1592 – Moisés Navarro (MG) grava músicas pouco conhecidas de Gilberto Gil em álbum com direção de Jaime Alem*

#MPB #Samba #Cinema #CulturaPopular

Parte das mais luminosas estrelas da constelação Maior da Música Popular Brasileira já adentrou a casa dos 80 anos de idade (ou está bem perto dela), como os baianos Gilberto Gil e Caetano Veloso, o carioca Paulinho da Viola, além do mais mineiro dos cariocas, Milton Nascimento, que, há poucos dias, despediu-se do cenário musical com uma memorável apresentação no estádio do Mineirão, em Belo Horizonte (MG), sobre a qual, em breve, publicaremos aqui neste Barulho d’água Música texto escrito pelo poeta, cantor, violonista, violeiro, produtor cultural e compositor Makely Ka, um dos milhares de fãs que prestigiaram o emocionado adeus de Bituca aos palcos. No caso de Gil, a extensa e memorável contribuição às causas culturais do Imortal ora reconhecida pela Academia Brasileira de Letras (ABL) e com passagem pelo Ministério da Cultura (quando a pasta não servia como abrigo de gente com capacidade sofrível e desprovida de moral encarregada de desmontar nossas tradições) acaba de ganhar uma nova e imperdível releitura, disponível nas plataformas digitais, desde 17 de novembro. Aquele Abraço, Gilberto Gil, álbum do mineiro Moisés Navarro, funde o repertório de três epês que o autor lançara ano passado em tributo à obra de um dos nossos mais encantadores sábio e ocupante da cadeira 20 da ABL, mais duas gravações inéditas: Logos versus logo, em dueto de Navarro com o rapper Renegado, e Serafim, faixas de abertura e de fechamento, respectivamente

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1541 – Mário Negrão Borgonovi (SP) lança álbum dedicado à bateria, seu instrumento de devoção

#MPB #MúsicaInstrumental #Samba #Jazz #CulturaPopular

Xeque Mate. segundo trabalho do baterista e músico paulista Mário Negrão Borgonovi, comemora os 50 anos de carreira do músico. À época do primeiro, Madeira Em Pé (1980), o autor ainda assinava apenas Mário Negrão e trouxe a público um álbum autoral considerado como um dos pioneiros da música instrumental brasileira, revelando um olhar musical sobre o meio ambiente, Conhecido como músico de estúdio, passou boa parte de sua carreira tocando com astros da música popular brasileira como Baden Powell, Antonio Adolfo, Paulo Moura, Raphael Rabello, Carlos Lyra, Claudete Soares, Clara Nunes, Chico Buarque, Egberto Gismonti, Leila Pinheiro, MPB-4, Paulinho Nogueira, Quarteto em Cy, Rosinha de Valença, Sérgio Ricardo, Toquinho, Vinícius de Moraes e Orquestra Sinfônica Brasileira, entre tantos outros. Agora, fez questão de observar que Mário Negrão foi uma marca que o acompanhou durante toda a carreira, pois Negrão é o sobrenome de sua mãe, mas neste segundo resolveu  homenagear o pai, já falecido, motivo pelo qual o sobrenome dele, Borgonovi, é usado no álbum e na assinatura.

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1447 – Zênitha Música: conheça um selo 100% orgânico e livre de audiotóxicos

#MPB #CulturaPopular

Os músicos e parceiros Cacala Carvalho, Felipe Radicetti, Marianna Leporace e Rômulo Gomes acabaram de lançar o selo Zênitha Música (clique na palavra sublinhada e visite a página do selo),  um desdobramento da Zênitha Produções, fundada e liderada por Marianna Leporace e Sandra De Paoli, em 2001. Os 20 anos de atuação da Zênitha em produção cultural, no mercado de shows, gravações e editais, trouxeram a experiência e a história, para que a empresa agora criasse novos braços de ação na área de produção fonográfica com o selo Zênitha Música. Com foco inicialmente na produção musical dos quatro artistas, a Zênitha Música tem por objetivo criar uma forma mais orgânica de produção e distribuição de música, promovendo diálogo aberto e direto com o público e com uma proposta mais justa de venda de músicas e produtos.

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