Barulho d'Água Música

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1015 – Contribua para a volta do “Oscar da Viola Caipira”, prêmio nacional de incentivo à cadeia produtiva da viola

Ficará aberta somente até 27 de janeiro a campanha que por meio de uma das plataformas nacionais de crowdfunding visa a arrecadar contribuições para a realização de nova edição do Prêmio Nacional de Excelência da Viola, que os organizadores divulgam como sendo “O Oscar da Viola Brasileira”. A meta é atingir ao menos R$30 mil, montante que permitiria promover, ainda neste ano, a quarta edição do evento, nos moldes das anteriores, e acolher inscrições para mais de 20 categorias — das quais, cinco de cada, receberão certificados e troféus que serão entregues aos indicados n“A Noite de Gala da Viola”. Aos contribuintes estão previstas recompensas que variam de acordo com o valor cedido e que incluem, por exemplo, o direito de chancelar o evento com suas marcas, obtendo, assim, destaque em todas as divulgações diárias em mídias sociais como Facebook, Instagram, Twitter e mídia espontânea, além de outros benefícios a serem negociados.

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777 – Contribua com Renato Caetano (MG) para a gravação de álbum caipira à moda de Liverpool

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Renato Caetano começou a carreira em 1999 tocando com Pena Branca e Xavantinho e em 2013 recebeu importante prêmio pelo lançamento do álbum Que Viola é Essa? (Foto acima e no destaque ao lado do título: Élcio Paraíso/* Bendita – Conteúdo & Imagem)

O cantor e compositor mineiro Renato Caetano resolveu unir o talento que possui tocando violas à paixão pelos The Beatles em um só “balaio”, como está chamando o projeto de gravar um álbum com 10 faixas instrumentais do famoso e atemporal grupo inglês que até hoje segue influenciando músicos de todo o planeta. Renato Caetano apurou durante dois anos a escolha do repertório e a preparação dos arranjos de As Dez Cordas de Liverpool, nome do disco com o qual  pretende mostrar as peculiaridades que há entre a roça e a cidade que projetou os quatro astros da banda. Em recente apresentação no Teatro do Sesc Palladium (Belo Horizonte), ele encantou tanto a plateia que, diante de muitos pedidos, topou, no dia seguinte, oferecer uma sessão extra…e voltou a lotar o auditório!

 

A gravação do álbum, entretanto, dependerá do sucesso da campanha que Renato Caetano lançou na internet, por meio de uma plataforma de financiamento coletivo, que está chegando à reta final. Ainda restam nove dias para o encerramento da “vaquinha virtual”, as contribuições já cobrem boa parte da meta prevista, mas apenas o alcance do orçamento integral poderá garantir que o projeto se consuma. Os valores partem de R$ 10.

“Procurei fazer uma reverência àqueles que foram um dos principais influenciadores da minha formação musical”, explicou Renato Caetano, que em contrapartida às doações assegura várias modalidades de recompensa. A ideia é provocar uma fusão de estilos, possibilitar às canções do quarteto de Liverpool ora soarem como uma ode caipira, ora como um concerto de rock. “Nesse projeto, além da tradicional viola de 10 cordas, tenho usado, também, uma viola de 14 cordas [presente que recebeu do conterrâneo Fernando Sodré] que me dá várias outras possibilidades sonoras para os arranjos em algumas canções” do repertório que entre outras inclui And I Love Her, Because, The Long and Winding Road, Lady Madona e Eleanor Rigby.

Conheça em mais detalhes a campanha para arrecadar contribuições para As Dez Cordas de Liverpool em https://beta.benfeitoria.com/renatocaetano

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Em 2013 Renato Caetano recebeu de Margaret Lemos uma das estatuetas do III Prêmio Rozini de Excelência de Viola, em São Paulo (Foto: Marcelino Lima/Arquivo Barulho d’água Música)

Renato Caetano é autor do álbum Que Viola é Essa? (2009), com o qual ganhou uma das estatuetas da categoria solo do 3º Prêmio Rozini de Excelência da Viola Caipira, entregue em julho de 2013 no Memorial da América Latina, em São Paulo. Além de violeiro, o músico é compositor, professor, mestre pela Escola de Música da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), atuou como regente e diretor musical da Orquestra Mineira de Violas (entre 2002 e 2005), fez parte do Grupo Viola Urbana e desde 2007 integra o evento itinerante Causos e Violas das Gerais, realizado pelo Sesc. A carreira começou em 1999, dividindo palco com Pena Branca e Xavantinho, e já abriu cantorias de Renato Teixeira e de Geraldo Azevedo.  Desde então, baliza  sua trajetória mesclando às tradições caipiras influências de estilos contemporâneo como blues, rock e  jazz.

Chá com macaxeira 

Antes de Renato Caetano dedicar este álbum (inédito por ser inteiramente tocado apenas com violas) para os The Beatles, alguns violeiros da atual safra brasileira já haviam revisitado a obra de John Lennon, Ringo Starr, George Harrison e Paul McCartney. Um deles, Ivan Vilela (MG), gravou Eleanor Rygbi (Lennon e McCartney) em Dez Cordas (2007), no qual há, ainda, a faixa While My Guitar Gentle Weeps (George Harrison). O paulistano Ricardo Vignini e o também mineiro Zé Helder incluíram Norwegian Wood (The Bird Has Flown, Lennon e McCartney) na primeira edição do Moda de Rock-Viola Extrema (2011); neste ano esta composição e mais 12 dos ingleses formaram o repertório de Come Together Project, de Neymar Dias e Igor Pimenta, que as tocam, respectivamente, com viola caipira e contrabaixo acústico.

Outro projeto que destaca músicas dos The Beatles saiu já há quinze anos, assinado pelo cearense Nonato Luiz, um consagrado violonista brasileiro que apresenta 14 faixas nas quais sucessos do irreverente quarteto passeiam entre o erudito e o popular. As adaptações deste álbum para o violão ganharam, inclusive, pitadas incidentais próprias do cancioneiro nacional, mas os arranjos originais ficaram fielmente preservados. O disco do emblemático catálogo do selo Kuarup traz textos de Eugênio Leandro e Raimundo Fagner.

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632 – Ricardo Vignini (SP), camarada top das cordas caipiras e elétricas, recebe hoje abraços de matutos e roqueiros

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O Barulho d’água Música registra e espalha que hoje, terceiro dia do mês em que chegará a Primavera, completa mais um aniversário o embaixador da viola caipira nos Estados Unidos; guitarrista que faz Tião Carreiro e Jimmy Page falarem a mesma língua; personagem de matéria especial na destacada revista Guitar Player, em março;  e que será atração do Rock in Rio trintão, em 18 de setembro, no palco Sunset, com Lenine, com o qual gravou em disco o projeto Carbono. Já sabem a quem estamos nos referindo, certo, amigos e seguidores do blogue e fãs deste paulistano sempre bem humorado? Bom, então vamos cumprimentar o competentíssimo músico Ricardo Vignini, que, entre outras credenciais inquestionáveis, é um dos pioneiros na utilização do tradicional instrumento da cultura brasileira no gênero caracterizado pelo uso da guitarra elétrica e mistura ponteados da música caipira com riffs e fraseados de rock, conforme definição da Guitar Player.

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621- Ivan Vilela é atração da rodada de agosto do projeto Canto & Viola, em Belo Horizonte (MG)

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O  compositor, professor e pesquisador Ivan Vilela será a próxima atração do projeto Canto & Viola, que oferece mensalmente apresentações de expoentes da viola caipira nascidos em Minas Gerais, sempre no Cine Teatro Brasil Vallouréc, com coordenação de Luiz Trópia e Tadeu Martins. Ivan Vilela estará no palco nesta quarta-feira, 26, a partir das 19h30. O Cine Teatro Brasil fica na Avenida Amazonas, 315, Centro de Belo Horizonte. Para saber mais e comprar ingresso há o  (31) 2626-1251

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Depois de passar por Bauru (SP), Ricardo Vignini e Zé Helder tocam Moda de Rock na língua do tchê e em uai

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Ricardo Vignini (ao alto) e Zé Helder (Fotos: Marcelino Lima/Barulho d’água Música)

A dupla de violeiros formada por Ricardo Vignini e Zé Helder apresentará em cidades de quatro estados até o final de julho repertório composto por clássicos do rock brasileiro e internacional executados com novos arranjos especialmente elaborados para a viola caipira e reunidos no projeto Moda de Rock. A seleção inclui Legião Urbana, Barão Vermelho, Paralamas do Sucesso, Plebe Rude, e bandas como  Iron Maiden,  Metallica, Led Zeppelin, Beatles, Sepultura, Nirvana e Megadeth, além de Jimi Hendrix. A primeira parada será neste sábado, 11, na área de convivência do Sesc Bauru,  a partir das 20 horas, e com entrada franca.  

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Canto & Viola apresenta Guilherme Faria, violeiro autodidata e autor de Principiar

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O violeiro Guilherme Faria será a segunda atração do projeto Canto & Viola, aberto em abril com a apresentação do conterrâneo Wilson Dias (Olhos d’água/MG). Natural de Beagá, Guilherme Faria é apaixonado pela música desde garoto e, autodidata, começou a estudar viola caipira aos 21 anos seguindo como mestres Fernando Sodré, Júlio Marques, Taquinho Costa e Renato Caetano. Autor do álbum Principiar, ocupará o palco do Cine Teatro Brasil Vallourec para um show de 90 minutos a partir das 19h30 desta quinta-feira, 27 de maio.

Canto & Viola é criado e coordenado pelos produtores culturais Luiz Trópia e Tadeu Martins e neste ano terá ainda cantorias até dezembro, sempre um vez  cada mês e no Cine Teatro Brasil , situado na rua dos Carijós, 258, Praça Sete, em Belo Horizonte.

Programação de 2015

24 de junho – Rubinho do Vale ||29 de julho – Jefferson Cária & Ronaldo || 26 de agosto – Ivan Vilela || 30 de setembro – Paulo Mourão ||14 de outubro – Pereira da Viola ||25 de novembro – Bilora Violeiro|| 16 de dezembro – Chico Lobo

Garoto Conrtrabaixo


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Guitar Player destaca pioneirismo e talento do violeiro roqueiro Ricardo Vignini, de São Paulo

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Viola caipira no rock é algo que remete a Ricardo Vignini, define a Guitar Player. Vignini é um dos pioneiros na utilização do tradicional instrumento da cultura brasileira no gênero caracterizado pelo uso da guitarra elétrica e mistura ponteados da música caipira com riffs e fraseados de rock

 

A  revista Guitar Player de março já está nas bancas e em suas páginas traz entre outras matérias sobre o universo do rock entrevista com o  paulistano Ricardo Vignini. Integrante do grupo Matuto Moderno, um dos trabalhos no qual está envolvido e que no ano passado comemorou 15 anos de estrada, Ricardo Vignini vem se destacado no cenário nacional e  no exterior pela excelência e maestria no trato com a viola de 10 cordas, talento  que o tornou parceiro do mestre Índio Cachoeira e também do amigo Zé Helder em dois projetos bastante cultuados tanto pelos fãs da autêntica música caipira, quanto pelos amantes do heavy metal.  

Viola caipira no rock é algo que remete a Ricardo Vignini, define Fábio Carrilho, autor do texto na Guitar Player. Vignini é um dos pioneiros na utilização do tradicional instrumento da cultura brasileira no gênero caracterizado pelo uso da guitarra elétrica. Ao dedilhar  as cordas, ele mistura ponteados da música caipira com riffs e fraseados de rock — fusão que serve de base para o repertório dos cinco álbuns já gravados pelo Matuto Moderno e dos shows que regularmente a banda leva pelo Brasil. Em 2014, o violeiro mostrou ao público outras facetas de sua “viola guitarra”, recorda Carrilho, ao lançar o primeiro disco da banda Mano Sinistra, power trio formado por ele, o baterista Paulo Thomaz e o baixista Marcos Lucke.

Foi no ano passado que Ricardo Vignini gravou também Viola Caipira Duas Gerações, em duo com  Índio Cachoeira. Já com Zé Helder, em 2011 saiu o fantástico Moda de Rock – Viola Extrema. Sucesso de vendas e de shows tanto no Brasil, quanto no exterior, sobretudo nos Estados Unidos, o álbum arrebatou um dos troféus do 3º Prêmio Rozini de Excelência de Moda de Viola, entregue em noite de gala no Memorial da América Latina, em junho de 2013.

A razão para tamanha repercussão é a adaptação de clássicos do rock para as cordas de duas violas, entre as quais In the Flesh, faixa de The Wall, do Pink Floyd, que nos dedos da dupla transformou-se em uma singela valsinha. Para quem não consegue conceber a ideia de Pink Floyd tocado assim, procure imaginar Aces High, do Iron Maiden, e Master of Puppets, do Metallica, levadas em ritmo de pagode de viola.

Além de músicas destas bandas, o Moda de Rock traz Led Zeppelin; The Beatles; Jimi Hendrix; Megadeth; Sepultura; Nirvana; Jethro Tull; e Ozzy Osbourne. Participam ainda o também violeiro Renato Caetano e Edson Fontes, este integrante dos grupos Favoritos da Catira e ainda do Matuto Moderno; na versão ao vivo e em DVD, Ricardo Vignini  e Zé Helder contam com a participação do baiano Pepeu Gomes.

Rock do anos 1980 em Santo André

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Ricardo Vignini e Zé Helder vão tocar na viola Paralamas do Sucesso e Legião Urbana, entre outros sons, para o público do Sesc Santo André (Foto: Marcelino Lima)

 

Quem mora em Santo André e cidades da região do ABCD, na Grande São Paulo, poderá conferir no dia 26 de março a dupla Ricardo Vignini e Zé Helder em ação. A partir das 21 horas, eles apresentarão na Comedoria do Sesc daquele município show do projeto Quintas Musicais – Movimentos Musicais. O repertório terá clássicos do rock brasileiro da década dos anos 1980, executados com novos arranjos especialmente elaborados para a viola caipira. O público curtirá, por exemplo, sons do Legião Urbana, Barão Vermelho e Paralamas do Sucesso, entre outras bandas que marcaram o período. 

O Sesc Santo André fica na Rua Tamarutaca, 302, Vila Guiomar.

Brasil-Unido-Contra-Dengue

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