1538 – Chico Lobo lança O Tempo É Seu Irmão e celebra mais de 40 anos de carreira com convidados especiais

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27º álbum do violeiro mais atuante da cena brasileira tem participações especiais de Luiz Caldas, da dupla Kleiton & Kledir, da cantora Tetê Espíndola e do cantor Sérgio Andrade

Segundo especialistas em inovação, a necessidade de se reinventar existe há muito tempo, faz parte da história da humanidade. Tanto quanto mudar é questão de sobrevivência. Assim o violeiro mineiro, compositor e cantador Chico Lobo, em 2021 consagrado com o quarto troféu do Prêmio Profissionais da Música (PPM) na categoria Melhor Artista Raiz Regional e com a Medalha de Honra da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) pela sua relevante atuação na cultura e sociedade, colocou em prática justamente isso, em plena pandemia de Covid-19. Após lançar Alma e Coração, em 2020, já nesse processo de ousar e criar, tornar-se outro, Chico Lobo não parou e no ano passado produziu, em parceria com a Kuarup, mais um álbum nesses tempos difíceis.

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1476 – João de Ana (MG) lança álbum de estreia pela Kuarup, com participação de Chico Lobo e Bárbara Barcelos

#MPB #ViolaCaipira #RockRural #ClubeDaEsquina #BandaPauECorda #Pernambuco #MinasGerais #ValeDoJequitinhona #PedraAzul #LagoaSanta #Kuarup

Inspirado no Vale do Jequitinhonha e no Clube da Esquina, Dignidade confirma o DNA musical que pulsa naquela região mineira e traz releitura de Banco de Feira, da Banda de Pau e Corda. Autor vai se apresentar em restaurante de Beagá no dia 27.

O álbum Dignidade é de uma riqueza sonora imensa. O disco de estreia do cantor e compositor João de Ana saiu pelo selo Lobo Kuarup, parceria do violeiro Chico Lobo com a gravadora e produtora Kuarup, e já está disponível nas plataformas digitais e no formato físico. Natural de Pedra Azul, no Vale do Jequitinhonha, nordeste de Minas Gerais, João de Ana transita com naturalidade pela música com as influências regionais, da MPB, da música mineira e pelo melhor do rock rural. São searas que lhe dão esse ar de cantar a aldeia, de levar a natureza e seus costumes e se conectar com a atualidade e os grandes centros urbanos. A amizade é um sentimento constante em sua música, tratada de forma primordial, com belas letras poéticas, criação que se espera de um artista que já nasce em uma terra tão especial e que não nega suas influências e suas heranças.

Um exemplar de Dignidade foi gentilmente enviado ao Solar do Barulho pelo diretor artístico da Kuarup. Rodolfo Zanke, ao qual e á sua equipe agradecemos pelo apoio.

Leia mais sobre álbuns da Kuarup ou conteúdos relacionados à produtora e gravadora ao visitar os linques abaixo:

https://barulhodeagua.com/tag/rodolfo-zanke/

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1330 – Chico Lobo lança Alma e Coração, disco criado na pandemia, pela Kuarup

#ViolaCaipira #MinasGerais # CulturaPopular #MúsicaInpendente

O 26º álbum do violeiro mais atuante da cena brasileira chega às plataformas digitais nesta sexta-feira, 13 de novembro, com as participações especiais de Roberta Campos, Luiz Carlos Sá, Drigo Ribeiro e Tatá Sympa

Alma e Coração é o título do 26º disco de Chico Lobo, violeiro natural de São João Del Rei, em Minas Gerais. Com mais de 35 anos dedicados à viola caipira, o artista estreou no mercado fonográfico em 1996, com No Braço Dessa Viola. De lá para, Chico Lobo lançou inúmeros trabalhos, criados a partir de sua inconfundível regionalidade musical, entre os quais há álbuns premiados e elogiados pela crítica. Nesse novo projeto, ele parte de suas raízes, suas convicções, para um encontro com o folk, a balada e o rock rural, mas sem perder a sua essência. Em 13 faixas, ele flerta mais com a modernidade e une a sua viola à instrumentos da cultura pop, como bateria, baixo, violões de aço e teclado.

Com o início do isolamento social em função da pandemia da Covid-19, Chico Lobo sentiu necessidade de compor, de rever conceitos, de se entender mais, reconhecer-se e, sobretudo, reinventar-se, por estar privado de sua lida estradeira de cantoria. Por força do isolamento social, ao ficar privado das viagens e dos palcos, expressou o desejo de uma postura positiva diante das dificuldades que a quarentena impôs a todos; de cantar a esperança de novos tempos. Daí veio a vontade de levar às pessoas, por meio da música, os próprios alma e coração, sentimentos de esperança.

A inquietação e o desejo de Chico Lobo de construir suas pontes, a partir de sua raiz fincada no solo da tradição musical de um Brasil profundo, para dialogar com a contemporaneidade e os grandes centros urbanos, fez surgirem várias canções e assim nascer o projeto do álbum abraçado pela gravadora e produtora Kuarup e  que poderá ser ouvido nas plataformas digitais já nesta sexta-feira, 13, preparando a chegada do álbum físico. O novo disco deste artista sempre inquieto e sempre adepto de parcerias e experimentações conta com as participações especiais de Roberta Campos, Luiz Carlos Sá, Drigo Ribeiro e Tatá Sympa em projeto produzido em cooperativa com os músicos: eles gravaram em seus estúdios, sem precisarem sair de casa, inclusive as vozes nas participações especiais.

A produção de Alma e Coração é do músico mineiro Ricardo Gomes, profissional primordial na concepção do trabalho, que toca também os baixos, os teclados e o violão de nylon. O disco recebeu, ainda, a participação dos músicos de base Léo Pires na bateria, Marcello Sylva nos violões de aço e vocais de Ruly Ballmant, além dos convidados Sérgio Saraiva e Joaollama Miranda.

Chico Lobo canta aquilo em que acredita, o que vive, o que é “sagrado em seu olhar”, os sertões de Guimarães Rosa, os sentimentos de amizade, esperança, e sobretudo canta mais o amor neste trabalho do que em álbuns passados — afinal ele completou 25 anos de casamento com Angela Lopes, que há 26 é sua produtora cultural e manager. Sertão e amor juntos, nesse novo trabalho do artista que também reafirma seu lado compositor. Sua viola, que é pontual na relação com os outros instrumentos, sem a pretensão de ser virtuose, mas necessária para o instrumentista, tece diálogos lindos com os outros músicos. Um sertão que está dentro dele é metáfora de seus valores de vida e outro sertão é espaço físico que se torna recorrente e necessário em suas letras.

Faixa a faixa do novo álbum

1- Sertão: “A mão que se estende ao outro, fortalece nosso viver” abre o álbum com uma sonoridade fortemente rural na qual se destacam os violões de Marcello Sylva e a bela viola de Chico Lobo.

2- Sagrado Em Meu Olhar: apresenta a participação do paulista de Jundiaí, Drigo Ribeiro, que empresta nesta faixa sua musicalidade folk regional. Além de um grande dueto nas vozes, a viola caipira de Chico Lobo se junta à modernidade do instrumento weissenborn executado pelo próprio Drigo Ribeiro.

 3- Caminhos de João: parceria de Chico Lobo com o poeta do norte do Brasil Joãozinho Gomes.  Uma toada emocionante, que faz um caminho pelo grande sertão veredas, por onde andou Guimarães Rosa, referência muito presente na obra musical do artista.

4- Povos da América: Música composta quando Lobo, ao ver a imagem do Papa Francisco na TV, percebeu um “olhar luz de cristal” no pontífice. Tendo já se apresentado em países como Argentina, Chile, Colômbia, o violeiro sempre considerou aa música latina uma forte influência, assim como um espirito de união e esperança nasce a melodia. Destaque para a participação do músico Joaollama Miranda nas quenilla, zampoñas e charango.

5- Sim: música que nasce em pleno isolamento social, em seu terreiro, numa madrugada de insônia, em cuja letra Chico Lobo lembra o início de seu relacionamento com a esposa, o sim dito há 25 anos. Tem uma pegada folk, ponte para a modernidade de sua obra.

6Nós: balada belíssima de Chico Lobo, que se reinventa a cada trabalho lançado. Conta com a presença emocionante de Roberta Campos, num encontro mágico dos dois.

7Desafio: é quase um baião. O violeiro flerta com a música nordestina, que tanto ouviu na juventude. A letra relembra os cordéis, trazendo uma dualidade.

8- Na Toada Dessa Prece: parceria com os poetas Carlos de Jaguarão e Lysias Ênio, a composição traz uma dramaticidade existencial, mística, em tom menor. E destaca o belo acordeom do músico convidado Sérgio Saraiva. O resultado é uma sonoridade única.

9- Alma e Coração: a melodia ressalta o valor do sagrado movimento da alma e do coração e revela mais uma incursão de Chico Lobo pela musicalidade folk, com caprichada levada de viola.

10- Sonhos: Desde sua juventude Chico Lobo curte rock rural, o rock mineiro e aqui ele faz uma junção da sua viola, sua raiz, com esse gênero de rock para cantar o que sempre acreditou. A música tem participação mais do que especial de Luiz Carlos Sá, da dupla Sá & Guarabyra, referência musical para Chico Lobo. Um emocionante encontro musical que destaca a bateria pulsante de Leo Pires.

11- Roda da Vida: vigorosa parceria de Chico Lobo com o pernambucano Tavinho Limma revela a força da tradição de um Brasil profundo, que Chico Lobo canta há tantos anos. É o reafirmar de suas raízes. Como se diz o caminho de casa, “meu pai me ensinou a coragem, vencer as pedras do chão”.

12- Própria História: parceria do violeiro com o poeta e educador mineiro Jorge Nelson. A força e o timbre de arame da viola dinâmica nordestina, nas mãos do violeiro Chico Lobo, remete-nos ao movimento armorial e o canto exuberante de Tata Sympa, parceiro de 30 anos de amizade, dá força a essa faixa. Lobo assume aqui o “ser violeiro”.

13- Quadras: a bela toada fecha o disco, uma parceria de Chico Lobo com Simone Guimarães. A viola dolente de Chico Lobo num dueto com o acordeom brejeiro de Sérgio Saraiva e as bases dos violões de Marcello Sylva entregam uma atmosfera acústica e vintage, quase uma seresta. Parece que Chico Lobo volta no tempo e está a acompanhar o pai seresteiro Aldo Lobo e a mãe Nieta, já falecidos, pelos becos e ruelas de São João Del Rei.

Natural de São João Del Rei, o violeiro Chico Lobo tem mais de 30 anos de carreira e é considerado pela crítica como um dos artistas mais atuantes no cenário nacional na divulgação e valorização da cultura de raiz brasileira. Com mais de 20 discos lançados, dois DVDs, livro e apresentações por todo o Brasil e diversos países como Portugal, Itália, China, Canadá, Argentina, Chile, Colômbia, o músico canta suas raízes e as conecta com nossa contemporaneidade. Folias, catiras, modas, batuques, causos e toques de viola, desfilam com alegria em seus concertos. Venceu por três vezes consecutivas (2015, 2016 e 2017) o Prêmio Profissionais da Música como Melhor Artista Regional, em Brasília (DF). O artista mantém em sua cidade natal o projeto Ensino de Viola nas Escolas Rurais parceria do seu Instituto Chico Lobo, com a administração pública da cidade mineira de São João Del Rei. Em 2015 a cantora Maria Bethânia escolheu sua cantiga Criação, para compor o repertório de seu show e DVD Abraçar e Agradecer, comemorando os 50 anos de carreira. Depois Bethânia, gravou participação no álbum Viola de Mutirão, cantando a moda de viola Maria, que Chico Lobo fez em sua homenagem. Apresentador de TV, de rádio, produtor musical, escritor, cantor, o violeiro inquieto faz com que sua obra torne a aldeia global mais caipira.

Especializada em música brasileira de alta qualidade, o acervo da produtora e gravadora Kuarup concentra a maior coleção de Villa-Lobos em catálogo no país, além dos principais e mais importantes trabalhos de choro, música nordestina, caipira e sertaneja, MPB, samba e música instrumental em geral, com artistas como Baden Powell, Renato Teixeira, Ney Matogrosso, Wagner Tiso, Rolando Boldrin, Paulo Moura, Raphael Rabello, Geraldo Azevedo, Vital Farias, Elomar, Pena Branca & Xavantinho e Arthur Moreira Lima, entre outros.

Além desta eclética galeria de cantores e duplas cujos trabalhos já lançados formam o acervo de álbuns, também é possível ao internauta que visita o portal da Kuarup, entre outras atividades no campo da produção cultural, saber pela guia Notícias as novidades que estão chegando para reforçar este precioso catálogo e, ainda, ouvir seleções de músicas disponíveis na plataforma Spotify (playlists) apresentadas por temas e recortes dos mais diversificados, revelando a riqueza de sonoridades e de gêneros que a empresa guarda. Uma das preferidas aqui na redação do Barulho d’água é a Pé No Sertão Kuarup (clique no nome da lista para ouvi-la). O endereço eletrônico que leva ao botão que abre as playlists é http://www.kuarup.com.br/spotify/  

 

Kuarup Música/Rádio e TV www.kuarup.com.br:

Telefones: (11) 2389-8920 e (11) 99136-0577    

Rodolfo Zanke rodolfo@kuarup.com.br

1285- Duo Aduar (MG) lança primeiro álbum em selo de Chico Lobo em parceria com a Kuarup

O Duo Aduar, formado pelos músicos Gabriel Guedez e Thobias Jacó, estará na cidade de São Paulo na sexta-feira, 13 de março, como atração da Livraria Cultura do Conjunto Nacional, local escolhido para lançamento no Piso Deck do álbum Riachinho das Pedras. Primeiro disco da dupla, Riachinho das Pedras tem oito faixas e está sendo lançado pelo selo Lobo Kuarup, do violeiro Chico Lobo que inicia seu projeto fonográfico de curadoria de artistas para gravar e lançar novos talentos da música regional e brasileira em parceria com a produtora e gravadora Kuarup. Um exemplar do cedê nos foi gentilmente enviado pelo diretor artístico da Kuarup, Rodolfo Zanke, ao qual agradecemos, e abriu as audições matinais dos sábados neste dia 7 de março aqui no boteco do Barulho d’água Música, em São Roque, no Interior de São Paulo.

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1195 – Luis Kiari (PB) lança De Dentro, pelo selo Kuarup, com participações de Nando Cordel e Chico Lobo

Canções promovem a integração das raízes tradicionais sertanejas à modernidade sonora do artista de Campina Grande que mora na cidade do Rio de Janeiro  um dos mais destacados talentos da nova MPB

O selo Kuarup está lançando De Dentro, segundo álbum de Luis Kiari, paraibano de Campina Grande há seis anos radicado na cidade do Rio de Janeiro (RJ) e que acaba de promover miniturnê por cidades do Nordeste visitando os estados da Paraíba e de Pernambuco. O disco, gentilmente enviado ao boteco do Barulho d’água Música pelo produtor Rodolfo Zanke — ao qual mais uma vez somos gratos, estendendo os agradecimentos à toda a equipe da gravadora e editora — tem produção de Ricardo Gomes e mixagem e masterização feitas pelo consagrado engenheiro de som Ricardo Carvalheira. Reúne nove singelas, mas poéticas faixas nas quais se ouve a participação especial do cantor, compositor e instrumentista pernambucano Nando Cordel  — em A Paz de Esperar, que assina a parceria com Kiari na composição –, mais o brilhante e toque inconfundível das violas caipira e dinâmica do músico mineiro Chico Lobo, em todo o repertório¹. As canções promovem a integração das raízes tradicionais sertanejas à modernidade sonora do artista, um dos mais destacados talentos da nova geração da MPB. E o projeto gráfico De Dentro é outra atração do álbum. Assinado pelo conterrâneo do cantor, Vito Quintans, revela um conceito artístico baseado em xilogravura, conforme pode ser conferido nos clipes disponibilizados no sítio eletrônico de Kiari, acompanhado das letras (lyrics) das canções, ou nas principais plataformas digitais.

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1193 – Chico Lobo (MG) lança “Sagração”, álbum pelo selo Kuarup inspirado nos sertões de Guimarães Rosa

LTexturas instrumentais compõem canções explorando temas como o amor, a religiosidade, a força da trilha dos sertões e veredas de Minas Gerais no projeto em parceria com o poeta Wander Lourenço que tem participações de João Di Souza, Sérgio Santos, Simone Guimarães, Bruna Morais e Mariana Nunes.

As audições matinais dos sábados aqui no boteco do Barulho d’água Música neste dia 25 de maio começou com o álbum Sagração, mais recente e encantador trabalho do cantor, compositor e violeiro Chico Lobo em parceria com o poeta Wander Lourenço e com os músicos Sérgio Rabello e Leíse Renhe, complementado por um belo projeto gráfico e encarte, assinados por Adriano Alves. Sagração será lançado em São Paulo na quinta-feira, 30, abrindo uma miniturnê que terá escalas na cidade de Belo Horizonte (MG), do Rio de Janeiro (RJ) e na mineira São João Del Rey (ver guia Serviços). O álbum é mais um lançamento da gravadora Kuarup, com produção executiva de Ângela Lopes (Viola Brasil Produções), à qual e a Rodolfo Zanke agradecemos pela gentileza do envio do exemplar que rolamos na vitrolinha.

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1072 – Roda ao ar livre, em Beagá, comemora reconhecimento da viola como patrimônio cultural imaterial de Minas Gerais

Patrimônio cultural imaterial é uma categoria definida pela Unesco que abrange expressões culturais e  tradições que um grupo de indivíduos preserva em respeito da sua ancestralidade para conhecimento das gerações futuras

Marcelino Lima

Os violeiros Chico Lobo, Pereira da Viola e Wilson Dias vão se apresentar, juntos, a partir das 19 horas da quinta-feira, 14 de junho, na Praça da Liberdade, em palco que será armado entre o Memorial Minas Gerais Vale e o Museu de Minas e do Metal da Gerdau, em Belo Horizonte (MG). A cantoria celebrará a análise pelo Conselho Estadual de Patrimônio Cultural de Minas Gerias (Conep) que — antes da roda de viola ao ar livre,  em reunião prevista para começar às 16 horas — analisará o Dossiê do Registro dos Saberes, Linguagens e Expressões Musicais da Viola em Minas Gerais para reconhecimento do instrumento como patrimônio imaterial do Estado. Com direção artística de Chico Lobo e produção da Viola Brasil, o show ao ar livre terá como convidados Letícia Leal, Gustavo Guimarães, o mestre e folião Seu Odorino e a Orquestra Estudo Viola de Betim.

Chico Lobo, Pereira da Viola e Wilson Dias são três dos mais populares representantes da viola caipira em Minas Gerais

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920 – Chico Lobo e Monsenhor Vicente Ferreira lançam “Louvação” em nova rodada do “Canto & Viola”, em Beagá (MG)

O violeiro Chico Lobo e o Monsenhor Vicente Ferreira são os convidados de Luiz Tropia e Tadeu Martins para a rodada de 6 de abril do projeto Canto & Viola. A partir das 20h30, o músico e o padre lançarão Louvação, álbum de poemas e canções que buscam resgatar sentimentos humanos de esperança, amor e fé que os amigos e admiradores conhecerão no Cine Teatro Brasil Vallourèc, situado na região central de Belo Horizonte (MG). Toda sensibilidade poética do religioso, fortalecida por valores como fraternidade e devoção, experimentados principalmente em realidades mais simples, será acompanhada pela rica performance de um dos mais aclamados violeiros caipira da atualidade, símbolo de defesa de um Brasil profundo.

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