1316 – Documentários e acervo de entrevistas com violeiros do Distrito Federal estreiam na internet

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Mosaicos, rosetas, colchas, balaios, picuaios, colagens. Imagens e figuras de linguagem que talvez expressem um pouco da diversidade de culturas que se encontram no Distrito Federal, a “Arca de Noé Cultural” a que se referiu o violeiro Zé Mulato (mineiro residente em Brasília desde 1973). Esta diversidade se expressa no corpo e na voz, nos modos de contar e de cantar. Nos sotaques, gestos, linguagens, olhares, faces, jeitos, trejeitos, sonoridades e tonalidades próprias de cada um. Nas diferentes visões de mundo e horizontes de expectativa. Na multiplicidade de toques e ritmos da viola caipira e na variedade de modalidades da cantoria repentista. 

Sextilha. Moda de viola. Quadrão. Catira. Martelo agalopado. Toada. Matuto do pé rachado. Pagode. Mourão voltado. Cururu. Quadrão perguntado. Cateretê. Voa sabiá. Querumana. Coqueiro da Bahia. Canção rancheira. Martelo alagoano. Chalana. Galope à beira-mar. Rasqueado. Mourão em cinco. Guarânia. Quadrão mineiro. Choro. Gabinete. Me responda cantador. Cada uma destas palavras é uma janela para um universo de saberes, práticas, memórias, modos de ser, de fazer e de lembrar. Cada um destes ritmos e gêneros é arte com regras, métodos, liberdades, métricas, éticas e estéticas próprias e que, por sua riqueza poética, musical, cultural e social, merecem ser cada vez mais reconhecidos e valorizados publicamente.

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1016 – Ajude com o seu voto o Barulho d’água a avançar à segunda etapa de votação do Prêmio Profissionais da Música, em Brasília (DF)

A organização do  Prêmio Profissionais da Música (PPM) abriu no sábado, 20 de janeiro, o processo de votação para indicar quem avançará às etapas seguintes entre os 921 inscritos aptos a concorrer na primeira fase de votação da quarta edição em 54 categorias das modalidades Criação, Produção e Convergência. Pela primeira vez, em quase quatro anos de atividades, o Barulho d’água Música está no páreo como candidato em Convergência/Canais de Divulgação. Caso chegue à final, visitará Brasília (DF) em abril de 2018, cidade na qual os vencedores deste ano serão anunciados. De formato inédito e concebido pelo músico e produtor brasiliense Gustavo Ribeiro de Vasconcellos, o PPM foi idealizado para expor e reconhecer a contribuição de diversos profissionais envolvidos em criação, produção e circulação de obras e produções musicais e audiovisuais. A proposta é colaborar para o desenvolvimento de oportunidades e novos negócios do setor da música, a partir da convergência com outros segmentos. “Assim podemos expandir fronteiras ao promover intercâmbios e disseminar legados ao compartilhar experiências e emoções”, observou Gustavo.

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723 – Noel Guarany, um dos quatro “Troncos Missioneiros”, ganha memorial em Bossoroca (RS)

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O monumento a Noel Guarany tem 4 m de altura a partir da base e foi confeccionado por Vinicius Ribeiro (Foto acima e no destaque: Billy Valdez/Coletivo Catarse-RS)

O gaúcho Noel Guarany ganhou no sábado, 7, homenagem que (pretendem) supostamente atingirá a altura de sua contribuição não apenas à difusão da peculiar cultura do seu estado natal – sobretudo da região das Missões –, mas também de elementos nativos que ao se fundirem a valores correntes de outros pontos do país ajudam a formar a múltipla identidade nacional e a comprovar que não é apenas no eixo São Paulo-Rio de Janeiro-Minas Gerais, portanto na porção Sudeste de Pindorama, que o Brasil se afirma. Oito meses depois de as obras começarem com apoio de amigos, de familiares e a da entidade cultural Confraria do Icamaquã ficou pronto memorial constituído de monumento de sete metros a partir do chão que, à entrada do município de Bossoroca, guarda as características do músico de descendência italiana Noel Borges do Canto Fabrício, nascido em 26 de dezembro de 1941, época em que Bossoroca ainda era distrito de São Luiz Gonzaga. 

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654 – Julian Silva, gaúcho nativista de Restinga Sêca, canta o amor à terra e a eventos como a Primavera no álbum de estreia, lançado em 2011

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A Primavera chegará, oficialmente, na quarta-feira, 23 de setembro, e chutará para escanteio o Inverno quando os ponteiros atingirem em Brasília (DF) 5h20. A estação considerada a mais charmosa e colorida dentre todas as quatro traz a exuberância das flores e outros fenômenos dos mais marcantes; em muitas tradições é associada tanto a renascimento, quanto aos viçosos dias da juventude, quando se vive o frescor da vida; historicamente, é pródiga em chuvas a princípio de bonança, mas que à medida que vem vindo o Verão, tornam-se mais intensas e frequentes. Músicos e artistas costumam se inspirar nestes dias para compor e se expressarem, e, um deles, é o jovem gaúcho Julian Silva, do município de Restinga Sêca, localizado na parte central do Rio Grande do Sul, na região que tem Formigueiro, Agudo, Dona Francisca,São João do Polêsine,Cachoeira do Sul e Santa Maria, à distância de 285 quilômetros da Capital, Porto Alegre.

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Depois de passar por Bauru (SP), Ricardo Vignini e Zé Helder tocam Moda de Rock na língua do tchê e em uai

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Ricardo Vignini (ao alto) e Zé Helder (Fotos: Marcelino Lima/Barulho d’água Música)

A dupla de violeiros formada por Ricardo Vignini e Zé Helder apresentará em cidades de quatro estados até o final de julho repertório composto por clássicos do rock brasileiro e internacional executados com novos arranjos especialmente elaborados para a viola caipira e reunidos no projeto Moda de Rock. A seleção inclui Legião Urbana, Barão Vermelho, Paralamas do Sucesso, Plebe Rude, e bandas como  Iron Maiden,  Metallica, Led Zeppelin, Beatles, Sepultura, Nirvana e Megadeth, além de Jimi Hendrix. A primeira parada será neste sábado, 11, na área de convivência do Sesc Bauru,  a partir das 20 horas, e com entrada franca.  

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