Barulho d'Água Música

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976 -Festival de Inverno de Garanhuns (PE) homenageia Belchior e terá Geraldo Azevedo, Baby do Brasil e Chico César*

* Com o portal Zimel 

O cantor Belchior será o principal homenageado do 27° Festival de Inverno de Garanhuns (FIG), que levará à cidade do Agreste de Pernambuco entre 20 e 29 de julho atrações de vários estados brasileiros com destaque para Baby do Brasil, Fernanda Abreu, Geraldo Azevedo, Lucy Alves, Chico César, Tom Zé, Marina Lima e a banda Mundo Livre S/A, além de representantes locais. A decoração do FIG terá letras do compositor de Apenas um rapaz latino americano e Divina Comédia Humana e Belchior merecerá, ainda, um concerto na Catedral de Santo Antônio com participações de Ednardo, Vanusa, Lira, Cida Moreira, Tulipa Ruiz, Isaar, Fernando Catatau, Juvenil Silva, Renata Arruda e Gabi da Pele Preta na sexta-feira, 21, após os shows da noite. Isadora Melo, Maurício Tizumba, Lui Coimbra e Mona Gadelha estão escalados para abrirem o festival, cuja cerimônia transcorrerá na véspera do concerto, no teatro Luiz Solto Dourado do Centro Cultural Alfredo Leite, situado na estação ferroviária, a partir das 21 horas.

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967 – Conheça o Ali na Esquina Sautner Rock, quinteto paulista com repertório próprio que mescla raízes brasileiras com rock sul norte-americano

O Ali Na Esquina Sautner Rock, grupo musical que mistura elementos, ritmos brasileiros e regionais ao rock tocado no Sul dos Estados Unidos, será atração da quarta-feira, 5 de julho, da Folk Rock Night que a casa paulistana Jazz nos Fundos  promoverá. A partir das 22h30, o público que frequenta o local poderá curtir criações autorais baseadas nesta inventiva interação que une a organicidade do rock de raiz caipira aos seus congêneres mais influentes como country, blues e jazz ao pagode de viola, cururu, vanerão, guarânia e até mesmo frevo e choro. André Batiston (viola e violão), Eduardo Moura (bateria), Gabriel Adorno (guitarra), Guadalupe Ayslan (teclado, sanfona e composição) e Léo Malagrino (baixo e composição), formados por Universidades e Conservatórios do Estado de São Paulo, fundaram o Ali na Esquina Sautner Rock em 2009 e desde que caíram na estrada  já circularam por cidades como São Paulo, Belo Horizonte, Campinas, Limeira, Sorocaba, Poços de Caldas, Bauru, Botucatu, entre outras. O primeiro disco, de 2014, saiu com apoio da Secretaria de Cultura de Campinas reunindo composições em que dialogam viola caipira com guitarras, sanfona com órgão Hammond, baixo e bateria, entre outros com os quais buscam afirmar uma nova estética instrumental. 

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860 – Músicos do Trio José prestam homenagem a Sérgio Sampaio (ES), “velho bandido” que cantava como quem bota o bloco na rua

Danilo Moura e Victor Mendes, músicos que formam o Trio José, vão homenagear o cantor e compositor Sérgio Sampaio nesta quinta-feira, 21 de abril. Para quem não vai enforcar o feriadão dedicado a Tiradentes indo à praia a dica é curtir este tributo a um dos gênios da música popular brasileira que há uma semana teria completado 69 anos, mas cuja vida foi tão intensa quanto curta. A cantoria está prevista para começar às 22 horas na casa situada à Rua Clélia, 285, Pompeia, zona Oeste de Sampa. A entrada custará 20 mangos.

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796 – Moda de Rock II vai ralar as botas no Interior paulista e pega a estrada depois do concerto de estreia no Sesc Pinheiros

moda de rock arte

Assim que as luzes se acenderam para iluminar o palco do Sesc Pinheiros no domingo, 17, no qual começavam a tomar postos Ricardo Vignini e Zé Helder, um gaiato da plateia gritou, certamente fazendo troça: “toca Raul!”. Os músicos com certeza ouviram (em outras ocasiões durante a mesma apresentação nas quais foram chamados ou escutaram gracejos interagiram bem humorados com o público), mas cornetada ou não, frustraram o pedido. Obviamente, ambos nada têm contra o Maluco Beleza, que até poderia ter ganhado, sim, uma releitura de algum dos seus muitos sucessos na obra que os dois astros da noite ali iriam começar a mostrar, oferecendo um eclético repertório que mesclou desde Black Sabbath a Ozzy Osbourne, The Ramones (do tempo em que Zé Helder “era o único punk de Cachoeira de Minas”) e Pink Floyd (do período durante o qual Ricardo Vignini “passava a semana inteira em São Tomé das Letras tomando apenas cafezinho e comendo pão com mortadela e estava tudo lindo”). O concerto número 1 do álbum Moda de Rock II, entretanto, acabou sendo tão variado que até mesmo Raulzito o aplaudiria de pé  (se é que não estava no pedaço, vai saber!) fazendo o característico gesto de esticar apenas os fura-bolos e os mindinhos das duas mãos, sem se queixar, portanto, da compreensível omissão, yeah!.

O banquete proposto pelo cardápio, enfim, foi farto, uai, satisfez missourianos e piracicabanos: além dos já citados astros e grupos, o show de lançamento do segundo álbum da série iniciada em 2011, agora com mais 12 versões instrumentais de clássicos do rock para viola caipira (no Sesc foram sete, incluindo duas dinâmicas, com afinações em Cebolão D e E e Rio Abaixo, por exemplo) teve ainda Tião Carreiro, Matuto Moderno, Mozart e AC/DC, com direito até mesmo a Chico Mineiro (Francisco Ribeiro/Tonico), consagrado hino do sertão que Vignini e Zé Helder fundiram a Why Worry (do “caboclinho Mark Knopfler”, líder do Dire Straits) a passagens que fizeram lembrar e por na roda, ainda, os magistrais Ravi Shankar e Luiz Gonzaga quando Vignini e Zé Helder recebiam o ilustre convidado Robertinho do Recife!

O ícone da guitarra brasileira mundialmente conhecido tomou parte também em Bachianas Brasileiras (Villa Lobos), Gemedeira (parceria dele com Capiba)/Natureza (Ruy Maurity) e Paint in Black (The Rolling Stones). Já os característicos riffs de Robertinho do Recife soaram brilhantemente em Ghost Riders In The Sky, a famosa canção de  Stan Jones popularizada por Johnny Cash e Elvis Presley que relata  a visão do estouro de uma boiada de olhos avermelhados e patas de aço sendo perseguida por vaqueiros  amaldiçoados e que por aqui ganhou uma versão de Carlos Gonzaga, interpretada por Milton Nascimento. Pois é, viagem pura, mano!

O Moda de Rock II chegou às lojas e à internet em 6 de janeiro amparado em prêmio previsto em lei por meio do ProAC, vinculado à Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, para a produção do disco e circulação dos shows pelo Estado. Assim, a dupla pretende revisitar agora todos os lugares onde foi recebida por plateias entusiasmadas que lotaram as casas de espetáculos para curtir o primeiro Moda de Rock & Viola Extrema, gastando ainda mais a sola das botas, ou dos pares de tênis que calçarem para compor o visual da roupa preta sob camisa xadrez. Após a apresentação em São Paulo, Moda de Rock II será levado a várias cidades do interior e região metropolitana paulistas, com a primeira escala já neste sábado, 23, no distrito de São Francisco Xavier, localizado em São José dos Campos, movimentando mais uma rodada do festival São Chico das Violas (largo São Sebastião, 105), a partir das 21h30 (mais informações e reservas pelo telefone 12 3926-1406

O primeiro Moda de Rock & Viola Extrema contabilizou mais de 300 concertos,  saiu em DVD com as participações dos guitarristas Pepeu Gomes e Kiko Loureiro e do tradicional grupo Os Favoritos da Catira e colocou a dupla em palcos ao lado dos guitarristas Andreas Kisser (Sepultura), Lúcio Maia (Nação Zumbi), além de Renato Teixeira. Tocou em todo o Brasil, Estados Unidos e Argentina, um fenômeno de mídia e de vendas para um projeto nascido quase como brincadeira e que, em tese, seria arriscado por unir duas tendências dispares. A intenção era mostrar aos alunos o potencial da viola (Ricardo e Zé atuam também como professores do instrumento) e reviver a trilha sonora da adolescência. Foi assim que no espírito da viola caipira In the Flesh (Pink Floyd), por exemplo, tornou-se uma singela valsinha, Aces High (Iron Maiden) e Master of Puppets (Metallica) ganharam levadas de pagodes de Tião Carreiro e a viola bombou em templos até então inéditos para mostrar com o virtuosismo do ousado duo que há muitas semelhanças entre os jeitos de tocar Chora, Viola! e peças como Norwegian Wood (This Bird Has Flown), entre outras. Um brinde regado ao melhor 12 anos aos roqueiros que usam chapéu de palha e esgravatam os dentes com um ramo de capim gordura depois de apreciar um bom naco de pamonha!

Agenda de shows do Moda de Rock II

23 de janeiro, 21 horas, São Francisco Xavier/SP
12 de fevereiro, 20 horas, Assis/SP
13 de fevereiro, 20 horas, Guarulhos/SP
19 de fevereiro, 20h30, Santa Barbara D’Oeste/SP
25 de fevereiro, 20 horas, Tatuí/SP
27 de fevereiro, 20 horas, Brotas/SP
3 de março, 20 horas, Bragança Paulista/SP
9 de março, 20 horas, Botucatu/SP
10 de março, Patrocínio Paulista
12 de março, São Bernardo do Campo

 


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718 – Quilombo Oriental, segundo álbum de Gustavito (MG), chega ao acervo do Barulho d’água Música

div2Créditos de Henrique Bocelli

Gustavito, em pé, defronte à bicicleta, com a banda de Quilombo Oriental ao fundo (Foto: Henrique Bocelli)

O Barulho d’água Música recebeu o álbum Quilombo Oriental, segundo trabalho de Gustavito, artista de nova geração de compositores de Minas Gerais, disco produzido de forma independente e com participação da banda A Bicicleta, que há 4 anos acompanha o cantor e compositor que nasceu e reside em Belo Horizonte.

Quilombo Oriental  apresenta sonoridade “bem brasileira e solar, com canções que trazem uma atmosfera de cores vivas em arranjos tocados de forma bem solta”, conforme os músicos definiram em texto enviado ao blogue e utilizado como um das bases para esta matéria. Yuri Vellasco (bateria), Pablo Passini (guitarra), Felipe José (contrabaixo) e Christiano de Souza (percussão) acompanham Gustavito. Às bases instrumentais, gravadas ao vivo, somam-se as vozes de das cantoras Luana Aires, Irene Bertachini e Deh Mussolini em arranjos inovadores elaborados para surpreender o público. Além destes oito músicos d’A Bicicleta, o disco conta ainda com a participação especial da clarinetista Joana Queiroz (RJ) que gravou em algumas faixas.

Quilombo Oriental sucede Só o Amor Constrói (2012). Viabilizado por campanha pública de financiamento coletivo na internet, o novo disco tem primoroso encarte e projeto gráfico multicoloridos que remetem ao espírito que Gustavito imprime nesta obra singular, mas que mescla conteúdos do imaginário oriental — como a deidade elefante Ganesha, deus da prosperidade e removedor de obstáculos, mais as vacas sagradas do hinduísmo — ao africano — zebras, girafas e tambores –, costurados por brasileiros — araras e baianas — como que a sugerir que no solo de Pindorama e devido à nossa cultura acolhedora aqueles signos de universos distintos ao se sincretizarem, mesmo guardando suas peculiaridades, instaurariam uma nova e bendita pátria; por esta visão coletiva de mundo que se assentam em duas matrizes, criariam um conjunto de valores que propõe alegria e a comunhão fraterna e libertadora.

BRASIL / MINAS GERAIS / BELO HORIZONTE / TRANSBORDA 2015 / A AUTÊNTICA / Dia #4 - Delbi (FRA) + Tudo Bem (BRA-FRA) + Gustavito (BH) 11/06/2015

Com Gustavito Amaral Ganesha (oriente) encontra ao som de ritmos ijexás (quilombola) a possibilidade de compartilhamento de valores diferenciados que podem ter o Brasil como solo para se afirmarem, pátria acolhedora que abriga filhos de várias culturas e permite por meio do sincretismo uma nova concepção de vida e de comunhão, espiritual e fraternal (Foto: Flávio Charchar)

As onze faixas remetem, ainda, ao processo de transformação pelo qual o compositor revela estar passando, em sintonia com o tempo e a cidade, marcados pelo carnaval de rua e pela afro-brasilidade mesclada à uma intenção de busca espiritual. Essa marca pessoal foi naturalmente agregada ao trabalho de Gustavito a partir da manifestação do bloco Pena de Pavio de Krishina,  no qual o compositor atua cantor e violonista conduzindo melodicamente a celebração de mantras e clássicos populares em ritmo de ijexá. “Quilombo Oriental expressa a resistência da cultura popular associada à espiritualidade expandida: a flor de lótus do tambor”, destaca o autor.

Nascido em Beagá, Gustavo Amaral é voltado desde os 13 anos para a música, tocando inicialmente baixo em uma banda de punk rock de garagem. Rapidamente envolvido pela flexibilidade musical, começou estudos de violão clássico e passou sua segunda fase musical imerso no rock progressivo por meio do trio Diapasão, gravando o primeiro álbum de sua história: Opus IParalelamente, envolveu-se fortemente com a obra de expoentes nacionais como Chico Buarque, Milton Nascimento, Alceu Valença e Raul Seixas (todos tratados por Gustavito como “cantautores”); o Maluco Beleza, por sinal, foi um dia “zito” — ou “ito” como o Gusta que iria nascer.

Ainda com o contrabaixo vieram Agualuz, Urucum Na Cara e Diapasão Sexteto,  gerando um álbum com cada. Em carreira solo Gustavito gravou, primeiro, Só o Amor Constrói, fruto de um acúmulo de trabalho e energia por parte do compositor que durante anos maturou a ideia de registrar em álbum suas canções autorais, buscando uma forma autêntica para saciar sua sede de expressão artística.

O processo de gravação foi iniciado no estúdio coletivo Casa Azul, em dezembro de 2011. Gustavo se trancou no estúdio durante duas semanas e gravou o que seria a estrutura da maior parte das músicas do disco, com contrabaixo acústico e elétrico, guitarra, cuatro venezuelano, marimbas, harmônio indiano, vozes e alguma experimentação, além do violão, elemento fundamental de todas as composições e arranjos do disco. 

Crescido na Casa Azul, Gustavito, de faces multicoloridas e repertório autoral, hoje é violeiro e cantador. A gravação de um videoclipe (Nina, em parceria com Laboratório Filmes e a associação Quem Não tem Cão Cata Com Ácido) sela o início dessa história de botar pra fora. Já vieram dois álbuns e algumas viagens mundão a fora. Espalhando as canções. Penas de Pavão chegaram para coroar a vontade de falar sobre o invisível. Romper barreiras. Uma geração que ocupa as ruas e faz história. Procria a liberdade em Espaços Comuns, e nos grãos de amor pra plantar no chão. O impulso para compor e gravar veio da vontade de gritar para o mundo num raio arco-íris que estava ali e tinha algo a dizer. Com a banda A Bicicleta veio uma nova fase e o amadurecimento musical gerou uma sonoridade consistente de identidade forte. As cores se avivaram mais ainda.

Gustavo Amaral, agora Gustavito, é um importante nome da cena musical independente de Belo Horizonte, onde atua como multi-instrumentista, arranjador e compositor. Sua formação bastante diversa passa pela graduação nos bares da vida e pelo extrair poesia de dentro dos sapatos para avivar a criatividade do cidadão comum e germinar pequenas e grandes explosões para que se conheçam e multipliquem-se os afetos e os Quilombos Orientais.

A banda A Bicicleta é composta por Gustavito Amaral (voz e violão); Felipe José (baixo); Irene Bertachini (voz); Yuri Vellasco (bateria); Luana Aires (voz), Di Souza (percussão), Pablo Passini (guitarra) e Deh Mussulini (voz). Veja a agenda de Gustavito Amaral em http://www.gustavito.com.br/agenda e encontre mais informações em +55 31 99781-7887, +55 31 99746-1227 e producao@gustavito.com.br

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689 – Edvaldo Santana cantará para pacientes do Hospital Municipal de Barueri (SP)

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O Hospital Municipal de Barueri (HMB), cidade da região Oeste da Grande São Paulo a 26 quilômetros da Capital, receberá nesta sexta-feira, 16 de outubro, a partir das 13 horas, o músico Edvaldo Santana (SP). Com 41 anos de carreira, Edvaldo Santana usará todo seu talento e experiência, de forma voluntária, para apoiar o trabalho de Humanização do HMB. A trajetória de Edvaldo Santana é repleta de aventuras e belas canções. Criado na Zona Leste de São Paulo, no bairro de São Miguel Paulista, o músico se destaca pela voz rouca e por um repertório que vai do forró ao blues.

“Ações como essa, que levam alegria aos que estão acamados e em situação delicada, sempre devem ser apoiadas. Não pensei para aceitar o convite. Será uma honra usar minha música para confortar os pacientes do Hospital Municipal de Barueri”, afirmou Santana.

A gerente de Humanização do HMB, Patrícia Netzer, explica que o músico percorrerá o hospital e cantará em alguns leitos, além de áreas comuns. “Ações como esta ajudam imensamente no tratamento e recuperação dos pacientes. Só podemos agradecer quando um músico renomado como o Edvaldo Santana de dispõe a ajudar desta forma”, comentou.

Além de canções de seus próprios discos, o músico também tocará sucessos de outros artistas, como Adoniran Barbosa e Raul Seixas. Parceiro de músicos como Arnaldo Antunes, Itamar Assumpção e Tom Zé e com sete álbuns lançados, Santana começou a trabalhar aos 12 anos e, aos 20, já tinha a música como profissão. Com sua primeira banda, a Caaxió (depois rebatizada de Matéria Prima), chegou a ter 10 músicas censuradas num show no Teatro de Arena, em 1974. Ligado a movimentos universitários, viajou Brasil afora, acompanhou as primeiras ocupações do que viria a ser o Movimento dos Sem Terra. “Sempre fui envolvido com esse lado social, porque venho do povo, das dificuldades”, finalizou Santana.

Para mais informações o contato deverá ser feito com Vladimir Soares, cujo número é (11) 9 7486-8268.

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673 – Rhayfer Ferreira, pernambucano de Paulista, é novidade no acervo do Barulho d’água

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Em vários dos textos aqui publicados temos afirmado que a água mineira deve ser abençoada com algum elemento que não se verifica ou “batiza” com tamanha generosidade também o precioso líquido em outros estados quando o assunto é inspiração para compor, escrever, tocar, cantar, jogar bola. Guardada as devidas considerações, naturalmente, queremos dizer que Minas Gerais é o tal Estado — geográfico e na concepção roseana — que provoca uma tal “inveja branca” nos demais, embora, claro, não seja primazia das Alterosas fazer brotar genialidades em todos os campos de manifestação. Pernambuco e pernambucanos, que o digam, pois podem bater no peito e, altivos, dizerem que em Recife, cidades metropolitanas, litoral e sertão ninguém fica devendo nada ao resto da nação. Afinal, é terra de Luiz Gonzaga, de Antônio Nóbrega, de Paulo Matricó, de Lenine, de Chico Science, de Josué de Castro, de Gilvan Lemos, de Gilberto Freyre, de Virgulino Ferreira, do Santa Cruz, do Sport Recife, do Náutico, do Ibes…

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