Barulho d'Água Música

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982 – Tunai e Wagner Tiso apresentam “Saudades da Elis” na estação ferroviária de Poços de Caldas (MG)

Em mais uma rodada do projeto Composição Ferroviária, moradores de Poços de Caldas e região e turistas que estiverem aproveitando o inverno passeando pelo município sul mineiro poderão curtir, gratuitamente, na manhã de domingo, 30 de julho, apresentação dos músicos Tunai e Wagner Tiso, protagonistas do show Saudades da Elis. Antes de eles subirem ao palco do pátio da estação ferroviária, o público terá a oportunidade de matar saudades de músicas que embalam a memória afetiva de várias gerações, recordadas a partir das 10 horas pelo Choro a Dois. O duo é formado por Gabriel Carbonari (violão) e Jéssica Rosado (bandolim), novos talentos que têm encantado a cidade.

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980 – Em noite de homenagem a Ney Matogrosso, “Raiz Forte” rende troféu do 28º PMB a Ana Paula da Silva (SC)

A cantora Ana Paula da Silva (Joinville/SC) é uma das vencedoras do 28º Prêmio da Música Brasileira (PMB) e recebeu o troféu de Melhor Cantora da categoria Regional com o álbum Reza Forte na noite de quarta-feira, 19, em cerimônia promovida no Theatro Municipal do Rio de Janeiro (RJ). Nesta edição o tradicional evento homenageou Ney Matogrosso e entre outros também premiou nomes consagrados do cenário nacional tais quais Alceu Valença, Ivete Sangalo, Maria Bethânia, Elza Soares, Tom Zé, Zeca Pagodinho, a dupla Zé Mulato & Cassiano e o grupo MPB 4, além de gente e trabalhos muito bons que despontam no meio regional e independente, tais quais Alberto Salgado, Letieres Leite e Orkestra Rumpilezz, Saulo Duarte e a Unidade, Baiana System e Alessandra Maestrini.

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975 – Viola Quebrada (PR) vai à final do 28º PMB com “Meus Retalhos”; concorrentes são de Jundiaí (SP) e de São Leopoldo (RS).

O disco Meus Retalhos poderá render ao grupo de Curitiba (PR) Viola Quebrada o troféu de melhor da categoria Regional do 28º Prêmio da Música Brasileira (PMB), que será entregue no Rio de Janeiro, em 19 de julho. O álbum lançado em 2015 concorre com Trilhando o Rio Grande (Grupo Rodeio) e Forró por aí (Serelepe), conta com 13 faixas e é o sexto da trajetória do Viola Quebrada — referência não apenas no Sul do país de boa música caipira e de raiz que entremeia às composições próprias clássicos como Flor do Cafezal e Queria, ambas de Luiz Carlos Paraná. O mais recente trabalho apresenta composições e arranjos inéditos para ritmos variados em temas contemporâneos como a defesa da natureza; êxodo rural; fé e festejos populares; e amor, além de outros comuns ao cotidiano do sertanejo conforme leituras de Oswaldo Rios (voz e violão) e Rogério Gulin (violão e viola caipira); ambos formam o grupo com Rubens Pires (acordeon), Sandro Guaraná (contrabaixo) e Marco Saldanha (percussão), além da voz de Mari Amatti. Traz, ainda, parcerias com Consuelo de Paula, Paulo Freire, Rubens Pires, Etel Frota, Chico Lobo, João Evangelista Rodrigues e Roberto Prado. Katya Teixeira, em Flor de Algodão, Álvaro e Daniel, e Daniel Vicentini (viola caipira) em Linda Flor do Paraná, também participam.

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971 – Gaita, violão de nylon e viola: confira em Sampa como Betto Ponciano (RJ) explora nuances entre rock rural e folk

O cantor, compositor e instrumentista Betto Ponciano (RJ) será atração na quinta-feira, 13, da casa situada na rua Rua Clélia 285, localizada na Lapa, bairro da zona Oeste paulistana.  A partir das 21 horas, Ponciano protagonizará Do Folk ao Caipira, acompanhado pelo percursionista Valmir Quinto, apresentação no qual mescla música caipira de raiz com textos autorais cujos temas versam sobre ecologia, relação do ser humano com a Natureza e as consequências desta interação, repercutindo sonoridades marcantes que ocorrem no Vale do Paraíba (SP), canções de trabalho da Zona da Mata (MG), nuances de folk music e de rock rural, estilo regional consagrado por expoentes como o trio que reunia Sá, Rodrix e Guarabyra, e Zé Geraldo.

Músico independente e autodidata em viola, violão de naylon e gaita com mais de 25 anos de estrada, Betto Ponciano é carioca criado no Morro do Pé Sujo, comunidade situada na cidade serrana fluminense de Petrópolis, caminho para as Minas Gerais cujas características e belezas muito o influenciaram. Manifestações populares como romarias e costumes observados durante o vaivém de viajantes por estas trilhas, por exemplo, também moldaram o repertório que já faz parte de um álbum e traz um convite para embarcar em agradável passeio pelo interior da nossa terra, abraçando valores e gente que se harmonizam com um entorno de matas e de cachoeiras.


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951 – Carol Ladeira (RJ) lança Mar de Vento em apresentação no Sesc de Campinas (SP)

A cantora Carol Ladeira receberá amigos e admiradores na tarde de sábado, 20, no teatro da unidade da cidade de Campinas do Sesc do estado de  São Paulo para lançamento do segundo álbum da carreira, Mar de Vento, quando promete “soltar a voz  com a crueza ou a delicadeza que o momento exige”, além de extravasar a vontade de falar “sobre nosso tempo com tudo o que ele tem hoje de primavera e de valente esperança”. A apresentação marcada para começar às 16h30 também levará ao palco Edu Guimarães (sanfona e piano), Gustavo de Medeiros (violão de 7, bandolim e guitarra) e Gabriel Peregrino (percussão), parceiros de estrada de Carol Ladeira. Ela destaca neste novo trabalho a presença fundamental de Chico Santana (percussão) durante a gravação, ao vivo, aproveitando no calor do ambiente sutilezas e forças que despontam nas composições, na instrumentação e nas interpretações. Mar de Vento sucederá Quitanda com criações inéditas de Douglas Germano, Chico Santana, Déa Trancoso, Gustavo de Medeiros, Gustavo Infante, Diogo Nazareth, Guto Leite, Eduardo Klébis, Rafael Yasuda, Carlinho Campos, mais canções pouco conhecidas de Paulo César Pinheiro, Vicente Barreto e Nilson Chaves, com arranjos criados coletivamente, fruto da sintonia de quem toca junto há alguns anos.  Continuar lendo


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923 – Consuelo de Paula estreia projetos em Sampa e leva o Tempo e o Branco ao Rio

A primeira de três apresentação está marcada para 1º de abril, quando dividirá o palco do Centro Cultural Casarão, situado no distrito de Barão Geraldo, em Campinas, com o violeiro João Arruda

O público que prestigia e admira a cantora, compositora e poetisa Consuelo de Paula (Pratápolis/MG) terá no próximo mês três oportunidades para vê-la tocar e (en) cantar. As apresentações em Campinas (SP), Rio de Janeiro e São Paulo promoverão espetáculos diferentes, um dos quais marcará, em 1º de abril, a estreia de Arvoredo – Os primeiros gestos da obra na Beira da Folha, projeto que Consuelo de Paula dividirá com o parceiro de estrada, violeiro, compositor e multi-instrumentista João Arruda. Ela e o anfitrião puxarão a cantoria a partir das 20 horas e prometem embalar amigos e admiradores da plateia do Centro Cultural Casarão de Barão Geraldo com o resultado do processo criativo que ambos estão vivenciando, construído pelo diálogo entre diferentes linguagens – imagem, texto, e melodia – em um movimento por meio do qual fotografias e vídeos despertaram poemas, que despertaram melodias, que despertaram canções.

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920 – Chico Lobo e Monsenhor Vicente Ferreira lançam “Louvação” em nova rodada do “Canto & Viola”, em Beagá (MG)

O violeiro Chico Lobo e o Monsenhor Vicente Ferreira são os convidados de Luiz Tropia e Tadeu Martins para a rodada de 6 de abril do projeto Canto & Viola. A partir das 20h30, o músico e o padre lançarão Louvação, álbum de poemas e canções que buscam resgatar sentimentos humanos de esperança, amor e fé que os amigos e admiradores conhecerão no Cine Teatro Brasil Vallourèc, situado na região central de Belo Horizonte (MG). Toda sensibilidade poética do religioso, fortalecida por valores como fraternidade e devoção, experimentados principalmente em realidades mais simples, será acompanhada pela rica performance de um dos mais aclamados violeiros caipira da atualidade, símbolo de defesa de um Brasil profundo.

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