1008 – Grupo de São Roque (SP) grava álbum de serestas e serenatas para comemorar cinco anos de atividades

O Barulho d’água Música acompanhou na noite de sexta-feira, 8 de dezembro, o lançamento do registro livre musical do Grupo de Choro, Seresta e Serenata de São Roque, cidade do Interior de São Paulo. O evento transcorreu no Restaurante Kim onde os onze músicos tocaram e cantaram sob a coordenação da maestrina Mari Dineri [Moraes de Camargo] canções consagradas de autores como Lupícinio Rodrigues; Paulo VanzoliniLuiz Ayrão; Noel Rosa; Cartola; Vinícius de Moraes, Garoto e Chico Buarque; Dominguinhos e Nando Cordel,e Waldir Azevedo, entre outros. A maioria parte das músicas consta entre as 15 faixas do álbum que destaca ainda três composições de Pixinguinha — entre as quais Carinhoso, que, neste ano, completa um século; Jacob do Bandolim (Doce de Coco); Pedro de Sá Pereira e Ary Pavão (Chuá Chuá); Lúcio Cardim (Matriz ou Filial); Canção de Amor (Elizete Cardoso). O Grupo deu início à apresentação com Seresta (Newton Teixeira, Alvarenga e Ranchinho) e, em seguida, Edson D’aisa interpretou, dele, São Roque em Noite de Seresta. O público também foi brindado com Nervos de Aço, de Lupicínio, e Eu Sonhei que Estavas tão Linda, de Lamartine Babo e Francisco Matoso, interpretada por Zé do Nino. Jorge Maciel, convidado que veio de São Vicente (SP), relembrou entre outros, Sentimental Demais (Altemar Dutra). 

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765 – Casa Aberta, segundo álbum de Wilson Teixeira: entre, puxe sua cadeira, aprecie sem moderação e fique o quanto quiser….

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Junto ao portão, o violeiro Wilson Teixeira espera amigos e admiradores para os quais tem a Casa Aberta e uma vez lá dentro conduzirá a um pomar repleto de goiabeiras, laranjeiras e outras árvores carregadas de frutos, incluindo uma buriti, os que aceitarem o agradável convite para ouvir as 10 faixas do seu novo álbum, o segundo da carreira e que acabou de sair do forno – conforme ele mesmo, à lenha, já que não foi assado com pressa para assim ser melhor degustado, de forma que guardasse todos os sabores de uma autêntica iguaria de roça à qual se incluiu pitadas de baunilha urbana em doses certas para não macular o equilíbrio da receita elaborada para transitar entre o campo e a cidade.

Casa Aberta é uma mescla de música caipira, MPB e folk dedicada ao parceiro de estrada Salatiel Silva (São Paulo), mas todos os que já integram a lista que forma o público sempre crescente de Wilson Teixeira e os eventuais que se juntarem no caminho com certeza nela vão querer passar temporadas: o cantor e compositor de Avaré (SP), além da tradicional viola de dez cordas, sentou-se ao piano e, entre outros instrumentos, também toca na roda violão aço, ganzá e ukulelê.

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650- Viola Quebrada (PR) lança “Meus Retalhos”, álbum com o qual percorrerá seis cidades paranaenses

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O Viola Quebrada  iniciou com shows em São Paulo e em Curitiba a turnê do show Meus Retalhos que marcará o lançamento do álbum homônimo, de 13 faixas, sexto trabalho do grupo que está estabelecido na capital paranaense. O Viola Quebrada é uma referência não apenas no Sul do país de boa música caipira e de raiz e entremeia a composições próprias clássicos como Flor do Cafezal e Queria, ambas de Luiz Carlos Paraná, que incluiu no repertório que trouxe ao auditório da galeria Itaú Cultural, em São Paulo, na noite de quinta-feira, 17 de setembro. Nesta apresentação, com as participações de Mari Amatti e Consuelo de Paula, a plateia ouviu, ainda, Valeu, de Paulo Leminski, e As mocinhas da cidade (Nhô Belarmino e Nhá Gabriela)*; Valeu se tornou conhecida em 1981 na voz de Paulinho Boca de Cantor (Santa Inês/BA) e As mocinhas da cidade é considerada como o segundo hino do Paraná.

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603 – Oswaldo Rios e Rogério Gulin dão sequência ao Circuito Dandô nas gaúchas Caxias do Sul e São Marcos

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Em mais duas rodadas do Dandô Circuito de Música Dércio Marques o público das cidades gaúchas de Caxias do Sul e de São Marcos poderão curtir as apresentações de Oswaldo Rios e de Rogério Gulin, integrantes do grupo paranaense Viola Quebrada. Em Caxias do Sul, a cantoria está marcada para começará às 20 horas da quarta-feira, 12 de agosto, na Sala de Teatro Valentim Lazzarotto, casa na qual serão recepcionados por violeiros locais. No dia seguinte, a partir do mesmo horário, Rios e Gulin ocuparão o palco do Auditório Municipal Joaquim Grizzon, junto à Prefeitura Municipal de São Marcos. Os anfitriões serão, igualmente, violeiros do município. 

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Projeto 4 Cantos encerra turnê por Sampa após show no Sesc Santo Amaro

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Rodrigo Zanc, Ricieri Nascimento (baixo), Wilson Teixeira, Cláudio Lacerda, Luiz Salgado e Bruno Bernini (bateria): encontro de alegria e amizades no palco e no hall de acesso ao teatro do Sesc Santo Amaro (Fotos: Marcelino Lima/Barulho d’água Música/Acervo Projeto Cultural 4 Cantos®

Gente chegou lá de trem, pegou Metrô, encarou ônibus, foi de carro e até fez sacrifício para, mesmo apoiada por muletas, não perder a chance. Eram pessoas de cidades por onde os músicos já haviam passado e deixado saudades tais quais Araraquara, Avaré, São Carlos, Americana, Piracicaba, São José dos Campos, Osasco ou parceiros de estrada como Noel Andrade, Julio Bellodi e Sarah Abreu, misturados a quem ainda não os tinha visto no palco. Agora, quem já está com saudades e perguntando “quando é que eles voltam?” é boa parte do público paulistano que teve a oportunidade de curtir, em duas apresentações, em unidades do Sesc, o projeto cultural 4 Cantos. Primeiro no bairro de Campo Limpo, apesar da noite fria e chuvosa. Era 4 de julho, data da estreia em Sampa, depois de quatro anos de estrada. Em seguida, no dia 11 de julho, quando Cláudio Lacerda, Luiz Salgado, Rodrigo Zanc e Wilson Teixeira atraíram seguidores, amigos, familiares e anônimos que se tornaram fãs de carteirinha e após a cantoria, no hall de entrada do teatro, espremeram-se entre os demais em busca de um autógrafo, um abraço, uma selfie, ou um imagem ao lado dos quatro.

Os shows do projeto cultural 4 Cantos, que contam ainda com as participações de Bruno Bernini (bateria) e Ricieri Nascimento (baixo), além do técnico de som Dado Pires, mesclam autêntica moda caipira, folk, samba, folias de reis e “rock pé rachado”, com doses de contação de causos na medida certa para o riso. São cantadores independentes que encaram a labuta quase colocando grana do bolso para levar além a proposta de valorizar as tradições, a beleza e a simplicidade da vida no campo, sem malhar o ritmo urbano hoje muito bem expresso pelo termo “correria”. Juntos no palco, Cláudio Lacerda, Luiz Salgado, Rodrigo Zanc e Wilson Teixeira sugerem uma “pausa”, uma respirada mais funda para percebermos o que há de melhor tanto no idílio da roça, quanto no pulsar frenético da cidade, experimentado um modo de vida mais descontraído e harmônica, no qual caiba tanto o trabalho, quanto a prosa descompromissada, o direito à poesia, ao sonho, e por que não? ao choro gostoso da saudade que compõem os rios interiores cujas águas, com o correr do tempo, acabam sendo poluídas e perdem o encanto, deixando às margens as pequenas alegrias e celebrações que deveriam ser cotidianas. 

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4 Cantos canta no SESC Santo Amaro (SP) após estreia no Campo Limpo

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São Paulo conheceu, enfim, o projeto cultural  4 Cantos,  que conquistou cidades do interior do Estado e que com mais um memorável show aqueceu a fria noite de sábado, 4 de julho, quando estreou na Capital , ampliando o crescente fã clube de Cláudio Lacerda, Luiz Salgado,Rodrigo Zanc e Wilson Teixeira, músicos que formam o grupo. Agora, neste sábado, 11, é a vez do público que frequenta a unidade Santo Amaro do Sesc curtir a partir das 20 horas o espetáculo que mescla autêntica moda caipira, folk, samba, folias de reis e “rock pé rachado”, com doses de contação de causos na medida certa para o riso. O ingresso já está à venda!

A proposta dos cantadores  é valorizar as tradições, a beleza e a simplicidade da vida no campo, sem criticar o ritmo urbano hoje muito bem expresso pelo termo “correria”. Juntos no palco, Cláudio Lacerda, Luiz Salgado, Rodrigo Zanc e Wilson Teixeira propõem uma pausa para percebermos o que há de melhor tanto no idílio da roça, quanto no pulsar frenético da cidade, experimentado uma vida mais descontraída e harmônica, com direito à poesia, ao sonho, e por que não? ao choro gostoso da saudade que compõem os rios interiores cujas águas, com o correr do tempo, acabam sendo poluídas e perdem o encanto, deixando às margens as pequenas alegrias e celebrações que deveriam ser cotidianas. 

Os músicos Bruno Bernini (bateria) e Ricieri Nascimento (baixo) acompanham o projeto cultural 4 Cantos em todas as apresentações.

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Projeto cultural 4 Cantos estreia em São Paulo com shows no SESC Campo Limpo e Santo Amaro

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Os músicos do projeto cultural 4 Cantos têm carreiras próprias e juntos formam uma poderosa e poética voz pela preservação de nossas identidades culturais e adoção de um modo de vida simples, que concilie hábitos do campo com as facilidades da vida urbana, sem deixar de lado a camaradagem, a fé, a busca dos sonhos e o direito ao riso (Foto: Nalu Fernandes/Araraquara-SP/Acervo Barulho d’água Música/Projeto Cultural 4 Cantos®

Chega a São Paulo para duas apresentações em unidades do Sesc o projeto cultural que conquistou cidades do interior do Estado e que, na certa, cativará também o público paulistano, ampliando o crescente fã clube dos músicos que formam o grupo 4 Cantos. Em shows que mesclam autêntica moda caipira, folk, samba, folias de reis e “rock pé rachado”, com doses de contação de causos na medida certa para o riso, a proposta é valorizar as tradições, a beleza e a simplicidade da vida no campo, sem criticar o ritmo urbano hoje muito bem expresso pelo termo “correria”. Juntos no palco, Cláudio Lacerda, Luiz Salgado, Rodrigo Zanc e Wilson Teixeira propõem uma pausa para percebermos o que há de melhor tanto no idílio da roça, quanto no pulsar frenético da cidade, experimentado uma vida mais descontraída e harmônica, com direito à poesia, ao sonho, e por que não ao choro gostoso da saudade que compõem os rios interiores cujas águas, com o correr do tempo, acabam sendo poluídas e perdem o encanto, deixando às margens as pequenas alegrias e celebrações que deveriam ser cotidianas. 

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Wilson Teixeira (SP) recebe hoje abraço do fã clube e dos amigos por mais um aniversário

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O cantor e compositor Wilson Teixeira (Avaré/SP), que em breve vai presentear a legião de fãs e de amigos com seu novo álbum, Casa Aberta, está completando hoje mais um aniversário e nós do Barulho d’água Música não poderíamos deixar de registrar e compartilhar a data com ele, que é a notícia do nosso primeiro e 500º texto. Wilson Teixeira já é muito mais que um apenas promissor violeiro e, com certeza, este segundo disco da carreira, já consagrada pelo sucesso de Almanaque Rural, virá para sua definitiva afirmação.  Ele já vem divulgando em suas apresentações algumas das 10 faixas do trabalho que traz a influência do folk contemporâneo mesclado ao estilo único da sua viola, entre as quais Buriti, parceria com Chico Lobo (MG) e Bilo Mariano (SP), com letra inspirada em leituras do Grande Sertão: Veredas,  importante romance de Guimarães Rosa (Cordisburgo/MG).

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Casa Aberta, novo álbum de Wilson Teixeira (SP), previsto para julho, tem participação de Neymar Dias, Toninho Ferraguti e Tuco Marcondes

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Wilson Teixeira e os músicos com os quais se apresentou em Americana, há um ano, show que motivou a primeira matéria deste blog e que agora destaca a chegada do novo álbum do violeiro de Avaré (SP), intitulado Casa Aberta, com previsão para lançamento em julho (Foto: Marcelino Lima)

 

O cantor e compositor Wilson Teixeira (Avaré/SP) está em contagem regressiva para lançar seu novo álbum, Casa Aberta, que será o segundo da carreira, já consagrada pelo sucesso de Almanaque Rural. Wilson Teixeira já vem divulgando em suas apresentações algumas das 10 faixas do trabalho que traz a influência do folk contemporâneo mesclado ao estilo único da sua viola, entre as quais Buriti, parceria com Chico Lobo (MG) e Bilo Mariano (SP), com letra inspirada em leituras do Grande Sertão: Veredas,  importante romance de Guimarães Rosa (Cordisburgo/MG).

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Depois de Avaré e Botucatu, alô São Carlos (SP): o 4 Cantos estará no Teatro do Sesc, em junho!

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Os músicos do projeto cultural 4 Cantos reuniram um animado público, superior a 350 pessoas, e lotou o Cine Teatro Nelli, em Botucatu, em noite para ficar na memória da cidade e para a plateia que por quase duas horas ouviu belas canções do repertório de Rodrigo Zanc, Wilson Teixeira, Cláudio Lacerda e Luiz Salgado (Foto: Marcelino Lima)

A noite foi de gala para os músicos do projeto cultural 4 Cantos em Botucatu, no sábado, 25 de abril. Cláudio Lacerda, Luiz Salgado, Rodrigo Zanc e Wilson Teixeira,  mais uma vez acompanhados por Bruno Bernini (bateria) e Ricieri Nascimento (baixo e vocal) contaram com casa cheia e tomados praticamente os 380 assentos do Cine Teatro Nelli para vê-los encerrar com um show de animada interação com a plateia a mini-turnê que promoveram por aquele município e pela vizinha Avaré — onde, na véspera, já tinham arrebatado o público com um repertório de canções autorais, nas Oficinas Culturais (antigo CAC). Os dois municípios ficam no interior de São Paulo e estão entre os que mais apoiam e preservam manifestações culturais ligadas às várias formas de expressão popular. Em ambos, o quarteto também promoveu prosas-shows e concedeu entrevista à emissora 103,5 FM, de Avaré. Para os fãs e muitos amigos que deixaram o Cine Teatro Nelli com água na boca e querendo mais, o grupo anuncia a boa notícia: em  25 de junho, a partir de 20 horas, haverá nova cantoria, desta vez no teatro do SESC São Carlos! 

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Luiz Salgado, Cláudio Lacerda, Wilson Teixeira e Rodrigo Zanc: plateia presente em Botucatu voltou para casa de alma lavada e pedindo bis para a apresentação memorável do 4 Cantos (Foto: Adriano Rosa/Campinas)

 

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