1353 – Paula Érica (RN) apresenta single pela Frika Records e anuncia EP com áudios e vídeos

#MPB #MúsicaNordestina #CulturaPopular #CurraisNovos 

Nascida em Currais Novos, a cantora, compositora e poetisa também traz em sua trajetória experiências como atriz e produtora cultural com participação como intérprete em discos de outros artistas e festivais de música potiguar

Amor Buliçoso, pela Frika Records, é o primeiro single autoral de Paula Érica, traduzido pela suavidade de sua voz e por sua força poética. A música imprime seu tom de nordestinidade abrindo caminhos como em dias de chuva no sertão. Traz a cor cinza amarelada da vegetação em dias de seca, do céu em dias de toró e do pôr do sol em tardes esturricantes de calor. A letra retrata o amor, simbolicamente comparado à diversidade cultural e ambiental das suas terras. Nascida em Currais Novos, no Rio Grande do Norte, a Seridoense é cantora, compositora, poetisa e traz em sua trajetória artística experiências como atriz e produtora cultural e participação como compositora e intérprete em discos de outros artistas e em  festivais de música potiguar.

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1292 – Segundo disco da banda potiguar Mamute Sound completa dez anos

O Ilustre Popstar Desconhecido, nome do álbum, é uma ironia à crítica, pois apesar de a banda já ter um trabalho consistente não passava de mera coadjuvante no cenário da música do Rio Grande do Norte. *Com Franco Mathson, da Frika Records

Após o término da banda Antenas do Jardim, nos idos da década dos anos 2000 o guitarrista e compositor Songy decidiu montar um novo grupo de rock autoral, em Natal, Capital do Rio Grande do Norte. Em momento de hiatos culturais na cidade, motivado pela sua inquietude e inspirado no formato do mapa do Rio Grande do Norte, o músico decidiu fundar a banda batizada de Mamute Sound. Em 2005, com sua formação original, a Mamute Sound lançou o primeiro trabalho (o disco 11) e excursionou pelo estado apresentando-o em turnê . O segundo álbum, na sequência, foi chamado ironicamente de O Ilustre Popstar Desconhecido (clique no nome e o ouça). pois apesar de a banda já ter um trabalho consistente, não passava, ainda, de mera coadjuvante no cenário da música potiguar. A Mamute Sound, então, com nova roupagem e nova nova cozinha, passara a tocar com Filipe Marcus (Joseph Little Drop/baixo) e Franco Mathson (bateria) e ainda com os vocais de Nillo Fernandes, agora somando-se às guitarras de Songy.

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1290 – Pedro Rhuas (CE/RN) lança música para divulgar com lançamento conjunto do seu primeiro livro

Cantor, poeta, compositor, filho de um palhaço e de uma professora, artista nascido no Ceará , hoje residente em Natal, viveu em Portugal , na Espanha e no Marrocos e neste pais africano deu os primeiros passos rumo ao sonho da música.* Com Franco Mathson, da Frika Records

Trilhas sonoras com canções originais fazem parte da história do cinema. Mas quando se trata de livros, a prática já não é tão comum. Querendo desmistificar essa ideia, o cantor e escritor Pedro Rhuas lançou na quinta-feira, 19 de março, Enquanto eu não te encontro, single disponível nas plataformas digitais. A música é o carro-chefe das divulgações do romance homônimo de Rhuas, Enquanto eu não te encontro, também publicado ontem.

Com produção de Vikos, que assina o beat e guitarra, Enquanto eu não te encontro é de autoria do próprio Rhuas, que a descreve como uma mescla de “pop, upbeat e até country”. Inspirada em Colbie Cailatt e Taylor Swift, o cantor conta que o objetivo por trás da faixa foi personificar a essência de uma trilha cinematográfica. “Sempre fui apaixonado pelo poder da música no audiovisual. Quando terminei de escrever meu livro, sabia que queria criar algo que amparasse esses dois formatos: a música e a literatura. O resultado foi essa balada que poderia muito bem estar nas telonas e que dialoga bastante com o que o leitor vai encontrar na narrativa”, afirmou Pedro Rhuas, cujo primeiro lançamento musical, Cilada (Mssida), fora em parceria com três rappers do Marrocos.

Trabalho voluntário

Sobre Pedro Rhuas há um perfil disponível na plataforma canal de streaming Palco, no qual há  clipes de Enquanto… e Cilada e que traz a informação de que ele é filho de palhaço poeta e bailarina professora. Nascido em Icapuí, pequena cidade no litoral do Ceará, cresceu envolto em arte e mar e morou em mais de 12 cidades, conheceu o Nordeste com o teatro de rua, apaixonou-se por literatura, escrita e, mais tarde, composição.

Sempre em metamorfose, assinou como blogueiro literário, atuou como e DJ e até drag queen. Em 2018, cursando Jornalismo na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), ganhou uma bolsa de estudos que o levou a morar um ano em Portugal. Depois da experiência, decidiu fazer trabalho voluntário no Marrocos e na Espanha. Foi na terra das 1.001 noites onde pôde dar os primeiros passos rumo ao sonho da música. No alto de uma montanha na cidade azul de Chefchaouen, conheceu, ao acaso, o produtor do que viria a ser seu primeiro experimento musical, a canção Cilada, em colaboração com três rappers marroquinos! De volta ao Brasil, prepara o seu primeiro álbum de estúdio.

“Os livros sempre foram o meu refúgio. E me sonhar escritor, desde que me lembro, meu maior sonho. Hoje, após quatro anos de idas e vindas, eu divido cheio de alegria com vocês a capa do meu primeiro livro”, escreveu Pedro Rhuas no perfil que mantém no Facebook. “É a minha estreia na literatura e o faço com uma obra que muito diz sobre mim e sobre o que eu luto enquanto sujeito-político: Enquanto eu não te encontro é um romance LGBTQIA+ ambientado em Natal; uma narrativa engraçada, cheia de representatividade e nordestina em essência, que conta as aventuras de um seridoense gay que vai estudar na capital e se descobre buscando entender a complexidade de sua identidade”, prosseguiuEu nem sei explicar quão emocionado estou e só posso pedir o apoio de vocês pra divulgar essa história, de modo a fazê-lo voar como merece! Muito, muito obrigado a todo mundo que contribuiu nessa jornada. É só o começo!”

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Música no RN 

1253 – Caio Padilha (RJ/RN) lança segundo título dedicado à “santíssima trindade” dos instrumentos da música nordestina

OVERLAND: Violas e Veredas, de Caio Padilha, já está disponível nas plataformas digitais e pode ser encomendado, no formato físico, com o autor, carioca radicado em Natal e que abriu o projeto Aprendiz de Sertografias em 2016, quando saiu ARRIVALS: Rabecas e Arribaçãs; música potiguar também merece destaque pelo trabalho do flautista Carlos Zens. autor de sambas, frevos, cocos,  marchinhas, benditos, choros, entre outros ritmos 

A segunda etapa de uma trilogia nordestina que deverá estar pronta até 2022, o álbum OVERLAND: Violas e Veredas, de Caio Padilha, já está disponível nas plataformas digitais e pode ser encomendado, no formato físico, com o autor, carioca radicado desde 1994 em Natal (RN), capital do estado do Rio Grande do Norte. A trilogia, que Caio Padilha batizou de Aprendiz de Sertografias, já possui o título Rabecas e Arribaçãs (2016) e deverá ser fechada com Acordeons e Candeeiros. Músico tocador de rabeca, cientista social, ator e admirador da cultura popular, Caio Padilha também lançou, recentemente, Um Sonho de Rabeca No Meio da Bicharada, disco que saiu pela Kuarup, tema da atualização 1244 deste blogue, publicada em 8 de outubro.

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1244 – Presenteie sua criança interior com “Um Sonho de Rabeca …”, de Caio Padilha, lançado pela Kuarup

Álbum homenageia a cultura nordestina e mestres da música como Luiz Gonzaga e Antonio Nóbrega e é um excelente presente tanto para o público infantil, quanto para marmanjos que curtem fábulas populares

A gravadora Kuarup está lançando um disco que se dado no próximo dia 12 será uma excelente presente para as crianças, tanto aquelas que de fato ainda experimentam esta gostosa fase da vida, quanto aquelas interiores que sempre devem habitar dentro de nós, adultos, Trata-se de  Um Sonho de Rabeca no Reino da Bicharada, do músico e ator Caio Padilha. O projeto envolve parceria com o Grupo Estação do Teatro e se baseia em contação de histórias para valorizar a cultura popular centrada nos temas da fauna nordestina e fábulas que se encontram com a música de rabeca, instrumento lúdico que celebra os elementos da natureza. O repertório homenageia, ainda, os grandes mestres da música nordestina como Luiz Gonzaga, Elino Julião e Antônio Nóbrega, entre outros e dialoga com Os Saltimbancos,  peça de teatro musical infantil, inspirada no conto Os Músicos de Bremen, dos irmãos Grimm, que na versão em Português ganhou canções adicionais, de Chico Buarque.  Continue Lendo “1244 – Presenteie sua criança interior com “Um Sonho de Rabeca …”, de Caio Padilha, lançado pela Kuarup”

1116 – Cátia França, Consuelo de Paula e Déa Trancoso cantam em “Mamelucas”, no Sesc Pompeia

Show é uma das atrações da I Mostra Elas em Cena, que terá encontros inéditos entre compositoras com o objetivo de proporcionar contato e  troca entre sonoridades e processos criativos de diferentes universos musicais

As cantoras e compositoras Cátia de França (PB), Consuelo de Paula (MG) e Déa Trancoso (MG) protagonizarão uma apresentação inédita no Espaço Cênico do Sesc Pompeia no próximo sábado, 13, como atração da I Mostra Elas em Cena. Em Mamelucas, nome dado ao show, as três revelarão sinergias, organicidades e cumplicidades, envoltas em muitas texturas cheias de profundos diálogos e espiritualidades, convidando o público a abraçar as composições poéticas, os sentires e os saberes da gênese cultural brasileira. O Sesc, que costuma ser britanicamente pessoal, marcou o início da cantoria para 21h30 e está limitando a venda de ingresso, já iniciada tanto pela internet, quanto na bilheteria da casa, a dois por pessoa (veja guia Serviços)

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1018 – Do Vale do Pajeú para o mundo: Maria Dapaz traduz em suas canções a alma festiva e musical dos brasileiros

O Barulho d’água Música apresenta aos amigos e seguidores que ainda não a conhecem Maria Dapaz, cantora e compositora pernambucana, residente em São Paulo e que já soma 17 álbuns na bagagem, lançados entre 1981 e 2015.  Desta prodigiosa obra, o blogue destaca Outro Baião (2013), indicado ao 25º Prêmio Brasileiro da Música, promovido em 2014. Gravado em Recife, capital do estado natal de Maria Dapaz,  Outro Baião, conforme destaca o texto de apresentação disponível no sítio eletrônico da artista, é “uma explosão de brasilidade”. O autor do artigo, Luis Avelima, comenta, ainda, que o álbum a consolida como uma das compositoras de grandes possibilidades, traduzindo em suas canções a alma de um Brasil festivo e musical.

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947 – Lulinha Alencar e Mestrinho tocam e lançam álbum para Dominguinhos em Sampa

A unidade Pompeia do Sesc da cidade de São Paulo receberá no sábado, 6 de maio, Lulinha Alencar e Mestrinho para lançamento do álbum que ambos gravaram em homenagem a Dominguinhos. ToCantE  reúne em dez faixas criações tanto do cantor e compositor pernambucano que morreu em 2013, como dos próprios Alencar e Mestrinho nas quais estes reverenciam outros mestres que os influenciaram: Chiquinho do Acordeon, Jackson do Pandeiro e Pixinguinha. Richard Galliano, renomado sanfoneiro francês, também subirá ao palco como convidado especial da apresentação, prevista para começar às 21 horas.

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934 – Autor de Catamarã e lithos, multi-instrumentista André Siqueira é um dos finalistas do PPM 2017

O compositor, arranjador e multi-instrumentista André Siqueira, natural de Palmital (SP), atualmente radicado em Londrina (PR), é um dos finalistas do Prêmio Profissionais da Música (PPM). Caso consiga superar os concorrentes e fature no final deste mês o troféu de Melhor Artista da categoria Instrumental, o músico espera conseguir maior projeção para sua obra em cuja carreira solo se destacam dois álbuns. O mais recente, Catamarã, de 2016, deriva de bem-sucedida campanha virtual (crowdfunding) para financiá-lo. O disco é composto por nove faixas, conta com apresentação de Egberto Gismonti e uma regravação de Chovendo na Roseira (Tom Jobim). Nesta semana, Catamarã passou a fazer parte do acervo do Barulho d’água Música ao lado de lithos, o primeiro do músico doutorado em Ciências Sociais pela Universidade do Estado de São Paulo (Unesp) com a tese A sonata de Deus e o diabolus: nacionalismo, música e o pensamento social no cinema de Glauber Rocha.

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