu nem sei explicar quão emocionado estou e só posso pedir o apoio de vocês pra divulgar essa história, de modo a fazê-la voar como merece!”

Clique no linque abaixo para ouvir Desastre

https://youtu.be/sVGc53DS0Ck

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Música no RN 

https://sptfy.com/pedrorhuas   / https://instagram.com/pedrorhuas  / https://twitter.com/pedrorhuas  / https://www.tiktok.com/@pedrorhuas / https://amzn.to/3tJBJQB

1353 – Paula Érica (RN) apresenta single pela Frika Records e anuncia EP com áudios e vídeos

#MPB #MúsicaNordestina #CulturaPopular #CurraisNovos 

Nascida em Currais Novos, a cantora, compositora e poetisa também traz em sua trajetória experiências como atriz e produtora cultural com participação como intérprete em discos de outros artistas e festivais de música potiguar

Amor Buliçoso, pela Frika Records, é o primeiro single autoral de Paula Érica, traduzido pela suavidade de sua voz e por sua força poética. A música imprime seu tom de nordestinidade abrindo caminhos como em dias de chuva no sertão. Traz a cor cinza amarelada da vegetação em dias de seca, do céu em dias de toró e do pôr do sol em tardes esturricantes de calor. A letra retrata o amor, simbolicamente comparado à diversidade cultural e ambiental das suas terras. Nascida em Currais Novos, no Rio Grande do Norte, a Seridoense é cantora, compositora, poetisa e traz em sua trajetória artística experiências como atriz e produtora cultural e participação como compositora e intérprete em discos de outros artistas e em  festivais de música potiguar.

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1349 – O “lado bom” da pandemia: Thazya Regina (RN) lança single com mensagem de esperança em dias melhores*

#FiqueEmCasa #UseMáscara #EviteMuvuca #MPB #CulturaPopular #RN

A insônia, o medo e a insegurança provocados pela quarentena e as medidas de isolamento doméstico abalam geral, mas a cantora e compositora potiguar encontrou inspiração onde há pânico e angústia e em seu confinamento teceu três belas canções

*Com Franco Mathson, da Frika Records

O momento difícil pelo qual a humanidade passa por causa da pandemia do novo coronavírus (Covid-19) geram angústia e impotência, mas também tem inspirado vários músicos a produzir. A cantora e compositora potiguar de Natal Thazya Regina é mais uma artista que conseguiu canalizar o abatimento de estar longe dos palcos, dos amigos e dos fãs e, apesar das incertezas, nesta quarta-feira, 20, está lançando um EP com três músicas criadas durante a longa quarentena.

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1290 – Pedro Rhuas (CE/RN) lança música para divulgar com lançamento conjunto do seu primeiro livro

Cantor, poeta, compositor, filho de um palhaço e de uma professora, artista nascido no Ceará , hoje residente em Natal, viveu em Portugal , na Espanha e no Marrocos e neste pais africano deu os primeiros passos rumo ao sonho da música.* Com Franco Mathson, da Frika Records

Trilhas sonoras com canções originais fazem parte da história do cinema. Mas quando se trata de livros, a prática já não é tão comum. Querendo desmistificar essa ideia, o cantor e escritor Pedro Rhuas lançou na quinta-feira, 19 de março, Enquanto eu não te encontro, single disponível nas plataformas digitais. A música é o carro-chefe das divulgações do romance homônimo de Rhuas, Enquanto eu não te encontro, também publicado ontem.

Com produção de Vikos, que assina o beat e guitarra, Enquanto eu não te encontro é de autoria do próprio Rhuas, que a descreve como uma mescla de “pop, upbeat e até country”. Inspirada em Colbie Cailatt e Taylor Swift, o cantor conta que o objetivo por trás da faixa foi personificar a essência de uma trilha cinematográfica. “Sempre fui apaixonado pelo poder da música no audiovisual. Quando terminei de escrever meu livro, sabia que queria criar algo que amparasse esses dois formatos: a música e a literatura. O resultado foi essa balada que poderia muito bem estar nas telonas e que dialoga bastante com o que o leitor vai encontrar na narrativa”, afirmou Pedro Rhuas, cujo primeiro lançamento musical, Cilada (Mssida), fora em parceria com três rappers do Marrocos.

Trabalho voluntário

Sobre Pedro Rhuas há um perfil disponível na plataforma canal de streaming Palco, no qual há  clipes de Enquanto… e Cilada e que traz a informação de que ele é filho de palhaço poeta e bailarina professora. Nascido em Icapuí, pequena cidade no litoral do Ceará, cresceu envolto em arte e mar e morou em mais de 12 cidades, conheceu o Nordeste com o teatro de rua, apaixonou-se por literatura, escrita e, mais tarde, composição.

Sempre em metamorfose, assinou como blogueiro literário, atuou como e DJ e até drag queen. Em 2018, cursando Jornalismo na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), ganhou uma bolsa de estudos que o levou a morar um ano em Portugal. Depois da experiência, decidiu fazer trabalho voluntário no Marrocos e na Espanha. Foi na terra das 1.001 noites onde pôde dar os primeiros passos rumo ao sonho da música. No alto de uma montanha na cidade azul de Chefchaouen, conheceu, ao acaso, o produtor do que viria a ser seu primeiro experimento musical, a canção Cilada, em colaboração com três rappers marroquinos! De volta ao Brasil, prepara o seu primeiro álbum de estúdio.

“Os livros sempre foram o meu refúgio. E me sonhar escritor, desde que me lembro, meu maior sonho. Hoje, após quatro anos de idas e vindas, eu divido cheio de alegria com vocês a capa do meu primeiro livro”, escreveu Pedro Rhuas no perfil que mantém no Facebook. “É a minha estreia na literatura e o faço com uma obra que muito diz sobre mim e sobre o que eu luto enquanto sujeito-político: Enquanto eu não te encontro é um romance LGBTQIA+ ambientado em Natal; uma narrativa engraçada, cheia de representatividade e nordestina em essência, que conta as aventuras de um seridoense gay que vai estudar na capital e se descobre buscando entender a complexidade de sua identidade”, prosseguiuEu nem sei explicar quão emocionado estou e só posso pedir o apoio de vocês pra divulgar essa história, de modo a fazê-lo voar como merece! Muito, muito obrigado a todo mundo que contribuiu nessa jornada. É só o começo!”

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