1598 – Fabio Bergamini (SP) mescla música étnica, world music e improvisos do jazz em seu álbum de estreia

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As oito faixas instrumentais de Nandri estão gravadas no primeiro disco do selo Belic Music com a participação de vários músicos brasileiros e de renome internacional

O instrumentista e compositor Fabio Bergamini, paulista de Campinas, lançará Nandri, primeiro álbum de sua carreira e que inaugurará o portifólio do selo Belic Music na quinta-feira, 8 de dezembro, data na qual as oito faixas já estarão disponíveis em todas as plataformas digitais e, também, do concerto de lançamento, a partir das 19 horas, na Escola dos 7 Portões (E7P Urbana), situada no bairro paulistano Sumaré. O evento incluirá apresentações de Bergamini para audição ao vivo do repertório de Nandri, espaço livre para os músicos presentes tocarem ou cantarem (jam session) e videoclipes.

Nandri é todo instrumental, bebe nas fontes da world music e da música étnica e prima por arranjos que conduzem a paisagens sonoras e visuais, em total harmonia com a complexidade de improvisos do jazz. Com três décadas de carreira, Bergamini já protagonizou turnês pelo mundo com o grupo português de projeção global Madredeus e outros renomados músicos. Em seu álbum de estreia, ele insere instrumentos que para os leigos ocidentais seriam exóticos, dos mais diversos cantos do planeta, promovendo um trabalho original e sem fronteiras, ao mesmo tempo brasileiro e universal.

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Sarah Abreu, Carlinhos Antunes e Sexteto Mundano promovem em Sampa novo show para homenagear Violeta Parra

Mundano

Violeta Parra é um exemplo de artista para o Chile, para o continente sul-americano e para todo o mundo. Compositora, pesquisadora, instrumentista, tecelã, ceramista, mulher comprometida com as causas sociais de seu tempo, incansável batalhadora, Violeta Parra ficou conhecida no Brasil pelo Grupo Tarancón, nas vozes de Milton Nascimento, Mercedes Sosa e Elis Regina, entre outros, que cantaram músicas como Volver a los 17, Gracias a la Vida e Casamiento de Negros. Estas composições de beleza estética e importância histórica incentivaram as lutas de boa parte da geração dos anos 1970 e agora ganharam uma releitura em trabalho dos mais aguardados, promovida por Sarah Abreu e Carlinhos Antunes. Com os amigos que compõem o Sexteto Mundano, Sarah e Carlinhos estarão juntos novamente para apresentá-lo no espetáculo Violeta Terna e Eterna, que terá mais uma edição nesta sexta-feira, 29 de maio, a partir das 22h30, em casa de shows localizada na rua José Maria Lisboa, 190, Jardim Paulista, em São Paulo. 

O repertório de Violeta Terna e Eterna integra um álbum que os músicos brasileiros estão prestes a começar a distribuir, gravado a partir de  financiamento coletivo que mobilizou  amigos e seguidores do Sexteto Mundano e admiradores de Violeta Parra. Ao todo, 122 colaboradores fizeram contribuições para a materialização do disco.

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