1293 – Chico Lobo (MG) transmite show Quarentena ao Vivo e anuncia festival on line de viola em MG

Violeiro fará apresentação virtual de clássicos da carreira e músicas inéditas, de 35 minutos, com apoio dos filhos e de Tatá Sympa antes de participação em evento musical português, também transmitido pela internet

#fiqueemcasa

Chico Lobo, um dos mais aclamados violeiros do país, cantor, compositor, gestor e produtor cultural, vai inovar mais uma vez na carreira que já conta com 35 anos de contribuições à cultura popular promovendo por meio de um de seus canais virtuais uma apresentação on-line a partir das 17 horas deste sábado, 28. Quarentena ao Vivo é uma iniciativa de Chico Lobo que contará com apoio e participação dos filhos Mateus, Luisa e Tomás, que se incumbirão da transmissão, e do músico e amigo mineiro Tatá  Sympa, que ficou encarregado pela parte técnica juntamente com a esposa do violeiro, Ângela. O amigo e seguidor do Barulho d’água Música poderá acompanhar a apresentação pelo endereço https://www.youtube.com/channel/UCvPvMi0F3tG5lr6xND7DXqA. “Nesse momento tão dramático que o meio artístico vive, temos de usar a nossa criatividade, as nossas relações e levar ao público a nossa música, a nossa esperança”, afirmou Chico Lobo, referindo-se à pandemia global por conta do alastramento da Covid-19, causada pelo coronavírus. “Devemos usar os recursos da modernidade em nosso favor para assim chegar à casa das pessoas; criar vínculos maiores – de parceria dos artistas com o seu público. Acho isto importante e decidi ir à luta.”

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1285- Duo Aduar (MG) lança primeiro álbum em selo de Chico Lobo em parceria com a Kuarup

O Duo Aduar, formado pelos músicos Gabriel Guedez e Thobias Jacó, estará na cidade de São Paulo na sexta-feira, 13 de março, como atração da Livraria Cultura do Conjunto Nacional, local escolhido para lançamento no Piso Deck do álbum Riachinho das Pedras. Primeiro disco da dupla, Riachinho das Pedras tem oito faixas e está sendo lançado pelo selo Lobo Kuarup, do violeiro Chico Lobo que inicia seu projeto fonográfico de curadoria de artistas para gravar e lançar novos talentos da música regional e brasileira em parceria com a produtora e gravadora Kuarup. Um exemplar do cedê nos foi gentilmente enviado pelo diretor artístico da Kuarup, Rodolfo Zanke, ao qual agradecemos, e abriu as audições matinais dos sábados neste dia 7 de março aqui no boteco do Barulho d’água Música, em São Roque, no Interior de São Paulo.

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1282 – Do concreto armado ao horário nobre: como, após ser apresentado a Elis, Tunai ganhou notoriedade na MPB

Cantor e compositor que emplacou vários sucessos em trilhas de telenovelas e a exemplo de Belchior morreu dormindo, resolveu trocar o diploma de Engenheiro Civil pelo microfone e pelo violão depois de a Pimentinha gravar As aparências enganam, uma das mais de 200 criações da obra do autor de Frisson. E o projeto de um DVD, com algumas inéditas, pode, em breve, chegar para amenizar a dor dos amigos e fãs

O feeling de Elis Regina para sacar músicas de outros autores que ela podia interpretar com a graça e o talento que possuía se não ajudaram Belchior, Renato Teixeira, Adoniran Barbosa e Ivan Lins a chegarem aonde chegaram após ela dar voz a Como Nossos Pais, Romaria, Tiro ao Álvaro e Madalena, entre outros compositores e canções, no mínimo, deu um empurrãozinho. Entre eles os que por ventura já não estavam depois caíram no gosto do público, e pelos próprios méritos se tornaram ícones incontestáveis da MPB, construindo trajetórias de tamanha grandeza que as canções deles interpretadas pela Pimentinha hoje são “apenas” uma das pulsantes estrelas das próprias constelações que iluminam as respectivas carreiras. Para o mineiro Tunai, a influência de Elis Regina não foi menor; na verdade talvez, conforme ele mesmo chegara a declarar aos dar os primeiros passos rumo á fama, tenha sido decisiva, levando-o a trocar sem pestanejar projetos de engenharia civil pelos palcos, microfones e seu violão.

Para tristeza dos que gostam do perfil da música do qual estamos tratando aqui, na manhã do domingo, 26, Tunai foi encontrado pela esposa, morto, em sua casa, no bairro carioca de Santa Tereza. O atestado de óbito indica que ele sofreu parada cardíaca enquanto dormia — assim como Belchior em abril de 2016, entretanto no caso do cearense autor de Como Nossos Pais devido ao rompimento de uma parede da artéria aorta, conforme foi confirmado mais tarde pela autópsia. Tunai era José Antônio de Freitas Mucci, e estava com 69 anos, foi cremado na tarde da segunda-feira, 27, depois do velório no Memorial do Carmo, no bairro carioca do Caju, situado na zona portuária do Rio de Janeiro, para onde acorreram à despedida amigos, admiradores e familiares, dentre os quais o irmão, o sambista João Bosco, também natural de Ponte Nova, município da Zona da Mata mineira, mas quatro anos mais velho.

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1279 – Conversa Ribeira (SP) lança Do Verbo Chão, terceiro álbum do trio

 Andrea Guimarães, Daniel Muller e João Paulo Amaral tecem em 11 faixas, mais uma vez, um desdobramento singular da música caipira cultivando, ao mesmo tempo, o vínculo essencial com a tradição e a liberdade de recriá-la em novas concepções de arranjo e de interpretação. Disco está na lista dos 100 melhores de 2019

Com Tânia Bernucci

Os 17 anos de formação do trio Conversa Ribeira estão sendo comemorados pelos amigos e fãs de Andrea dos Guimarães, Daniel Muller e João Paulo Amaral com Do Verbo Chão, terceiro álbum da trajetória de meticulosa e entusiasmada pesquisa na qual buscam trazer à superfície joias lapidadas por destacados autores do cancioneiro caipira. Neste novo trabalho, já disponível nas plataformas digitais e lançado após bem-sucedida vaquinha virtual (clique aqui e ouça), o trio tece um desdobramento singular do gênero cultivando, ao mesmo tempo, o vínculo essencial com essa tradição e a liberdade de recriá-la em novas concepções de arranjo e interpretação.

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1278 – Luiz Vieira (PE) não resiste a infarto na cidade do Rio de Janeiro e bate asas

Cantor e compositor pernambucano vivia em Copacabana e deixou como legado mais de 500 composições, como Prelúdio para ninar gente grande e Paz do meu amor, que marcam gerações

Os amantes da boa música lamentam desde a quinta-feira, 16, o desencarne na cidade do Rio de Janeiro do cantor, compositor e radialista Luiz Vieira (Luiz Rattes Vieira Filho). Uma parada cardíaca levou ao Mundo Maior o autor consagrado por músicas que há anos embalam gerações como A paz do meu amor (Menino Passarinho) e Prelúdio para ninar gente grande, dois dos seus maiores sucessos entre mais de 500 canções que deixou como legado. Vieira, que tinha 91 anos, sentiu-se mal em sua casa em Copacabana na noite anterior e não resistiu às sequelas do infarto. O corpo foi sepultado na tarde de sexta-feira, 17, no Cemitério São João Batista, no bairro carioca de Botafogo.

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1273 – Sesc Belenzinho recebe Zé Geraldo e banda para lançamento de Hey Zé!, pela Kuarup

Álbum de onze faixas, uma das quais uma versão de clássico cantado por Hendrix, traz participações especiais da filha  do cantor e compositor mineiro, Nô Stopa, Chico Teixeira, João Carreiro e Duofel

O ano de 2020 começará com um presente para os admiradores e amigos do cantor e compositor mineiro Zé Geraldo: três dias seguidos de shows na unidade Belenzinho do Sesc paulistano, entre 3 e 5 de janeiro, para lançamento de Hey Zé! 17º álbum da carreira do consagrado autor de Cidadão, Milho aos Pombos e Senhorita, entre outros sucessos. Hey Zé! é uma parceria do selo Sol do Meio Dia com distribuição da produtora e gravadora Kuarup e um exemplar do álbum nos foi gentilmente enviado pela Kuarup, à qual agradecemos a toda equipe em nome de seu diretor artístico Rodolfo Zanke, enviando nossos votos de um feliz Ano Novo.

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1270 – Celsinho Silva (RJ) tira da gaveta sambas que desde criança planejava gravar

Integrante do Conjunto Época de Ouro e Nó Em Pingo D’Água, músico carioca mostra projeto solo, de estreia pela gravadora Kuarup, como intérprete de sambas e clássicos da música brasileira

O percussionista Celsinho Silva faz sua estreia pela gravadora Kuarup com o disco Nas Ondas da Noite, seu primeiro trabalho solo. Integrante do grupo Nó Em Pingo D’Água e do Conjunto Época de Ouro, Celsinho se lança como intérprete em projeto sonhado desde sua adolescência, com músicas que ficaram guardadas, à espera que, um dia, o seu sonho pudesse se realizarNo álbum financiado coletivamente por amigos, fãs e colegas músicos, também mostra seu lado compositor, com alguns sambas em parceria com Paulo Cesar Pinheiro, Délcio Carvalho e Agenor de Oliveira. Além das composições próprias o repertório passeia por canções de grandes mestres da música brasileira como Cartola, Dona Ivone Lara, Paulinho da Viola, Noel Rosa, Pedro Caetano, Zé Keti e do seu mestre de vida, o pai Jorginho do Pandeiro, um dos mais veteranos integrantes do grupo Época de Ouro, fundado por Jacob do Bandolim. 

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1266 -Com novo álbum a caminho, Noel Andrade recebe Mustache e os Apaches no Sesc Belenzinho (SP)*

Violeiro paulista revê clássicos de seu repertório e apresenta novidades que estarão no terceiro disco da carreira influenciada por Tião Carreiro, Inezita Barroso, Dércio e Doroty Marques, Inezita Barroso e Bob Dylan

*  Com Craciela Binaghi

A unidade Belenzinho do Sesc paulistano promoverá a partir das 18 horas de domingo, 15 de dezembro, mais uma rodada do projeto Música de Raiz. Nesta data o palco estará reservado ao violeiro paulista Noel Andrade, que abrirá espaço à banda Mustache e os Apaches para acompanhá-lo nas quatro últimas músicas da cantoria, entre elas No Seu Rastro, canção inédita que entre outros elementos gringos funde o estilo rural brasileiro com o country de Johnny Cash e que deverá fazer parte do terceiro álbum de Noel Andrade, programado para 2020.

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1259 -Evinha lança em Sampa e no Rio de Janeiro álbum cantando a obra de Guilherme Arantes (SP)

Disco intimista de voz e piano traz música inédita e consagrados sucessos do cantor e compositor paulistano

A cantora Evinha fará apresentações nas cidades de São Paulo e do Rio de Janeiro para lançar seu disco de estreia na produtora e gravadora Kuarup,  com um projeto homenageando o cantor paulistano Guilherme Arantes, respectivamente em 12 e 16 de novembro (veja a guia Serviços). Comemorando seus 50 anos de carreira solo e em parceria com o pianista e diretor musical francês Gérard Gambus, a dona da mais emblemática voz do Trio Esperança (a eterna intérprete de Cantiga Por Luciana) em Evinha Canta Guilherme Arantes interpreta clássicos do músico paulistano. A ideia de interpretar obras de Guilherme Arantes nasceu durante uma troca de figurinhas musicais, em meados da década dos anos 1980, quando o músico presenteou Evinha com uma canção inédita, Sou O Que Ele Quer. A partir desse momento, a cantora soube que, mais cedo ou mais tarde, lançaria um álbum homenageando Arantes, o qual ela considera excepcional e sobre ele afirma: suas melodias e harmonias são ditas com inteligência, simplicidade e delicadeza. São sentimentos transformados em palavras que colam perfeitamente nas melodias que assina, sem filtro.

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1258 – Chico Teixeira (SP) dedica sexto álbum a temas de diversos sotaques da música nacional

Ciranda De Destinos é o segundo disco que o cantor e compositor lança pela Kuarup e traz canções de domínio público resgatadas de três das cinco regiões do país, com capa do prestigiado artista plástico Elifas Andreato

O cantor, compositor e violonista Chico Teixeira está lançando Ciranda De Destinos, sexto álbum da carreira e o segundo pela Kuarup Produtora  — cujo exemplar que ouvimos no boteco do Barulho d’água Música nos foi gentilmente enviado pelo diretor artístico Rodolfo Zanke, ao qual agradecemos, estendendo os cumprimentos à equipe toda. Neste novo projeto, Chico Teixeira traz clássicos da música brasileira de diversos sotaques, bem como canções de domínio público resgatadas por grupos folclóricos das regiões Sul, Sudeste e Nordeste, contando desta forma, histórias de um povo unido por diferentes costumes e lutas. 

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