1268 – “Vendedor de Sonhos”, com canções escolhidas por Fernando Brant, chega ao mercado

Disco já em todas as plataformas digitais contém 20 canções cujos intérpretes o mineiro de Caldas escolheu para dar alma ao projeto idealizado pelo sobrinho, Robertinho

Antes de desencarnar em junho de 2015, vítima de complicações cirúrgicas decorrentes de um transplante de fígado, o compositor mineiro Fernando Brant estava desenvolvendo com o sobrinho, Robertinho, um projeto para gravar Vendedor de sonhos e, pessoalmente, escolhia, um a um, quem deveria interpretar vinte dos seus principais sucessos, parte do rico repertório de 320 composições que assinou, 110 das quais em duo com Milton Nascimento. A travessia de Fernando interrompeu os planos por algum tempo, mas para a sorte de quem gosta de boa música, agora como homenagem póstuma, as canções foram gravadas e o disco já se encontra nas principais plataformas digitais, lançado pelo selo carioca Biscoito Fino.

Para quem está brincando de “amigo secreto” ou pretende presentear alguém no Natal, tai uma bela dica para surpreender e agradar em cheio, sem medo de dar bola fora; eu, por exemplo, farei aniversário dia 26 e ficaria trifeliz se recebesse o regalo de alguém.

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1149 – Yamandu Costa e Thadeu Romano aliviam saudades do mestre Dominguinhos em show único no Sesc Pinheiros (SP)*

Repertório  vai passear por músicas dos discos que o violonista gaúcho gravou com o sanfoneiro de Pernambuco, mesclado a sucessos de Tom Jobim, Sivuca, Abel Ferreira, Chico Buarque, Luiz Gonzaga…
*Com Lu Lopes (Rubra Rosa Projetos Culturais)

Yamandu Costa e Thadeu Romano vão apresentar Salve Dominguinhos, trazendo de volta aos palcos composições de Yamandu + Dominguinhos e Lado B (discos que ambos gravaram juntos, em 2007 e em 2010) com uma única apresentação marcada para a noite de sexta-feira, 1º de fevereiro, na unidade Pinheiros do Sesc da cidade de São Paulo (ver guia Serviços). Em 2018 completamos cinco anos sem o sanfoneiro pernambucano que nos deixou em 23/7/2013. Mais do que as saudades, ele nos deixou um legado imenso de obras para música. Seu Domingos, apesar de ter partido aos 72 anos, encantou jovens músicos de várias gerações e, por essa razão, sempre viveu cercado pela novidade da juventude.

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1128- Mesclando tradição e experimentalismo, “Expresso 2222” crava o nome de Gilberto Gil na MPB*

O quinto álbum de estúdio do tropicalista é considerado um dos mais marcantes da longa carreira e em sua ode futurista traz blues temperado com toques psicodélicos e a Banda de Pífanos de Caruaru botando dendê no rock
*Com Daniel Tozzi (21/7/2017), do blog A Escotilha

O Barulho d’água Música retoma a série Clássico do Mês e nesta que é a 11ª matéria dedica a presente atualização ao quinto álbum da carreira do genial Gilberto Gil, o icônico Expresso 2222, que o baiano de Salvador gravou em abril e lançou em julho do — ainda turbulento — ano de 1972, seis meses depois de regressar do exílio ao qual fora forçado em  Londres. Em 1969, ele e seu  parceiro musical nas peripécias tropicalistasCaetano Veloso, foram presos, acusados de subversão pelo regime militar. O local escolhido para se exilar foi a efervescente Inglaterra da virada da década dos anos de 1960 para a dos anos 1970. Por lá, o músico baiano entrou em contato com diversos elementos da cena de rock e do psicodelismo da terra da rainha (de The Beatles a Jimi Hendrix) que foram devidamente incorporados em seus trabalhos lançados aqui no Brasil posteriormente.

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1126- Joyce Moreno e Alfredo Del-Penho lançam em Sampa álbum em homenagem a Sidney Miller *

Disco do selo Kuarup celebra a obra do compositor carioca de clássicos como A Estrada e o Violeiro, O Circo e É Isso Aí  e dupla que interpreta as faixas protagoniza  pocket show com entrada franca no Conjunto Nacional, em Sampa
*Com Renato Vieira, da assessoria de imprensa da Kuarup

A audição matinal deste sábado, 10, aqui na redação do Barulho d’água Música começou tocando as 16 belas faixas do álbum Argumento (Canções de Sidney Miller), com Joyce Moreno e Alfredo Del Penho, uma das joias do catálogo da gravadora Kuarup, gentilmente nos cedido pelo amigo Rodolfo Zanke e que será lançado nesta terça-feira, 13, em São Paulo (ver guia Serviço). Amiga de Sidney Miller (1945 — 1980), Joyce foi convidada pelo Instituto Moreira Salles para revisitar as doze músicas do primeiro álbum do compositor, em apresentação da série Grandes Discos, em abril de 2012. O LP original saíra pelo selo Elenco, em 1967, após o cantor e compositor carioca participar do III Festival de Música Popular Brasileira, defendendo A Estrada e o Violeiro, ao lado de Nara LeãoComo o dueto era um dos grandes momentos da estreia fonográfica de Miller, Joyce chamou Alfredo Del-Penho para acompanhá-la no show que deu origem ao Argumento….

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1101- “Acabou Chorare”, melhor disco já gravado no Brasil, faz a fama dos Novos Baianos sob as bênçãos de João Gilberto

Segundo disco do grupo, tema de mais uma edição da série Clássico do Mês,
tem nome ‘sugerido’ pela então pequenina Bebel Gilberto, segue a cartilha da  transgressão dos músicos e é um grito de protesto em plenos “anos de chumbo” contra a caretice e a tristeza da música que imperavam no pais

O Barulho d’água Música retoma a série Clássico do Mês dedicando esta atualização ao álbum Acabou Chorare, que o grupo Novos Baianos lançou em 1972.  O conjunto de dez faixas deste disco, uma das quais instrumental,  produzido com a bênção de João Gilberto em um ambiente de completa descontração dentro de um sítio situado em Jacarepaguá, na cidade do Rio de Janeiro, sustentam simplesmente o primeiro lugar na lista dos 100 melhores já gravados no país desde 2007, de acordo com avaliações dos críticos da Rolling Stone BrasilAcabou Chorare saiu pelo selo Som Livre, dois anos depois do relativo sucesso do É Ferro na Boneca, carregando influência estrondosa do dândi da Bossa Nova, que expandiu todos os horizontes criativos do grupo.

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980 – Em noite de homenagem a Ney Matogrosso, “Raiz Forte” rende troféu do 28º PMB a Ana Paula da Silva (SC)

A cantora Ana Paula da Silva (Joinville/SC) é uma das vencedoras do 28º Prêmio da Música Brasileira (PMB) e recebeu o troféu de Melhor Cantora da categoria Regional com o álbum Reza Forte na noite de quarta-feira, 19, em cerimônia promovida no Theatro Municipal do Rio de Janeiro (RJ). Nesta edição o tradicional evento homenageou Ney Matogrosso e entre outros também premiou nomes consagrados do cenário nacional tais quais Alceu Valença, Ivete Sangalo, Maria Bethânia, Elza Soares, Tom Zé, Zeca Pagodinho, a dupla Zé Mulato & Cassiano e o grupo MPB 4, além de gente e trabalhos muito bons que despontam no meio regional e independente, tais quais Alberto Salgado, Letieres Leite e Orkestra Rumpilezz, Saulo Duarte e a Unidade, Baiana System e Alessandra Maestrini.

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